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Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'TEMAS ESPECIAIS':

Aneel quer fundo para reduzir diferença nas tarifas de energia entre os Estados

Postado em 28 dEurope/London maio dEurope/London 2009

Por Daniel Rittner, de Brasília 
 
O diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Nelson Hubner, sugeriu ontem a criação de um fundo de equalização tarifária para reduzir as distorções no preço da eletricidade paga pelos consumidores residenciais de cada Estado.

De forma geral, a tarifa praticada pelas distribuidoras é inversamente proporcional ao nível de riqueza da região em que elas atuam. Vários fatores, como densidade populacional – quanto maior a concentração urbana, menor o custo de novas ligações à rede elétrica – e inadimplência explicam as distorções.


 Um morador de Brasília, a cidade brasileira com maior renda per capita, paga a segunda menor tarifa entre as 64 distribuidoras do país: R$ 0,24 por kilowatt-hora (kWh) de consumo. Leia o resto do artigo »

Postado em Energia, Política Brasileira, Política Econômica | 3 Comentários »

Boletim semanal: Thatcher e Keynes, Petrobrax, Dilma ou Patrus?, Cheney x Obama

Postado em 26 dEurope/London maio dEurope/London 2009

Boletim Semanal do Blog Desemprego Zero

n.38, ano 2 – 20/05/2009 a 26/05/2009 

Economia

Estado para o século 21: educação para a vida toda

Maria da Conceição Tavares analisa as raízes da atual crise

A SENHORA THATCHER E O LORD KEYNES: FATOS E MITOS

Política

Petrobrax para iniciantes

A carta-testamento de Getúlio Vargas

QUEM ENTRA, SE DILMA SAI? Patrus? 

Internacional

Cheney x Obama: a ofensiva do medo

Rumo a Bretton Woods 3?

 

