Postado em 15 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
” CARTA DAS TÉRMICAS ” (versão para impressão)
(ano do apagão se repete) (TODOS artigos sobre o apagão)
Exmo Ministro das Minas e Energia
Sr. Nelson Rubner
O Instituto Virtual Internacional de Mudanças Globais (IVIG) tem participado do debate nacional sobre os problemas de política energética, destacando-se atualmente: a redução do fornecimento de gás natural às distribuidoras de gás do Rio e de S. Paulo, a entrada em operação das termelétricas e o risco de déficit de energia elétrica apontado por setores da indústria. A questão do gás atingiu consumidores veiculares e industriais, motivando o questionamento na Justiça pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro, o que mostra a relevância de discuti-la.
Ademais, no momento em que era feito esse relatório, houve o anúncio da descoberta do campo gigante de petróleo Tupi na chamada área de Pré-Sal, de alto potencial petrolífero, motivando a discussão da mudança do regime de concessão do petróleo e gás, comentada em adendo ao relatório encaminhado em anexo.
Esclarecemos que o IVIG foi criado por um projeto da COPPE / UFRJ, com apoio da FAPERJ. Teve o papel histórico de alertar para o elevado risco de déficit de energia elétrica, antes do racionamento de 2001, através de carta ao Presidente Fernando Henrique Cardoso, na qual eram sugeridas medidas que, infelizmente, não foram tomadas a tempo.
De acordo com esta tradição acadêmica, submetemos à sua apreciação o relatório em anexo com o intuito de dar a nossa interpretação ao problema atual, apontando as causas do mesmo e propondo medidas a serem consideradas pelo Governo e discutidas pela sociedade. São as seguintes as recomendações do relatório: Leia o resto do artigo »
Postado em Conjuntura, Desenvolvimento, Haverá outro APAGÃO?, Petróleo do Pré-Sal e o Futuro do Brasil, Roberto D'Araujo | Sem Comentários »
Postado em 15 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Luis Nassif, jornalista de verdade, chama a atenção hoje em seu blog (clique aqui) para as mudanças (para melhor) ocorridas no IPEA (Instituto de Pesquisas Econômico Aplicadas). “Até o ano passado, a ala carioca do IPEA parecia a sucursal de alguma instituição financeira. Prestava-se a trabalhos de análise de conjuntura, redundantes e fora de sua vocação de pensar o longo prazo. Nas análises, uma insistência mórbida em atacar qualquer forma de benefício social, e se calar vergonhosamente ao tratar da questão do impacto dos juros sobre as despesas correntes”.
O jornalista exalta o último trabalho de Ronaldo Coutinho Garcia, “Despesas Correntes da União: Visões, Omissões e Opções”. O estudo (Texto para Discussão nº 1319) está à disposição da sociedade no site do IPEA (clique aqui), mas Nassif destaca alguns números que não constumam ser noticiados por causa da blindagem ideológica hoje vigente nos meios de comunicação:
De 2000 a 2005, o “custo da máquina” foi reduzido em 6,8% como proporção do PIB. Os gastos correntes que chegam até o contribuinte passaram de 9,26% para 10,48% do PIB. A participação desses recursos nas rendas dos 50% mais pobres saltou de 12,4% em 2000 para 15,1% em 2006.
Entre 1995 e 2006 as despesas correntes caíram de 86,10% para 79.04% do orçamento. A redução de “pessoal e encargos sociais” foi a mais expressiva: de 24,53% para 13,42%.
Porém… os juros e encargos da dívida saltaram de 10,86% para 18,94%. Nas despesas de capital, a amortização da dívida pública saltou de 5,8% para 15,16% do PIB em 2006.
Benefícios previdenciários (alvos da fúria do cartel dos meios de comunicação) ficaram praticamente estacionados – de 21,09% para 20,27% do PIB.
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Postado em 15 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Gustavo Antônio Galvão dos Santos
Luís Otávio de Abreu Reiff
Fernando Henrique Tavares
Letícia Vieira Corrêa
Gisele Ferreira Amaral
Este trabalho visa propor um método de composição de indicadores sociais que seja útil na avaliação de políticas públicas. Esse método será utilizado na criação de um índice composto de educação. O índice será disponível anualmente por município.
