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Blog do Desemprego Zero

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Museu Virtual do Transporte – CNT

Postado em 23 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Publicado originalmente no Blog Logística e Transporte

Por José Augusto Valente*

Preocupada com a importância e a preservação da história do transporte, a CNT desenvolveu o Museu Virtual do Transporte, um acervo que contém a história do transporte, desde os primórdios da civilização até os dias atuais, e mais de 700 fotos e ilustrações com possibilidade de download em alta resolução.

O Museu Virtual do Transporte é fonte obrigatória de consulta para estudantes, pesquisadores e demais interessados em saber como os meios de transporte evoluíram. Visite!

Parcerias para atualização

Você também pode colaborar com a atualização do Museu Virtual do Transporte. Basta mandar suas informações e/ou fotos para o seguinte endereço: cnt@cnt.org.br, com a permissão para a sua publicação.

Após avaliação da equipe técnica da CNT, o material recebido, com a citação dos colaboradores, poderá enriquecer o nosso Museu e também fazer parte dessa história!

Vamos lá, colabore!

Fonte: Site da CNT Leia o resto do artigo »

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A SEMANA A LIMPO

Postado em 21 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Léo Nunes – Paris

 

 

Brasil

 

O PSDB decide neste domingo qual será a postura com relação à candidatura à prefeitura paulistana. A ala kassabista criticou a utilização de urnas eltrônicas na eleição. Quando se sentem ameaçados, nem os tucanos acreditam na urna eletrônica. Já a ala que apóia Geraldo Alckmin acusa os kassabistas de suborno para aderir à candidatura do “demo”. Enquanto isso, Marta Suplicy assiste a briga tucana de camarote.

 

Economia

 

O FMI revisou para cima a previsão de crescimento da economia norte-americana. A nova previsão é de que a economia dos EUA cresça 1%. O FED decidiu manter a taxa básica de juros após inúmeros movimentos de queda. Ainda não se sabe ao certo a dimensão da crise, mas até o momento a situação parece razoavelmente sob controle, devido, principalmente, ao pragmatismo do FED.

 

Internacional

 

O senador Barack Obama ampliou sua vantagem em relação ao senador John MacCain. Na última sondagem, o candidato democrata abriu 15% de vantagem sobre o adversário republicano. Dois motivos explicam tal resultado: o descontentamento dos norte-americanos com a administração Bush e a migração dos votos da senadora Hillary Clinton.

 

Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa, escreve neste espaço às segundas, quartas e sextas-feiras.  Meus Artigos

 

 

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AS FRAGILIDADES DO REGIME DE METAS DE INFLAÇÃO

Postado em 19 dEurope/London junho dEurope/London 2008

RIVE GAUCHE

 

Léo Nunes – Paris – A escalada da inflação, associada principalmente ao aumento dos preços de energia e alimentos, tem suscitado questionamentos sobre a melhor forma de combater tal fenômeno. No Brasil, a autoridade monetária utiliza o regime de metas de inflação. Neste arranjo, a meta de inflação definida pelo governo é a âncora da economia. Já as outras variáveis, dentre elas a taxa de crescimento, são de ajuste. O principal instrumento utilizado para combater o aumento de preços é a taxa de juros.

 

Entretanto, o recente surto inflacionário não está associado a pressões de demanda. Pelo contrário, trata-se de inflação de custos. Mesmo assim, o Banco Central insiste em utilizar a taxa de juros para tentar colocar a inflação dentro da meta. A estratégia é simples: criar uma deflação nos preços domésticos a tal ponto que contrabalance o aumento dos preços de produtos negociados globalmente. Mas parece que o estratagema tem fracassado.

 

O prêmio Nobel de economia, Joseph Stigltiz, em artigo publicado no jornal O Globo, condenou a utilização das taxas de juros para conter uma inflação de custos. Segundo ele, não está demonstrado empiricamente que um aumento dos juros teria impacto significativo no nível de preços internos, a ponto de contrabalançar o aumento de preços de produtos negociados mundialmente. Portanto, só um aumento absurdo, e inaceitável, das taxas de juros teria tal efeito. A única economia capaz de conter a escalada de preços através do aumento das taxas de juros seria a norte-americana. Mas, como de costume, eles passam o preço do ajuste para o resto do mundo. Assim, no fim das contas, nem uma coisa nem outra: o país perde em crescimento e não resolve a questão da inflação.

 

Haveria, em princípio, duas alternativas possíveis. A primeira delas seria intervir diretamente na Petrobras, obrigando-a a praticar preços diferentes daqueles vigentes no mercado internacional. De fato, esta medida teria um custo político alto, pois enfrentaria o interesse dos acionistas, ao fazer com que a estatal pague a fatura do ajuste. A segunda medida seria a proibição de exportação de produtos com alta de preços no mercado internacional, o que aumentaria a oferta interna dos mesmos, segurando a escalada dos preços. Neste caso, o setor em questão seria o prejudicado.

