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Blog do Desemprego Zero

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PT como álibi da VEJA contra Nassif

Postado em 19 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Bruno Galvão

Luís Nassif tem feito acusações sérias contra a  Veja (clique aqui). O Grupo Abril sempre tão agressivo, agora está na defensiva. E vejam vocês, quem eles utilizam como álibi de que nunca usaram de calúnia? O PT. Aquele partido que juntamente com o Lula foram diversas vezes caluniados. Aliás, qualquer pessoa que não concorde com as posições políticas dos tucanos pode ser chamada de petralha (a mistura de petista com irmãos metralhas). O que afinal é comparar todas as pessoas que possam ter uma posição favorável ao Lula aos irmãos metralhas? Mas, a estratégia idiota do PT e, principalmente do Lula, de evitar o confronto com as forças conservadoras está sendo cobrada a fatura de novo. Na época do acidente da TAM o Lula foi chamado de assassino diversas vezes e não processou ninguém. Infelizmente, devido à força do dinheiro do Grupo Abril e possivelmente do banqueiro Daniel Dantas e ao conservadorismo de muitos juízes brasileiros, o Luis Nassif corre o risco de ser processado, CALADO e ter a PUBLICAÇÃO de seu LIVRO PROIBIDA por levantar acusações importantes. Leia o resto do artigo »

Postado em Bruno Galvão, Comentários sobre a Imprensa Brasileira, Política Brasileira | 2 Comentários »

BRASIL: Firme e cego RUMO À INSIGNIFICÂNCIA ECONÔMICA

Postado em 12 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Bruno Galvão *

As recomendações econômicas para o Brasil são as mesmas há mais de 20 anos: “responsabilidade” fiscal, banco central exclusivamente preocupado com inflação, reformas liberalizantes, abertura comercial e financeira, privatização e diminuição do tamanho do Estado. Desde os fins dos anos 80, a equipe econômica acredita e executa esse tipo de política. Desde 1990, o Banco Central com a desculpa de estar preocupado exclusivamente com a inflação mantém as taxas de juros reais mais altas do mundo. O Brasil praticou uma radical e unilateral abertura comercial e financeira. Diversas reformas foram realizadas. Em quase todos os anos entre 1990 e 2007 o Brasil manteve substanciais superávits primários. O resultado é conhecido: aumento do desemprego, perda da competitividade brasileira, deterioração da infra-estrutura e crescimento muito abaixo da média dos outros emergentes. Em 1980, o Brasil tinha quase 11% do PIB do mundo subdesenvolvido. Em 2008, esse valor deve ser inferior a 5,5%. Essa mudança ocorreu basicamente após 1990, quando essa sugestão de políticas fiscais e monetárias restritivas, reformas e políticas de modernização da economia foram implementadas.

E, de novo, continuamos ouvindo o mesmo discurso. Hoje, o Blog do Nassif apresenta uma sugestão do FT para o Brasil. Continuam a mesma: gastos mais sábios do governo, estímulos ao setor privado, aumento da produtividade, reforma fiscal e trabalhista. Eu espero que todas as empresas buscam aumentar sua produtividade e não acredito que esse tipo de conselho possa vir a mudar a atitude das empresas. O que seria estímulo ao setor privado? Redução ainda maior do setor público? É um engano acreditar que Estado forte atrapalha o desenvolvimento de empresas desenvolvidas. Ao contrário, as principais empresas do mundo estão em países com Estado forte, como os dos EUA, França, Coréia, China e Japão. Estados fracos são os da África e da América Central. Aliás, república de banana significa isso: qualquer empresa multinacional derruba ou manipula os governos. Mas, ouvimos todos os dias na imprensa que Estado forte é sinônimo de subdesenvolvimento…. Será? Leia o resto do artigo »

Postado em A POLÍTICA AMBIENTAL externa está equivocada?, Bruno Galvão, Desenvolvimento, ELEIÇÕES, projetos e estratégias: 2008 e 2010, Internacional, Pleno Emprego, Política Brasileira, Política Econômica, Propostas de Mudanças para o Banco Central | 5 Comentários »

PELA VOLTA DO “ANTIQUADO”

Postado em 7 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Bruno Galvão

Infelizmente, no Brasil hoje, é “antiquado” defender que políticas fiscais e monetárias expansionistas resultam em crescimento acelerado. A moda no Brasil é defender superávit público e políticas monetárias e fiscais “responsáveis”. Políticas que em outros tempos eram chamadas de recessivas ou restritivas. A dicotomia  expansionista X restritiva  é considerada hoje fora de moda. A dicotomia moderna é: “irresponsável” X “responsável”.

