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Blog do Desemprego Zero

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O desafio do carro elétrico

Postado em 15 dEurope/London dezembro dEurope/London 2009

Por Luís Nassif

Um dos grandes desafios tecnológicos brasileiros será o de manter a liderança dos carros flex, mas não perder a próxima onda tecnológica, a do carro elétrico.

O trabalho “Carro elétrico, a revolução geopolítica e econômica do século XXI e o desenvolvimento do Brasil”, de Gustavo Antônio Galvão dos Santos, Bruno Galvão dos Santos, Rodrigo Loureiro Medeiros e Roberto Pereira D’Araújo – os dois primeiros economistas do BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico s Social), o terceiro professor de engenharia da Universidade Federal do Espírito Santo, a o quarto engenheiro eletricista – tenta responder a esse desafio.

A indústria automobilística é ponto central da indústria meta-mecânica, onde se concentram 70% das inovações e das exportações mundiais de manufaturas. Leia o resto do artigo »

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O futuro é verde

Postado em 12 dEurope/London dezembro dEurope/London 2009

Por Marli Olmos

Do Valor (11/12/09):

Chevrolet Volt, exposto no American International Auto Show: a General Motors renova ambições com seu carro elétrico, depois da experiência frustrada de 1996

Como numa trama policial, no filme “Quem Matou o Carro Elétrico?” buscam-se culpados pelo desaparecimento do EV (“electric vehicle”), um automóvel movido a baterias que de fato chegou a ser produzido pela General Motors e vendido na Califórnia em 1996. O documentário aponta quatro suspeitos pelo “assassinato”: as companhias petrolíferas, por motivos óbvios; a indústria automobilística, que estaria mais interessada nos lucrativos carrões movidos a combustão; as baterias, que, além de caras e pesadas, limitavam a autonomia; e o próprio consumidor, que, menos envolvido com a causa ambiental na época, não estava disposto a pagar por um veículo mais caro.

Lançado em 2006, o filme americano causou polêmica por exibir testemunhos de consumidores, políticos, ambientalistas e dirigentes das montadoras. Nos dias de hoje, no entanto, se alguém se interessasse em produzir um filme sobre o mesmo tema a história seria outra. O veículo movido a eletricidade certamente ganharia papel de herói, em substituição ao vilão do motor poluente, acusado como um dos principais responsáveis pelo aquecimento global. Leia o resto do artigo »

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Carro elétrico, a revolução geopolítica e econômica do século XXI e o desenvolvimento do Brasil

Postado em 1 dEurope/London dezembro dEurope/London 2009

Fonte: Revista Oikos 

Por GUSTAVO ANTÔNIO GALVÃO DOS SANTOS

BRUNO GALVÃO DOS SANTOS

RODRIGO LOUREIRO MEDEIROS

ROBERTO PEREIRA D’ARAÚJO  

Este trabalho analisa as grandes transformações mundiais possivelmente decorrentes da difusão do carro elétrico, que é a principal tecnologia para o novo mundo de baixo carbono. O automóvel revolucionou o século XX. A rede urbana, a estrutura econômica, a produtividade agrícola, a economia dos serviços, as grandes corporações se organizaram e cresceram por causa dele. A indústria automobilística foi sinônimo de desenvolvimento. Isso decorre também da sua importância dentro da metal-mecânica nas Indústrias Centrais, da qual faz parte também a química e a eletrônica. Essas indústrias correspondem a aproximadamente 70% das inovações e das exportações brasileiras feitas nos últimos 3 anos: pré-sal, etanol, metal-mecânica do diesel e carros populares e carnes. Para estar preparado para a tendência de motorização elétrica, o Brasil precisa também investir em carros elétricos e híbridos. A melhor forma de fazê-lo é através de campeões nacionais. A tecnologia mais promissora para o Brasil para abastecimento da motorização elétrica é provavelmente a célula combustível a etanol e só um campeão nacional pode garantir espaço de mercado para o país impor essa solução que lhe favorece.

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INDÚSTRIAS CENTRAIS E PIONEIRAS: UMA ANÁLISE SOBRE A CONCENTRAÇÃO E DINÂMICA REGIONAL BRASILEIRA COM FOCO NO NORDESTE E PERSPECTIVAS DE POLÍTICAS

Postado em 4 dEurope/London novembro dEurope/London 2009

Fonte: Anais do Seminário Internacional sobre o Desenvolvimento Regional do Nordeste 

Por Gustavo Antônio Galvão dos Santos

Bruno Galvão dos Santos

Rodrigo Loureiro Medeiros

Eduardo Kaplan Barbosa

Manuel Salazar Jarufe

Este artigo propõe uma estrutura analítica que busca compreender a dinâmica regional dos processos de industrialização e avaliar algumas soluções de política. Essa estrutura analítica se baseará nas características especiais dos setores metal-mecânico, eletroeletrônico e químico, chamados de Indústrias Centrais, em oposição às Indústrias Pioneiras, constituídas basicamente pela chamada indústria tradicional e commodities. As Indústrias Centrais gravitam em torno da metal-mecânica. Considera-se que o processo de desenvolvimento deve-se basear primeiramente nas Indústrias Pioneiras, porém este será incompleto e insatisfatório enquanto as Indústrias Centrais não forem consideradas prioritárias e seu peso não for significativo. Posteriormente buscar-se-á mostrar princípios para aplicação da teoria em análise de políticas industriais e regionais no Brasil e em especial no Nordeste. Hoje entre as Indústrias Centrais, se observada a experiência asiática, percebe-se que a eletroeletrônica é a de mais fácil implantação em uma região subdesenvolvida. Por esse motivo é sugerido que o Nordeste invista nessa indústria para avançar em seu processo de industrialização.  

