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Blog do Desemprego Zero

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Meirelles tem às mãos poder e autonomia mais do que suficientes para sabotar o desenvolvimento do Brasil e as eleições de 2010.

Postado em 9 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Gustavo Antônio Galvão dos Santos *

“Dêem-me o controle do Banco Central

de qualquer país e não me interessa

quem venha a produzir o restante das lei…”

Mayer Amschel Rothschild

Ao contrário do que tentam difundir certos candidatos a “sábios modernos”, economia não tem grandes mistérios. Qualquer estudante de economia sabe que existem três tipos de políticas macroeconômicas indutoras do crescimento: juros baixos, expansão dos investimentos e gastos públicos e câmbio desvalorizado.

Qualquer estudante sabe também que existem três tipos de políticas para redução da taxa de crescimento: juros altos, redução dos investimentos públicos e câmbio valorizado.

Qualquer estudante sabe também que, se os empresários estiverem muito otimistas e investindo muito, pode não ser necessário realizar políticas macroeconômicas adicionais indutoras do crescimento; mas se estiverem muito pessimistas ou não tão otimistas, será, sim, necessário colocar em prática políticas indutoras do crescimento. Desde que o governo tenha realmente como meta o crescimento e o desenvolvimento.

Essas proposições são matéria básica em qualquer curso de economia há pelo menos 55 anos. O jornalismo econômico e o debate político já as consideram triviais há ainda mais tempo.

Nesse sentido, o motivo pelo qual a economia brasileira seguiu na média dos últimos 5 anos com um crescimento abaixo da metade dos emergentes é cristalino. O “governo” mantém há muito tempo fortes políticas de contenção do crescimento. Essas políticas são tão firmes que nos mantivemos semi-estagnados apesar de termos vivido e ainda estarmos vivendo o período contínuo de mais rápido crescimento da história da humanidade. Nem a crise do subprime ainda foi capaz de barrar o crescimento mundial.

As razões desse atraso relativo são evidentes. As três políticas macroeconômicas são escancaradamente estagnacionistas no Brasil. A política monetária, com os maiores juros do mundo, é incrivelmente recessiva, restringindo não só os investimentos, como o consumo baseado em crediário. Restrigem em relação ao que poderíamos ser se tivéssemos uma política monetária normal. Os maiores juros do mundo fazem com que o crédito em relação ao PIB seja o menor entre os emergentes.

A política fiscal também é estagnacionista, pois ela é passiva e não permite expansões contracíclicas como em qualquer país civilizado.

A política cambial também é recessiva, pois manter o câmbio valorizado afunda a rentabilidade dos investidores potenciais na indústria e na agricultura. Com um câmbio supervalorizado, apenas a explosão do preço das commodities e o diferencial da taxa de crescimento brasileira com relação resto do mundo é capaz de sustentar o superávit em conta corrente. Mas mesmo esse, que significa o fim da vulnerabilidade externa e que já foi a grande vitória econômica do início do governo Lula, agora acabou.

É preciso ter claro que o câmbio brasileiro está muito valorizado e isso não foi captado antes pelo saldo em conta corrente, porque a taxa de crescimento do PIB – muito baixa dada nossas carências sociais – limitava a taxa de crescimento das importações. Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, Destaques da Semana, Gustavo Santos, Política Econômica | 5 Comentários »

Multiterminais lança novo site institucional

Postado em 9 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Publicado originalmente no Blog Logística e Transporte

Por José Augusto Valente*

Está no ar o novo site institucional da Multiterminais.

Com um design atual, interface intuitiva e facilidades online, o internauta agora desfruta de maior conveniência ao acessar o endereço virtual da empresa.

Se você não conhece as instalações da empresa pode utilizar do sistema de imagem de satélite do Google Earth/Google Maps.

Estão marcadas no mapa as instalações da Multiterminais para que os usuários esclareçam qualquer dúvida ou curiosidade.

Na seção de Informações Úteis, todos podem desfrutar da programação de navios e manuais e regulamentos disponibilizados para a convenência de nossos usuários.

