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Blog do Desemprego Zero

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Veja Indignada: só nós podemos fazer dossiês !

Postado em 24 dEurope/London março dEurope/London 2008

Por Bruno Galvão dos Santos*

A Veja desta semana faz uma denúncia gravíssima: o Palácio do Planalto está querendo quebrar o monopólio da Veja de preparar dossiê. A Veja pode grampear divulgar dados sigilosos, divulgar grampos, chantagear. Aliás, uma regra de ouro que deve ser aprendida é: quando a denúncia contra os tucanos e “democratas” é dossiê e o que importa é a (i) legalidade e a “(má) intenção da obtenção e da divulgação do dossiê, quando é favorável ao PSDB/PFL, é relevante apenas o conteúdo da denúncia, não é importante nem mesmo se a denúncia verdadeira ou não.

É interessante que a Grande imprensa (Folha, Globo e Estadão, etc.) repercute denúncias da Veja, mas se calam quando é contra a Veja. È sábado (21/03/2008) às 16:15. A revista deve ter ficado pronta ontem. As denúncias do Nassif, o maior blog da internet não vinculado a revistas e jornais, estão fazendo denúncias gravíssimas a Veja há semanas. Depois dizem que a mídia brasileira não é cartelizada e corporativa.

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Postado em Bruno Galvão, Política Brasileira | 1 Comentário »

Lula dribla veto e libera verbas a 1.800 obras antes da eleição (será?)

Postado em 24 dEurope/London março dEurope/London 2008

  *José Augusto Valente Logística e Transportes

 O governo Lula driblou o veto da legislação eleitoral a repasses de recursos federais para obras novas nos três meses que antecedem a escolha dos prefeitos e, sem alarde, listou por decreto quase 1.800 ações do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) que terão seus gastos liberados na reta final das eleições, informa reportagem de Marta Salomon publicada na Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal). Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, José Augusto Valente, Logística e Transporte, Política Econômica | Sem Comentários »

Por que o Brasil ainda é um dos que menos cresce entre os emergentes? Porque o Meirelles ainda não é Presidente da República

Postado em 22 dEurope/London março dEurope/London 2008

Publicado originalmente no Crítica Econômica

Gustavo Antônio Galvão dos Santos *

Ao contrário do que tentam difundir certos candidatos a “sábios modernos”, economia não tem grandes mistérios. Qualquer estudante de economia sabe que existem 3 tipos de políticas macroeconômicas indutoras do crescimento: juros baixos, expansão dos investimentos e gastos públicos e câmbio desvalorizado.

Qualquer estudante sabe também que existem três tipos de políticas para redução da taxa de crescimento: juros altos, redução dos investimentos públicos e câmbio valorizado.

Qualquer estudante sabe também que, se os empresários estiverem muito otimistas e investindo muito, pode não ser necessário realizar políticas macroeconômicas adicionais indutoras do crescimento; mas se estiverem muito pessimistas ou não tão otimistas, será, sim, necessário colocar em prática políticas indutoras do crescimento. Desde que o governo tenha realmente como meta evitar a estagnação.

Essas proposições são matéria básica em qualquer curso de economia há pelo menos 55 anos. O jornalismo econômico e o debate político já as consideram triviais há ainda mais tempo.

Nesse sentido, o motivo pelo qual a economia brasileira segue semi-estagnada é cristalino. Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, Gustavo Santos, Política Brasileira, Política Econômica, Propostas de Mudanças para o Banco Central | 17 Comentários »

CRISE NORTE-AMERICANA FAZ UNIÃO EUROPÉIA QUESTIONAR O LAISSER FAIRE

Postado em 21 dEurope/London março dEurope/London 2008

Léo Nunes * – Paris

O diário francês Le Monde destaca esta semana (Clique Aqui para ler) uma reportagem que discute a controvérsia sobre os possíveis remédios para solucionar a crise financeira que se iniciou no mercado de crédito imobiliário norte-americano e que se alastra pelo mundo. Parece que mesmo os diários mais conservadores estão revendo suas posições liberais.

Além disso, muitos economistas têm feito coro ao dizer que a crise não pode se resolver por si mesma. Até mesmo o Fundo Monetário Internacional (FMI) avalizou a intervenção do Estado com vistas a evitar um colapso da economia mundial. Se por um lado os europeus, especialmente os alemães, têm ojeriza à inflação, por outro, os mesmos não esquecem os nefastos efeitos da quebra do seu sistema bancário no fim da década de 1920.

