Postado em 19 dEurope/London março dEurope/London 2008
Logística e Transportes
*José Augusto Valente
Sem alarde, o governo deve mudar uma das principais obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) na área de ferrovias e avalia ainda mexer em regras básicas do setor.
O assunto tem sido tratado nos bastidores e coloca em lados opostos a Casa Civil e o Ministério dos Transportes.
No centro da discussão está o Ferroanel de São Paulo, empreendimento orçado em cerca de R$ 1 bilhão, que, por ora, deverá ser engavetado, embora seja uma das obras do PAC.
Leia mais no site da NTC&Logística (a matéria é do Valor Econômico)
Na verdade, a solução a ser dada para o Ferroanel de São Paulo é o que menos importa, já que ela virá, qualquer que seja, porque interessa ao governo federal, à concessionária, ao governo de São Paulo, à prefeitura de São Paulo, aos usuários, etc. Leia o resto do artigo »
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Postado em 19 dEurope/London março dEurope/London 2008
Rodrigo L. Medeiros*
Conta o renomado historiador econômico David Landes, em ‘Dinastias’ (Elsevier, 2007), que John D. Rockefeller (1839-1937) começou a fazer caridade para limpar o nome da família da má fama de predadores adquirida pelos barões ladrões do capitalismo norte-americano. No entanto, o norte-americano médio ficara desconfiado no primeiro momento das reais intenções de Rockefeller.
O governador de Wisconsin, Robert La Follette disse: “Li ontem que Rockefeller compareceu novamente a um círculo de orações; amanhã, estará fazendo doações a alguma universidade. Ele dá com duas mãos, mas rouba com muitas” (FOLLETE apud LANDES, op. cit, p.231). Não se precisa gastar muito tempo para perceber que o capitalismo brasileiro não contou com os sentimentos de co-responsabilidade de um Rockefeller, que apesar de jogar duro na arena econômica, reconhecia a necessidade de serem criados bens públicos para sua sociedade. Leia o resto do artigo »
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Postado em 18 dEurope/London março dEurope/London 2008
Publicado originalmente no Blog Logística e Transporte
Por José Augusto Valente*
O governo prepara medidas para ampliar a desoneração tributária sobre investimentos em infra-estrutura.
Se elas forem implementadas, a compra ou aluguel de máquinas e equipamentos para a construção de portos privativos ficará livre da cobrança da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e da contribuição ao Programa de Integração Social (PIS), pois esses empreendimentos serão incluídos no Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento da Infra-Estrutura (Reidi).
Está em estudo também a possibilidade de o regime abranger um maior número de equipamentos e ser “destravado”.
Na área de transportes, porém, o regime não está sequer regulamentado. Por isso, nenhum projeto foi aceito, embora as concessionárias da Fernão Dias e da Régis Bittencourt, por exemplo, tenham levado em conta os benefícios do Reidi para calcular o preço do pedágio. Leia o resto do artigo »
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Postado em 18 dEurope/London março dEurope/London 2008
Publicado originalmente no Blog Logística e Transporte
Por José Augusto Valente
Há uma revolução em curso no País: a mão-de-obra especializada, recém- formada e capacitada por uma universidade competente nunca foi tão requisitada pelo mercado de trabalho. Esse exemplo de movimentação histórica é perceptível no maior pólo formador de engenheiros, a Escola Politécnica (Poli) da Universidade de São Paulo (USP).
Lá, o vice-diretor da instituição, José Roberto Cardoso, conta que quase a totalidade dos alunos que se formaram no ano passado tinha propostas de trabalho ou já estava empregada – e os poucos que ainda não estão no mercado levarão um ou dois meses para ingressar nele.
É um salto tremendo, uma vez que até três anos atrás esse número era de 70% (e a colocação do restante demorava seis meses). “Eu mal recebi o diploma e nem peguei o CREA (certificado de registro do engenheiro) e já fui contratado”, conta o engenheiro civil paulista Ruy de Sordi, graduado no ano passado em outro centro de excelência na formação de engenheiros, a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Leia o resto do artigo »
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Postado em 18 dEurope/London março dEurope/London 2008
Por Bruno Galvão dos Santos*
E ainda o Banco Central fala em aumentar os juros. Fala sério!!! Isso é pôr o bode na sala! Eles querem que fiquemos agradecidos porque não aumentaram a taxa de juros. A questão é que não há qualquer justificativa técnica para esses juros. Não há dúvida: o Meirelles quer impedir a retomada sustentada do crescimento como ocorreu em 2005. Qual é a explicação para em 2005 o Brasil ter crescido menos do que todos os países da América Latina, exceto o Haiti? O crescimento das exportações no ano anterior tinha sido de 35%. E o mundo continuou a crescer no mesmo ritmo de 2004.
