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Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Gustavo Santos':

Banco Mundial concorda com o Desemprego Zero

Postado em 18 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Em um artigo de dezembro passado escrevemos um artigo dizendo que o Brasil é o país que pode fazer a diferença para tirar o planeta de inércia e colocar em prática políticas efetivas de combate ao efeito estufa (clique aqui para ler).

Agora é a vez do Banco Mundial colocar o Brasil nesta posição…

O BRASIL É PARTE DA SOLUÇÃO

Por Pamela Cox

vice-presidente do Banco Mundial para a América Latina e o Caribe. Leia o resto do artigo »

Postado em A POLÍTICA AMBIENTAL externa está equivocada?, Desenvolvimento, Gustavo Santos, Internacional | Sem Comentários »

ATORES da GLOBO CHORAM no SENADO FEDERAL com BISPO Cappio da GREVE de FOME para tentar barrar a obra da TRANSPOSIÇÃO DO SÃO FRANCISCO

Postado em 15 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

   Gustavo Antônio Galvão dos Santos *

Chorar e fazer greve de fome foram as formas encontradas por aqueles que são contra a obra. Ora, apesar da mídia oligopolista, estamos em uma democracia. Chorar e fazer greve de fome são tentativas de comover as pessoas antes de passar a elas as razões de ambos os lados.

Chorar em uma audiência pública onde deve prevalecer o debate racional e fazer greve de fome são atitudes anti-democráticas. É interceder o debate aberto. Evitar o debate é impor a própria opinião. Autoritarimente.

Esse Bispo e a Letícia Sabatella têm todo espaço do mundo para colocar seus argumentos, porque a imprensa é contra a obra e contra o governo. Já colocaram esses argumentos e foram vencidos pela realidade. Os argumentos não se sustentam (clique aqui). Segundo reportagem da folha que segue abaixo, o Bispo e a Atriz repetiram no Senado que o “problema da Transposição é que ela vai favorecer empresas” e não apenas servir como água para beber. Se isso for um argumento, é tão falso como a “epidemia de febre amarela da Eliane Catanhedê” e os “Cartões corporativos hiper-transparentes de FHC e do Serra”. Esse Bispo é mais um factóide da imprensa para atacar o governo. Esse Bispo só pode ser um lunático e em qualquer outro país não conseguiria tantos holofotes. É óbvio que a água vai favorecer e precisa favorecer empresas. Graça a Deus! A imensa maioria da água consumida no planeta é utilizada para atividades produtivas. Não há indústria ou agricultura possíveis sem água. Só para terem uma idéia, li outro dia em uma revista que para produzir um ovo são necessários nada menos do que 197 litros de água!

 Sem atividades produtivas não há emprego. São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador e Los Angeles são cidades abastecidas com águas transpostas de rios. E não venham me dizer que essa água é só para beber. A maior parte dessa água vai para atividades produtivas, que sustentam o imenso número de empregos dessas cidades. E porque essas cidades podem ter atividades produtivas modernas e o sertão não pode?? De onde o Bispo acha que pode impor sua vontade retrograda sobre o que realmente deseja o sertanejo? E o sertanejo, sabiamente deseja a obra.

No sertão não tem emprego, por isso que as grandes metrópoles estão entulhadas de nordestinos em busca de algum esperança que não puderem encontrar na própria terra. É preciso gerar emprego de qualidade no Nordeste. E sem um fluxo contínuo de água isso simplesmente não é possível. Com água, o Nordeste pode se tornar a Califórnia Brasileira (clique aqui para ler).

Não podemos esquecer que transposição foi a obra mais debatida da nossa história (idealizada há mais de 100 anos e discutida seriamente há mais de 10 anos). Clique aqui para ler sobre isso.

Leiam abaixo o que aconteceu segundo o relato da Folha de São Paulo:

Participantes de debate sobre transposição do São Francisco batem boca no Senado

RENATA GIRALDI
da Folha Online, em Brasília

O debate sobre a transposição do rio São Francisco colocou em lados opostos os defensores do projeto –como o ministro Geddel Vieira (Integração Nacional) e o deputado Ciro Gomes (PSB-CE)– e os contrários –o bispo de Barra (BA), dom Luiz Flávio Cappio, e o senador César Borges (PR-BA). O clima ficou tenso e eles chegaram a bater boca Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, Gustavo Santos, Política Brasileira, Política Econômica, Transposição do São Francisco: redenção ou desastr | 24 Comentários »

A “CENSURA-PRÉVIA” DO CARRO ALEGÓRICO SOBRE O HOLOCAUSTO FOI UM DESRESPEITO E UMA OFENSA

Postado em 10 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Coloco abaixo um post de Lígia Frias do blog A Lanterna de Psique. E comento abaixo.

