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Blog do Desemprego Zero

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A vulnerabilidade externa na história do Brasil

Postado em 10 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Por Adriano Benayon*

Implantada no Brasil a partir de agosto de 1954, a estrutura econômica – concentrada e sob controle transnacional – gera repetidas crises de balanço de pagamentos. Fosse a economia descentralizada, com empresas nacionais em competição, essas crises não surgiriam.

Na 1ª metade dos anos 60, após a euforia de gastos e a entrada subsidiada de investimentos estrangeiros nos anos de JK, ocorreu prolongada crise externa, juntamente com a instabilidade política.[1]

A etapa mais perversa dos ciclos em economias dependentes é a da pretensa cura. Aí entra a queda dos investimentos, crédito proibitivo a juros altos etc. O objetivo, como aconteceu recorrentemente desde 1964-1966, é destruir as empresas de capital nacional. As transnacionais, ademais de subsidiadas pelo “poder público brasileiro”, pouco necessitam de crédito para suas operações, além de ter acesso a baixos juros no exterior.

As crises retornam sempre, porque a política econômica, determinada de fora do País e contrária aos seus interesses, favorece as exportações intensivas de recursos naturais, agrava a inferioridade tecnológica e facilita as transferências de recursos reais e financeiros para o exterior.

As metas e os resultados da política econômica, sob os governos que se têm sucedido há muito tempo, são: propiciar ganhos aos investimentos estrangeiros diretos; servir dívidas geradas pela própria estrutura econômica e por juros abusivos; impor agudo desgaste social e o sucateamento das infra-estruturas materiais, da educação e da saúde.

A incompetência de alguns até pode ajudar a obtenção desses efeitos, mas não lhes é essencial. Eles são desejados por quem dirige o processo. O acesso ao desenvolvimento é acenado, mas jamais alcançado.

A soma dos saldos positivos da balança comercial atingiu, de 2003 a 2007, US$ 190,2 bilhões. O total dos déficits de serviços e de rendas foi maior que a diferença (US$ 143,8 bilhões) entre os superávits da balança comercial e os das transações correntes com o exterior (US$ 46,4 bilhões), porque há as transferências unilaterais, com saldo positivo (principalmente dinheiro remetido para o Brasil pelos expatriados). Leia o resto do artigo »

Postado em Adriano Benayon, Desenvolvimento, Política Econômica | Sem Comentários »

EUA: Abusos no uso de cartões corporativos

Postado em 10 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Jefferson Milton Marinho do Blog do Jefferson

Uma matéria da jornalista Patrícia Campos, do Estado de São Paulo, sobre abusos na utilização dos cartões corporativos no governo americano. Enquanto aqui no Brasil os desvios foram pontuais, pois não foram identificados desvios sistemáticos, nos EUA a incidência de desvios parece ser bem maior. Mas a grande diferença mesmo é que lá a mídia não transforma um problema de gestão e de transparência pública numa batalha partidária pequena, uma tentativa incessante de fabricar crises virtuais.

Investigação aponta ainda despesas com iPods, lingerie, namoro on line e jantar no valor de US$ 13 mil

Patricia Campos Mello, do Estado de São Paulo

A farra dos cartões corporativos também atinge o governo dos Estados Unidos. Enquanto no Brasil os cartões foram usados para compra de tapioca e produtos em free shop, nos Estados Unidos os funcionários do governo usaram os cartões para comprar iPods e lingerie e para pagar por serviços amorosos online, manicures e um jantar de US$ 13 mil.

Uma investigação do Escritório de Responsabilidade do Governo dos EUA, divulgada ontem, revela que 41% das transações efetuadas com cartões corporativos do governo são irregulares. Segundo o relatório do escritório, a incidência de irregularidades com os cartões é “muito alta, inaceitável”. Leia o resto do artigo »

Postado em ELEIÇÕES, projetos e estratégias: 2008 e 2010, Jefferson Milton Marinho, Política Brasileira | 5 Comentários »

Leituras em Economia e Administração ( lançamento )

Postado em 10 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Livro: Leituras em Economia e Administração

Organizador: Wilson Alves de Araújo

ISBN: 978-85-60951-02-4

Ano: 2008

Páginas: 150p

Editora: Opção livraria e editora

Contatos: editora@opcaolivros.com.br

Resenha escrita por Rodrigo Loureiro Medeiros*

Desde a década de 1970 observa-se uma seqüência de fatos que influenciou os rumos do sistema economia-mundo. A ruptura do padrão dólar-ouro, os choques do petróleo e a emergência do paradigma de produção flexível integram esse complexo quadro. O paradigma fordista foi cedendo gradualmente espaços para a eficiência do Sistema Toyota de Produção.

