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Blog do Desemprego Zero

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PROPEDÊUTICA CONTRA IDEÓLOGOS

Postado em 3 dEurope/London dezembro dEurope/London 2007

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Postado em Leonardo Nunes | 5 Comentários »

REFORMA TRIBUTÁRIA

Postado em 28 dEurope/London novembro dEurope/London 2007

  Paulo Passarinho* 28/11/07

Em meio às negociações para a aprovação da prorrogação da CPMF/DRU, no Senado Federal, o governo havia se comprometido em apresentar até o final deste mês de novembro uma nova proposta de reforma tributária. Dada a complexidade da matéria e seu potencial de divergências – em termos de interesses que sempre podem ser afetados em uma discussão desse tipo – o governo agora adia naturalmente o cumprimento de sua recente promessa. Contudo, desde o anúncio da “promessa”, quem tem um mínimo de noção sobre o assunto e especialmente a consciência sobre a natureza do governo Lula sabia que a jogada era mera encenação. Pela forma com que Lula governa, pelas suas atuais crenças e compromissos com o sistema financeiro é lógico que o que poderemos ter, mais à frente, será no máximo mais um remendo – nos moldes do que vem sendo feito nos últimos anos, tanto por FHC, quanto pelo próprio Lula.

Não que essa não seja uma importantíssima discussão e uma premente necessidade, mas o que precisamos, na área tributária, é de uma nova estrutura que garanta que quem venha a pagar impostos com mais rigor sejam os ricos e detentores de propriedades, especialmente na área rural, ao mesmo tempo em que pobres e assalariados venham a ter a sua respectiva carga tributária reduzida. Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, Paulo Passarinho, Política Brasileira, Política Econômica | 2 Comentários »

Deus é brasileiro

Postado em 23 dEurope/London novembro dEurope/London 2007

(Publicado no Jornal do Commercio de 22/11/07)

Sergio Ferolla, brigadeiro, membro da Academia Nacional de Engenharia

Paulo Metri, conselheiro do Clube de Engenharia

Para os crédulos, o recém descoberto campo Tupi, com jazidas de até oito bilhões de barris de petróleo, se deveu à interferência divina. Para eles, a prova irrefutável do favorecimento de Deus aos brasileiros prende-se à comprovação da existência desse campo gigante ter ocorrido dias antes do Brasil entregar, através da nona rodada de leilões da Agência Nacional do Petróleo (ANP), alguns blocos contíguos, com provavelmente outros bilhões de barris. Se a providência divina não tivesse se antecipado à predatória rotina da ANP, seus contratos de até 30 anos com empresas estrangeiras possibilitariam a exportação do valioso e estratégico produto e nos restaria lamentar a perda das preciosas reservas e a evasão de muitos bilhões de dólares, em detrimento da economia nacional.

A festejada descoberta, com ajuda divina ou não, mostra o admirável desempenho da equipe técnica e da alta administração da Petrobrás, com reconhecido mérito para o próprio governo, sempre apoiando as ações da empresa. O Brasil recebe os benefícios da duração do monopólio estatal durante mais de 40 anos, o qual, visando acima de tudo o interesse nacional, viabilizou a realização de dispendiosas pesquisas e a perfuração até 7.000 metros do subsolo marítimo, após superar 2.000 metros de uma camada de sal. Haveria competência, recursos e decisões de risco por parte de empresas privadas, especialmente estrangeiras, com visão de lucro imediato, para tão ousado desenvolvimento tecnológico e prospecção?

Sobre esse ponto, chega a ser cômico um testa-de-ferro Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, Energia, Paulo Metri, Petróleo do Pré-Sal e o Futuro do Brasil, Sergio Ferolla | Sem Comentários »

Força dos rentistas inibe investimento produtivo

Postado em 23 dEurope/London novembro dEurope/London 2007

  Rogério Lessa* novembro/07

“A financeirização implica que o poder político dos rentistas passe para o primeiro plano.”  A afirmação é do economista da Uerj e da Escola Nacional de Ciências Estatísticas do IBGE (Ence/IBGE), Miguel Bruno. Em sua tese de doutorado, ele identifica os diferentes padrões de crescimento do Brasil no longo prazo e constata que a perda de dinamismo da economia do país, a partir de 1980, está ligada ao processo de financeirização da economia.
Segundo Bruno, o poder político do rentismo se deve ao fato de que, ao contrário do senso comum, não são os bancos os únicos nem os maiores beneficiários da financeirização. “Como proporção da renda bruta disponível, a renda de juros equivalia, em 2005, a 29,4%. Embora ela fosse recebida pelo sistema financeiro, 22,2 pontos percentuais eram repassados a famílias e empresas não-financeiras, ficando os bancos com 7,1 pontos percentuais”.
 O economista da Ence afirma que antes da liberalização financeira já havia um padrão de financeirização, através dos ganhos com a inflação. “Com a abertura financeira, a correção monetária foi substituída pelos ganhos com juros, mas o padrão não foi mudado”. Ele não culpa a globalização pela decadência econômica do país, mas a forma como nos inserimos nela, bastante diferente da opção desenvolvimentista dos países asiáticos.

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Postado em O que deu na Imprensa, Rogério Lessa | 7 Comentários »

A Campanha de Difamação Contra a Direção do IPEA

Postado em 22 dEurope/London novembro dEurope/London 2007

  Paulo Passarinho* 22/11/2007

Está em curso uma pesada campanha difamatória contra os novos dirigentes do IPEA – o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, órgão atualmente subordinado ao recém-criado Ministério de Assuntos Estratégicos, e presidido pelo economista Márcio Pochmann.