Clientes Multiterminais têm a sua disposição duas ferramentas Online: Presença de Carga e Tracking de Carga.

Navegue e descubra o novo Site da Multiterminais

Clique em cada link e conheça melhor cada empresa do grupo Multiterminais. Em cada um desses sites há um mapa Google (Earth e Maps), que pode ser ampliado com um clique, mostrando as áreas de embarque, retro-área e localização espacial.

a) Multi-Rio: movimenta contêineres, no porto do Rio, com uma produtividade superior a 32 contêineres por hora;

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Postado em José Augusto Valente, Logística e Transporte, O que deu na Imprensa | Sem Comentários »

Nova empresa no Brasil vai se chamar Azul Linhas Aéreas

Postado em 8 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Publicado originalmente no Blog Logística e Transporte

Por José Augusto Valente*

Azul Linhas Aéreas é o nome da nova companhia brasileira do empresário americano David Neeleman, escolhido por meio de uma votação na internet.

O nome remete à JetBlue, empresa fundada pelo empresário nos Estados Unidos e que agitou o mercado americano no início da década ao oferecer passagens baratas com um serviço diferenciado, como televisão a bordo.

Azul não foi, contudo, o nome mais votado pelos quase 110 mil internautas cadastrados. Pelo júri popular, a nova companhia se chamaria Brasil. O nome Brasil, com todas as suas variações – AirBrasil, Aero Brasil, Brasil Linhas Aéreas, BrasilAir etc. – foi de longe o mais votado.

Leia mais no G1

A Gol, quando começou, cobrava R$ 50,00 por uma passagem Rio-São Paulo.

Com isso, tirou passageiros dos ônibus levando-os para os novíssimos aviões Boeing 737-800. Se não me engano, eram seis.

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ATAQUE À DILMA: DEM SAI DO ARMÁRIO

Postado em 8 dEurope/London maio dEurope/London 2008

RIVE GAUCHE

Léo Nunes – Paris - O líder dos Democratas no Senado, Agripino Maia (DEM-RN), fez insinuações em relação à conduta da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, na “áureos” tempos da ditadura. No depoimento da ministra, que deveria falar apenas sobre o PAC, o senador associou o caso do suposto dossiê da Casa Civil sobre contas do governo FHC ao fato da ministra ter mentido sob tortura. Frise-se bem: sob tortura.

De fato, não se pode esperar muito dos Democratas. Afinal, muitos deles não estavam exatamente do lado dos torurados. Dilma, por sua vez, deu uma resposta brilhante, ao afirmar que mentir para se livrar de uma dor física não tem relação nenhuma com a mentira num regime minimamente democrático. Mas temos que entender que os Democratas não combinam muito com a democracia.

Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa. Meus Artigos

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Itaipu, liquidações e mercado livre

Postado em 8 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Por Roberto Pereira d’ Araujo*

O tema do preço da energia de Itaipu entre Brasil e Paraguai, independente das complexas questões de tratados bi-nacionais, é bastante didático. O assunto não é o tratado em si, mas é interessante lembrar alguns detalhes.

A construção da usina solucionou um impasse diplomático envolvendo Brasil e Paraguai numa disputa secular sobre a posse de terras na região do Salto de Sete Quedas que, hoje, está coberta pelo lago. Em 1962 pensou-se numa aliança para produzir energia, mas a solução só se efetivou em 1973 quando Brasil e Paraguai firmaram o Tratado de Itaipu. O governo brasileiro foi responsável pela obtenção de recursos para a obra. O padrão de financiamento de curto prazo de instituições financeiras e de bancos estrangeiros, comum na década de 70, sofreu muito com a alta dos juros da década de 80. O custo da usina é de aproximadamente US$ 1.000 por quilowatts instalados, ou cerca de US$ 14 bilhões. O preço atualizado, com os juros e a inflação em dólar do período, chega a US$ 16 bilhões. Em 1984 a usina entrou em operação e, após 50 anos, em 2023, com uma tarifa no entorno de R$ 75/MWh, a dívida terminará de totalmente quitada.

