Postado em 19 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009
Fonte:O Estado de S. Paulo – 18/02/2009
Por Andrea Vialli
Os projetos de geração de energia limpa, como eólica e solar, já começam a sentir o impacto da crise e devem perder o ritmo de crescimento acima de 30% que vinham ostentando nos últimos três anos. A escassez de crédito já afeta as vendas de aquecedores solares e pode frear novos investimentos em energia eólica a partir de 2010.
No campo da energia eólica, até se espera um aumento na eletricidade gerada pelos ventos para este ano. No entanto, a crise já coloca em xeque os investimentos em novas usinas a partir de 2010. No início de 2009, entraram em operação 64 megawatts (MW), em usinas na Paraíba e Ceará. Em 2008, o parque gerador eólico brasileiro somou 341 MW, um aumento de 39% em relação a 2007.
“Esperamos fechar 2009 com um parque gerador instalado de 900 MW”, diz Pedro Perrelli, diretor executivo da Associação Brasileira da Energia Eólica (Abeeolica). Segundo ele, um dos fatores que deverão manter o fôlego da energia eólica será o leilão para essa fonte, previsto para este ano. Leia o resto do artigo »
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Postado em 18 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009
Fonte: Gazeta Mercantil
Por Roberta Scrivano
A usina nuclear Angra 2, instalada em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, registrou em 2008 a segunda maior geração de energia elétrica da história, só perdendo para 2001, ano em que a central entrou em operação. Foram gerados no ano passado 10.488.289 megawatts-hora (MWh), enquanto em 2001 a geração atingiu 10.498.432 MWh.
A produção de energia de Angra 2 ficou bem próxima do volume recorde mesmo após ter ficado parada por 35 dias, para a reposição de combustível, uma operação considerada normal para este tipo de usina (em 2001, porém, não houve paralisação).
O montante de eletricidade produzido pela central nuclear no ano passado é suficiente para abastecer Brasília e Belo Horizonte durante um ano. “O desempenho de Angra 2 representa uma garantia de disponibilidade e confiabilidade no fornecimento de energia elétrica ao sistema interligado nacional (SIN)”, disse, por meio de comunicado, Antônio Carlos Mazzaro, superintendente de central Angra 2. “O aumento da produção deve-se à experiência operacional adquirida, à troca de experiência com a indústria mundial, às modificações de projeto realizadas ao longo dos anos, aos investimentos feitos em equipamentos e treinamento de pessoal e ao comprometimento de seu corpo técnico”, acrescentou. Leia o resto do artigo »
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Postado em 11 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2009
Por Roberto Pereira d’Araujo
O impacto no inconsciente coletivo do racionamento de 2001 pode ser medido pelo fato de que outras falhas em outros setores também passaram a ser chamadas de “apagão”. A reforma dita “modernizante” no governo Fernando Henrique Cardoso era um falso objetivo e apenas acessório. O principal intento era abater a dívida pública através da privatização de toda distribuição e geração, ou, pelo menos, da parte que estava na mão das empresas federais. A combinação de adaptação apressada de um sistema só testado em países de base térmica e a privatização sob regulamentação incompleta era uma aventura perigosa. As condições técnicas que culminaram na crise estavam anunciadas a mais de 3 anos. O setor tinha o pleno conhecimento técnico das reais condições de suprimento independente das passageiras condições metereológicas.
A força dessa desagradável experiência foi suficiente até para unir politicamente visões que, na realidade, mantinham adormecidas suas divergências. Decerto, o racionamento paralisou o processo de privatização. Mas, o padrão mercantil, não só permaneceu, como floresceu no modelo do governo Lula. O mercado livre se expandiu como nunca e a e a adjetivação “commodity” para a energia elétrica é uma incômoda realidade, por incrível que pareça. Leia o resto do artigo »
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Postado em 20 dEurope/London janeiro dEurope/London 2009
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Postado em 16 dEurope/London dezembro dEurope/London 2008
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Postado em 9 dEurope/London dezembro dEurope/London 2008
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Postado em 3 dEurope/London dezembro dEurope/London 2008
Por: Roberto Pereira d’ Araujo* 
O resultado do leilão A-5 de 2008 mostra um estranho resultado para um país dotado de tantos recursos naturais. Como poderia o detentor de um dos maiores potenciais hídricos do planeta realizar um certame por novas usinas e obter 75% de usinas térmicas movidas a óleo combustível e carvão, caras, poluidoras e movidas por combustíveis não renováveis?
Não há uma única razão para tal façanha. Primeiro, é necessário relembrar o desmonte do planejamento realizado pelo governo Fernando Henrique. Usinas hidroelétricas não podem ser licitadas para construção antes de um completo estudo de inventário, que, hoje, é muito mais exigente. Não há novas hidroelétricas por conta do enorme hiato de novas candidatas, já que a ideologia “o mercado resolve” dominava a década passada[1].
Entretanto, o poluente e caro resultado do leilão também é resultado da mimetização. Infelizmente, ainda há resquícios da filosofia “do mercado resolve”, apesar dos avanços conseguidos pelos atuais gestores da política energética brasileira. Complicadas equações tentam imitar a realidade concorrencial de sistemas de base térmica. Como aqui a questão não se resume à geração de cada uma, mas sim ao seu efeito sobre o sistema, inventou-se uma fórmula que associa uma “garantia física” às usinas. Apesar do nome, essa grandeza não pode ser lida em nenhuma placa ou manual de operação. É um atributo calculado pelo governo através de uma controvertida metodologia. Leia o resto do artigo »
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Postado em 25 dEurope/London novembro dEurope/London 2008
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