Portanto, a história se repete como farsa. Na época de bonança, os arautos do liberalismo e da ausência de Estado vociferam as possíveis benesses da não-intervenção. Já quando o cerco fecha, o Estado e a autoridade monetária são chamados ao jogo, como interventores e emprestadores de última instância, para salvar a quebradeira financeira.

Clique aqui para ler nosso manifesto.

* Leonardo Nunes: Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa. Meus Artigos

Postado em Conjuntura, Internacional, Leonardo Nunes, Política Econômica | 1 Comentário »

IBGE mostra que setores ligados ao turismo cresceram 76% em cinco anos

Postado em 21 dEurope/London março dEurope/London 2008

Uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostra que os setores ligados ao turismo cresceram 76% em geração de valor adicionado – renda obtida, descontados os custos para a prestação de um serviço ou produção de um bem – entre 2000 e 2005.

Em 2000, o segmento gerava valor adicionado total de R$ 74,7 bilhões, segundo o levantamento. Cinco anos depois, o valor passou para R$ 131,7 bilhões, informa a pesquisa do IBGE.

Leia mais no G1

clique no gráfico para aumentá-lo

Leia também a matéria do G1: Viagens corporativas respondem por 60% do turismo no Brasil

Apesar do crescimento, o resultado foi considerado “pífio” pelas entidades. O motivo é a crise pela qual passa o setor aéreo brasileiro, que sofre com o aumento de demanda associado à falta de investimentos de infra-estrutura. “Entre 2005 e 2006, o setor aéreo perdeu 7,5% de sua receita. Pelo menos 4,5 pontos porcentuais dessa retração estão relacionados ao caos aéreo”, disse o professor de Turismo da USP, Hildemar Brasil, responsável pela pesquisa.

Publicado originalmente no Blog Logística e Transporte

Por José Augusto Valente

Mais uma vez, a lenga-lenga do caos aéreo (aquele que não existiu, como já demonstramos fartamente). Duvido que se encontrem, nessa pesquisa, números que fundamentem que existiu “caos aéreo” e que a redução de receita está associada a ele.

O número de passageiros transportados em 2007 (vôos domésticos) aumentou 8,83% em relação a 2006 (fonte: Infraero). E o número de 2006 aumentou 7,81% em relação a 2005.
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Postado em Desenvolvimento, José Augusto Valente, Logística e Transporte | Sem Comentários »

Caminho da Escola dá transporte a 8,4 milhões de alunos

Postado em 20 dEurope/London março dEurope/London 2008

Publicado originalmente no Blog Logística e Transporte

Por José Augusto Valente

Os primeiros municípios a serem beneficiados pelos ônibus escolares do programa Caminho da Escola serão Costa Rica, Bonito, Nioaque, Santa Rita do Pardo e Sidrolândia (todos do Mato Grosso do Sul).

Além de renovar a frota para dar mais conforto e segurança ao transporte dos estudantes, o programa busca reduzir o abandono escolar dos 8,4 milhões de alunos da educação básica que residem nas áreas rurais.

Em Costa Rica, por exemplo, há 28 ônibus para transportar cerca de cinco mil alunos da rede, sendo 1.050 deles só na zona rural. Cada veículo percorre cerca de 150 quilômetros por dia.

Os veículos padronizados (amarelos e pretos) serão financiados com isenção para impostos por uma linha de crédito permanente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) , que hoje tem R$ 600 milhões disponíveis. Leia o resto do artigo »

Postado em José Augusto Valente, Logística e Transporte | 1 Comentário »

As rendas oclusas

Postado em 20 dEurope/London março dEurope/London 2008

Por Roberto Pereira d’Araujo*

É constrangedor buscar evidências dos nossos próprios erros nas experiências de outros países. Quem tiver curiosidade, pesquise na pagina do Departamento de Energia dos Estados Unidos* o valor das tarifas médias de energia elétrica dos seus 55 estados. Escolhendo dois exemplos, poderá verificar que elas podem ir desde os US$ 65,30/MWh do Oregon até os US$ 154,50/MWh de Massachussets, uma relação de 1: 2,36, mais do que o dobro.

A ANEEL não fornece a informação por estado, mas a nossa menor tarifa média é a da região Sul com R$ 224,56/MWh. A maior é a da região Centro-Oeste com R$ 284,71/MWh. A relação aqui é de 1:1,26 e, infelizmente, nossa tarifa está mais para Massachussets do que para o Oregon.

