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Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Maria de Fátima':

CÍRCULO DO AMOR

Postado em 6 dEurope/London outubro dEurope/London 2008

Texto sugerido por: Maria de Fátima de Oliveira*

Ele quase não viu a senhora que estava com o carro parado no acostamento. Mas percebeu que ela precisava de ajuda. Assim, parou seu carro e se aproximou. O carro dela cheirava a tinta, de tão novinho.

Mesmo com o sorriso que ele estampava na face, a mulher ficou preocupada. Ninguém tinha parado para ajudá-la durante a última hora. Ele iria ‘aprontar’ alguma? Não parecia ser de confiança, parecia pobre e faminto.

Ele pôde perceber que ela estava com muito medo e disse: “Eu estou aqui para ajudar, senhora. Por que não espera no carro? Lá deve estar mais quente. A propósito, meu nome é Brian”.

Bem, o problema dela era um pneu furado. Mas, para uma senhora, aquilo era o bastante. Brian abaixou-se, colocou o macaco, levantou o carro e começou a trocar o pneu. No final de todo, ele estava um tanto sujo e havia machucado uma das mãos. Enquanto apertava as porcas da roda, ela abriu a janela e começou a conversar com ele. Contou que era de St. Louis e só estava de passagem por ali, não sabendo como agradecer pela preciosa ajuda. Brian apenas sorriu enquanto se levantava. Leia o resto do artigo »

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MINHA HERANÇA

Postado em 1 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Por: Maria de Fátima de Oliveira*

Carrego em mim luares,

Canções secretas de passadas eras,

Poeiras estelares,

Fantasias, desejos e quimeras.

Dunas brancas de areia,

Tecendo labirintos variados

Às carícias do vento que passeia…

Praias banhadas pela lua cheia,

Estrelas acordando…

Cores de pôr-do-sol,

Espargindo no céu rosas de ouro,

Que o olho sorve em colorida ânsia,

Com a mesma avidez e extravagância Leia o resto do artigo »

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Outros dados sobre a educação

Postado em 30 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Publicado em: Quem se Educa Cresce 

Por: Maria de Fátima de Oliveira*

Tenho em mãos um artigo de Dilson Sardá sobre Educação, do qual desejo destacar alguns pontos.

O autor refere que, em 1982, dados sobre o continente asiático revelavam a situação pouco confortável da Coréia do Sul. O país tinha então uma renda per capita de R$ 900,00, correspondente à metade da brasileira. Para superar tais dificuldades, a partir daquele ano o país decidiu investir maciçamente na educação, com ênfase no nível básico. E dados recentes mostram que o plano deu certo. A economia sul-coreana é hoje altamente dinâmica, com uma renda per capita que chega a R$ 21.400,00, o triplo da nossa.

A alavanca desse plano de desenvolvimento foi a educação. E nele a família teve um papel essencial. “A divulgação da importância da educação para o desenvolvimento das pessoas e, por conseqüência, do país foi focada nas famílias, para que elas se sentissem co-responsáveis no sucesso do plano”. Elas aderiram ao projeto com tal radicalidade que hoje, quando um jovem coreano se desvia do rumo educacional, é monitorado constantemente por familiares, até voltar aos trilhos. Esse envolvimento familiar no processo educativo dos filhos já havia acontecido no Japão a partir de 1950, quando o país desenvolveu um plano de desenvolvimento econômico com base na educação, que o levou a sentar-se à mesa dos países mais desenvolvidos do planeta, de igual para igual.