O pretexto para a orquestrada campanha foram mudanças de natureza administrativa, que começam a ser operadas no órgão, a partir da posse dos novos dirigentes do Instituto, que conta também com a participação de João Sicsú, assim como Pochmann, acadêmico dos mais qualificados, além de professor do Instituto de Economia da UFRJ.

Algo que seria absolutamente corriqueiro – inclusive com amplo amparo e exigência de normas administrativas e legais em vigor – passou a ser apresentado em veículos da grande imprensa como um triste exemplo de perseguição ideológica e cerceamento ao livre exercício analítico e de pesquisa que deveriam caracterizar o trabalho dos pesquisadores dessa instituição.

A campanha teve início no dia 15/11, em matéria assinada por Guilherme de Barros – “IPEA expurga economistas divergentes” -, na Folha de S.Paulo Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, Paulo Passarinho, Política Brasileira | 7 Comentários »

Um setor esquizofrênico

Postado em 22 dEurope/London novembro dEurope/London 2007

Roberto Pereira d’ Araújo* 22/11/07

Desculpem os leitores, mas, mais uma vez, volto a conceitos básicos sobre o setor elétrico brasileiro. Espero mostrar que todo o complicado modelo mercantil definido a partir das reformas da década de 90, constantemente reformado, mas sempre mantido, tem suas “fundações” erigidas sobre “areia movediça”. Toda vez que fui obrigado a explicar o sistema brasileiro para estrangeiros, vi muitos cenhos franzidos. Dentre os setores elétricos mundiais, somos um espécime esquisito.

Para explicar a confusão, é melhor partir do zero. Suponha o Brasil iniciando a construção do seu setor elétrico e imagine que existisse um “laissez-faire” total que permitisse agentes individuais privados construir suas usinas como quisessem. Um puro mercado, tão ao gosto desta seita. Descrevo abaixo uma historinha bem simplificada, mas com grande aderência ao caso brasileiro.

Para começar a história, um cidadão, Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, Energia, Haverá outro APAGÃO?, Roberto D'Araujo | 5 Comentários »

ZYLBERSZTAJN EXONEROU ENGENHEIRO QUE DISCORDAVA DA ANP

Postado em 19 dEurope/London novembro dEurope/London 2007

 19/11/2007 18:20h

O engenheiro mecânico Paulo Metri disse em entrevista a Paulo Henrique Amorim nesta segunda-feira, dia 19, que foi exonerado da ANP (Agência Nacional do Petróleo) em 2001 por escrever, em parceria com o senador Saturnino Braga, um artigo discordava da Agência (aguarde o áudio).

“Esse artigo repetia de certa forma algumas observações que eu já tinha feito desde 1998 até 2001 internamente dentro da ANP. Eu alertava que estava havendo um conjunto de artigos saindo no exterior em que mostrava que a produção mundial de petróleo ia passar por um pico”, disse Metri.

Depois de escrever o artigo e ser exonerado, ele voltou a trabalhar na Indústrias Nucleares do Brasil, onde está até hoje. Metri diz que recebeu a informação da exoneração do seu chefe imediato, Oswaldo Pedrosa. Mas era uma decisão do presidente da ANP, David Zylbersztajn.

“Ele (Oswaldo Pedrosa) falou claramente. A Decisão é do David porque o David não gostou do artigo que foi publicado hoje na Gazeta Mercantil e está aqui nesse clipping da empresa”, disse Metri.  Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, Energia, O que deu na Imprensa, Paulo Metri, Sergio Ferolla | Sem Comentários »

Competitividade e crescimento

Postado em 19 dEurope/London novembro dEurope/London 2007

  Matías Vernengo

O Fórum Econômico Mundial lançou há pouco seu relatório anual sobre competitividade.  A mídia divulgou os resultados e ressaltou a queda do Brasil no ranking em comparação com o ano anterior (ver aqui ou aqui).  O Brasil passou da 66a para 72a posição, sendo menos competitivo do que os outros BRICs (Rússia, Índia e China).  O problema sugerido na maior parte das discussões seria que o Brasil não teria dinamismo econômico e, portanto, teria uma tendência a crescer mais lentamente.  O relatório é em geral aceito sem maiores críticas pela mídia, a despeito do fato de que na América latina países como Panamá e El Salvador estariam na frente do Brasil.  Isto deveria, pelo menos, levantar algumas suspeitas sobre a credibilidade dos resultados.

Um simples exercício é verificar se existe alguma correlação entre crescimento e o índice de competitividade compilado pelo Fórum Econômico Mundial.  O gráfico abaixo mostra a correlação entre crescimento (estimado para 2007 pelo FMI) e o referido índice de competitividade (onde a linha vermelha representa a regressão).  A correlação é negativa, o que sugere que uma queda da competitividade levaria a uma maior taxa de crescimento, com o que a mídia deveria ficar satisfeita com o fraco desempenho da competitividade do Brasil (o coeficiente é estatisticamente significativo, embora o poder explicativo da regressão seja baixo).  E, de fato, o Brasil vai crescer mais este ano do que no ano passado a despeito da queda no índice de competitividade. (Para visualisar melhor o gráfico clique nele)

grafico-crescimento-e-competitiividade.jpg

A regressão da figura acima não é a última palavra sobre a relação entre crescimento e competitividade obviamente.  Alguém poderia apontar para o fato de que seria mais razoável fazer o mesmo com a media de vários anos, ou que deveríamos incluir outras variáveis omitidas neste exercício.  Contudo, o objetivo do simples exercício econométrico é apontar as limitações dos índices de competitividade.  O que a mídia deixou de discutir é o que de fato este índice mede. Leia o resto do artigo »

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