Apesar das cifras bilionárias, Itaipu ainda é uma usina barata, pois é uma das últimas cuja energia é calculada pelo seu custo. Se nenhuma manobra alterar o que foi acordado, daqui a 15 anos, essa energia é praticamente gratuita. Se o planeta não nos preparar nenhuma tragédia, Itaipu vai gerar energia para nossos netos por preços muitíssimo menores que qualquer outra opção.

Só que, para um país com os graves problemas sociais como o Brasil, seria um absurdo praticarmos tarifas que incentivassem consumos perdulários. A estratégia deveria ser outra. A vantagem de ter uma parte da energia barata é que se poderia apropriar a diferença para a formação de um fundo. Como Itaipu é capaz de gerar cerca de 80 TWh/ano, se apenas R$ 50/MWh fossem dirigidos à um fundo, só ela seria capaz de acumular 4 bilhões de reais a cada ano, um Bolsa Família.

Vejam como isso nos remete à questão dos preços e da apropriação de diferenças de preço em sistemas de base hídrica. O que ocorreu nos últimos anos no Brasil, governo Lula incluso, foi justamente a apropriação não pública desses diferenciais.

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Postado em Desenvolvimento, Destaques da Semana, Energia, Internacional, Roberto D'Araujo | 4 Comentários »

ATAQUES AO BNDES, INVESTMENT GRADE E A POSSÍVEL RELAÇÃO COM A BLINDAGEM DE MEIRELLES

Postado em 7 dEurope/London maio dEurope/London 2008

RIVE GAUCHE

Léo Nunes – Paris – A grande mídia vem divulgando nos últimos dias a existência de um possível esquema de corrupção que partiria de dentro do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). Alguns pontos desta questão merecem uma reflexão mais acurada.

Em primeiro lugar, denúncias publicadas na imprensa dizem respeito a uma suposta conivência de funcionários do banco na utilização de notas frias concernentes a um projeto de investimento feito junto a uma prefeitura tucana (frise-se bem, tucana). Segundo funcionários do BNDES, um projeto deste porte envolve mais de 1000 notas fiscais. Ademais, a comprovação das notas é feita combinando a análise das notas fiscais com a realização do investimento, que é feito dentro do cronograma.

Esta comprovação, por sua vez, é feita por amostragem e em geral envolve um rigor considerável. A este respeito, vale lembrar que os funcionários do banco não são auditores. A auditoria é da competência do Tribunal de Contas do respectivo estado, e não dos funcionários do BNDES. Deve-se também salientar que a auditoria deve analisar a relação da prefeitura tucana com as notas frias. Sobre isso a grande mídia silencia.

De fato, soa estranho o aparecimento destas denúncias num momento em que o BNDES aumenta consideravelmente seu volume de empréstimos, ampliando a concorrência com os bancos privados. Tudo sob a tutela do economista Luciano Coutinho, rejeitado por parte significativa do setor rentista.

Coincidentemente (ou não!), as denúncias relativas ao BNDES, assim como a atribuição do “investment grade” pela agência de classificação de riscos Standard&Poor’s, foram veiculadas na mesma semana em que o Copom aumentou em 0,5% a taxa básica de juros a economia brasileira (Selic).

No que concerne a esta questão, funcionários do Banco Central afirmaram que pela primeira vez o presidente Lula teria cogitado concretamente a hipótese de demitir o mandachuva do Bacen. Quanto ao “grau de investimento”, nem mesmo os agentes financeiros em Nova Iorque entenderam muito bem a decisão da S&P, que é uma das agências de classificação de risco mais conservadoras.

Por fim, talvez as denúncias ao BNDES possam ter servido para tirar o foco da inconcebível decisão do Banco Central. Já a atribuição do “grau de investimento” pode ter sido uma forma de criar um fato positivo para a gestão monetária, frente ao aumento dos juros, o que significa uma decisão deliberada do setor financeiro para blindar Henrique Meirelles.