Nas últimas duas décadas, no Brasil, o planejamento econômico tem sido fortemente atacado. Em particular durante os governos Collor e FHC, o planejamento econômico mais geral foi quase completamente desativado. Esse processo começou a ser revertido muito recentemente com o programa de aceleração do crescimento – PAC e seus rebentos setoriais na educação e na saúde. O mais parodoxal nesse combate ao planejamento público é que a administração de grandes empresas privadas é altamente científica. No setor privado tudo é cuidadosamente planejado a longo prazo.
O setor público, por ser muito maior e exercer atividades muito mais fundamentais do que qualquer empresa privada, necessita de um planejamento ainda mais cuidadoso e científico. Mas para o setor público o planejamento é mais complexoe não só pelo tamanho. Uma empresa privada visa o lucro. Essa é praticamente a única finalidade de uma empresa privada. Qual é a finalidade última do governo?
Essa questão não possui uma resposta fácil. Supostamente seria o bem-estar de seus cidadãos. Mas não é possível medir essa variável de forma não contestável. Leia o resto do artigo »
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Postado em 15 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Luís Otávio de Abreu Reiff*
Gustavo Antonio Galvão dos Santos*
Luís Henrique Rosati Rocha+
O BNDES foi fundamental no processo de industrialização brasileira, financiando a estruturação de vários setores que contribuíram e continuam contribuindo para o crescimento do país. A indústria automobilística, a infra-estrutura de transportes e elétrica, a petroquímica e o setor de papel e celulose, a modernização da agricultura são exemplos do papel do BNDES.
Não é preciso falar da importância desses setores para a maturidade da economia atual do país. Só para citar um exemplo, a balança comercial do Brasil não teria a robustez atual se durante anos o país não tivesse investido tanto na capacidade competitiva desses setores.
Procurando contribuir para este debate, este estudo apresenta um indicador que mede o efeito do desembolso do BNDES sobre o nível de emprego com carteira de trabalho gerado. Este indicador será uma estimativa de um modelo de regressão do volume de emprego formal em relação ao volume de desembolso.
Porque a informalidade é um fenômeno tão expressivo no Brasil? A resposta é idêntica para todas as nações subdesenvolvidas. Nessas nações, a economia moderna é pequena em relação à população. Informalidade não é apenas uma questão de rigidez na legislação trabalhista, mas, principalmente, de falta de atividade econômica moderna, ou em termos mais claros, de falta de crescimento econômico. O emprego informal, em geral, é apenas uma alternativa de sobrevivência quando faltam melhores opções aos trabalhadores.
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Postado em 15 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Léo Nunes – Ao Sul do Equador
São Paulo – O ex-economista-chefe do FMI, Kenneth Rogoff, afirmou nesta segunda-feira, em entrevista ao Jornal O Globo, que uma recessão nos EUA será inevitável. Para ele, a crise do mercado de crédito norte-americano pode resultar numa queda de 15 a 20% nos preços do imóveis. Em estados como a Flórida, a desvalorização pode chegar a até 50%. A resultante é clara: aumento da inadimplência e crise em outros setores de crédito para além do mercado subprime. Leia o resto do artigo »
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Postado em 14 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Monitor Mercantil -RJ – 14/01/2008
por Rogério Lessa
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Postado em 14 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Léo Nunes – Ao Sul do Equador
São Paulo – O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso concedeu uma entrevista ao jornal O Estado de São Paulo, que foi publicada neste domingo (clique aqui para ler a entrevista). Dentre as inúmeras declarações polêmicas, o ex-presidente negou que tenha articulado a derrubada da CPMF e criticou o presidente Lula. No plano internacional, FHC curiosamente não atacou o presidente Hugo Chávez e defendeu a entrada da Venezuela no Mercosul. Leia o resto do artigo »
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Postado em 13 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Marcos Henrique Figueiredo Vital * Revista do BNDES
As questões ambientais ganham importância cada vez maior para a sustentabilidade do desenvolvimento socioeconômico das nações.
O presente artigo apresenta questões relativas aos impactos ambientais de florestas de eucalipto: sobre a água, o solo, a biodiversidade e a atmosfera.
Apresenta-se sob a forma de análise de diversos artigos científico-acadêmicos acerca desses diferentes temas, expondo os possíveis impactos oriundos da silvicultura com espécies exóticas.
IMPACTO AMBIENTAL DE FLORESTAS DE EUCALIPTO (Clique para ler)
* Economista
Postado em A POLÍTICA AMBIENTAL externa está equivocada?, Desenvolvimento, Marcos Vital | 1 Comentário »