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Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Gustavo Santos':

O País não completou a industrialização

Postado em 17 dEurope/London junho dEurope/London 2009

Fonte: Monitor Mercantil

Brasil teve déficit de US$60 bilhões em metal-mecânica, química e alimentos.

“O Brasil não é um país industrilizado, apenas detém alumas regiões desenvolvidas”. Afirmação do economista Gustavo Santos em entrevista exclusiva ao Monitor Mercantil .  A defesa parte de um estudo no qual se propõe o desenvolvimento de indústrias dos setores metal-mecânico, químico e eletrônico na região Nordeste, a exemplo dos países desenvolvidos.

Clique aqui para ler na íntegra a entrevista

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Por que não uma montadora brasileira?

Postado em 17 dEurope/London junho dEurope/London 2009

Por Gustavo dos Santos e Rodrigo L. Medeiros

Fonte: Monitor Mercantil (17/06/09).

A crise oriunda do mercado de capitais norte-americano transbordou rapidamente para a chamada economia real. O episódio recente da intervenção do governo dos EUA na GM demanda reflexão sobre a importância estratégica de certas indústrias.

Os setores metal-mecânico, químico e eletroeletrônico respondem por algo entre 55% e 75% das exportações dos países mais desenvolvidos e dos tigres asiáticos. Chamamos esses setores de indústrias centrais em um artigo recentemente publicado na revista Custo Brasil, edição de fevereiro/março, páginas 26-39. Demonstramos então que a metal-mecânica é o núcleo duro da indústria dos países mais desenvolvidos e também como uma nova política industrial brasileira deveria prestigiar as regiões menos desenvolvidas, como é o caso do Nordeste, a partir de estímulos e ações indutoras da instalação competitiva de indústrias centrais. Leia o resto do artigo »

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A montadora nacional

Postado em 3 dEurope/London junho dEurope/London 2009

Interessa ao Brasil ter sua própria indústria automobilística?

Vamos a alguns dados do professor Rodrigo Medeiros, publicados no Blog.

Nos países mais desenvolvidos e nos tigres Asiáticos, os setores metal-mecânico, químico e eletroeletrônico respondem por algo entre 55% e 75% das exportações. Medeiros denomina a esses setores de “indústrias centrais”, em torno das quais se estrutura a industrialização, a inovação e a competitividade nesses países centrais.

Hoje em dia, Estados Unidos, a Europa e o Japão respondem por pouco menos de 70% dos gastos globais em pesquisa e desenvolvimento (P&D). Por isso, investir nesses setores deve ser prioridade nas políticas industriais dos países menos desenvolvidos, diz Medeiros.

Leia mais em Luís Nassif (blog)

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Novo Desenvolvimentismo: Nordeste e Brasil na eletrônica de montagem

Postado em 12 dEurope/London maio dEurope/London 2009

ARTIGO em PDF

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Desenvolvimento e industrialização do Nordeste pela eletroeletrônica

Postado em 10 dEurope/London maio dEurope/London 2009

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Por que as tarifas de energia foram aos céus? Proposta para que o Setor de eletricidade volte a ser público. PARTE 2

Postado em 20 dEurope/London setembro dEurope/London 2008

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Ou aqui

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Potencial de arrecadação municipal e o PMAT

Postado em 4 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Por Gustavo Antônio Galvão dos Santos

O Programa de Modernização da Administração Tributária e da Gestão de Setores Sociais Básicos (PMAT) tem o objetivo de financiar investimentos na melhoria da gestão tributária dos municípios. O programa tem origem no diagnóstico de que existe um potencial não explorado de arrecadação municipal.

O PMAT é um programa do BNDES lançado em agosto de 1997. O objetivo inicial do programa era contribuir para a melhoria da gestão tributária dos municípios. Posteriormente, o programa incluiu outros aspectos de gestão, como controle de gastos e racionalização do uso de recursos públicos, além de melhoria da qualidade de atendimento ao cidadão e maior transparência na ação governamental.                           

Este trabalho objetiva propor um método para estimar esse potencial. Essa estimativa será útil para os municípios e para o BNDES. Os primeiros poderão usá-la para fazer um pré-diagnóstico das suas deficiências arrecadatórias e, assim, planejar mais adequadamente seus projetos. O Banco poderá usá-la em três atividades fundamentais: fomento, avaliação de projetos e acompanhamento. Além de propormos o método, mostramos seus resultados para os dados municipais do Finbra – Finanças do Brasil de 2005.

Para ler mais clique aqui

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Por que as tarifas foram para os céus? Propostas para o setor elétrico brasileiro

Postado em 23 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Publicado originalmente em: Revista BNDES

Apresentação

Por: Gustavo Antônio Galvão dos Santos

O sistema elétrico brasileiro é um dos sistemas mais confiáveis e de mais baixo custo operacionais e ambientais do mundo. Todavia depois das privatizações a tarifa se tornou talvez a mais cara do mundo e temos tido recorrentes crises energéticas. A privatização do sistema criou uma enormidade de custos desnecessários e tornou o sistema menos confiável. Para que a energia tenha tarifas razoáveis, bom planejamento ambiental e confiabilidade é necessário voltarmos ao sistema de remuneração pelo custo e ter novamente a Eletrobrás no gerenciamento e planejamento do sistema.

A flexibilidade do sistema elétrico brasileiro permite que a demanda por energia cresça antes da oferta. Essa flexibilidade decorre do sistema ser uma única e grande reserva hídrica compartilhada, que funciona como uma imensa bateria, que pode produzir muito mais energia do que o consumo normal.

Estas particularidades foram herdadas do modelo criado pela Eletrobrás, a partir da década de 1960, período em que a estatal passou a ser responsável não apenas pelo funcionamento individual das usinas e pelo gerenciamento do sistema integrado, mas também pelo planejamento de sua expansão em longo prazo.

Todavia, treze anos após o início da privatização, temos uma das mais altas tarifas do mundo e o sistema perdeu confiabilidade. A situação do setor elétrico não é tão grave como foi no final do governo FHC, mas uma coisa é certa: qualquer tipo de solução para a crise de energia – seja definitiva ou emergencial – implica em revelar que o modelo de gestão do sistema elétrico implantado no governo FHC e, ainda seguido de forma reformada, não funciona sem soluções emergenciais e socorros do governo.

Para analisar tais questões, este artigo está dividido em quatro seções, na primeira seção, será apresentada uma avaliação da eficiência do modelo atual, a partir da evolução das tarifas energéticas nos últimos anos e de comparações internacionais. Na segunda seção, buscaremos analisar a formação e evolução do sistema energético brasileiro, identificando o papel exercido pelo Estado nas diferentes fases. Na terceira, tentaremos entender porque as tarifas estão tão caras no Brasil. Por fim serão apresentadas propostas para a reformulação do atual modelo.

Para ler na íntegra o artigo, clique aqui.

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