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Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Pleno Emprego':

Para um economista ortodoxo: “A Ciência Econômica é o estudo da administração dos recursos escassos”. Para um economista Keynesiano: “A ciência econômica é o estudo da administração da política do Estado do ponto de vista de seus condicionantes, objetivos e implicações”. ** DEBATE IV ** Qual dessas você acha a melhor definição para a economia?

Postado em 2 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Gustavo Antônio Galvão dos Santos *

Nos comentários do último artigo desse debate entre ortodoxos e keynesianos: “Toda dona de casa sabe que não pode gastar mais do que ganha”: como subverter o significado do conceito ‘poupança’ para fins conservadores. ** DEBATE III **

Critiquei a frase usada como princípio metodológico por economistas ortodoxos:

“Modelos teóricos são para serem usados e não acreditados”.

Eu disse que isso é um absurdo porque as teorias são criadas para serem acreditadas. E só a partir da crença nelas depositadas pode haver segurança para a utilização das mesmas no mundo prático ou como explicação científica.

Eu disse também que, para compreender nosso mundo onde o dinheiro tem função muito importante, é melhor usar uma teoria que supõe a existência do dinheiro do que utilizar uma teoria que descreve um mundo onde não existe o dinheiro.

Um comentarista anônimo me criticou de forma bem direta. Sobre ambas proposições. Abaixo respondo aos comentários.

Primeiro ponto:

Qualquer um pode comentar aqui usando pseudônimos, mas é deselegante, deseducado e profundamente desleal querer fazer um debate sério e profundo usando pseudônimos quando o outro lado não pode usar essa saída. Eu estou aqui assumindo os erros que por ventura eu vir a cometer. Você não. Peço apenas reciprocidade. Esse debate está sendo muito cansativo para mim. Se você está anônimo pode fazer qualquer comentário sem compromisso, seu eu não responder, você pode dizer: “tá vendo não conseguiu responder”. Se eu responder de forma incompleta, você irá no ponto e dirá: “mas você esqueceu que…”. Agora você pode falar qualquer coisa, incompleta, errada ou simplesmente uma provocação equivocada, sem qualquer custo, como você fez.

É desleal.

Vamos começar a bloquear quem estiver fazendo isso.

Segundo ponto:

Você está confundindo as coisas. As crenças que uma pessoa tem que não são relacionadas com determinada teoria, por exemplo, a religião dele, são realmente irrelevantes para a teoria. Nunca disse o contrário.

O que eu disse foi que qualquer teoria só existe para ser acreditada, não com certeza, mas com um grau razoável de confiança. Em ciência se confia desconfiando. Se confia nela ela pode ser útil, se não confia ela é inútil. O Pedro disse que os engenheiros não “acreditam” na física newtoniana para construir pontes, eles “consideraram o modelo adequado a determinada situação”. Ora, “Considerar adequado” é o mesmo que dizer “acreditar como adequado”. Leia o resto do artigo »

Postado em Gustavo Santos, Pleno Emprego, Política Brasileira, Política Econômica | 58 Comentários »

Nos balanços corporativos, a arte de reduzir cabeças

Postado em 17 dEurope/London março dEurope/London 2008

Ceci Juruá

Durante os anos 1990 muitas decisões determinantes da repartição da renda nacional foram transferidas aos mercados, como resultado de privatizações de estatais e da mercantilização crescente de bens e serviços outrora orientados para o interesse público e social (transporte público, luz e gás, telefonia, educação, saúde, entre outros).