É triste ver que a crítica econômica hoje se concentra em regulação financeira. O debate econômico praticamente se restringe à preocupação de impedir crises financeiras. Mas, deve-se perguntar: a quem isso interessa? Eu, particularmente, não estou preocupado se os bancos americanos estão tendo prejuízo ou não. Como 99,9999% dos brasileiros, não tenho ações de banco americano ou europeu. Com quase US$ 200 bilhões de reservas, essa crise dos bancos americanos só vão afetar os brasileiros porque o Meirelles sempre está procurando justificativas para o aumento da taxa de juros. E até surgir essa crise estava difícil de achar motivos para o BC não abaixar os juros. Por favor, pelo menos nós progressistas, não vamos ter medo de sermos “antiquados”, ou seja, precisamos voltar a discutir política monetária e fiscal usando o úteis conceitos: expansionista e restritivo.

Pelo menos nisso, poderíamos imitar os EUA. Lá não há dúvidas, se a economia está em risco de entrar em crise, democratas e republicanos são unânimes: os juros têm que baixar e os gastos do governo subir. No Brasil é o contrário!! Logo que aparece uma crise já vem o BC e a imprensa pedir corte de gasto e aumento dos juros.

Não superestimemos a questão da regulação financeira. A taxa de câmbio mostra que no atual cenário apostar em fugas de capital é uma loucura. Eventualmente, se a diretriz da política econômica mudar, poderá haver alguma necessidade de regulação financeira.

Porém, a questão principal agora é ganhar o debate sobre a funcionalidade da políticas monetárias e fiscais. A despeito dessas considerações, o Nassif traz um bom texto sobre regulação financeira hoje (clique aqui). Apesar da crise americana trazer problemas, eu prefiro muito mais estar na situação dos EUA. Leia o resto do artigo »

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Mais comentários sobre a Tapioca

Postado em 1 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Bruno Galvão

Para ficar claro a respeito do artigo a Farra da Tapioca, é claro que a corrupção deve ser punida. Uma discussão de corrupção de R$ 8,30  (ou seja, 0,000000001% do orçamento do governo) ter tanto destaque significa que  ou o Estado brasileiro é muito mais honesto do que dizem ou esse moralismo deve estar servindo para encobrir fatos obscuros muito maiores. Na minha opinião, o que ocorre é os dois. A corrupção existe, mas não é tão generalizada quanto dizem as pessoas que querem desmantelar o Estado. Parece-me que esse moralismo estridente serve para encobrir a corrupção dos grandes lobbys junto à mídia. Porque ninguém investiga o Proer da mídia, que foi um financiamento que não havia qualquer justificativa? Porque não se investiga a relação entre os banqueiros e os políticos? O prejuízo com os juros altos é 20.000.000.000 vezes maior do que o preço da tal tapioca. Mas, podem dizer, não há indício de corrupção na manutenção dessa taxa de juros, a despeito de não haver qualquer justificativa técnica para ela. Não é estranho que os ministros e diretores do banco central que propiciaram esses lucros fabulosos estão ganhando centenas de milhões no mercado financeiro ou como “consultores” (ou será prêmio por serviços já prestados?) de bancos? Não é estranho que um dos mais destacados políticos do PSDB, o Paulo Renato, mande um artigo, que se ouvido favorecerá os bancos privados, para a aprovação do presidente do maior banco privado nacional? É, realmente, é melhor cuidarmos de nossas tapiocas.

Leia: Farra da Tapioca

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A FARRA DA TAPIOCA

Postado em 31 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

Bruno Galvão 

Mais vale um artigo do Arnaldo Jabour do que mil palavras. Por isso, escrevi poucas palavras antes de colocar três artigos dele, para que ele fale por si próprio. Analisando os textos do Arnaldo Jabour, percebemos que a única coerência dele é a defesa de FHC e o ataque a seus adversários.