Para os países do denominado Terceiro Mundo, essas transformações viriam acompanhadas da elevação brutal da taxa básica de juros nos EUA. Governos conservadores anglo-saxônicos – Margaret Thatcher (GB) e Ronald Reagen (EUA) – promoviam ideologicamente um retorno ao clássico liberalismo econômico. A América ibérica, por sua vez, iria encarar a crise da dívida externa e a desorganização das finanças públicas ao longo dos anos 80. Na década seguinte, a onda neoliberal – desregulamentação, privatização e liberalização da conta de capitais – marcaria um processo de destruição não-criadora vivenciado pelos povos da região. O desemprego e a informalidade nos mercados avançavam nas respectivas economias e o tão sonhado projeto de integração sul-americana perdia fôlego.

Imersos em problemas internos e presos a uma agenda do passado, as sociedades ibero-americanas ingressariam no terceiro milênio com a árdua tarefa de enfrentar desafios de naturezas diversas. No campo das demandas sociais, as agendas de urgência não poderiam ser abandonadas. A estrutura econômico-produtiva, por sua vez, reclamava uma revisão em prol de uma maior competitividade internacional. O Leste asiático caminhava a passos largos para se tornar a oficina do mundo. Como os países ibero-americanos deveriam se posicionar? Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, Rodrigo Medeiros | Sem Comentários »

Dossiê FHC-Dilma: Digitais tucanas nas crises do governo petista

Postado em 9 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Jefferson Milton Marinho do Blog do Jefferson

Um traço marcante das crises do governo Lula é a presença marcante das digitais tucanas. A primeira, a “Máfia dos Hemoderivados ou dos Vampiros” surgiu de uma investigação da Polícia Federal a pedido do ministro da Saúde da época, Humberto Costa (PT). O esquema teve início no governo Collor, em 1990, mas só foi desmantelada em 2004. Eram desviados anualmente cerca de R$ 120 milhões dos cofres públicos por meio de licitações fraudulentas. A oposição e a mídia caíram de pau no governo, mesmo não tendo realizado sequer uma licitação de compra de hemoderivados. É o governo sendo atacado justamente por fazer o seu dever: investigar e prender fraudadores de dinheiro público. A mídia na época definiu seu padrão de cobertura com relação ao governo, numa completa e incrível inversão dos fatos. 

Durante todo o governo tucano a máfia dos vampiros agiu impunemente, a despeito de relatórios do Tribunal de Contas da União (TCU) apontando irregularidades nas compras. Os quatros anos da gestão de José Serra na Saúde conviveram com a máfia do sangue. Com a descoberta do esquema criminoso, a mídia e os tucanos partiram pra cima do ministro Humberto Costa (PT). A justificativa era que um dos presos na operação foi trazido para o ministério por ele. O que houve na verdade foi proteção de um grão tucano, José Serra, que corria risco de ser arrastado no escândalo. O PSDB e os aliados do ex-ministro José Serra nunca explicaram porque pagavam 41 centavos de dólares, enquanto o mesmo medicamento foi comprado por 12 centavos de dólares. E trata-se de uma despesa relevante do Ministério da Saúde. É o início de uma série em que o governo é vítima de seu sucesso investigativo no combate às fraudes. Leia o resto do artigo »

Postado em ELEIÇÕES, projetos e estratégias: 2008 e 2010, Jefferson Milton Marinho, Política Brasileira | 1 Comentário »

TCU vê baixa execução orçamentária do PAC – com todo o respeito, discordo do conteúdo da matéria!

Postado em 9 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Publicado em: Logística e Transportes

Por José Augusto Valente*

Os ministros do Tribunal de Contas da União (TCU) manifestaram sua discordância com o segundo balanço do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) feito pelo governo federal. A despeito de o Palácio do Planalto e a Casa Civil anunciarem que 80% das ações do PAC estão em dia, a baixíssima execução orçamentária dos recursos reservados ao programa fazem o tribunal tirar conclusão distinta.

Em julgamento realizado no dia 19 de março, só ontem conhecido através do acórdão, o plenário da corte aprovou avaliação do ministro-relator Benjamin Zymler, que classificou como um “espanto” a distorção entre as informações repassadas pelo governo à sociedade e os números dos acompanhamentos das obras feitos pelo TCU. “A informação de que 80% das ações estão dentro do cronograma causa certo espanto diante da baixa execução orçamentária”, escreveu o ministro, no Acórdão nº 429, de 2008, do processo 027.527/2007-8.

