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Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Maria de Fátima':

QUEM SOMOS?

Postado em 4 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Por Maria de Fátima de Oliveira*

Narra uma lenda babilônica que, no início dos tempos, certa vez os deuses se desentenderam. No embate, um deles feriu o colega, e o sangue proveniente do corte caiu na terra. Misturando-se ao barro, fez surgir dele um ser novo, derivado de dois elementos aparentemente díspares, mas que se combinaram num animal inteligente chamado ser humano.

A parábola bíblica da criação segue um caminho similar. Segundo o Capítulo 2 do Gênesis, “Deus formou o homem com a argila do solo, insuflou em suas narinas um sopro de vida, e o homem se tornou um ser vivente”.

Singular mistura! Barro da terra e sangue de deuses! Argila do solo e sopro divino! Aí está, representado em símbolos expressivos, o mistério do ser humano, essa personagem multiforme e única, misto de força e fraqueza, coragem e covardia, ternura e crueldade. Partilhando com os outros animais uma vida instintiva, com necessidades básicas de alimento, abrigo e reprodução, paira acima deles por uma faculdade insólita, que lhe é peculiar: a inteligência, capacidade de ler no interior das coisas e de si mesmo, de perceber novos caminhos quando confrontado a um impasse, de superar as próprias limitações e seguir adiante, vencendo obstáculos que, à primeira vista, lhe pareciam insuperáveis.

Nasce frágil e desamparado, incapaz de firmar-se sobre os pés como a grande maioria dos animais, necessitando ser trazido ao seio materno para receber alimento. Leva em geral de dez a doze meses para dar os primeiros passos, e necessita de afeto e carinho como de pão para crescer e fortalecer-se. Paulatinamente, porém, os olhos vão se abrindo, a inteligência começa a interpretar o grande livro do universo e a descobrir seus segredos.

Ao longo de uma lenta e fabulosa evolução, essa personalidade singular descobriu o fogo, inventou a roda, aprendeu a cultivar a terra, construiu cidades e fortalezas, criou civilizações e as destruiu, na ânsia de crescer, abrir novos caminhos e ampliar horizontes. E depois de desvendar os segredos da eletricidade, sua corrida tornou-se vertiginosa. Inventou novos meios e técnicas de transporte, pôs em ação o sonho de voar que o perseguia desde tempos remotos e criou sistemas de comunicação que transformaram o planeta numa aldeia global.

Entretanto, o ser humano carrega em si uma contradição. Sua história, desde os inícios, é marcada por guerras e disputas, geralmente motivadas pela cobiça e a prepotência. Muitas vezes, numa só batalha, são destruídos cidades e monumentos que levaram anos para ser construídos, custando esforço, suor e perda de vidas. Os detentores da força passam a considerar-se donos dos outros muitas vezes, impondo-lhes modos de ser e comportar-se inteiramente alheios a sua situação, idéias e sentimentos. Poderosos amealham fortunas à custa da exploração dos mais fracos, criando ideologias para justificar sua conduta. E a indústria de armamentos prospera, exigindo a criação de conflitos para levar nações e povos a se armar até os dentes, vendendo seus arsenais. Leia o resto do artigo »

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VISÃO DE PASSAGEM

Postado em 25 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Maria de Fátima *

Em certa região, havia uma praia que funcionava como estrada, ligando os povoados litorâneos com a sede do município. Na maré seca, por ali passavam pessoas a pé ou a cavalo, e até veículos motorizados.

Em determinado trecho, porém, erguia-se uma elevação, mistura de rochas e falésias, que exigia cuidados. Havia duas pedras no caminho, que se abriam como passagem. Mas nunca com a maré alta. Era preciso esperar que as águas recuassem, abrindo o espaço necessário para a travessia. Leia o resto do artigo »

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METAMORFOSE

Postado em 24 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Maria de Fátima

Era uma vez uma pequena lagarta, que vivia feliz sobre uma folha aveludada e fofa, parte de uma árvore frondosa e muito verde. Naquela folha a lagartinha se sentia segura e acolhida, alimentada e bem-vinda.