ARTIGO MAIS COMPLETO SOBRE O ASSUNTO

Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa. Meus Artigos

Postado em Conjuntura, Desenvolvimento, Leonardo Nunes, Política Brasileira, Política Econômica, Rive Gauche | 6 Comentários »

E O PETRÓLEO BATE NOVO RECORDE….

Postado em 6 dEurope/London maio dEurope/London 2008

RIVE GAUCHE

Léo Nunes – Paris – O barril de petróleo atingiu hoje novo recorde, chegando a US$ 122. Sem dúvida, a desvalorização da moeda ianque contribui, e muito, para tal feito. Tal fenômeno torna mais evidente a necessidade de se desenvolver uma tecnologia alternativa de energia. Por conseguinte, deve-se aumentar a pressão para a produção de biocombustíveis. Se levada a cabo a alternativa da cana, poderemos ter mais pressões sobre o preço dos alimento, o que pode acarretar ainda mais problemas. De fato, a humanidade pode estar vivendo um dilema.

Leonardo Nunes: Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa. Meus Artigos

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Déficit externo fora do controle do BC

Postado em 6 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Rombo em dólar já supera em 3 vezes previsão inicial e banco só cuida da inflação

O vice-presidente do Conselho Regional de Economia (Corecon-RJ) e colaborador de nosso blog, Paulo Passarinho, observa que o Banco Central (BC), tão empenhado em manter a inflação dentro da meta, perdeu totalmente o controle sobre as contas externas. Afinal, no início do ano o déficit previsto para transações correntes era de US$ 3,5 bilhões. Depois, a projeção foi revista para nada menos que US$ 12 bilhões e terá de ser revisada outra vez, pois o rombo já chega a US$ 10 bilhões somente no primeiro trimestre.

Passarinho considera que a obtenção do grau de investimento vai aumentar o ritmo do crescimento do passivo externo de curto prazo e a entrada de investimento estrangeiro direto (IED), não para a ampliação da oferta, mas para compra de ativos ou investimentos em biocombustíveis. Para ele, a compra, por estrangeiros, de terras para produção de biodiesel é a maior ameaça à soberania nacional atualmente.

Me disse que o atual governo está capitalizando politicamente a vantagem conjuntural da valorização do preço das commodities no mercado externo e aproveitando para aprofundar o modelo herdado de Fernando Henrique, que tem entre as principais conseqüências a desnacionalização do parque produtivo. “É cada vez maior o aumento da participação do capital estrangeiro na composição do PIB”, resumiu.

AEB NÃO CRÊ EM AUMENTO DO INVESTIMENTO PARA EXPORTAR

Já o vice-presidente da Associação de Comercio Exterior do Brasil (AEB), José Augusto de Castro, confirma que a obtenção do grau de investimento e a conseqüente aceleração da queda do dólar não trarão nenhum investidor para o Brasil com intenção de produzir para exportar. “Na comparação com o mesmo período do ano passado, a média diária das exportações aumentou 13,2% e a das importações, 43,9%. O saldo comercial desabou 66,4%.” Castro reconhece que o resultado ainda não serve como projeção, mas reiterou ser possível que o país volte a apresentar déficit comercial já em 2009.

Para ele, o governo deve acompanhar o movimento de capitais e, se necessário, adotar algum tipo de controle. Prefere o modelo chileno, de quarentena para os capitais que entram, mas avalia que a fúria arrecadadora do governo o levará a elevar a alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), caso decida colocar alguma barreira à entrada de capital especulativo:

“Mas não sei se o governo optará por qualquer controle, pois a deterioração das contas externas pode pressionar o dólar e o governo não vai querer abrir mão da taxa de câmbio para controlar a inflação.”

Em 2008, a AEB prevê aumento de 25% nas importações, mais do dobro do para as exportações (10%). Confirmadas essas projeções, o país fechará 2008 com US$ 22 bilhões de superávit comercial.

Diante de um quadro como esses fica difícil pensar em política industrial.

Postado em Conjuntura, Desenvolvimento, Destaques da Semana, Política Econômica, Rogério Lessa | Sem Comentários »