Não é de hoje que os meios de comunicação divulgam estudos e pesquisas especializadas sobre o papel-chave da educação no desenvolvimento do Brasil. Além disso, é do conhecimento do governo que, desde as últimas décadas do século passado, o mundo vive um processo radical de transformação, motivado pelo progresso da tecnologia e da comunicação e baseado em dois pilares: o sistema de processamento de informações pelo computador e sua integração com os outros meios de comunicação e o desenvolvimento da biologia molecular. Sabe-se também que os países emergentes, se quiserem crescer e oferecer melhores condições de vida a suas populações, têm de investir o melhor de seus recursos para superar o atraso educacional, que, no caso do Brasil e de outros, carrega um peso de séculos. Leia o resto do artigo »

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Educação e Desenvolvimento

Postado em 9 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Por: Maria de Fátima de Oliveira*

Vivemos numa época de transformações sociais profundas. Valores novos substituem antigos paradigmas. Novas tecnologias traçam caminhos antes impensados. E até recursos considerados básicos para o progresso de povos e nações cedem lugar a outros, que na visão anterior eram deixados de lado, não apenas como secundários, mas até, em alguns casos, como dispensáveis.

Vejamos, por exemplo, o caso da educação no Brasil. Durante todo o período colonial, ela foi sistematicamente deixada de lado, porque não era um instrumento útil na extração de matérias-primas. E mais ainda, porque poderia tornar-se um fator de instabilidade social, gerando reivindicações inadequadas da mão-de-obra alfabetizada. A educação básica só veio a interessar o governo durante o segundo império, e essa defasagem de séculos gerou um desequilíbrio que ainda hoje emperra o desenvolvimento harmonioso do país, criando legiões de analfabetos reais ou funcionais, incapazes de desempenhar tarefas que exigem um grau mínimo de especialização. E tornando-se, em conseqüência, um dos fatores da enorme desigualdade social que, ainda hoje, condena uma legião de brasileiros a situações de pobreza extrema, sem condições dignas de alimentação, trabalho e moradia. E até pouco tempo atrás, era voz corrente que o Brasil, pela sua extensão territorial e a variedade de seus recursos naturais, poderia desenvolver-se rapidamente apenas com o aumento de recursos financeiros, fossem eles nacionais, ou de origem externa.

Hoje, porém, verifica-se que países detentores de recursos naturais bem mais reduzidos, como é o caso da Finlândia, ou dos chamados tigres asiáticos, atingiram níveis espetaculares de desenvolvimento econômico e social por terem concentrado seu esforço nos investimentos em educação, com ênfase na educação básica. E o Brasil, felizmente, está acordando para essa realidade, embora num ritmo ainda lento. Leia o resto do artigo »

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MISTÉRIO

Postado em 19 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Por Maria de Fátima de Oliveira*

Mistério, amor é teu nome!

Brincas nas águas, passeias no sopro do vento!

E vais distribuindo a tua alegria

À flor que nasce na campina,

À onda que dança, e ondula, e serpeia

Na superfície do mar.

E brilhas no olhar

Das crianças que passam na rua:

Da rica e bem vestida, como da pobre e nua.

O mesmo sorriso,

Selo da tua beleza,

Acende em suas faces a esperança.

Explodes, como vida, no seio da terra,

Onde uma semente foi lançada e germinou.

E te fazes sombra e cheiro, flor e fruto.

Dás sem pedir, de modo absoluto.

És o Amor!

Revelas o esplendor de tua graça

Lá onde um homem abre a sua mão

E estende-a para o outro,

Num gesto de amizade ou gratidão.

Lá onde alguém concebe a ousadia

De quebrar os grilhões do próprio cárcere

E aventurar-se

Nos caminhos da entrega e da alegria.

Carrega-me contigo

Por “mares nunca dantes navegados”,

Alturas que jamais ousei transpor,

Caminhos por ninguém imaginados!

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Nome oculto

Postado em 1 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Por Maria de Fátima de Oliveira*

Nome oculto

Meu nome é um desafio.

Define um caminho.

Aponta uma direção.

A doçura das Marias,

O perfume das olivas,

A abertura e a soltura

Das portas do coração.

Mas não define quem sou!

Eu, você! Cada ser vivo

Carrega um nome interior secreto,

Por ele mesmo, talvez, ignorado.

Quem sou eu, na raiz última do ser,

Naquela solidão que ninguém toca,

Nem o pai ou a mãe mais extremosos,

Nem o amante mais apaixonado?

Esse mistério escondido

Por vez aflora em versos ou canções,

Em momentos de silêncio consentido,

Numa lágrima, num gesto,

Num grito ou num protesto,

Num toque palpitante de emoções!

