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Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Gustavo Santos':

DEBATE II, porque o conceito de poupança é subvertido para defender as políticas conservadoras do Banco Central

Postado em 27 dEurope/London março dEurope/London 2008

Gustavo Antônio Galvão dos Santos *

Caro Pedro,

Agradeço seus comentários novamente. Sobre o último post que publiquei:

** DEBATE **: O BANCO CENTRAL DO MEIRELLES ESTÁ CERTO OU ESTÁ SABOTANDO O DESENVOLVIMENTO DO BRASIL

Vou tentar pontuar esses argumentos, assim como os de outros colegas que comentaram.

Desculpe, vou usar um pouco de ironia, primeiro porque quero sublinhar as idiossincrasias de certas teorias, segundo porque estou muito cansado e está difícil ser mais suave, terceiro porque há umas coisas que são melhor compreendidas com um certo humor.

Obrigado,

Meus comentários estão em azul.

Pedro Disse:

Gustavo, não entendi seu argumento sobre poupança e investimento.

Imagine que João possui uma banana e Zeca, uma maçã. Ambos plantam as sementes de cada fruta (capital), trabalham e geram 11 bananas e 11 maçãs, respectivamente. Ou seja, o PIB (fluxo) é 10 bananas e 10 maçãs. Possivelmente (não é necessário), eles realizam trocas e cada um termina com cinco bananas e cinco maçãs para consumir no período em questão.

CASO 1: Se ambos consumirem as cinco bananas e cinco maçãs (ou a sua produção autônoma, caso não tenham ocorrido trocas), não há capital para o período seguinte, e a produção será menor, ou até mesmo zero, caso capital seja um insumo essencial (obviamente, como nesse exemplo e em toda a atividade agrícola). Recessão.

Caro Pedro,

Como eu já disse, não vivemos em um planeta onde só existe 2 pessoas e dois tipos de frutas e no nosso mundo banana não tem semente. Esse mundo Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, Gustavo Santos, Política Brasileira, Política Econômica, Propostas de Mudanças para o Banco Central | 18 Comentários »

Solução do semi-árido nordestino está na gestão da água. Mas para isso é necessário a Transposição do São Francisco?

Postado em 26 dEurope/London março dEurope/London 2008

Gustavo Antônio Galvão dos Santos *

Este blog se propõe a ter o maior conjunto de artigos de debates sobre a transposição do São Francisco. Somos a favor, mas colocaremos todos os artigos que sugerirem, sejam eles contra ou a favor.

Nesse espírito, envio o artigo abaixo contrário à Transposição. Mais uma vez baseiam a argumentação pelo romantismo retrogrado que ver o sertanejo sempre com aquele terninho de couro caçando cabras e calangos no sertão.

Romantismo para os outros, porque esses defensores da “vida simples do sertão” adoram ter água encanada, luz elétrica, máquina de levar, geladeira, computador, automóvel, celular, dinheiro para viagens no exterior, etc. E não comem calango nem amarrados.

Nós do Desemprego Zero acreditamos que o sertanejo tem o direito de ter uma vida assim também, se quiser, e que não precisa emigrar para o Rio ou para São Paulo para poder lutar por isso.

Esse artigo é um dos melhores que eu vi contrários à Transposição, pois coloca alguns argumentos técnicos. O primeiro é que o Nordeste já tem muitos açudes. O segundo é que existem plantas e animais resistentes à seca que poderiam ser melhor utilizados.

Vamos à realidade:

  • 1) Como o Carlos Lessa disse no debate que ele fez com o César Benjamin na ABI, esses estoques de água em açudes têm Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento Regional, Gustavo Santos, O que deu na Imprensa, Transposição do São Francisco: redenção ou desastr | Sem Comentários »

** DEBATE **: O BANCO CENTRAL DO MEIRELLES ESTÁ CERTO OU ESTÁ SABOTANDO O DESENVOLVIMENTO DO BRASIL

Postado em 26 dEurope/London março dEurope/London 2008

Gustavo Antônio Galvão dos Santos *

Abaixo reproduzo umas trocas de comentários que tive com o economista Pedro. Pedro levantou pontos muito pertinentes sobre meu artigo anterior:

Por que o Brasil ainda é um dos que menos cresce entre os emergentes? Porque o Meirelles ainda não é Presidente da República

Fiz uma réplica sobre seus comentários esclarecendo meus pontos de vista. Gostei do resultado e resolvi colar aqui como um artigo para o blog. Acho que essa é uma discussão importante para os tempos atuais. Segue abaixo o debate:

Prezado Pedro,

Agradeço pelo comentário e pela forma tão educada de expor uma posição que é visivelmente tão divergente da minha. Não é fácil. Dou grande valor a isso.