Alguém tem alguma outra explicação para a mediocridade do crescimento em 2005 e em 2006, além do choque injustificado dos juros feito pelo Meirelles? LULA TIRE O MEIRELLES DO BANCO CENTRAL ANTES QUE ELE DESTRUA UM NOVO CICLO DE CRESCIMENTO. Leia o resto do artigo »
Postado em Bruno Galvão, Política Econômica, Propostas de Mudanças para o Banco Central | 4 Comentários »
Postado em 18 dEurope/London março dEurope/London 2008
Por Bruno Galvão dos Santos*
Petistas iludidos sempre acreditam que as diversas trocas dos diretores do Banco Central fizeram o BC ficar menos conservador. Mas, depois dessa reportagem da Folha (Clique aqui para ler a reportagem) fica claro que o conservadorismo do Banco Central deve-se exclusivamente ao Meirelles.
Olha o que está escrito na ata do Copom:
“Nesse contexto, o Comitê discutiu a opção de realizar, neste momento, um ajuste na taxa básica de juros. Um ajuste da taxa básica de juros contribuiria para reforçar a ancoragem das expectativas, não apenas para 2008, mas também no médio prazo, e para reduzir o descompasso entre as trajetórias da demanda e oferta agregadas.”
Como assim? Eles querem falar que porque o Brasil cresceu a 5,4% no ano passado, a inflação pode estar numa trajetória de fugir da meta? Em primeiro lugar, a inflação está no centro da meta. De acordo com as regras do sistema de metas de inflação, quando isso ocorre, não há justificativa nenhuma para que a taxa de juros seja elevada. Ao contrário, nesses casos, os BCs tendem a reduzir a taxa de juros. O Armínio Fraga sempre fazia isso. Na Turquia, que o BC não é acusado de heterodoxia, há mais de 24 meses, a inflação é o dobro da meta (vejam vocês mesmos no Banco Central da Turquia), e há alguns meses o BC vem reduzindo a taxa de juros.
Em segundo lugar, a aceleração da inflação é mundial. Vejam vocês, de acordo com o critério de cálculo, a inflação nos Estados Unidos está em quase 8%.
clique no gráfico para ampliá-lo:
De qualquer forma, pelo cálculo oficial ela está em mais de 4%. Dessa forma, a inflação de cerca de 4,5% no Brasil não tem nada de extraordinário. Leia o resto do artigo »
Postado em Bruno Galvão, Política Econômica, Propostas de Mudanças para o Banco Central | 7 Comentários »
Postado em 18 dEurope/London março dEurope/London 2008
Jefferson Milton Marinho do Blog do Jefferson
Na política, o mercado de opinião é vasto. Em certos momentos, a convergência de idéias e opiniões torna-se a regra. Mas é preciso tomar cuidado com os reducionismos. Atualmente virou moda entre os analistas políticos dizerem que não há qualquer diferença significativa entre PT e PSDB. Os dois partidos adotaram políticas de responsabilidade fiscal e avanços no campo social. Seriam irmãos gêmeos, separados no nascimento, mas pronto para se juntarem em algum momento. A política monetária bastante rígida dos governos Lula e FHC seria a simbologia da submissão deles ao capital financeiro, o que seria prova da convergência de idéias dos dois partidos. Também tenho divergências fortes com relação à política monetária praticada nos dois governos, porém o mundo é um pouco mais complexo. Nada é tão simples.
A maneira com que os partidos disputam espaços de poder relaciona-se com o chamado “mercado político”. A teoria do mercado político nos leva a questionar as teses reducionistas que classificam os partidos políticos. O sonho do PSDB é jogar o PT para bem à esquerda do espectro político, porque o partido sabe que a maioria do eleitorado está um pouco mais ao centro. O PT também acalenta o sonho de levar o PSDB para bem à direita, disputando espaços de poder com o DEM, por que assim pode formar um governo de maioria de centro esquerda e reinar sozinho. Nem o PT quer ir mais para a esquerda (embora alguns partidários desejam), nem o PSDB quer ser apenas um partido de direita (embora seja o desejo de alguns filiados). Os dois partidos resistem bravamente na disputa do centro do espectro político. É assim mesmo, na tentativa e erro que se consegue chegar ao famoso (e desejado) “eleitor mediano”, vencedor de todas as eleições. Leia o resto do artigo »
Postado em ELEIÇÕES, projetos e estratégias: 2008 e 2010, Jefferson Milton Marinho, Política Brasileira | Sem Comentários »
Postado em 18 dEurope/London março dEurope/London 2008
Publicado originalmente no Blog Logística e Transporte
Por José Augusto Valente
A revista Carta Capital, que chega hoje às bancas, propõe cinco medidas para resolver o problema do engarrafamento em São Paulo, que há 13 anos os governos tucanos não resolvem.
As cinco medidas são: aumentar o número de corredores de ônibus, proibir estacionamento nas ruas, cobrar pedágio no centro da cidade, tarifa zero no transporte coletivo e limitar o licenciamento de carros. Leia o resto do artigo »
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