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Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'José Marcio Tavares':

A saída de Marina Silva

Postado em 20 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Por José Márcio Tavares*

Não. Eu não acho que seja o melhor caminho a gente se pautar pelas opiniões do inimigo. Mas, só com a saída de Marina do governo, eu pude ter certeza de que ela realmente atrapalhava mais do que ajudava.

Afinal, a mídia ficou tão consternada…

Os ecologistas parecem que gostaram tanto dessa história de conservar a natureza que, a meu ver, perderam a noção do principal. A natureza deve ser preservada, mas isso não pode ser uma coisa que venha de encontro ao ser humano. A natureza é linda. Já foi fonte de tanta inspiração para poetas e pintores, mas nem sempre ela é nossa amiguinha.

A natureza não é nem a favor nem contra. Ela simplesmente é assim e pronto. E a trajetória da cultura humana é a luta incessante do homem versus natureza. A luta contra os predadores; contra as intempéries e muitas vezes, contra o próprio semelhante: hominem lupus lupui.

Até o final do século dezenove, a natureza estava ganhando de goleada. Pestes, tufões, vulcões e terremotos matavam milhões de seres humanos. A engenharia ainda engatinhava.

Com o desenvolvimento da ciência, o jogo virou. O homem resolveu se vingar e passou a humilhar sua antiga vilã. Florestas foram arrasadas; inúmeras espécies animais foram dizimadas; a caça era – acho que ainda é – um esporte de “gente bem”.

Aqui no Rio de Janeiro, houve o arrasamento do Morro do Castelo, pois achava-se que ele era símbolo do atraso. Afinal, as pessoas, após deliciarem-se com óperas de Puccini e Verdi, saíam do Theatro Municipal e se deparavam com aquele morro cheio de árvores (arg!) e até cabras pastando solenes. Coisa de caipira atrasado, diziam os almofadinhas para suas senhoras.

Gastou-se milhões de Réis (era assim que se fazia o plural de Real) com o arrasamento. Pura bobagem.

Mas, hoje em dia, o grande barato seria uma parceria homem-natureza. Muito a ver com o texto do Gustavo ou do Marcos sobre plantação de eucalipto (clique) etc.

Não dá pra ficar achando que a floresta é intocável, enquanto milhões de seres humanos precisam de crescimento econômico, emprego e qualidade de vida. Crescimento que, evidentemente, afeta a floresta.

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Postado em Desenvolvimento, José Marcio Tavares, Política Brasileira | 1 Comentário »

Governo gasta R$ 13 mil com itens como sabão e lustra-móveis

Postado em 19 dEurope/London março dEurope/London 2008

Por José Márcio Tavares*

Matéria publicada ontem na Folha Online, em 18/03/2008, dizia:

Compras do governo federal para esta semana incluem 48 odorizadores de ar para a Presidência –nas fragrâncias cítrica, amadeirada, lavanda ou floral–, 300 lustra-móveis e 1.682 caixas de sabão em pó. Os itens custam, ao todo, R$ 13 mil, informa a coluna de Mônica Bergamo na Folha desta terça-feira (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).

Além disso, o governo vai colocar no seguro 31 veículos da Presidência –o contrato custará, ao todo, R$ 48 mil.

Todos os veículos são anteriores a 1999.

Sra Jornalista,

Que matéria mais idiota essa do sabão em pó. Tanta coisa importante acontecendo e os arautos da direita se preocupando com bobagens desse tipo. Leia o resto do artigo »

Postado em José Marcio Tavares, O que deu na Imprensa, Política Brasileira | 3 Comentários »

Meus comentários sobre debate de segunda-feira entre César Benjamin e Carlos Lessa sobre a Transposição do São Franscico

Postado em 12 dEurope/London março dEurope/London 2008

* José Marcio Tavares

O debate de ontem (10/03/2008) foi muito esclarecedor. Havia duas concepções completamente distintas na mesa.

A concepção do professor Lessa é a de que a migração para a cidade é inexorável.

A de Cesar Benjamim defende que se deve preservar o sertanejo. Para isso, o estado deve melhorar sua vida com “pequenas” obras tais como as das cisternas. Nada de “megalomania”.

Por isso eu achei que ambos estavam corretos em suas explanações. Cada um coerente dentro da sua visão. Leia o resto do artigo »

Postado em Conjuntura, Desenvolvimento, José Marcio Tavares | 3 Comentários »

Sobre o tal “aparelhamento” do Estado?

Postado em 8 dEurope/London março dEurope/London 2008

José Marcio Tavares *

Diariamente se lê no PIG (Partido da Mídia Golpista) que o governo aparelhou o estado. Mas o que significa esse termo “aparelhou o estado”? Para a imprensa isso significa que: o PT e seus aliados estariam usurpando o que não lhes pertence ao colocar em cargos de confiança militantes e “apadrinhados”.Embora esse tipo de argumento não tenha nem o mérito de ser novo, pois a mesma coisa diziam de Getúlio no seu segundo mandato, Juscelino e Jango. A UDN no estado da Guanabara e o PSDB e PFL, segundo a imprensa, nunca teriam cometido esse pecado… Estranho, não é? No governo FHC, onde havia tucanos em toda a estrutura administrativa,  essa expressão – ” aparelhar o Estado” – nem mesmo era usada. Alguém se lembra?