O debate faz crescer a todos que participam. Vamos os pontos. Vou escrever em azul minhas posições, no meio de uma cópia do seu comentário.

Leia abaixo, por favor:

Caro,

senti falta de alguns pontos na sua análise. Se possível, gostaria de conhecer sua posição.

1) vc não mencionou em nenhum momento a palavra “poupança”. Na China e nos demais caso de sucesso na Ásia (Japão e tigres), a taxa de poupança interna é muito mais alta do que no Brasil (note que não se trata de poupança bruta, mas de taxa, que é determinada por fatores estruturais e não é signitivamente afetada pelo investimento prévio, como na análise keynesiana de curto prazo). Como a taxa de poupança baixa limita o crescimento, o quanto esse fator é que vem determinando o baixo crescimento brasileiro, e não o BC?

Os economistas ortodoxos confundem o conceito de poupança. No debate mais político tratam o conceito quase como o senso comum trata, como estoque de ativos, como uma caderneta de poupança. Mas na economia poupança é fluxo.

Não citei a palavra poupança porque ela é inútil. Na verdade, poupança no sentido que os economistas usam simplesmente não existe. Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, Gustavo Santos, Política Brasileira, Política Econômica, Propostas de Mudanças para o Banco Central | 13 Comentários »

Por que o Brasil ainda é um dos que menos cresce entre os emergentes? Porque o Meirelles ainda não é Presidente da República

Postado em 22 dEurope/London março dEurope/London 2008

Publicado originalmente no Crítica Econômica

Gustavo Antônio Galvão dos Santos *

Ao contrário do que tentam difundir certos candidatos a “sábios modernos”, economia não tem grandes mistérios. Qualquer estudante de economia sabe que existem 3 tipos de políticas macroeconômicas indutoras do crescimento: juros baixos, expansão dos investimentos e gastos públicos e câmbio desvalorizado.

Qualquer estudante sabe também que existem três tipos de políticas para redução da taxa de crescimento: juros altos, redução dos investimentos públicos e câmbio valorizado.

Qualquer estudante sabe também que, se os empresários estiverem muito otimistas e investindo muito, pode não ser necessário realizar políticas macroeconômicas adicionais indutoras do crescimento; mas se estiverem muito pessimistas ou não tão otimistas, será, sim, necessário colocar em prática políticas indutoras do crescimento. Desde que o governo tenha realmente como meta evitar a estagnação.

Essas proposições são matéria básica em qualquer curso de economia há pelo menos 55 anos. O jornalismo econômico e o debate político já as consideram triviais há ainda mais tempo.

Nesse sentido, o motivo pelo qual a economia brasileira segue semi-estagnada é cristalino. Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, Gustavo Santos, Política Brasileira, Política Econômica, Propostas de Mudanças para o Banco Central | 17 Comentários »

Obama mostra que será um grande estadista: Ele capitaliza e inverte Efeito negativo do discurso do pastor!

Postado em 19 dEurope/London março dEurope/London 2008

Comentada por Eduardo Kaplan e Gustavo Santos

“A indignação é real, é poderosa, e simplesmente pretender que desapareça, sem compreender suas origens só serve para aprofundar o abismo da compreensão que existe entre as duas raças”.

Ele consegue rejeitar o confronto que o tal pastor queria criar, talvez até para ajudar o Obama pelo possível instigamento do votos dos negros ou captando votos de brancos “com consciência pesada”. Diz ainda que as palavras do pastor foram de divisão e o que “precisamos é de união”. Rejeita, mas deixa claro que existe um abismo racial a ser transposto.

Barack Obama critica discurso de seu líder espiritual e defende união racial nos EUA

Do Globo online

O pré-candidato democrata à Presidência dos EUA Barack Obama fez nesta terça-feira um contundente discurso sobre as divisões raciais explicitadas na corrida presidencial americana. O senador falou abertamente sobre o ressentimento entre brancos e negros no país e a controvérsia causada pelo discurso de um pastor negro ligado à sua campanha. Leia o resto do artigo »

Postado em Eduardo Kaplan, Gustavo Santos, Internacional | 1 Comentário »

Chico de Oliveira: OBAMA, TOCQUEVILLE E A ILUSÃO AMERICANA

Postado em 28 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Artigo de Chico Oliveira, publicado hoje na Folha de São Paulo (para assinantes)

Retirado do Depósito do Maia

Concordo com o Chico de Oliveira que há uma enorme semelhança entre Hillary e Obama PT e PSDB (inclusive já ressaltei os problemas e origens dessas semelhanças, segundo minha opinião, CLIQUE). Mas discordo que sejam coisas iguais. O PT tem uma base popular que inevitavelmente o distancia do PSDB. A grande mídia ao menos pensa assim (sobre isso CLIQUE).