É DE ARREPIAR! – COMENTÁRIOS AO TEXTO ” O LADO NEGRO DA FORÇA – SARAVÁ E MAZEL TOV ” DE SÉRGIO BESSERMAN

Caro Sérgio, concordo com você: não foi censura. Estamos em uma democracia e o que ocorreu foi o acolhimento, pela justiça, de um pedido em que se alegou “vilipêndio ao sentimento religioso”. Respeito. Ação é realmente um direito abstrato e incondicionado.
O que entristece é constatar que a democracia no Brasil é da minoria, não da maioria. Serve aos que tem força política e $. Neste contexto, a discussão sobre a proteção ao direito das minorias fica comprometida.
No Brasil, são os milhares de descendentes de negros caçados por portugueses na África, separados de suas famílias e trazidos para as senzalas do Brasil (tão bárbaras qto os campos de concentração) os excluídos. Talvez, até, eles tenham passe-livre em alegorias e alas carnavalescas por encontrar no evento a sua maior possibilidade de expressão – é onde podem protestar pelo tratamento indigo e por sua exploração. A minoria dominadora, no entanto – com embasamento histórico, claro – associa o evento à balbúrdia e o protesto perde a força. Conveniente… Leia o resto do artigo »

Postado em CULTURA, Desenvolvimento, Gustavo Santos, Política Brasileira | 3 Comentários »

Por que as tarifas foram para os céus?

Postado em 4 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Gustavo Antônio Galvão dos Santos

Eduardo Kaplan Barbosa

José Francisco Sanches da Silva

Ronaldo da Silva de Abreu   Versão para impressão

“É estranho o Brasil ter uma tarifa elétrica tão cara sabendo-se que a energia brasileira vem primordialmente a partir da água, que é renovável e gratuita. Como, então, conseguimos ter uma tarifa tão próxima a de países que são dependentes de um petróleo cada vez mais caro e que praticamente não têm rios para a produção de energia?” Técnico do setor

O PROBLEMA 

Acabou a era da hipocrisia. O “rei está nu”. A organização do sistema elétrico implantada em 2004 não foi e nunca será capaz de resolver problemas fundamentais decorrentes da privatização realizada no governo FHC. Simplesmente porque não enfrentou os grandes problemas do modelo que ficaram evidentes no Apagão de 2001. Faltou ao governo enfrentar os grandes interesses envolvidos. Nesta recente organização, o interesse público entrou pela janela, pediu para sentar no cantinho e, tímido, pouco levantou o dedinho para fazer sugestões. Houve diversas melhorias em relação ao modelo do governo anterior que havia levado o país ao apagão. Mas ainda deixa muito da desejar. Leia o resto do artigo »

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Arranjos Produtivos Locais – APL e Desenvolvimento

Postado em 26 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

Gustavo Antônio Galvão dos Santos

Eduardo José Diniz

Eduardo Kaplan Barbosa

Bruno Galvão dos Santos

Artigo escrito para o Seminário Nacional Arranjos Produtivos Locais como Instrumento de Desenvolvimento promovido pelo BNDES.

Versão para impressão

O Brasil tem sofrido uma longa crise econômica nos últimos 25 anos. Não é uma crise decorrente de nossa incapacidade técnica, pois já crescemos mais com menos conhecimento econômico e tecnológico. Não é uma crise decorrente de caos internacional, pois já crescemos mais em um mundo em depressão e em guerra. Não é uma crise de governabilidade, pois já crescemos mais em épocas realmente conflituosas e de antagonismo político.

Esta é uma crise de fé. De falta de fé na capacidade de compreendermos nossos próprios problemas e decidirmos nós mesmos como solucioná-los, ainda que essa decisão possa conflitar com as decisões usualmente tomadas e usualmente sugeridas. Leia o resto do artigo »

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IPTU x CÉSAR MAIA

Postado em 18 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

Gustavo Antônio Galvão dos Santos

Não nutro nenhuma simpatia pelo César Maia. Motivos não me faltam.

Entretanto, não vejo com bons olhos esse movimento contra o pagamento de IPTU. Isso me cheira muito a história contra a CPMF.

