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Blog do Desemprego Zero

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CPI da Dívida II

Postado em 3 dEurope/London dezembro dEurope/London 2009

Paulo Passarinho 

Encerrei o meu último artigo nesse espaço – onde me reportei à sessão da CPI da Dívida Pública em que estive presente na Câmara Federal – manifestando o meu espanto com a demonstração de fragilidade dada por Armínio Fraga. O ex-presidente do Banco Central, na ocasião, explicou aos parlamentares que, frente ao jogo duro do mercado, para aceitar rolar a dívida da União, em 2001 e 2002, não restou alternativa que não fosse atender o apetite e voracidade dos agentes financeiros por mais juros, cláusulas cambiais e prazos mais curtos de vencimento para os títulos do governo.

Rigorosamente, não se trata de debilidade da autoridade monetária de então, conforme ironicamente insinuei. Uma das principais características observada no comando da política econômica do país, já há muitos anos, e independentemente do presidente de plantão, é o absoluto controle exercido pelo sistema financeiro sobre os cargos de direção do Banco Central, o verdadeiro lócus decisório dos rumos do país em termos econômicos. Neste artigo já mencionado, lembrei, por exemplo, que desde 1988 iniciou-se um processo de desmontagem de todas as restrições à livre movimentação de capitais no Brasil, aparentemente de forma absolutamente ilegal. Leia o resto do artigo »

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Por que agora?

Postado em 2 dEurope/London dezembro dEurope/London 2009

Por CÉSAR BENJAMIN

Da Folha (02/12/09):

DEIXO de lado os insultos e as versões fantasiosas sobre os “verdadeiros motivos” do meu artigo “Os Filhos do Brasil”. Creio, porém, que devo esclarecer uma indagação legítima: “por quê?”, ou, em forma um pouco expandida, “por que agora?”. A rigor, a resposta já está no artigo, mas de forma concisa. Eu a reitero: o motivo é o filme, o contexto que o cerca e o que ele sinaliza.

Há meses a Presidência da República acompanha e participa da produção desse filme, financiado por grandes empresas que mantêm contratos com o governo federal.

Antes de finalizado, ele foi analisado por especialistas em marketing, que propuseram ajustes para torná-lo mais emotivo.

O timing do lançamento foi calculado para que ele gire pelo Brasil durante o ano eleitoral. Recursos oriundos do imposto sindical -ou seja, recolhidos por imposição do Estado- estão sendo mobilizados para comprar e distribuir gratuitamente milhares de ingressos. Reativam-se salas pelo interior do país e fala-se na montagem de cines volantes para percorrerem localidades que não têm esses espaços. O objetivo é que o filme seja visto por cerca de 5 milhões de pessoas, principalmente pobres. Leia o resto do artigo »

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Carro elétrico, a revolução geopolítica e econômica do século XXI e o desenvolvimento do Brasil

Postado em 1 dEurope/London dezembro dEurope/London 2009

Fonte: Revista Oikos 

Por GUSTAVO ANTÔNIO GALVÃO DOS SANTOS

BRUNO GALVÃO DOS SANTOS

RODRIGO LOUREIRO MEDEIROS

ROBERTO PEREIRA D’ARAÚJO  

Este trabalho analisa as grandes transformações mundiais possivelmente decorrentes da difusão do carro elétrico, que é a principal tecnologia para o novo mundo de baixo carbono. O automóvel revolucionou o século XX. A rede urbana, a estrutura econômica, a produtividade agrícola, a economia dos serviços, as grandes corporações se organizaram e cresceram por causa dele. A indústria automobilística foi sinônimo de desenvolvimento. Isso decorre também da sua importância dentro da metal-mecânica nas Indústrias Centrais, da qual faz parte também a química e a eletrônica. Essas indústrias correspondem a aproximadamente 70% das inovações e das exportações brasileiras feitas nos últimos 3 anos: pré-sal, etanol, metal-mecânica do diesel e carros populares e carnes. Para estar preparado para a tendência de motorização elétrica, o Brasil precisa também investir em carros elétricos e híbridos. A melhor forma de fazê-lo é através de campeões nacionais. A tecnologia mais promissora para o Brasil para abastecimento da motorização elétrica é provavelmente a célula combustível a etanol e só um campeão nacional pode garantir espaço de mercado para o país impor essa solução que lhe favorece.

Clique aqui para ler o artigo na íntegra

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Mudanças climáticas e desenvolvimento nacional

Postado em 1 dEurope/London dezembro dEurope/London 2009

Por Eduardo Gomes e Rodrigo Medeiros

Fonte: Monitor Mercantil

Há uma desconfiança generalizada no ar quanto à capacidade do encontro de Copenhague de definir efetivos acordos políticos sobre os cortes de emissões dos países ricos. Os países emergentes, por sua vez, também precisariam apresentar ações sustentáveis.

Nesse sentido, chama atenção a proposta chinesa. Segundo informações das agências internacionais de notícias, os chineses estão propondo cortar, até 2020, de 40% a 45% na sua “intensidade de carbono” em relação aos níveis de 2005.