Um dia, porém, não se sabe como, desabou uma tempestade tão forte sobre a floresta que a árvore foi atingida em cheio, e a largatinha foi jogada longe, bem longe de seu habitat. Lançada ao chão, quase se espatifa sobre a dureza das raízes… Arrastando-se como pôde, encostou-se na haste de um galho seco que jazia no solo, também ele derrubado pela força dos ventos… Leia o resto do artigo »

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A origem da ARROB@

Postado em 23 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Maria de Fátima

“Na Idade Média, os livros eram escritos pelos copistas à mão. Precursores da taquigrafia, os copistas simplificavam o trabalho substituindo letras, palavras e nomes próprios por símbolos, sinais e abreviaturas. Não era por economia de esforço, nem para o trabalho ser mais rápido (tempo era o que não faltava naquela época). O motivo era de ordem econômica: tinta e papel eram valiosíssimos.

Foi assim que surgiu o til (~), para substituir uma letra (um “m” ou um “n”) que nasalizava a vogal anterior. Um til é um enezinho sobre a letra, pode olhar.

O nome espanhol Francisco, que também era grafado “Fhrancisco”, ficou com as abreviaturas “Phco.” e “Pco”. Daí foi fácil Francisco ganhar em espanhol o apelido Paco.

Os santos, ao ser citados pelos copistas, eram identificados por um feito significativo em suas vidas. Assim, o nome de São José aparecia seguido de “Jesus Christi Pater Putativus”, ou seja: o pai putativo (suposto) de Jesus Cristo. Mais tarde, os copistas passaram a usar a abreviatura “JHS PP” e depois “PP”. A pronúncia dessas letras em seqüência explica porque José tem, em espanhol, o apelido de Pepe.

Já para substituir a palavra latina “et” (e), os copistas criaram um símbolo que é o resultado do entrelaçamento dessas duas letras:&. Este sinal é popularmente conhecido como “e comercial”. E em inglês tem o nome de “ampersand”, que vem do and (e em inglês), + per se (do latim por si) = and.

Com o mesmo recurso do entrelaçamento de letras, os copistas criaram o símbolo @ Leia o resto do artigo »

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PALAVRAS

Postado em 17 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Por Maria de Fátima

PALAVRAS

Palavra!

Ferramenta da comunicação,

Ou esconderijo?

Com ela eu me digo,

Oculto, desdigo,

Tento abrir caminhos ao encontro de outro ser,

Coisa que tantas vezes não consigo!

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O PRAZER DE CONVIVER

Postado em 16 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Por Maria de Fátima

O PRAZER DE CONVIVER

O ser humano, por sua própria condição, é um ser social. Ao nascer, é acolhido por uma família, com a qual aprende, bem ou mal, a viver e situar-se no mundo. E mais tarde o círculo vai-se ampliando, Primeiro na escola, depois no trabalho e na sociedade, somos desafiados a viver com pessoas diversas: colegas, amigos e mesmo desafetos, gente de nível cultural e social variado. Todos, membros vivos e atuantes da espécie humana.

Certa vez, num livro intitulado “Prazer ou Amor”, eu encontrei esta frase: “O maior prazer é o prazer de conviver”. Ela me fez pensar. A palavra “conviver” é desafiadora. Ela significa, literalmente, “viver com”.

O que é, exatamente, “viver com”? Leia o resto do artigo »

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Poema: ARCO-ÍRIS

Postado em 15 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

por Maria de Fátima

ARCO-ÍRIS

 

Eu sou o verde em sua forma primitiva,

Alga emergindo dos profundos oceanos,

Entrecruzando os verdes claros ou escuros,

Os verdes-musgo, os verdes-folha, os verdes-fruto. Leia o resto do artigo »

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