 

Caso não haja capital político para medidas contundentes como estas, caberia ao Banco Central ao menos a tarefa de não utilizar um instrumento que não possui comprovação empírica para resolver este problema. Como diz o dito popular, já que não quer ajudar, que pelo menos não atrapalhe.

 

Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa. Meus Artigos

 

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Mudança no segundo escalão da Secretaria Especial de Portos

Postado em 19 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Publicado originalmente no Blog Logística e Transporte

Por José Augusto Valente*

A Subsecretaria de Planejamento e Desenvolvimento Portuário da Secretaria Especial de Portos (SEP) está sob novo comando.

A edição do dia 16 do Diário Oficial da União traz publicada a nomeação do ex-diretor Comercial da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), empresa que administra o Porto de Santos, o economista Fabrízio Pierdomenico para o cargo de subsecretário.

Fonte: Agência Brasil

A SEP – Secretaria Especial de Portos tem esse nome mas o “status” é de ministério.

O que significa que a Subsecretaria de Planejamento tem “status” de uma Secretaria de um ministério comum.

A entrada do Fabrízio no time do ministro Pedro Brito trará o elemento novo que é a presença de um dirigente de uma das Cias. Docas mais importantes do mundo: a de Santos.

Fabrízio fez um excelente trabalho naquela Cia., que mereceu matéria na Isto É On line, em 20/09/2006, sob o título “A Revolução no Porto de Santos”. Leia o resto do artigo »

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A DIFERENÇA ENTRE CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO: DE VOLTA AO DEBATE CEPALINO

Postado em 17 dEurope/London junho dEurope/London 2008

RIVE GAUCHE

Léo Nunes – Paris - O segundo mandato de Lula trouxe novamente as questões do crescimento e do desenvolvimento econômico para o centro do debate. Muitos economistas e órgãos de imprensam tratam os dois conceitos, crescimento e desenvolvimento, como sinônimos. Desta forma, o desenvolvimento seria um acúmulo quantitativo de crescimento. Entretanto, os fenômenos em questão podem não estar relacionados e, no limite, podem até mesmo ser opostos.

O crescimento econômico é comumente medido pela variação do Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma das riquezas produzidas por um país num determinado período de tempo. Já o desenvolvimento, no sentido furtadiano do termo, está relacionado à superação da relação centro-perifeira, à diversificação do sistema industrial e a homogeneização dos padrões de consumo. O subdesenvolvimento, portanto, é caracterizado pela subordinação do país na divisão internacional do trabalho, pela falta de soberania e de capacidade de formação de centros internos de decisão e pela heterogeneidade dos padrões de consumo.

As economias subdesenvolvidas são marcadas, por um lado, pela presença de elites que reproduzem o padrão de consumo das elites de primeiro mundo, via apropriação de excedente e, por outro lado, pela existência de uma grande margem de marginalizados. A questão levantada desde a literatura da Cepal, com destaque, no Brasil, para Celso Furtado, é a de que o crescimento econômico per se não garante necessariamente o desenvolvimento, isto é, a homogeneização dos padrões de consumo, a diversificação da estrutura produtiva e o rompimento com a relação centro-periferia.

No Brasil, prevaleceu o inverso. As robustas taxas de crescimento vigentes entre 1930 e 1970 não só não foram suficientes, como tiveram efeito inverso, ou seja, a desigualdade entre ricos e pobres apenas aumentou. Desta maneira, uma política de desenvolvimento não deve apenas responder a pergunta “como crescer”, mas deve, sobretudo, enfrentar a questão “qual crescimento desejamos”, tendo em vista, por exemplo, uma política industrial voltada para a inovação, utilizando tecnologias mais intensivas em trabalho, a questão da reforma agrária, dentre outras medidas.

Para tanto, seria necessário um monumental esforço coordenado entre burguesia nacional, classe trabalhadora organizada e Estado, que parece difícil de ser alcançado em tempos de neoliberalismo. Se esta for uma conclusão correta, continuaremos em compasso de espera.

Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa. Meus Artigos

São Bartolomeu

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Não temos um problema de inflação

Postado em 17 dEurope/London junho dEurope/London 2008

No artigo abaixo, José Carlos de Assis faz uma ótima observação: não há no Brasil um problema de inflação. E a idéia de combatê-la com o aumento da taxa de juros não passa de um belo pretexto.