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INTEGRAÇÃO DO RIO SÃO FRANCISCO COM AS BACIAS DO NORDESTE SETENTRIONAL: RACIONALIDADE ECONÔMICA E IMPACTOS NA DINÂMICA DE CRESCIMENTO DO SEMIÁRIDO

Postado em 4 dEurope/London novembro dEurope/London 2009

 

Fonte: Anais do Seminário Internacional sobre o Desenvolvimento Regional do Nordeste

Por Eduardo Kaplan Barbosa  e Gustavo Antônio Galvão dos Santos

Desde meados do século XIX, o Brasil vem implementando políticas de expansão da oferta hídrica no semiárido nordestino. Este artigo buscará compreender as possibilidades e restrições de suas vertentes em atuar como elementos de uma política de desenvolvimento regional. Para isso, centra sua análise no projeto de integração da bacia do rio São Francisco às bacias hidrográficas do nordeste setentrional, destacando seu efeito dinamizador não apenas da agricultura irrigada, mas de setores industriais e serviços urbanos. Para isso, o artigo comenta esforços teóricos na dimensão espacial da economia, centrados nos condicionantes da localização empresarial. A partir dessas contribuições, é apresentada uma síntese do corpo teórico do desenvolvimento regional, destacando principais as contribuições na identificação dos mecanismos causadores dos diferenciais de renda e das taxas de crescimento. O trabalho procura relacionar a ausência de garantia de suprimento contínuo de água com uma possível restrição à diversificação econômica. Argumenta-se que, ao fornecer um volume de água suficiente para homogeneizar níveis nacionais de consumo per capita, a integração da bacia do rio São Francisco às bacias hidrográficas do nordeste setentrional poderá ser um vetor de desenvolvimento econômico que viabilize um semiárido brasileiro mais rico e dinâmico.  

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Perspectivas de um pacto suprapartidário pelo desenvolvimento

Postado em 16 dEurope/London setembro dEurope/London 2009

Por Gustavo dos Santos e Rodrigo L. Medeiros

Publicado no Monitor Mercantil de 16/09/2009

Ao que tudo indica a sagacidade do presidente Lula conseguiu influenciar os rumos dos debates políticos de 2010. O debate do pré-sal deverá polarizar ideologicamente governo e oposição. Pensamos que essa polarização não deveria ser objeto de desagregação política. Afinal, quem é contra o desenvolvimento brasileiro?

Há certamente visões conflitantes sobre como esse processo de desenvolvimento se daria. Nada de anormal em uma democracia que busca se aprofundar e consolidar. Ademais, o jogo político prevê o dissenso e o contraditório em sistemas democráticos, ainda que muito imperfeitos.

Defendemos que o pré-sal poderia se tornar peça de um importante pacto novo-desenvolvimentista por compreendermos que os setores metal-mecânico, químico e eletroeletrônico respondem por algo entre 55% e 75% das exportações dos países desenvolvidos e dos tigres asiáticos, e por mais de dois terços das patentes industriais. Chamamos esses setores de indústrias centrais.

As indústrias centrais constituem a base das inovações e da competitividade das nações desenvolvidas, cujos gastos em P&D respondem por 70% dos globais. Quem desejar se tornar desenvolvido precisará estar presente competitivamente nessas indústrias. Leia o resto do artigo »

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Carro elétrico é a senha para montadora nacional

Postado em 19 dEurope/London agosto dEurope/London 2009

Fonte: Revista Custo Brasil

Por Gustavo dos Santos e Rodrigo Medeiros

O Brasil está diante de uma oportunidade única: a criação de uma indústria automobilística nacional. Não exatamente de uma montadora convencional. O País deve aproveitar seu potencial para a produção de um veículo híbrido ou elétrico. A vocação natural do Brasil aponta para a produção de veículos movidos a células a combustível. Elas substituem as baterias nos carros elétricos e podem ser abastecidas com combustíveis líquidos, em particular metanol e etanol. O espelho a ser seguido é o da montadora chinesa Byd, que pretende produzir oito milhões de carros elétricos até 2025.

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Nacionalização da GM, o carro elétrico e o futuro do Brasil

Postado em 12 dEurope/London agosto dEurope/London 2009

Por Gustavo A. G. dos Santos e Rodrigo Medeiros

Fonte: Valor Econômico (12/08/2009)

Carro elétrico terá impacto profundo nas exportações brasileiras, muito dependentes de uma em breve anacrônica cadeia metal-mecânica

A crise financeira levou a GM à concordata, desmembramento e nacionalização. A estatização sempre foi tabu nos EUA. Para entendê-la, é preciso compreender a importância do setor.

Os setores metal-mecânico, químico e eletroeletrônico respondem por algo entre 55% e 75% das exportações dos países desenvolvidos e tigres asiáticos e mais de dois terços das patentes industriais. Chamamos esses setores de indústrias centrais em artigo recente publicado na revista “Custo Brasil”, em março.

As indústrias centrais constituem a base das inovações e da competitividade das nações desenvolvidas, cujos gastos em P&D respondem por 70% dos globais. Quem deseja se tornar desenvolvido, precisa estar presente competitivamente nessas indústrias. Leia o resto do artigo »

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