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A SENHORA THATCHER E O LORD KEYNES: FATOS E MITOS

Postado em 25 dEurope/London maio dEurope/London 2009

Por JOSÉ LUÍS FIORI

A história da segunda metade do século XX transformou a eleição da senhora Margareth Thatcher, como primeira-ministra britânica, no dia 4 de maio de 1979, numa fronteira simbólica entre dois grandes períodos do mundo contemporâneo: a “era keynesiana” e a “era neolibral”. Apesar disto, não é fácil explicar como foi que esta senhora virou emblema da reação conservadora frente à crise dos anos 70, vitoriosa na Inglaterra e em todo mundo. O epicentro da crise foi nos EUA, e as principais decisões que mudaram o rumo da história da segunda metade do século passado, também foram tomadas nos EUA. Algumas delas, muito antes da eleição de Margareth Thatcher. No campo acadêmico e político, a inflexão neoliberal começou nos anos 60, durante o primeiro governo Nixon, e o mesmo aconteceu no campo diplomático e militar. Os principais responsáveis pela política econômica internacional do governo Nixon – como George Shultz, William Simon e Paul Volcker – já defendiam, naquela época, o abandono americano da paridade cambial do Sistema de Bretton Woods, a abertura dos mercados e a livre circulação dos capitais. E todos tinham como objetivo estratégico o restabelecimento do poder mundial das finanças e da moeda norte-americana, ameaçados pelos déficits comerciais, e pela pressão sobre as reservas em ouro dos EUA, que aumentaram na segunda metade da década de 60. Mais tarde, depois do fim do “padrão-dolar”, em 1973, e dos primeiros passos da desregulação do mercado financeiro americano, em 1974, ainda no governo democrata de Jimmy Carter, foi Paul Volcker e sua estratégia de estabilização do dólar, de 1979, que foi o verdadeiro turning point monetarista da política econômica norte-americana. Antes da vitória republicana de 1980, e da transformação de Ronald Ragan, em ícone da reação conservadora nos Estados Unidos. Na própria Inglaterra, a “virada neoclássica” da política econômica começou antes da eleição da senhora Thatcher, durante o governo do primeiro ministro James Callaghan, depois da crise cambial de 1976. Naquele momento, o governo trabalhista se dividiu entre os que defendiam uma “estratégia alternativa” de radicalização das políticas de controle, de viés keynesiano, liderados por Tony Benn, e a ala vitoriosa, dos que defenderam a ida da Grã Bretanha ao FMI, e a aceitação das políticas ortodoxas e monetaristas exigidas pelo Fundo, como contraparte dos seus empréstimos, aceitas pelo governo Callaghan, em sintonia com o governo social-democrata alemão, de Helmut Schmidt, que já havia “aderido” à mesma ortodoxia, antes do primeiro-ministro conservador, Helmut Koll. Apesar de tudo isto, não há dúvida que foi a senhora Thatcher que passou para a história como porta-estandarte do neoliberalismo das últimas décadas do século XX. Uma troca ou fusão de cabeças e de papéis permanente, mesmo depois do fim da Segunda Guerra Mundial. Foi Keynes e não a Harry White, a figura forte na criação do Sistema de Breton Woods; foi Churchill e não Truman , o verdadeiro pai da Guerra Fria; foram os ingleses e não os norte-americanos, que criaram o “euromercado” de dólares – no início da década de 60 – que está na origem da globalização financeira; foi Tony Blair, mais do que Bill Clinton, quem anunciou numa entrevista coletiva, em fevereiro de 1998, a criação da “terceira via” ao mesmo tempo em que defendiam a necessidade de uma Segunda Guerra do Iraque; e o mesmo aconteceu com o anuncio conjunto – em 2000- da solução anglo-saxônica do enigma do genoma humano; e agora de novo – de volta ao campo econômico – foram os ingleses e não os americanos que lideraram a resposta das grandes potencias frente à crise financeira, em outubro de 2008. E foi o primeiro ministro britânico, Gordon Brown, e não o presidente Barack Obama, quem anunciou na cidade de Londres, em abril de 2009, o fim do “Consenso de Washington”, apelido que foi dado pelos norte-americanos às políticas da “era Thatcher”. E depois de tudo, o que a imprensa internacional está anunciando é o retorno em todo mundo das idéias do Lord Keynes, e não de Ben Bernank ou Laurence Summers. Leia o resto do artigo »

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Belo Monte e o “W” do desmatamento

Postado em 20 dEurope/London maio dEurope/London 2009

Fonte: Correio da Cidadania 

Por Rodolfo Salm   

“A usina Belo Monte deve ser mesmo licitada em setembro ou outubro”, anunciou a Agência Brasil, órgão de comunicação do governo federal, no dia 10 de maio. Segundo o secretário executivo do Ministério de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, o licenciamento ambiental para a obra “está bem encaminhado e tramita normalmente”. O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, ainda definiu como “estapafúrdias” as notícias com informações contra as previsões de Zimmermann.  

Na verdade, estapafúrdio mesmo é o ministro “ambientalista”, o grande licenciador de obras e barrageiro Carlos Minc falar em leilão se o estudo de impacto ambiental de Belo Monte ainda não está concluído. Falta justamente o componente antropológico, que aborda um dos aspectos mais delicados deste projeto megalomaníaco, ainda em desenvolvimento. Aliás, neste momento, a equipe de pesquisadores contratada para executá-lo está em uma expedição de campo investigando fortes indícios da presença de índios não contatados (que ainda vivem sem contato direto com a nossa civilização) a meros 60 km em linha reta do local onde se pretende construir a barragem da terceira maior hidrelétrica do mundo!   Leia o resto do artigo »

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Boletim Semanal: PSDB, CPI da Petrobrás, Crise mundial.

Postado em 19 dEurope/London maio dEurope/London 2009

Boletim semanal do blog Desemprego Zero

n. 37, ano 2 – 12/05/2009 a 19/05/2009 

Economia

Por que o PSDB quer a CPI? É para privatizar o pré-sal

Falsa Questão

Produção Industrial em Março de 2009: Colapso do Investimento

Política

CPI da Petrobras: O objetivo é produzir manchetes para o Ali Kamel

O petróleo é nosso, PSDB!

