Postado em 9 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
EX-PRESIDENTE DO BNDES diz que Transposição do São Francisco mudará de vez a vida na região
*Carlos Newton da Tribuna da Imprensa 07/01/2008
O economista Carlos Lessa, ex-presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDES), defende o projeto de transposição das águas do Rio São Francisco, afirmando que a intransigente posição do bispo Luiz Flávio Cappio, de Barra (BA), é injustificável e prejudicial à população mais carente do Nordeste. Leia o resto do artigo »
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Postado em 9 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

Preocupado com a deterioração das “Expectativas para o futuro”no Índice de Confiança do Empresário Industrial, da Fundação Getúlio Vargas (Icei/FGV), o Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi) avalia que os empresários podem estar com medo de que, devido a supostas pressões inflacionárias ou ao cenário externo, a política monetária esteja sendo reorientada. E que o Banco Central (BC) venha a elevar a taxa básica de juros (Selic) para frear a demanda interna, “o que constitui um fator de desestímulo ao investimento”, sublinha o Iedi, argumentando que, “excluído o item alimentos, o aumento médio de preços é de (apenas) 2,16% até novembro de 2007?.
Para o economista Adhemar Mineiro, ex-presidente da Associação de Economistas da América Latina e Caribe (Aealc), no momento em que o governo ameaça cortar R$ 20 bilhões do Orçamento, “o pior dos mundos seria o BC frear o crescimento e subir o gasto com juros a pretexto de conter a inflação, pois a situação fiscal vai piorar e aí vão dizer que precisa aumentar ainda mais a Selic para evitar fuga de capitais”.
Jardel Leal, do Dieese, considera haver um componente político que pode garantir a sustentabilidade do crescimento e do emprego. “Não é mais possível voltar a crescer com a crueldade da exclusão e da concentração, que sempre foi a marca do desenvolvimento no Brasil. Se é que podemos chamar isso de desenvolvimento”.-
Rogério Lessa Benemond: Jornalista do Monitor Mercantil, colaborador da revista Rumos do Desenvolvimento. Prêmio Corecon- RJ de jornalismo econômico 2006. Meus Artigos
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Postado em 8 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

Léo Nunes – Ao Sul do Equador
São Paulo – O economista e prêmio Nobel norte-americano, Joseph Stiglitz, afirmou nesta terça-feira, que comandará um projeto que visa criar uma medida complementar ao PIB, por este não ser capaz de medir adequadamente a melhoria de uma sociedade. O convite foi feito pelo presidente francês Nicolas Sarkozy.
Segundo o economista, esta nova medida deve levar em contas variáveis como a distribuição de renda e os impactos do aquecimento global. Stiglitz, que ocupou cargos importantes na administração Clinton e no FMI, também se notabilizou pelas duras críticas que faz à globalização. Além dele, o prêmio Nobel de economia Amartya Sen também deve integrar a equipe.
O surpreendente é saber que tal iniciativa surgiu do ultra-conservador Sarkozy, que tem imposto duras medidas à classe trabalhadora francesa. Caso eles tenham o respaldo necessário, pode ser um avanço importante para a ciência econômica.
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Postado em 8 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Gustavo Antônio Galvão dos Santos
José Francisco Sanches da Silva
A escassez de investimentos em geração de energia elétrica no passado recente é evidente. Entretanto, ela não será uma real restrição física ao crescimento, se adotarmos um planejamento efetivo da produção e do consumo. Esse planejamento mais rigoroso é necessário ao menos enquanto se espera a maturação dos grandes investimentos. O atraso das hidroelétricas pode levar, no máximo, a um pequeno aumento no custo médio das empresas, jamais uma barreira ao crescimento.
Leia o Artigo publicado na Revista Inteligência 09/2007
pode-haver-outro-apagao.doc
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Postado em 8 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Por Roberto Pereira d’Araujo*
“Só chuvas salvam Brasil do apagão” diz o JB de 7 de janeiro. Leio também na Folha de São Paulo do dia 4/1/2008 que “termelétricas produzem perto do limite” e que “há poucas opções para gerar energia se reservatórios chegarem a patamar de risco neste mês”. Ora, não parece esquisito? Se os reservatórios ainda não atingiram o nível de risco, como é que as térmicas já produzem “perto do limite”? Quer dizer que, ao chegar ao limite, não há nada mais a fazer a não ser se desesperar?
Essa é uma demonstração de que o setor elétrico brasileiro não tem um critério de garantia coerente. Se o efeito La Ninã do oceano pacífico aumentar a probabilidade de uma seca no sudeste, poderemos ter outro racionamento. Leia o resto do artigo »
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Postado em 8 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
José Carlos de Assis é economista e professor, presidente do Instituto Desemprego Zero.
VALOR – 07/01/2008
Logo depois da posse de Roosevelt, em 1933, em plena Grande Depressão nos Estados Unidos, um banqueiro até então obscuro, chamado Marriner Eccles, deu um depoimento histórico no Senado. A partir de seu modesto posto de observação, um banco de porte médio do meio-oeste, ele resumiu a crise como uma situação na qual alguns bancos tinham dinheiro de sobra para emprestar, mas não havia tomador, por falta de investimento, e não havia investimento, por falta de demanda. Sua sugestão era que o governo tomasse emprestado dos bancos esse dinheiro, criando demanda por meio de obras e de gastos públicos e, assim, estimulando a retomada do investimento e do emprego.
Simples, não? Esse notável depoimento antecipou a agenda do New Deal, que o próprio Eccles, a despeito de sequer ter curso superior, ajudaria a conduzir na condição de um dos mais famosos e respeitados presidentes do Banco Central norte-americano, o Fed. Mais notável ainda, antecipou também, em três anos, a obra magna com que Keynes expôs essas mesmas idéias de forma rigorosa e magistral na “Teoria Geral do Emprego, do Juro e da Moeda” – que se tornaria a bíblia das políticas de pleno emprego nos anos seguintes e a âncora do Estado de bem-estar social nos países industrializados no pós-guerra.
Tudo isso me veio à mente diante do anúncio do Banco Central Europeu, de que vai injetar até US$ 500 bilhões Leia o resto do artigo »
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Postado em 8 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
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Postado em 8 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Galeano
Enviado por Paulo Metri
Cada dia, ao ler os diários, assisto a uma aula de história. Os diários ensinam-me pelo que dizem e pelo que calam. A história é um paradoxo andante. A contradição move-lhe as pernas. Talvez por isso os seus silêncios dizem mais que suas palavras e muitas vezes as suas palavras revelam, mentindo, a verdade. Leia o resto do artigo »
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