Por intensidade de carbono chinesa deve-se compreender o montante de dióxido de carbono emitido para cada unidade de seu Produto Interno Bruto (PIB). Não se pode deixar de notar como os chineses estão preocupados em conciliar crescimento econômico com ganhos graduais de eficiência e produtividade. Leia o resto do artigo »

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Debate:”BLECAUTE”

Postado em 23 dEurope/London novembro dEurope/London 2009

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Estado versus mercado?

Postado em 16 dEurope/London novembro dEurope/London 2009

Por Eduardo Gomes e Rodrigo Medeiros

Fonte: Monitor Mercantil

Desde Adam Smith (1723-1790), a suposta polarização entre Estado e mercado vem recebendo a atenção de diversos estudiosos de ciência econômica. Tratou-se de um filósofo moral que teceu uma poderosa crítica ao mercantilismo.

Alguns preferem exaltar de forma simplória as virtudes da “mão invisível” e ocultar as questões morais imersas na sua obra. Seus comentários sobre como o auto-interesse governa o mundo dificilmente são esquecidos.

Certamente ninguém duvida que em um sistema capitalista um indivíduo esteja mais bem servido pelo auto-interesse do que pelo altruísmo. As passagens de sua obra são claras: “Não é da benevolência do açougueiro, do cervejeiro ou do padeiro que esperamos nosso jantar, mas de seu cuidado pelos próprios interesses. Dirigimo-nos não à sua humanidade, mas a seu amor próprio de si mesmos, e nunca lhes falamos de nossas próprias necessidades, mas de suas vantagens”. Essas palavras foram muito bem acolhidas pela classe empresarial. Leia o resto do artigo »

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INDÚSTRIAS CENTRAIS E PIONEIRAS: UMA ANÁLISE SOBRE A CONCENTRAÇÃO E DINÂMICA REGIONAL BRASILEIRA COM FOCO NO NORDESTE E PERSPECTIVAS DE POLÍTICAS

Postado em 4 dEurope/London novembro dEurope/London 2009

Fonte: Anais do Seminário Internacional sobre o Desenvolvimento Regional do Nordeste 

Por Gustavo Antônio Galvão dos Santos

Bruno Galvão dos Santos

Rodrigo Loureiro Medeiros

Eduardo Kaplan Barbosa

Manuel Salazar Jarufe

Este artigo propõe uma estrutura analítica que busca compreender a dinâmica regional dos processos de industrialização e avaliar algumas soluções de política. Essa estrutura analítica se baseará nas características especiais dos setores metal-mecânico, eletroeletrônico e químico, chamados de Indústrias Centrais, em oposição às Indústrias Pioneiras, constituídas basicamente pela chamada indústria tradicional e commodities. As Indústrias Centrais gravitam em torno da metal-mecânica. Considera-se que o processo de desenvolvimento deve-se basear primeiramente nas Indústrias Pioneiras, porém este será incompleto e insatisfatório enquanto as Indústrias Centrais não forem consideradas prioritárias e seu peso não for significativo. Posteriormente buscar-se-á mostrar princípios para aplicação da teoria em análise de políticas industriais e regionais no Brasil e em especial no Nordeste. Hoje entre as Indústrias Centrais, se observada a experiência asiática, percebe-se que a eletroeletrônica é a de mais fácil implantação em uma região subdesenvolvida. Por esse motivo é sugerido que o Nordeste invista nessa indústria para avançar em seu processo de industrialização.  

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INTEGRAÇÃO DO RIO SÃO FRANCISCO COM AS BACIAS DO NORDESTE SETENTRIONAL: RACIONALIDADE ECONÔMICA E IMPACTOS NA DINÂMICA DE CRESCIMENTO DO SEMIÁRIDO

Postado em 4 dEurope/London novembro dEurope/London 2009

 

Fonte: Anais do Seminário Internacional sobre o Desenvolvimento Regional do Nordeste

Por Eduardo Kaplan Barbosa  e Gustavo Antônio Galvão dos Santos

Desde meados do século XIX, o Brasil vem implementando políticas de expansão da oferta hídrica no semiárido nordestino. Este artigo buscará compreender as possibilidades e restrições de suas vertentes em atuar como elementos de uma política de desenvolvimento regional. Para isso, centra sua análise no projeto de integração da bacia do rio São Francisco às bacias hidrográficas do nordeste setentrional, destacando seu efeito dinamizador não apenas da agricultura irrigada, mas de setores industriais e serviços urbanos. Para isso, o artigo comenta esforços teóricos na dimensão espacial da economia, centrados nos condicionantes da localização empresarial. A partir dessas contribuições, é apresentada uma síntese do corpo teórico do desenvolvimento regional, destacando principais as contribuições na identificação dos mecanismos causadores dos diferenciais de renda e das taxas de crescimento. O trabalho procura relacionar a ausência de garantia de suprimento contínuo de água com uma possível restrição à diversificação econômica. Argumenta-se que, ao fornecer um volume de água suficiente para homogeneizar níveis nacionais de consumo per capita, a integração da bacia do rio São Francisco às bacias hidrográficas do nordeste setentrional poderá ser um vetor de desenvolvimento econômico que viabilize um semiárido brasileiro mais rico e dinâmico.  

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