Profundidade da crise coloca desafios cruciais para a classe trabalhadora

Internacional

Argentina, Brasil e México diante da crise internacional

Qual o futuro do “sonho americano”?

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A teoria do caos e o caos da teoria

Postado em 13 dEurope/London maio dEurope/London 2009

 

Por Roberto Pereira d’ Araujo 

As idéias do francês Henri Poincaré, matemático do século 19, anos depois, resultaram na teoria do caos, com grandes implicações filosóficas. A indagação que ela tenta responder é: Afinal, o que seria o acaso?

 Nas palavras do próprio Poincaré, “uma causa muito diminuta, que nos escapa, determina um efeito tão significativo que não podemos deixar de ver. Então, dizemos que esse efeito é devido ao acaso. Mas, se pudéssemos conhecer totalmente as leis da natureza e as condições iniciais, seríamos capazes de prever a situação do universo no instante subseqüente.”……

….”Porque os meteorologistas têm tanta dificuldade em prever o tempo? Por que as chuvas, as tempestades, nos parecem ocorrer por acaso, a ponto de muita gente achar perfeitamente natural rezar pedindo chuva ou sol, enquanto consideraria ridículo rezar pedindo um eclipse? 

Estamos num país tropical, que, apesar de “abençoado por Deus”, tem uma meteorologia bastante incerta. Apesar dessa obviedade, freqüentemente presencia-se debates onde parece que tudo isso foi esquecido. Quem lê certas declarações pode pensar que estamos na Inglaterra, onde a única decisão para fazer uma usina gerar é alimentá-la de combustível. Leia o resto do artigo »

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Boletim Semanal: Setor elétrico, BNDES, Malan, Nordeste, Cacciola

Postado em 12 dEurope/London maio dEurope/London 2009

Boletim Semanal do Blog Desemprego Zero

n. 36, ano 2 – 05/05/2009 a 11/05/2009

Economia

Um projeto para o Nordeste

O papel do BNDES no setor elétrico

Guia de ações para a geração de trabalho e renda 

Política

Malan adere à “marolinha”

Desenvolvimento e industrialização do Nordeste pela eletroeletrônica

Lula vai soltar o Cacciola, roubar o erário agora pode…

Quem é o PPS?

Internacional

A esquerda e a crise

Um futuro sombrio

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O papel do BNDES no setor elétrico

Postado em 7 dEurope/London maio dEurope/London 2009

Fonte: Valor Econômico

Por Cristiano Romero 

O BNDES tem desempenhado papel crucial na expansão do setor elétrico brasileiro. O banco é hoje o principal financiador de longo prazo do setor. De 2003 a junho de 2008, apoiou 210 projetos, liberando R$ 32,2 bilhões para um investimento total de R$ 54,5 bilhões. Apenas em geração de energia elétrica, ajudou na expansão de 15% da potência instalada do país. Dois fatos concorreram decisivamente para esse fato: a instituição de um novo marco regulatório para o setor, em 2004; e a adoção da modalidade de financiamento conhecida, na expressão inglês, como “project finance”.

 Nesse tipo de financiamento, o fluxo de caixa do projeto é a principal fonte de pagamento do serviço e da amortização do empréstimo. No financiamento corporativo tradicional, as garantias dos financiamentos são baseadas nos ativos dos investidores. Se estes não possuem ativos no valor exigido pelo financiador, o empréstimo não sai. O “project finance” é, portanto, ideal para viabilizar projetos de infraestrutura num país com escassez de capital, como o Brasil.

Antes, porém, é preciso fazer o dever de casa. O marco regulatório do setor elétrico, instituído pela Lei 10.848 e pelo decreto 5.163, ambos de 2004, procurou atrair investimentos tanto do setor privado quanto do público. Talvez, o ideal tivesse sido adotar um regime que estimulasse mais o investimento privado, dadas as limitações fiscais do Estado brasileiro, mas o fato é que o novo modelo, mesmo com suas imperfeições, deu previsibilidade ao setor elétrico, recuperou a capacidade de planejamento e garantiu a segurança do abastecimento, além de ter promovido a modicidade tarifária. Leia o resto do artigo »

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