Postado em 13 dEurope/London março dEurope/London 2008
Por Rogério Lessa – 07/03/2008
Alencar Burti – Presidente da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp) e da Confederação das Associações Comerciais do Brasil (CACB).
A decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de manter mais uma vez inalterada a taxa SELIC pode ser entendida como cautela em face das incertezas do cenário externo, tendo em vista que os últimos indicadores de inflação já mostram recuo dos preços. Não se pode ignorar, contudo, que a taxa de juros no Brasil continua extremamente elevada, sendo no momento a maior do mundo em termos reais, o que não parece se justificar, tendo em vista os fundamentos da economia brasileira. Com a redução das taxas de juros no exterior, aumentou o diferencial em favor do ingresso de capitais estrangeiros de curto prazo, o que pressiona a taxa cambial e afeta negativamente muitos setores. Esperamos que o Banco Central retome o mais rapidamente possível o processo de redução dos juros, para incentivar os investimentos e o crescimento. Leia o resto do artigo »
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Postado em 13 dEurope/London março dEurope/London 2008
José Augusto Valente* do Blog Logística e Transportes
O governador José Serra (PSDB) afirmou na tarde desta terça-feira (11) que não o pedágio urbano não é uma medida que pode ser aplicada na capital paulista.
Segundo Serra, esse tipo de medida só pode ser tomada em cidades onde o transporte público é muito eficiente, o que não seria o caso de São Paulo.
O governador citou o caso de Londres, na Inglaterra, que cobra a tarifa.
Para ele, naquela cidade a cobrança é aplicável porque o sistema de transporte urbano é muito bom. Leia o resto do artigo »
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Postado em 13 dEurope/London março dEurope/London 2008
Léo Nunes – Ao Sul do Equador
São Paulo – A Ata do COPOM (Comitê de Política Monetária), responsável por fixar a taxa básica de juros da economia brasileira, revelou que a autoridade monetária considerou seriamente a hipótese de elevação da Selic, que hoje é 11,25%, na última reunião do Comitê.
A razão alegada seria um descompasso entre a oferta e a demanda agregada. Entretanto, sabemos que O Banco Central utiliza as altas taxas de juros para estimular o ingresso de fluxos de capitais, com o objetivo de apreciar a taxa de câmbio. O câmbio apreciado ajuda a colocar a inflação na meta, pois o passthrough (quanto a variação da taxa de câmbio afeta a taxa de inflação) é o principal mecanismo de contaminação da inflação brasileira.
Portanto, caímos numa armadilha que resulta em taxas de juros e de câmbio fora do lugar. Como conseqüência, crescemos menos do que podemos, criamos sérios empecilhos à competitividade externa e colocamos em risco a estabilidade financeira.
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Postado em 12 dEurope/London março dEurope/London 2008
Publicado originalmente em: CGU – Portal da Transparência, 05/03/2008
Enviado por *Bruno Galvão dos Santos
O ministro-chefe da CGU, Jorge Hage, tem chamado atenção, insistentemente, para os inúmeros erros e exageros cometidos em matérias jornalísticas sobre o uso dos Cartões de Pagamento do Governo Federal, a maior parte delas baseada em dados disponíveis no Portal da Transparência. Esses erros têm levado muita informação deturpada sobre o assunto à sociedade.
Alguns desses erros, decorrentes, sempre, da falta da necessária apuração jornalística dos fatos, foram destacados pelo jornalista Josias de Souza, em seu blog, (Blog Josias de Souza) na últimasegunda-feira, dia 3 de março. Leia a íntegra do comentário de Josias de Souza. Leia o resto do artigo »
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Postado em 12 dEurope/London março dEurope/London 2008
* José Marcio Tavares
O debate de ontem (10/03/2008) foi muito esclarecedor. Havia duas concepções completamente distintas na mesa.
A concepção do professor Lessa é a de que a migração para a cidade é inexorável.
A de Cesar Benjamim defende que se deve preservar o sertanejo. Para isso, o estado deve melhorar sua vida com “pequenas” obras tais como as das cisternas. Nada de “megalomania”.
