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Blog do Desemprego Zero

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Miguel Bruno: Brasil precisa superar visão neoclássica-liberal

Postado em 13 dEurope/London agosto dEurope/London 2009

Após a palestra realizada na sede nacional do Partido Comunista do Brasil (PCdoB) na cidade de São Paulo na manhã de quinta-feira (6), promovida pela Fundação Mauricio Grabois, o professor Miguel Bruno, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) e da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), concedeu a seguinte entrevista ao jornalista Osvaldo Bertolino.  Leia o resto do artigo »

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Nacionalização da GM, o carro elétrico e o futuro do Brasil

Postado em 12 dEurope/London agosto dEurope/London 2009

Por Gustavo A. G. dos Santos e Rodrigo Medeiros

Fonte: Valor Econômico (12/08/2009)

Carro elétrico terá impacto profundo nas exportações brasileiras, muito dependentes de uma em breve anacrônica cadeia metal-mecânica

A crise financeira levou a GM à concordata, desmembramento e nacionalização. A estatização sempre foi tabu nos EUA. Para entendê-la, é preciso compreender a importância do setor.

Os setores metal-mecânico, químico e eletroeletrônico respondem por algo entre 55% e 75% das exportações dos países desenvolvidos e tigres asiáticos e mais de dois terços das patentes industriais. Chamamos esses setores de indústrias centrais em artigo recente publicado na revista “Custo Brasil”, em março.

As indústrias centrais constituem a base das inovações e da competitividade das nações desenvolvidas, cujos gastos em P&D respondem por 70% dos globais. Quem deseja se tornar desenvolvido, precisa estar presente competitivamente nessas indústrias. Leia o resto do artigo »

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Política econômica e democracia política no Brasil

Postado em 7 dEurope/London agosto dEurope/London 2009

Por Rodrigo L. Medeiros e Manuel S. Jaufe

Fonte: Monitor Mercantil (07/08/2009)

Causa certo espanto a defasagem da condução da política monetária brasileira em relação aos desdobramentos da crise financeira iniciada em Wall Street. Todos devem se recordar de que, no início de outubro passado, a partir de uma ação coordenada, seis dos principais bancos centrais do mundo realizaram cortes simultâneos nas taxas básicas de juros.

Posteriormente, foram realizados novos cortes individuais pelos bancos centrais das economias industrializadas. Para a grande maioria dos casos, as taxas básicas de juros foram reduzidas ao patamar próximo de zero. Estímulos fiscais foram introduzidos no final de 2008 para conter a contração violenta das atividades econômicas inclusive no Brasil. Keynes foi redescoberto pela prática política.

Remando em sentido contrário, o Banco Central do Brasil (BCB) elevou a taxa básica de juros da economia no primeiro momento da crise, seguindo as expectativas pessimistas do mercado financeiro expressas no relatório de mercado Focus. Efeitos se fizeram sentir no câmbio e no balanço de pagamentos. Ao invés de influenciar positivamente as expectativas do mercado, o BCB replicou na prática as expectativas do mesmo. O mercado financeiro falava “em pressões de demanda” no início da crise financeira. Leia o resto do artigo »

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Imprecisões do pré-sal

Postado em 6 dEurope/London agosto dEurope/London 2009

(Publicado no Jornal do Brasil de 02/08/09)  

Paulo Metri, conselheiro da Federação Brasileira das Associações de Engenheiros  

Os prepostos das petroleiras estrangeiras repetem na mídia que, com o advento do pré-sal, a lei 9.478 não precisa ser mudada, bastando a alíquota da participação especial, cuja definição pode ocorrer por decreto do Executivo, ser aumentada. Esta lei tem satisfeito plenamente as petroleiras estrangeiras, pois elas recebem o petróleo que aqui produzem, o mandam para onde querem, compram plataformas, outros bens e serviços onde acham melhor, pagam pouquíssimos tributos ao Brasil, contratam desenvolvimentos tecnológicos nos seus países de origem e empregam alguns poucos trabalhadores no Brasil. Mas, estes prepostos não avisam que os usos da arrecadação estão na lei e, sem sua mudança, a destinação social que o Presidente Lula e a sociedade querem dar ao acréscimo de arrecadação não pode ser realizada.

