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Blog do Desemprego Zero

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Olho grande sobre nosso urânio

Postado em 8 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Por Paulo Metri* e Sérgio Ferolla**

O Balanço Energético Nacional de 2007 nos indica que, para a geração elétrica no mundo em 2005, foram utilizadas as seguintes fontes: o carvão mineral com participação de 40,3% do total gerado, o gás natural com 19,7%, a energia hidráulica com 16,0%, a nuclear com 15,2%, os derivados de petróleo com 6,6% e outras fontes com 2,2%. Com o preço do barril de petróleo ultrapassando a barreira dos US$ 100 e, obviamente, os preços dos derivados e do gás natural acompanhando essa escalada, somado ao fato da ameaça do efeito estufa em decorrência da queima dos hidrocarbonetos e do carvão, a humanidade enfrenta o desafio da busca de fontes geradoras de eletricidade mais limpas e competitivas. Alguns aproveitamentos hidráulicos causam fortes impactos ambientais, que proíbem seu uso, e muitas das fontes alternativas ainda não foram suficientemente desenvolvidas, como a solar, de forma que ainda fornecem eletricidade a preço proibitivo.

As necessidades de mais curto prazo estão a impor caminhos já conhecidos e a energia nuclear desponta sempre como forte candidata. Nesse contexto, os programas nucleares existentes no mundo começam a serem revisados, inclusive impondo-se a antecipação da construção de novas usinas. Como decorrência, prevê-se um crescimento considerável do consumo de urânio, em futuro próximo, com a acelerada valorização desse estratégico energético. Com o término da guerra fria, por volta de 1990, estoques de urânio destinados, inicialmente, para fins militares, foram ofertados em torno de US$ 10 por libra de urânio (U3O8), no mercado de geração elétrica, tanto pelos Estados Unidos como pela Rússia. Quando os estoques militares mostraram sinais de esgotamento, a libra de urânio atingiu US$ 130 em 2007, estando atualmente em torno dos US$ 95.

O Brasil, além de possuir 309.000 toneladas de reservas de urânio conhecidas, através da estatal Indústrias Nucleares do Brasil (INB), domina a tecnologia do enriquecimento, que agrega enorme valor ao produto, caso seja decida a exportação. O enriquecimento, em escala industrial, é realizado na INB, que também fabrica, depois do urânio ser enriquecido, os elementos combustíveis, significando mais agregação de valor ao produto final. Nossa capacitação tecnológica e industrial no setor nuclear precisa ser levada em consideração pelos órgãos federais e pelos congressistas, nesse momento em que algumas mineradoras, inclusive estrangeiras, demonstram a intenção de produzir urânio para exportá-lo na forma mais primária (U3O8). Leia o resto do artigo »

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Desequilíbrio ” responsável “

Postado em 8 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Os pesquisadores do Ipea Rafael Menezes e Rudinei Júnior avaliaram os efeitos da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) sobre a despesa orçamentária dos municípios brasileiros e concluíram que enquanto os investimentos municipais diminuíram, a despesa com juros e encargos da dívida e a despesa com amortização aumentaram. 

 

Os municípios que dispendiam mais que 60% da receita corrente líquida com pessoal diminuíram os gastos em relação à receita após a LRF, enquanto parte dos que usavam o valor abaixo do limite imposto pela Lei aumentaram seus gastos relativos. Com isso, Menezes e Júnior afirmam que o limite imposto pela LRF revelou-se ineficaz, pois não considerou as características heterogêneas dos municípios.

O estudo está na revista Planejamento e Políticas Públicas, do Ipea, disponível na seção Publicações do site do Ipea. Para acessar somente essa pesquisa clique aqui

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FMI DEFENDE INTERVENÇÃO COORDENADA PARA CONTROLAR CRISE

Postado em 8 dEurope/London abril dEurope/London 2008

 

Léo Nunes – Paris – O diário francês Le Monde destaca na edição de hoje a declaração do diretor do Fundo Monetário Internacional, o FMI (clique aqui para ler a reportagem). Segundo Dominique Strauss-Kahn, a crise econômica mundial pode apenas ser minimizada através de uma ação de política econômica coordenada pelas principais potências, lideradas pelos EUA.

 

Conforme reiteramos ao longo das últimas semanas, nota-se cada vez mais um viés keynesiano nas declarações de membros das distintas organizações multilaterais, outrora defensoras assíduas do liberalismo. Seria isso uma mudança ideológica significativa?

 

Infelizmente não. Conforme já salientaram Marx e Keynes, dentre outros, o ciclo e as crises são partes constitutivas do desenvolvimento capitalista. Na fase de bonança, prevalecem frequentemente os ideários liberais que, em última instância, validam a sanha ilimitada de reprodução e ampliação do Capital.

 

Por outro lado, na hora da crise, quando parte da riqueza social não é validada, isto é, vira pó, o Estado é chamado para solucionar a mesma, o que significa socializar as perdas. Neste momento, afloram repentinamente, por interesses econômicos ocultos, vozes intervencionistas. Quando a crise é superada, o liberalismo normalmente volta a ser dominante.

 

Clique aqui para ler nosso manifesto.

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Nos balanços corporativos, a arte de reduzir cabeças

Postado em 8 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Ceci Juruá*

Durante os anos 1990 muitas decisões determinantes da repartição da renda nacional foram transferidas aos mercados, como resultado de privatizações de estatais e da mercantilização crescente de bens e serviços outrora orientados para o interesse público e social (transporte público, luz e gás, telefonia, educação, saúde, entre outros).