 

O setor elétrico, exposto à desnacionalização, à centralização/concentração de capital e aos padrões anglo-saxões de governança corporativa [1] [2], constitui hoje bom exemplo das preferências dos mercados em matéria de distribuição perversa dos frutos do progresso, conforme explicamos neste artigo com base em dados retirados dos demonstrativos financeiros de 2007. Agregando os resultados de três dos maiores conglomerados do setor elétrico, podemos observar a seguinte distribuição do Valor Adicionado (VA) a custo de fatores :

___________________________

39% são canalizados para o pagamento de dividendos,

37% destinam-se ao pagamento de juros e de aluguéis,

8% é a parcela poupada (lucros retidos e reservas)

16% é a parte dos trabalhadores

____________________________________________

Os conglomerados selecionados realizaram, em conjunto, valor adicionado superior a R$ 5 bilhões, dos quais 84%, isto é R$ 4,2 bilhões, constituiram remuneração do capital. Comparando-se dividendos pagos com o capital social inscrito nos balanços, é possível estimar que a taxa de remuneração do capital social superou 20%. Ao mesmo tempo, centenas ou milhares de « colaboradores », expressão adotada para designar trabalhadores mal pagos, ficaram com a diminuta parcela de 16% daquele total. Leia o resto do artigo »

Postado em Pleno Emprego, Política Econômica | Sem Comentários »

Deportações brasileiros na Espanha e a Política de Pleno Emprego.

Postado em 11 dEurope/London março dEurope/London 2008

Bruno Galvão *

Cerca de 40% dos deportados da Espanha são brasileiros. É um absurdo como os brasileiros estão sendo tratados na Espanha. O caso, por exemplo do estudante de doutorado em Ciência Política Pedro Luiz Lima, que ficou sem comida e água, só pode ser provocação. O estudante iria participar de um seminários em Portugal.

Há estatísticas que dizem que grande parte das prostitutas e michês na Espanha são brasileiros. Segundo reportagem do Mix Brasil, 70% dos michês da Espanha são brasileiros. E, segundo reportagem do Terra, 8 em cada 10 prostitutas de luxo das ilhas Baleares, como Ibiza, são brasileiras. Leia o resto do artigo »

Postado em Bruno Galvão, Desenvolvimento, Internacional, Pleno Emprego, Política Brasileira, Política Econômica | 2 Comentários »

TRÊS CAMINHOS PARA O PLENO EMPREGO

Postado em 10 dEurope/London março dEurope/London 2008

KALECKI – 1944

O propósito deste artigo é discutir os métodos para atingir e manter o pleno emprego numa sociedade capitalista. Vamos considera-Ios num sistema econômico fechado. Isto não significa que negligenciamos os problemas do comércio exterior na discussão do pleno emprego, os quais apresentam talvez as maiores dificuldades práticas. Eles serão tratados num estudo à parte. Aqui, entretanto, vamo-nos abstrair deles, para poder deixar claros os problemas teóricos fundamentais do pleno emprego. De forma semelhante, vamo-nos abstrair da questão da mobilidade da mão-de-obra, que também é examinada num artigo específico. No momento, podemos supor que a jornada de trabalho é variável dentro de certos limites, o que proporciona elasticidade suficiente à oferta de força de trabalho no curto prazo, enquanto no longo prazo pode-se contar com o treinamento da mão-de-obra para restaurar o equilíbrio quando a estrutura da demanda se altera.

Primeiro, e principalmente, vamos tratar neste artigo da geração da adequada demanda efetiva para assegurar e manter o pleno emprego. Leia o resto do artigo »

Postado em Artigos Teóricos, Autores Clássicos, Desenvolvimento, Pleno Emprego, Política Econômica | 3 Comentários »

Mais GENIAL texto de ciência política do século XX: OS ASPECTOS POLÍTICOS DO PLENO EMPREGO

Postado em 7 dEurope/London março dEurope/London 2008

KALECKI – 1944

A manutenção do pleno emprego por meio da despesa governamental financiada por empréstimos tem sido amplamente discutida nos anos recentes. Essa discussão, porém, concentra-se nos aspectos puramente econômicos do problema, sem dar a devida atenção às realidades políticas. É falsa a suposição de que um Governo manterá o pleno emprego numa economia capitalista se ele sabe como faze-Io. Com relação a isso é de crucial importância a desconfiança dos grandes empresários acerca da manutenção do pleno emprego por meio do gasto governamental. Leia o resto do artigo »