A análise da corte se refere aos oito primeiros meses de 2007.

Leia mais no Valor Online

Este é o post mais extenso – e talvez mais cansativo de ler – que já produzi. Mas como pretendo mostrar porque discordo totalmente da avaliação feita pelo TCU, não há como fazê-lo com menos bits e bytes do que os aqui utilizados. Leia o resto do artigo »

Postado em José Augusto Valente, Logística e Transporte, política industrial | 1 Comentário »

FMI SOLICITA INTERVENÇÃO DO FED E DO BCE

Postado em 9 dEurope/London abril dEurope/London 2008

 

Léo Nunes – Paris – O diário francês Le Monde destaca na edição de hoje a publicação do relatório trimestral do Fundo Monetário Internacional (clique aqui para ler a reportagem). O FMI salienta a diminuição de previsão do crescimento para os EUA e para a Zona do Euro.

 

Ainda segundo a instituição, as respectivas autoridades monetárias deveriam intervir de forma mais enérgica para minimizar os efeitos da crise econômica mundial, iniciada no mercado de crédito subprime norte-americano. Medidas como refinanciamento de hipotecas não deveriam ser descartadas.

 

Não custa relembrar mais uma vez a mudança da postura do FMI de uns tempos para cá. No auge do ciclo de liquidez, o Fundo destacava artigos e relatórios que exaltavam as benesses das finanças globalizadas, da liberalização da conta financeira e etc. Quando bateu a crise, inusitadamente começou a prevalecer um discurso mais keynesiano dentro da instituição. Vale lembrar que, historicamente, Keynes e seu pensamento têm salvado o capitalismo dos capitalistas.

 

Clique aqui para ler nosso manifesto.

Postado em Conjuntura, Internacional, Leonardo Nunes, Política Econômica | Sem Comentários »

SENTIR

Postado em 8 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Por Maria de Fátima de Oliveira*

Sentir a vida! Saborear cada momento!

Pisar o chão, senti-lo firme sob os pés

E agradecer o privilégio de estar vivo!

Deixar o olho se embeber de aurora,

Mergulhar no azul, passear nas cores do arco-íris

E deixar-se transformar por elas,

Tornando-se luz,

Iluminando becos escuros,

Onde se escondem desejos inconfessados,

Ou sentimentos de ternura ímpar,

Jamais expressos e sinalizados.

Tornar-se arco-íris,

Sinal de uma aliança nova entre o céu e a terra,

Entre o humano e o divino,

O ínfimo e o imenso,

O calmo e o hipertenso,

O velho e o menino…

Embriagar-se do verde das montanhas,

Cheirar a flor, sorver o seu perfume,

Tal colibri, que as beija sem cortá-las… Leia o resto do artigo »

Postado em Maria de Fátima, Poesia | Sem Comentários »

Controle de capitais independe de orientação política

Postado em 8 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Segundo os pesquisadores do Ipea André de Melo Modenesi e Rui Lyrio Modenesi a movimentação de dinheiro entre os países é muito mais uma decisão pragmática do que político-ideológica.

 

 A adoção de medidas de controle de capitais não tem relação direta com a orientação política dos governos que as põem em prática. No texto para discussão “Capital controls and financial liberalization: removing the ideological bias in light of the contribution of Keynes and others and the recent experience”, André e Rui combatem a idéia tradicional de que a “esquerda” seria mais favorável a este tipo de controle, enquanto a “direita” seria mais propensa à liberalização financeira.

 

De fato, dos cinco principais países que usaram controle de capitais a partir da década de noventa – Chile, China, Índia, Malásia e Tailândia, só o governo chinês pode ser considerado de esquerda. Segundo os autores, o panorama político dos outros quatro países é muito mais complexo do que supõem os que acreditam haver uma relação simples e direta entre o controle de capitais e o posicionamento ideológico dos governos que o praticam.

 

“Reconhecer isso é um importante passo para uma avaliação mais objetiva sobre a eventual oportunidade de se adotar controle de capitais, sem preconceito. Controles devem ser usados sempre que os benefícios de sua adoção suplantarem os custos”, concluem, no texto para discussão nº 1311, disponível no site do Ipea.

Postado em Artigos Teóricos, Desenvolvimento, O controle de capitais é imprescindível para devolver, Política Econômica, Rogério Lessa | Sem Comentários »