O Ministro Lobão diz que não se pode entregar o pré-sal para a Petrobrás porque esta empresa, hoje, tem 60% de suas ações em mãos privadas. O cidadão comum imagina que, se a entrega ocorresse, 60% do petróleo do pré-sal passariam para os entes privados, o que não é verdade. As empresas entregam para seus acionistas dividendos, que, no caso da Petrobrás, correspondem a 25% do lucro, depois do pagamento de tributos e após a retirada das reservas. Os tributos são da ordem de 40% do lucro e as reservas variam de ano para ano, mas, são no mínimo 10% do mesmo. Assim, se as contas forem feitas, a parcela de dividendos que vai para os acionistas privados corresponde a somente 8% do valor do lucro antes do pagamento de tributos e da retirada das reservas. Leia o resto do artigo »

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Repensando o modelo

Postado em 2 dEurope/London agosto dEurope/London 2009

Por Eduardo Gomes e Rodrigo L. Medeiros

Fonte: Monitor Mercantil (01/08/09)

Há mais de 70 anos, John M. Keynes sugeriu que se fizesse de conta, num contexto de precárias condições, que o certo é errado e o errado é correto, pois o errado é útil e o certo não. Keynes observou que o desenvolvimento econômico decorreu da avareza, da usura e da precaução, atributos que ele pessoalmente desprezava.

A utopia keynesiana recomendava então que tais atributos precisariam continuar, por mais algum tempo, a serem “nossos deuses”. Os sistemas produtivos sinalizavam capacidade de liberar os seres humanos para o lazer e a cultura.

Com a gradual superação do contexto da escassez para o de afluência magistralmente descrito por John K. Galbraith em 1958, tudo indicava que a respectiva utopia não precisaria aguardar um século para que fosse realizada. Leia o resto do artigo »

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Se correr, ele pega; se ficar, ele come; mas se mobilizar, é ele que se ferra

Postado em 28 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Fonte: Correio da Cidadania

Por Paulo Metri 

Os ministros Lobão e Dilma vão aos Estados Unidos para uma reunião de executivos americanos e brasileiros, e para reuniões com autoridades americanas, incluindo o presidente Obama, com o tema principal dos debates sendo o pré-sal. Lembro, de pronto, que amigos me falam há anos sobre o Diálogo Interamericano, entidade com a qual as lideranças brasileiras submissas ao capital internacional, principalmente ao anglo-saxão, selam acordos antes de se candidatarem à Presidência da República, permitindo a elas ter acréscimos consideráveis em suas chances de vencer as eleições. Sempre achei que estes amigos tinham muito da “teoria da conspiração”, conceito exposto no filme de mesmo nome, em que o personagem principal via conspiração de grupos e países fortes em diversos atos e fatos. Hoje, começo a achar que existe a possibilidade de eles não estarem tão errados.

Mesmo que não haja a submissão criminosa e impatriótica citada, até porque ela seria um complô contra a sociedade brasileira, existe na atitude dos ministros, inquestionavelmente, um erro de prioridade e outro de entendimento sobre o que representa o pré-sal, ambos muito preocupantes. Erro de prioridade porque os ministros não explicaram, salvo engano, as novas medidas a serem tomadas com relação ao pré-sal para sindicatos, associações de funcionários, federações sindicais, centrais de trabalhadores e nem para nenhum movimento social. A classe trabalhadora e os movimentos sociais não precisam ser ouvidos, segundo os ministros? Pensam eles que estes grupos não têm para onde correr em 2010? Leia o resto do artigo »

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A volta da velha cantilena neoliberal

Postado em 20 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Fonte: JB

Por J. Carlos de Assis

No auge do machismo dos anos 50, o humorista italiano Pitigrilli dizia de louras pouco inteligentes que eram incapazes de dizer três coisas bonitinhas sem acrescentar logo uma bobagem. O relatório recente da OCDE sobre o Brasil não consegue evitar a conclusão de que o país tem enfrentado a crise com relativa competência, mas não resiste em acrescentar que, para o futuro, precisa cortar gastos públicos a fim de não comprometer o crescimento a longo prazo.

Nenhuma política pública específica em nenhum país acerta 100%. A política fiscal do governo Lula para enfrentar os efeitos da crise acertou em 90%. A política monetária ficou a meio caminho, talvez 50%: não reduziu suficientemente os juros. Mas sabemos que ela nunca funciona mesmo com crise de demanda, em especial quando combinada com crises financeiras. Leia o resto do artigo »

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Juros, miséria e democracia

Postado em 16 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Por Alcino Ferreira Camara Neto e Matias Vernengo

Acreditamos que a crise financeira, lastimavelmente, não servirá para que reavaliemos as políticas dos últimos 6 anos. A notícia de que, em função da queda da receita tributária, pretende-se cortar gastos e reduzir a política de contratação e recuperação salarial que vinha sendo anunciada reforça a tese de que não teremos uma transformação de política na direção e na magnitude que se necessita. Entre o medo de arriscar do governo e a invulnerável fortaleza das elites rentistas acasteladas no Comitê de Política Monetária (Copom), restam poucas esperanças.

É provável, portanto, que a opressão da conta de juro grande sobre a favela se mantenha, e que nosso déficit democrático continue favorecendo os privilegiados que votam no Copom, em lugar dos pobres coitados que o fazem em seus respectivos distritos eleitorais! Leia o artigo…

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