Postado em Artigos Teóricos, Autores Clássicos, Pleno Emprego | 6 Comentários »

NOVIDADE 1

Postado em 22 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Na coluna da esquerda colocamos duas revistas/cartilhas de divulgação da Campanha do Pleno Emprego: Momento Nacional 1 e Momento Nacional 2. (cliquem nas figuras)
Agradecemos os leitores que nos ajudarem a divulgar essas revistas/cartilhas para seus amigos:

Podem IMPRIMIR, estão muito bonitas e com excelente conteúdo!
Os links são esses:

http://www.desempregozero.org.br/editoriais/Momento_Nacional.pdf  

http://www.desempregozero.org.br/editoriais/MOMENTO_NACIONAL_2.pdf
Obrigado,
Abraços a todos,
Campanha Nacional do Pleno Emprego

Postado em Pleno Emprego | Sem Comentários »

Novidade 2

Postado em 22 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Caros Leitores,

Fizemos algumas mudanças no blog hoje. Colocamos uma seção de cultura! Quem tiver poesias, contos e comentários sobre cultura podem enviar.

abraços

Equipe Instituto do Desemprego Zero

Postado em Pleno Emprego | Sem Comentários »

BRASIL: Firme e cego RUMO À INSIGNIFICÂNCIA ECONÔMICA

Postado em 12 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Bruno Galvão *

As recomendações econômicas para o Brasil são as mesmas há mais de 20 anos: “responsabilidade” fiscal, banco central exclusivamente preocupado com inflação, reformas liberalizantes, abertura comercial e financeira, privatização e diminuição do tamanho do Estado. Desde os fins dos anos 80, a equipe econômica acredita e executa esse tipo de política. Desde 1990, o Banco Central com a desculpa de estar preocupado exclusivamente com a inflação mantém as taxas de juros reais mais altas do mundo. O Brasil praticou uma radical e unilateral abertura comercial e financeira. Diversas reformas foram realizadas. Em quase todos os anos entre 1990 e 2007 o Brasil manteve substanciais superávits primários. O resultado é conhecido: aumento do desemprego, perda da competitividade brasileira, deterioração da infra-estrutura e crescimento muito abaixo da média dos outros emergentes. Em 1980, o Brasil tinha quase 11% do PIB do mundo subdesenvolvido. Em 2008, esse valor deve ser inferior a 5,5%. Essa mudança ocorreu basicamente após 1990, quando essa sugestão de políticas fiscais e monetárias restritivas, reformas e políticas de modernização da economia foram implementadas.

E, de novo, continuamos ouvindo o mesmo discurso. Hoje, o Blog do Nassif apresenta uma sugestão do FT para o Brasil. Continuam a mesma: gastos mais sábios do governo, estímulos ao setor privado, aumento da produtividade, reforma fiscal e trabalhista. Eu espero que todas as empresas buscam aumentar sua produtividade e não acredito que esse tipo de conselho possa vir a mudar a atitude das empresas. O que seria estímulo ao setor privado? Redução ainda maior do setor público? É um engano acreditar que Estado forte atrapalha o desenvolvimento de empresas desenvolvidas. Ao contrário, as principais empresas do mundo estão em países com Estado forte, como os dos EUA, França, Coréia, China e Japão. Estados fracos são os da África e da América Central. Aliás, república de banana significa isso: qualquer empresa multinacional derruba ou manipula os governos. Mas, ouvimos todos os dias na imprensa que Estado forte é sinônimo de subdesenvolvimento…. Será? Leia o resto do artigo »

Postado em A POLÍTICA AMBIENTAL externa está equivocada?, Bruno Galvão, Desenvolvimento, ELEIÇÕES, projetos e estratégias: 2008 e 2010, Internacional, Pleno Emprego, Política Brasileira, Política Econômica, Propostas de Mudanças para o Banco Central | 5 Comentários »