A CPMF era um imposto que incidia fortemente contra o patrimônio e era muito difícil de ser sonegado. Era, portanto, um dos poucos impostos progressivos do país. Imposto progressivo é aquele que incide relativamente mais sobre o rico do que sobre o pobre.

A CPMF era mais progressiva que os impostos sobre consumo ou valor agregado como ICMS, ISS, IPI, etc. Era também mais progressiva do que o imposto de renda, pois o patrimônio financeiro é mais concentrado do que a renda e porque os mais ricos que são os grandes sonegadores de imposto de renda. Os assalariados são tributados na fonte e não tem acesso aos mais famosos escritórios de advocacia. A CPMF ainda ajudava a combater a sonegação de imposto de renda daqueles que vivem do patrimônio.

Fizeram uma violenta campanha contra a CPMF e venceram.

O IPTU tem algumas características similares à CPMF. É certamente o imposto mais progressivo do país. E é muito difícil de ser sonegado…

Essa similitude entre os dois impostos nos leva a pensar. A sociedade é induzida a se revoltar “justamente” contra os impostos mais justos…

Se continuar assim, vamos acabar com um sistema tributário ainda mais injusto do que já é. Leia o resto do artigo »

Postado em Comentários sobre a Imprensa Brasileira, Conjuntura, CPMF: e agora?, Gustavo Santos, Política Econômica, Política Social | 11 Comentários »

Educação no Brasil: um índice para avaliação de políticas e o impacto do BNDES na educação

Postado em 15 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

Gustavo Antônio Galvão dos Santos
Luís Otávio de Abreu Reiff
Fernando Henrique Tavares
Letícia Vieira Corrêa
Gisele Ferreira Amaral

Este trabalho visa propor um método de composição de indicadores sociais que seja útil na avaliação de políticas públicas. Esse método será utilizado na criação de um índice composto de educação. O índice será disponível anualmente por município.

Nas últimas duas décadas, no Brasil, o planejamento econômico tem sido fortemente atacado. Em particular durante os governos Collor e FHC, o planejamento econômico mais geral foi quase completamente desativado. Esse processo começou a ser revertido muito recentemente com o programa de aceleração do crescimento – PAC e seus rebentos setoriais na educação e na saúde. O mais parodoxal nesse combate ao planejamento público é que a administração de grandes empresas privadas é altamente científica. No setor privado tudo é cuidadosamente planejado a longo prazo.

O setor público, por ser muito maior e exercer atividades muito mais fundamentais do que qualquer empresa privada, necessita de um planejamento ainda mais cuidadoso e científico. Mas para o setor público o planejamento é mais complexoe não só pelo tamanho. Uma empresa privada visa o lucro. Essa é praticamente a única finalidade de uma empresa privada. Qual é a finalidade última do governo?

Essa questão não possui uma resposta fácil. Supostamente seria o bem-estar de seus cidadãos. Mas não é possível medir essa variável de forma não contestável. Leia o resto do artigo »

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O EMPREGO FORMAL NO BRASIL E O PAPEL DO BNDES: 2000-2005

Postado em 15 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

Luís Otávio de Abreu Reiff*
Gustavo Antonio Galvão dos Santos*
Luís Henrique Rosati Rocha+

O BNDES foi fundamental no processo de industrialização brasileira, financiando a estruturação de vários setores que contribuíram e continuam contribuindo para o crescimento do país. A indústria automobilística, a infra-estrutura de transportes e elétrica, a petroquímica e o setor de papel e celulose, a modernização da agricultura são exemplos do papel do BNDES.

Não é preciso falar da importância desses setores para a maturidade da economia atual do país. Só para citar um exemplo, a balança comercial do Brasil não teria a robustez atual se durante anos o país não tivesse investido tanto na capacidade competitiva desses setores.

Procurando contribuir para este debate, este estudo apresenta um indicador que mede o efeito do desembolso do BNDES sobre o nível de emprego com carteira de trabalho gerado. Este indicador será uma estimativa de um modelo de regressão do volume de emprego formal em relação ao volume de desembolso.

Porque a informalidade é um fenômeno tão expressivo no Brasil? A resposta é idêntica para todas as nações subdesenvolvidas. Nessas nações, a economia moderna é pequena em relação à população. Informalidade não é apenas uma questão de rigidez na legislação trabalhista, mas, principalmente, de falta de atividade econômica moderna, ou em termos mais claros, de falta de crescimento econômico. O emprego informal, em geral, é apenas uma alternativa de sobrevivência quando faltam melhores opções aos trabalhadores.

 Artigo em .pdf clique aqui para ler >>

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