Aflora, não se expõe! Leia o resto do artigo »

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SENTIR

Postado em 8 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Por Maria de Fátima de Oliveira*

Sentir a vida! Saborear cada momento!

Pisar o chão, senti-lo firme sob os pés

E agradecer o privilégio de estar vivo!

Deixar o olho se embeber de aurora,

Mergulhar no azul, passear nas cores do arco-íris

E deixar-se transformar por elas,

Tornando-se luz,

Iluminando becos escuros,

Onde se escondem desejos inconfessados,

Ou sentimentos de ternura ímpar,

Jamais expressos e sinalizados.

Tornar-se arco-íris,

Sinal de uma aliança nova entre o céu e a terra,

Entre o humano e o divino,

O ínfimo e o imenso,

O calmo e o hipertenso,

O velho e o menino…

Embriagar-se do verde das montanhas,

Cheirar a flor, sorver o seu perfume,

Tal colibri, que as beija sem cortá-las… Leia o resto do artigo »

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A GUERRA

Postado em 7 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Por Maria de Fátima de Oliveira*

Contam que certa vez, depois da Segunda Guerra, uma senhora italiana caminhava com o filho pelas ruas de sua cidade. Passando em frente a um montão de ruínas, o garoto perguntou: “Mãe, quem foi que causou tanta destruição em nossa terra?” A mulher replicou: “Foi a guerra, meu filho.” “O que é a guerra?” inquiriu o menino. E a resposta: “Meu amor, toda vez que você briga com sua irmãzinha, que é menor e mais frágil, e toma os brinquedos que pertencem a ela, embora tenha os seus, isto é a guerra!”

O garoto ficou pensativo, contemplando as ruínas com um olhar espantado. Depois exclamou, com voz decidida: “Mamãe, é verdade que, toda vez que eu bato em Laurinha, ela chora e fica triste. Será que estou sendo tão mau assim? Eu não quero destruir minha irmã. E prometo que, de hoje em diante, nunca mais vou bater nela para tomar seus brinquedos”.

Essa historieta dá o que pensar.

Quando a gente se debruça sobre a história da humanidade, percebe que a guerra é uma constante ao longo de seu percurso. Ao menos desde a invenção da escrita, quando o homem começou a registrar seus feitos em símbolos gráficos, as lutas entre grupos e tribos acompanham a epopéia humana. Em geral, tais embates são motivados pela cobiça e a prepotência. E ficamos a nos perguntar por que o ser humano, capaz de tantas conquistas artísticas, culturais e tecnológicas, ainda não encontrou um meio de eliminar a guerra da face do planeta. Pelo contrário: esmera-se em torná-la mais sofisticada e mortífera, destruindo vidas e criando barreiras entre nações e culturas.

Na verdade, o ser humano sofre de um desequilíbrio estrutural, do qual raramente tem consciência. Esse desequilíbrio, que as religiões denominam “pecado” e outras teorias consideram um resquício da ancestralidade animal da espécie, está na raiz de todas as nossas contradições. Temos uma tendência de absolutizar o relativo, transformando-o numa finalidade em si mesmo e lutando com todas as forças para defendê-lo.

Por exemplo: a natureza equipou os homens e as mulheres com tendências inatas, próprias ao crescimento e manutenção da vida. Seres corpóreos que somos, todos necessitamos de um mínimo de bens materiais, que nos assegurem alimentação, abrigo e bem-estar suficientes ao nosso desenvolvimento pessoal e grupal. Mas a grande maioria das pessoas sente a necessidade de acumular o máximo de bens, não só para evitar o perigo de que eles venham a faltar, mas também para impor-se aos demais como alguém rico, poderoso e importante. Alguns transformam isso no objetivo último de suas vidas, não hesitando em passar por cima dos outros e de seus direitos e até usando da força bruta com esse fim. Muitas guerras – talvez a maioria delas – têm sido travadas com tal objetivo, obrigando povos mais fracos a viver como escravos. Leia o resto do artigo »

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