O que têm esses três governos (Juscelino, Jango e Getúlio) em comum com o de Lula? Leia o resto do artigo »

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Eliane, Continue tentando!

Postado em 1 dEurope/London março dEurope/London 2008

José Marcio Tavares *

Cara jornalista Eliane Cantanhêde,

Li seu artigo (clique aqui , aqui ou aqui) onde demonstra suas preocupações com o “azedamento” da CPI da Tapioca. Vi que esse “azedamento” fez com que você já levantasse a bola de uma mais novíssima proposta de CPI…

Fico sensibilizado com sua tenacidade. É digno de profunda admiração o empenho da senhora em tentar derrubar o governo do presidente Lula. Quantos conselhos interessante a senhora dá à oposição no seu espaço panfleto-jornalístico! E eles não aproveitam… Leia o resto do artigo »

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Troca de emails com o Senador Heráclito Fortes. CARTÕES CORPORATIVOS: dois pesos e duas medidas.

Postado em 24 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Por José Marcio Tavares *

Prezado Senador Heraclito Fortes,

Compreendo o desejo de seu partido apoiar a instalação da CPI dos cartões corporativos. Mas por uma questão de coerência e justiça, não seria conveniente aos Democratas também apoiar a instalação de uma CPI equivalente para o governo do estado de São Paulo. Lembre-se, Excelência, que o volume de gastos totais e de gastos na boca do caixa foram maiores no estado de São Paulo do que no governo federal.

Cordiais saudações,

José Marcio Tavares

Rio – RJ

RESPOSTA DO SENADOR:

> Sr.Márcio,

> O Senado Leia o resto do artigo »

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Carta a MIRO TEIXEIRA: por uma NOVA LEI DE IMPRENSA, sem remendos casuísticos.

Postado em 23 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Por José Márcio Tavares *

Prezado Deputado,

Estou lhe enviando esta carta, porque concordo que a Lei de Imprensa atual é arcaica e inconstitucional. Então não seria a hora de se discutir uma nova LI completamente reformulada e modernizada?

Mas também não acho correto que a mídia possa condenar sem provas. É errado que os jornalistas acusem cidadãos sem o instituto do contraditório e da presunção da inocência.

O senhor como deputado, jornalista e advogado tem, na minha opinião, obrigação de trabalhar por uma lei que controle os excessos da imprensa. Do contrário, vai passar a impressão de que o senhor foi apenas corporativista. Ou, pior, que tentou bajular as corporações de mídia e, de quebra, ter mais espaço em seus veículos de “informação”. Afinal, o senhor tem tudo para mudar a situação sem pedir auxílio de outro poder da república. O que houve, na minha opinião, foi mais uma intervenção do Judiciário na vida política do Brasil. O pior é que, desta vez, o senhor me perdoe a sinceridade, provocada por um parlamentar que eu sempre considerei honrado e progressista.

A decisão do STF, apesar de correta do ponto de vista constitucional, foi claramente casuística porque seu intuito foi o de barrar os processos movidos por membros da Igreja Universal Leia o resto do artigo »

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DERAM MOLE PARA KOJAK

Postado em 13 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

José Márcio Tavares

Lá no Engenho de Dentro, a gente dizia: “quem dá mole pra Kojak acaba sempre dançando”. E, na minha opinião, alguns companheirinhos que estão no governo erraram no uso dos tais cartões corporativos. Erraram mesmo e não adianta muito ficar dizendo que na época do FHC era pior. Se antes era pior, é porque agora é ruim. Pura lógica. E o próprio presidente disse no seu discurso de posse, em 2003, que “nós não podemos errar”. Ele exagerou, claro. Mas errar de forma tão bisonha é triste, gente.

Estou dizendo isso com o intuito bem diferente do PIG (Partido da Imprensa Golpista). Eu quero é defender o governo Lula. Tanta coisa importante pra se debater neste país e os caras ajudam a criar uma crise por não saberem (isso, na melhor das hipóteses) usar uma droga de cartão de crédito. Quero defender o governo Lula dos aloprados que, vira e mexe, mais atrapalham do que ajudam.

Usar o cartão corporativo indevidamente e, depois da denúncia, devolver o dinheiro é assumir que errou. Ora, será que esse pessoal não sabe que tem o Portal da Transparência? Não sabe que a oposição está sempre louca pra pegar um deslize? (aliás, oposição existe pra isso mesmo. Quando o PT era oposição, não deixava passar nada). Não sabe que tem o TCU? Leia o resto do artigo »

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