Por isso eu achei que ambos estavam corretos em suas explanações. Cada um coerente dentro da sua visão. Leia o resto do artigo »
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Postado em 12 dEurope/London março dEurope/London 2008
*Bruno Galvão
Os preços dos principais bens exportados pelo Brasil, como soja, minério de ferro, estão no maior nível. Mas, isso não foi suficiente para impedir que em Janeiro de 2008 tenha sido registrado o maior déficit em conta corrente para o primeiro mês do ano. Isso se deve a um déficit recorde na balança de serviços (US$ 1,3 bilhões) e na balança de rendas (US$ 4,3 bilhões). Imaginem quando o Brasil começa a ter déficit comercial.
Gráfico – Déficit em conta corrente no primeiro mês do ano
Fonte: Banco Central do Brasil

Clique no gráfico par aumentá-lo
Para quem não sabe o Brasil quebrou em 1999, por causa do elevado déficit em conta corrente. O Brasil não pode contar com a oposição e a imprensa, que continuam a blindar o Meirelles e centrar fogo em políticas “assistencialistas”. Leia o resto do artigo »
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Postado em 12 dEurope/London março dEurope/London 2008
Léo Nunes – Ao Sul do Equador
São Paulo – Após alguma reflexão, concluí que, em matéria de política cambial, o governo Lula escreve errado por linhas tortas. Como observamos ao longo dos últimos anos, a nossa moeda se apreciou muito mais do que a maior parte das moedas relevantes do planeta em relação ao dólar.
Tal fato é resultante, por um lado, da melhora nos “fundamentos” da economia, isto é, no saldo de transações correntes e da conta capital e financeira e no significativo acúmulo de reservas pelo Banco Central do Brasil. Mas por outro lado, a apreciação do Real tem um componente especulativo. A melhora nos chamados “fundamentos” ocasionou a queda do risco-país, que não foi acompanhado por uma política de redução de taxa de juros, pois a autoridade monetária, que sofre de surtos obsessivos inflacionários, preferiu utilizar a expressiva apreciação cambial para controlar a inflação.
O aumento sem precedentes deste diferencial entre os juros internos e externos estimulou sobremaneira o ingresso de capitais para realização de operações de arbitragem e especulação no mercado de derivativos de câmbio. Este componente especulativo apreciou nossa taxa de câmbio, aumentou sua volatilidade e pode ter efeitos nefastos sobre a competitividade das exportações e sobre a estabilidade financeira, num momento de reverso do ciclo.
Portanto, a autoridade monetária, ao invés de se utilizar da intervenção no mercado de câmbio para conter tal apreciação, prefere adotar medidas que aprofundam a liberalização financeira e instabilizam ainda mais a taxa de câmbio. Ao acabar com a cobertura cambial, que significa a necessidade de internalização dos recursos oriundos da exportação, o governo diminui a pressão sobre o dólar, mas ao fazer isso, transforma um fluxo comercial, potencialmente mais estável e previsível, num fluxo financeiro, segundo o qual o comportamento dos agentes (exportadores) passa a se balizar por variáveis como diferencial de juros e expectativa da taxa de câmbio futura. Por fim, tal medida apenas implica em maiores danos à estabilidade da taxa de câmbio, com as más conseqüências já apontadas.
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Postado em 11 dEurope/London março dEurope/London 2008
Bruno Galvão *
Cerca de 40% dos deportados da Espanha são brasileiros. É um absurdo como os brasileiros estão sendo tratados na Espanha. O caso, por exemplo do estudante de doutorado em Ciência Política Pedro Luiz Lima, que ficou sem comida e água, só pode ser provocação. O estudante iria participar de um seminários em Portugal.
Há estatísticas que dizem que grande parte das prostitutas e michês na Espanha são brasileiros. Segundo reportagem do Mix Brasil, 70% dos michês da Espanha são brasileiros. E, segundo reportagem do Terra, 8 em cada 10 prostitutas de luxo das ilhas Baleares, como Ibiza, são brasileiras. Leia o resto do artigo »
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