 Há diferenças importantes entre os políticos, mesmo quando do mesmo partido, se não de macro-ideologia, ao menos de coragem, tolerância, decência e sabedoria. Não diferenciar nesses casos, significa se abster de opinar no curto prazo sobre  de coragem, tolerância, decência e sabedoria. O que significa também pode significar perdas no longo prazo, que poderiam estar mais associadas às questões mais estruturais ou de interesse ideológico. Obama, por exemplo, teve coragem de dizer que os EUA precisam rever de forma significativa a posição em relação a Cuba. Vejam o que o Jefferson diz sobre Obama, CLIQUE.

Feitas minhas ressalvas, o texto do Chico de Oliveira é muito interessante e faz críticas corretas ao governo. Confiram:

OBAMA, TOCQUEVILLE E A ILUSÃO AMERICANA

Folha de São Paulo

Francisco  de Oliveira

Obama, com  seu terninho correto que faz par com o tailleur de Hillary Clinton, é tão  parecido com sua rival quanto o PT com o  PSDB

TOCQUEVILLE ESTÁ entre os  mais reputados teóricos da democracia, e seu livro clássico sobre a democracia  na América Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, Gustavo Santos, Internacional, Política Brasileira, Política Econômica, Política Social | Sem Comentários »

“A ESTRATÉGIA LULA “: Comentário do Sergio Telles no Conversa Afiada

Postado em 27 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Colei um comentário do Sergio Telles que encontrei no Conversa Afiada. Ele é otimista demais na minha opinião. Otimista nas boas intenções do governo e otimista na capacidade estratégica do governo. Mas ele coloca idéias interessantes. Confira:

Por Sergio Telles

O governo Lula trata a Globo e a mídia nefasta e golpista da mesma maneira que atua em relações internacionais: ao mesmo tempo que estimula os países parceiros, também procura ter boas relações com os aparentemente contrários (fundamentalmente os EUA de Bush). Se nossa política diplomática é considerada quase que de maneira unânime como acertada, não há porque duvidar que a política em relação à democratização da mídia seja acertada também. O governo não é anti-Globo e nem pode ser. Ele quer mais é que surjam dezenas de Globos com várias opiniões diferentes e com isso a expressão de pensamento fique mais democrática. Bater de frente com a mídia é errado, como já foi visto nos casos do Requião e do próprio Chavéz, resulta em desgaste institucional e perda dos 2 lados [Caro Sérgio, o José Marcio Tavares sugere incluir o Brizola nessa lista de exemplos]. O governo dá uma pernada na Globo incentivando o uso da internet (que cresce em ritmo superior a qualquer outro país do mundo) e tenta manter uma relação cordial pela frente, da mesma forma que efetua várias parcerias com o Chavéz e com o Fidel, e tenta ser um parceiro dos EUA na questão energética. Pelos índices de popularidade do governo, a estratégica, fora sobressaltos golpistas superados com classe, mostra completa correção e esse papo que o governo é medroso, eu insisto, diria, o governo é sim um grandioso estrategista que vai dar um xeque mate mais cedo ou mais tarde na grande mídia, matando ela de inanição. Ela continuará a existir mas perderá sua capacidade de manipulação, e já em 2010 sentiremos como a coisa estará bem clara.

CLIQUE AQUI para ler o artigo que deu origem ao comentário >>

Postado em Comentários sobre a Imprensa Brasileira, ELEIÇÕES, projetos e estratégias: 2008 e 2010, Gustavo Santos, Política Brasileira | 3 Comentários »

DEFENDER CONTROLE DE CAPITAIS É FUMAÇA que ajuda a FUGA do debate pelo MEIRELLES e seus JUROS extremamente ALTOS

Postado em 26 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Gustavo Antônio Galvão dos Santos * (agradeço ao Jonatas pela inspiração e provoco o Léo como motivação)

Nas Universidades de economia há uma enorme preocupação sobre se deve ou não haver controles de capitais. Eu não tenho nada contra esses controles. Mas a discussão sobre regulação de capitais nesse momento é dispersiva e inútil. Isso é debate acadêmico irrelevante politicamente para o momento atual, pois ninguém dá trela, ninguém que tem poder quer e o país não precisa.
A única discussão política útil hoje que interessa sobre a movimentação de dólares  é: os juros precisam cair muito e muito rapidamente!! (clique aqui para ler sobre isso)

O país precisa, todo mundo discute isso no ambiente político e jornalístico, a maior parte do empresariado quer e expressa isso de forma contundente e para os trabalhadores e para o governo é ótimo!

O setor financeiro é contra, parte do PSDB é contra, o DEM é contra. Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, Gustavo Santos, O controle de capitais é imprescindível para devolver, Política Brasileira, Política Econômica | 11 Comentários »