Fiz alguns comentários e depois coloquei 3 artigos do Jabour com mostram sua estranha “coerência”. Seguem abaixo:

A FARRA DA TAPIOCA

          Ontem no Jornal das 10 vi o FHC, quer dizer o Arnaldo Jabour, in-dig-na-do, como só ele é capaz, com o escândalo da Tapioca. O Ministro dos Esportes usou o deplorável cartão corporativo para gastar R$ 8,30 em uma tapioca. “Com o dinheiro seu, meu, nosso dinheiro e não tivemos direito a nenhum pedacinho da tapioca que na verdade é nossa.” Como diz Arnaldo Jabour, “com a eleição de Lula, uma quadrilha se enfiou no governo e desviou bilhões de dinheiro público para tomar o Estado e ficar no poder 20 anos.” Imaginem os milhões de tapiocas que esses ladrões caipiras comeram!   Leia o resto do artigo »

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Arranjos Produtivos Locais – APL e Desenvolvimento

Postado em 26 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008

Gustavo Antônio Galvão dos Santos

Eduardo José Diniz

Eduardo Kaplan Barbosa

Bruno Galvão dos Santos

Artigo escrito para o Seminário Nacional Arranjos Produtivos Locais como Instrumento de Desenvolvimento promovido pelo BNDES.

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O Brasil tem sofrido uma longa crise econômica nos últimos 25 anos. Não é uma crise decorrente de nossa incapacidade técnica, pois já crescemos mais com menos conhecimento econômico e tecnológico. Não é uma crise decorrente de caos internacional, pois já crescemos mais em um mundo em depressão e em guerra. Não é uma crise de governabilidade, pois já crescemos mais em épocas realmente conflituosas e de antagonismo político.

Esta é uma crise de fé. De falta de fé na capacidade de compreendermos nossos próprios problemas e decidirmos nós mesmos como solucioná-los, ainda que essa decisão possa conflitar com as decisões usualmente tomadas e usualmente sugeridas. Leia o resto do artigo »

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Avaliação da política monetária-cambial do Brasil

Postado em 1 dEurope/London agosto dEurope/London 2007

                                  Bruno Galvão dos Santos 

A atual política monetária e cambial do Brasil está gerando perdas monumentais ao fisco brasileiro, à competitividade industrial e à geração de emprego e renda.

 A alegação de que a taxa de juros não pode ser reduzida com maior velocidade mostra-se completamente falsa, quando analisamos os dados internacionais. A média das taxas de juros dos países subdesenvolvidos se situa entre 2% e 3% anuais. 

 O mesmo acontece com a política de câmbio. Alegam que a forte valorização da moeda brasileira não pode ser impedida, pois esse seria um fenômeno mundial. Entretanto, percebemos que essa conclusão é falsa, quando se vê que a valorização cambial brasileira não tem paralelo com nenhum outro paíse emergente. Mesmo países superávits em conta corrente muito superiores tiveram uma valorização do câmbio muito menor, ou menos nula.

 Somente ao fisco brasileiro, o prejuízo dessas políticas é de mais de R$ 100 bilhões ao ano. São prejuízos imensos e incompreensíveis, apesar das insistentes tentativas dos economistas-chefes de bancos a criarem sempre novas justificativas para manter a atual política ortodoxa.  Leia o resto do artigo »

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Será que a política do desastre econômico é melhor do que a do sucesso?

Postado em 1 dEurope/London agosto dEurope/London 2007

Bruno Galvão do Santos 

A transição das ex-repúblicas soviéticas do socialismo para o capitalismo é o maior desastre econômico já registrado em tempos de paz. Em oposição, a transição chinesa – ocorrida no mesmo período - é provavelmente o maior sucesso econômico da história.

Apesar disso, os economistas ortodoxos insistem em afirmar que a política adotada nas ex-repúblicas soviéticas (desregulamentação de mercados, superávit primário e Banco Central preocupado exclusivamente com a inflação) conduziria a maior prosperidade econômica possível, enquanto a adotada pela China (política de manutenção de câmbio desvalorizado, pesados investimentos e gastos estatais, política industrial ativa e prioridade para o crescimento econômico) só poderia resultar em caos e desastre econômico.

É evidente que a realidade foi oposta a essas crenças neoliberais. As explicações neoliberais para o fracasso da ex-repúblicas soviéticas e para o sucesso chinês são totalmente incoerentes.

Porque as indústrias estatais que seriam ineficientes na ex-União Soviética não atrapalharam o desenvolvimento chinês? Porque a educação soviética que era e é muito superior à chinesa não favoreceu seu crescimento econômico?

Os neoliberais dizem que a China estaria crescendo em decorrência da liberalização da economia. Então, porque nas ex-repúblicas soviéticas - onde a liberalização foi muito mais veloz – o PIB cresceu como nunca antes na história da humanidade? Leia o resto do artigo »

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