O autor declara que a ligeira pressão inflacionária é decorrente dos preços de alimentos e das matérias-primas minerais, puxados pelo aumento da demanda mundial, é uma inflação importada. O aumento dos juros em nada vai resolver esse problema.

José Carlos de Assis cita Delfim Neto em seu texto, pois Delfim já afirmou que é impossível controlar uma inflação de custos com os métodos do modelo de metas usados pelo Banco Central. Não é diferente da opinião de outro grande economista, Joseph Stigliz, Prêmio Nobel, que em outro recente artigo desqualifica esse modelo.

No final do artigo, Assis afirma que a inflação dos alimentos, 8%, está bem acima da média, mas o país sendo grande produtor de alimentos pode controlar por algum tempo preços-chave.      

Por Katia Alves

José Carlos de Assis

Publicado originalmente no Jornal do Brasil

Não temos um problema de inflação no Brasil. Nosso problema são os que tomam uma passageira flutuação nos preços de alimentos e matérias-primas como pretexto para justificar a continuidade na elevação da taxa básica de juros. É um embate de interesses, não de diagnósticos técnicos, ou de idéias. Ganha-se muito dinheiro no mercado financeiro, bilhões de reais, com a sustentação das taxas de juros em níveis estratosféricos. Para isso continuar indefinidamente, é preciso manter um clima de terrorismo inflacionário a fim de manter a opinião pública dopada.

Fazem isso em nome do interesse público ou, mais sutilmente, em nome da proteção das classes mais favorecidas, supostamente as grandes vítimas da inflação. Não discordo que os pobres sofrem mais com a inflação. Mas eles sofrem mais com as deficiências dos sistemas de saúde e de habitação, com os engarrafamentos de trânsito, com a violência na periferia. Para isso, os charlatões do mercado financeiro não têm remédio. Sequer tocam no assunto. Seu remédio é para combater a inflação, e é único: elevar cada vez mais a taxa básica de juros.

A ligeira pressão inflacionária que temos tido provém dos preços dos alimentos e de matérias primas minerais, puxados pelo aumento da demanda mundial, em especial da China e da Índia – os dois gigantes do crescimento entre os emergentes. Leia o resto do artigo »

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Portos em busca de soluções – Seminário do TCU

Postado em 17 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Publicado originalmente no Blog Logística e Transporte

Por José Augusto Valente*

O Tribunal de Contas da União (TCU) reunirá autoridades do governo e representantes do setor portuário para discutir soluções para os portos marítimos brasileiros.

Durante o encontro, nos dias 17 e 18 de junho, na sede do TCU em Brasília, serão abordados temas como o relacionamento entre órgãos, instituições e demais agentes que atuam no setor, o modelo dos arrendamentos em áreas portuárias e os entraves e as oportunidades de modernização.

O ministro Ubiratan Aguiar é o coordenador do seminário, que conta com o apoio da SEP e da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq). Além de ministros e técnicos do TCU e dos órgãos parceiros, participarão do encontro o ministro dos Transportes, a ministra-chefe da Casa Civil da Presidência da República e o presidente do Senado Federal, além de representante do Banco Mundial.

Leia mais sobre o Seminário

Veja a programação do evento

Estarei participando do Seminário e, sempre que possível, trarei notícias para o blog

Ele começa hoje, às 9h30min e termina amanhã no final da tarde. Leia o resto do artigo »

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A SEMANA A LIMPO

Postado em 13 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Léo Nunes – Paris

 

 

Brasil

 

O governo articula a criação da CSS (Contribuição Social para a Saúde). A medida serviria para cobrir o rombo deixado pela extinção da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira). A contribuição seria totalmente destina a pasta da Saúde, teria uma alíquota menor (0,1%) e incidiria a partir de um piso determinado. A oposição já avisou que criará problemas ao Planalto, mas o governo aposta numa rápida aprovação no plenário do Senado Federal.

 

Economia

 

Mais um balde de água fria no setor produtivo. A ata do Comitê de Política Monetária indicou um possível aumento da taxa Selic na sua próxima reunião. Segundo analistas do mercado, a taxa básica de juros da economia brasileira deve fechar o ano em 14%. A autoridade monetária insiste em tratar choque de preços internacionais com o amargo remédio das taxas de juros. Tal solução é inócua, como ressaltou o prêmio Nobel Joseph Stgiltz, em artigo ao jornal o Globo (clique aqui para ler mais).

 

Internacional

 

A Irlanda deve dizer “Não” ao Tratado de Lisboa, que referendaria a participação da Irlanda na União Européia. Caso este resultado se confirme, ficarão claras as fragilidades e mesmo as condições anti-populares nas quais a União Européia está se firmando.

 

Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa, escreve neste espaço às segundas, quartas e sextas-feiras.  Meus Artigos

 

 

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