Afinal, que mistério é esse? Como uma indústria que produz um serviço homogêneo como a energia elétrica é capaz de fornecer energia com preços tão diferentes? Mantendo a curiosidade no exemplo americano, o leitor poderá dar uma olhada no mapa da reestruturação dos setores elétricos por estado** para descobrir que, ao contrário da enganosa opinião dominante, apenas 14 dos 55 estados implantaram as famosas “reformas” mercantis que tiveram início na década de 90. Nos nossos exemplos, o Oregon está classificado sob o nome “reestruturação suspensa” e o caro Massachussets foi totalmente reestruturado pelo “mercado”.

Não é preciso ser nenhum Sherlock Holmes para entender a “cena do crime”. O Oregon é o estado onde estão localizadas as grandes usinas hidroelétricas do Rio Columbia, como a Grand Coulee (6.495 MW) ou a John Day (2.480 MW). Os americanos privatizaram suas hidroelétricas? De jeito nenhum! Além de não venderem, elas pertencem ao “The United States Army Corps of Engineers” cujo escritório principal está no Pentágono. Principalmente, além de não transferirem a propriedade, não entraram no “canto da seria” da regulação natural via mercado, tão endeusada no nosso país. Chega a parecer ideológico, mas o fato é que, a maioria dos estados ainda prefere o velho conceito de serviço público, onde o preço é calculado pelo poder público como um adicional razoável ao capital investido descontada as amortizações. Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, Energia, Haverá outro APAGÃO?, Internacional, Roberto D'Araujo | 14 Comentários »

Em defesa dos Territórios da Cidadania

Postado em 20 dEurope/London março dEurope/London 2008

  Jefferson Milton Marinho do Blog do Jefferson

Um belo artigo de Ladislau Dowbor, cientista político e professor de pós-graduação da PUC-SP. Retoma a discussão em torno da relação entre programas sociais e votos. Programas direcionados aos pobres são eleitoreiros? A resposta a esta questão não é sim ou não. Não há nada de errado nos pobres escolherem para votar aqueles políticos ou partidos que investem em programas em que são beneficiários. São pobres, não ignorantes. Da mesma forma que não é errado os ricos e parte expressiva da classe média votarem nos candidatos que direcionam políticas e recursos públicos que os beneficiem.

Na eleição de 2004, a classe média paulistana estava pé da vida com a prefeita Marta Suplicy, justamente porque suas políticas beneficiavam majoritariamente os mais pobres. A classe média paulistana sentia-se fora da partilha do bolo. A verdade é que qualquer política pública influencia a decisão do voto. A classe média urbana brasileira em grande parte dava apoio à ditadura militar porque era beneficiária de políticas públicas como financiamento habitacional generoso. Não era eleição, mas o resultado é o mesmo. Fica difícil questionar agora as políticas públicas voltadas à redução da pobreza e da desigualdade social. É o caso dos Territórios da Cidadania.

As políticas públicas voltadas para os mais ricos, além do voto dos seus beneficiários diretos, têm potencial de elevar o financiamento eleitoral para os políticos e partidos políticos que as produzem. É fato notório que o financiamento eleitoral beneficia políticos e partidos com maior quantidade de recursos. Não quer dizer que serão eleitos, mas dinheiro não atrapalha eleição. É a maneira que os ricos compram o apoio dos políticos e partidos que defendem seus interesses. Por que ninguém vem dizer que são políticas eleitoreiras. Veja o artigo abaixo:

Em defesa dos Territórios da Cidadania

Ladislau Dowbor*

Política que favorece os pobres sempre renderá votos, pois os pobres são pobres, mas não burros. E são muitos, efeito indiscutível de séculos de políticas elitistas. Ao tentar bloquear um programa que abre portas para um processo modernizador inclusivo, a oposição a Lula dá um tiro no pé.

Às vezes a gente precisa desabafar um pouco. Escutando entrevistas na CBN, ouvi um desabafo indignado (no sentido parlamentar da palavra), de um deputado dizendo-se escandalizado com o programa Territórios da Cidadania. Como é dinheiro para as regiões mais pobres do país, evidentemente trata-se de uma medida eleitoreira, de uma autêntica compra de votos, raciocina ele. Há quem queira declarar o programa inconstitucional. Leia o resto do artigo »

Postado em ELEIÇÕES, projetos e estratégias: 2008 e 2010, Jefferson Milton Marinho, Política Brasileira, Política Social | 4 Comentários »