O setor elétrico, exposto à desnacionalização, à centralização/concentração de capital e aos padrões anglo-saxões de governança corporativa [1] [2], constitui hoje bom exemplo das preferências dos mercados em matéria de distribuição perversa dos frutos do progresso, conforme explicamos neste artigo com base em dados retirados dos demonstrativos financeiros de 2007. Agregando os resultados de três dos maiores conglomerados do setor elétrico, podemos observar a seguinte distribuição do Valor Adicionado (VA) a custo de fatores :

___________________________

39% são canalizados para o pagamento de dividendos,

37% destinam-se ao pagamento de juros e de aluguéis,

8% é a parcela poupada (lucros retidos e reservas)

16% é a parte dos trabalhadores

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Os conglomerados selecionados realizaram, em conjunto, valor adicionado superior a R$ 5 bilhões, dos quais 84%, isto é R$ 4,2 bilhões, constituiram remuneração do capital. Leia o resto do artigo »

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Ferrovias dobram produção

Postado em 7 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Publicado em: Logística e Transportes

Por José Augusto Valente*

As ferrovias de carga do país fecharam 2007 com a produção recorde de 257,4 bilhões de TKU, com aumento de 10,8% em relação a 2006 e 104,5% maior que os 137,2 bilhões de TKU de 1997, primeiro ano após as concessões da malha ferroviária do Brasil.

Para 2008, a expectativa é manter o ritmo e crescer 9%, subindo a produção para cerca de 280,6 bilhões de TKU. “A projeção para este ano pode ser considerada até conservadora”, afirma o diretor-executivo da ANTF, Rodrigo Vilaça. Ele se refere ao aumento no percentual de crescimento anual, que subiu de 5,8% em média, entre 1997 e 2006, para 11% este ano.

Os investimentos das operadoras e o crescimento da demanda pelo transporte sobre trilhos foram os principais fatores para os bons resultados de 2007, na opinião de Vilaça.

Entre 1997 e 2007, as operadoras privadas investiram junto um total de R$ 14,4 bilhões em melhorias e aquisições de material rodante, novas tecnologias, capacitação de pessoal, entre outros. Leia o resto do artigo »

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Sobre o falso dossiê – as perguntas que não querem calar

Postado em 7 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Publicado em: Portal do meu mundo

Por José Augusto Valente

Que funcionário ou funcionária público (a) vazou as informações sigilosas do banco de dados da Casa Civil, supostamente, para o Senador Álvaro Dias?

O que o Congresso Nacional vai fazer (punir) com o Senador Álvaro Dias, por supostamente ter vazado informações sigilosas para a Veja?

Quando será aberto o processo de quebra de decoro parlamentar contra o Senador Álvaro Dias por, supostamente, ter vazado informações sigilosas do banco de dados da Casa Civil?

Se com informações protegidas por sigilo, a Veja e a Folha de São Paulo fazem esse carnaval, o que acontecerá com informações que afetam a segurança do presidente e do país? Leia o resto do artigo »

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Rodízio de caminhão deve ser questionado no Congresso

Postado em 7 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Publicado em: Logística e Transportes

Por José Augusto Valente*

O setor de transporte de cargas vai pedir a interferência do Congresso Nacional para evitar que o rodízio municipal de veículos passe a valer também para caminhões na capital paulista.

A Confederação Nacional dos Transportes (CNT) fez um pedido de audiência com o presidente da Câmara, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), e aguarda confirmação de agenda para apresentar os problemas que o rodízio vai criar para os transportadores e as conseqüências que a decisão do prefeito Gilberto Kassab pode causar ao setor. Os representantes pretendem chegar a Brasília já na próxima semana.

O presidente do Sindicato das Empresas de Transporte Comercial de Carga do Litoral Paulista (Sindisan), Marcelo Rocha, disse que a medida adotada pela Prefeitura de São Paulo de incluir caminhões no rodízio de veículos que circularem pelas marginais e avenida dos Bandeirantes a partir do dia 15 de maio é “colocar os carros na frente dos bois”. Leia o resto do artigo »

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POTÊNCIAS EUROPÉIAS BARRAM CRIAÇÃO DE ÓRGÃO DE CONTROLE BANCÁRIO

Postado em 7 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Léo Nunes – Paris – A crise econômica mundial, iniciada no mercado de crédito subprime dos EUA, trouxe à tona a discussão acerca da criação de um órgão supranacional, no âmbito da União Européia, que teria como objetivo a supervisão e o controle sobre o sistema bancário europeu.

 

Numa economia capitalista, cabe ao Estado, convocado pelos donos da banca, o papel de emprestador de última instância e de árbitro das crises financeiras nacionais e internacionais. De fato, sem algum tipo de socialização das perdas, torna-se quase impossível evitar que muitas crises contaminem o “lado real” da economia.

 

Entretanto, o custo da socialização das perdas é diretamente proporcional ao nível de desregulamentação financeira. Ademais, a liberalização financeira, levada ao paroxismo no capitalismo pós-Bretton-Woods, trouxe no seu bojo um custo muito maior para a resolução das crises. E parte deste custo é necessariamente arcado pelo Estado e, em última instância, pelo contribuinte, através da utilização direta de recursos públicos ou pelos inconvenientes de uma recessão econômica.

 

Portanto, a criação de um órgão supranacional de supervisão e controle do sistema bancário seria fundamental para minimizar os efeitos das crises financeiras. Todavia, Economia é Política. A concepção de tal organismo iria de encontro ao interesse de potências como França, Reino Unido e Alemanha, pois retiraria das mesmas a autonomia na gestão da política econômica. Os mais fracos clamam por tal mudança, mas esta reivindicação deve ser inócua, dado que a corda sempre pende para o mesmo lado.

 

Clique aqui para ler nosso manifesto.

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