Postado em 26 dEurope/London julho dEurope/London 2007
Leonardo Nunes
O debate acerca deste tema ganhou corpo novamente a partir de 2003, quando se verificou um processo quase contínuo de apreciação da moeda brasileira. Para uma parte dos economistas, esta valorização estaria simplesmente refletindo a melhora nos “fundamentos” da economia, como por exemplo, a passagem de déficit para superávit nas transações correntes, o que derivaria do formidável desempenho da balança comercial, além do desempenho de diversos indicadores de vulnerabilidade. Entretanto, para outra parte dos economistas (que incluem os de linha heterodoxa e alguns do mainstream – a corrente hegemônica do pensamento econômico), a “surpreendente” apreciação do Real teria, além do comportamento das variáveis “reais”, um componente especulativo substantivado principalmente nas operações de carry trade. Quem está com a razão?
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Postado em 23 dEurope/London julho dEurope/London 2007
Gustavo Antônio Galvão dos Santos
A longa crise aérea que o país vive é conseqüência do contingenciamento de gastos em infra-estrutura aeroportuária na última década e meia, frente a uma demanda crescente por transporte aéreo. Nesse sentido, em alguma instância, o triste acidente ou ao menos o grau de gravidade do mesmo parecem ser resultado dessa profunda escassez de investimentos públicos. Essa falta de investimentos decorre de abusivas metas de redução de dispêndios governamentais, cristalizadas com a meta de superávit primário.
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Postado em 23 dEurope/London julho dEurope/London 2007
Luis Otávio Reiff, Gustavo Galvão dos Santos e Marcelo Trindade Miterhof
O primeiro turno da eleição presidencial mostrou uma marcante divisão regional dos votos entre os dois principais candidatos. O Norte/Nordeste votou a favor do governo, beneficiados pelos efeitos do bolsa-família e da recuperação do salário mínimo. Os estados do Centro/Sul, por sua vez, prejudicados pela valorização cambial, favoreceram a oposição.
A diferença econômica central entre esses dois pólos é que um é industrial ou de agricultura empresarial (pólo sul) enquanto o outro tem uma economia subdesenvolvida (pólo norte). Tal desequilíbrio, conforme identificou, entre outros, Celso Furtado, é uma das razões que explicam por que a industrialização no século 20 não foi suficiente para o Brasil romper com o subdesenvolvimento.
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Postado em 23 dEurope/London julho dEurope/London 2007
Gustavo Antônio Galvão dos Santos,
Nosso país foi o que mais cresceu nos 100 anos anteriores a 1980, graças às políticas industrializantes implantadas a partir da revolução de 30. Isso não é pouco, pois crescimento é uma das coisas mais desejadas por todos os países. Isso não é pouco, pois se tivéssemos mantido as mesmas taxas de crescimento após 1980, hoje seríamos desenvolvidos. Ser desenvolvido não é pouco. É praticamente eliminar a miséria. Porém, essa possibilidade tem sido desconsiderada nos últimos 20 anos. Leia o resto do artigo »
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