Postado em 20 dEurope/London julho dEurope/London 2009
As pessoas que quiserem receber bolsas para desenvolver projetos de pesquisa em áreas relacionadas ao desenvolvimento nacional poderão procurar o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – *Ipea*. O Instituto fará um banco de reserva para a seleção de pesquisadores que serão contemplados com a Bolsa Pesquisa em estudos e projetos.
A Bolsa Pesquisa foi criada com o objetivo de contribuir com o aperfeiçoamento dos profissionais e também para promover o intercâmbio entre os técnicos do *Ipea* e de outras instituições, inclusive das universidades. As bolsas são concedidas em diversas modalidades, de auxiliar de pesquisas, para candidatos matriculados em nível superior; a doutores, por meio do Programa de Pesquisa para o Desenvolvimento Nacional (PNPD).
Podem se candidatar às bolsas pessoas que estejam cursando ou tenham concluído algum curso de graduação ou pós-graduação ou pós-graduação; profissionais de outras instituições de pesquisa ou de órgãos públicos e universidades; servidores inativos do *Ipea* ou de outras instituições, com reconhecida competência e experiência. A concessão de bolsa ocorrerá mediante análise curricular e de outros requisitos determinados pela coordenação do projeto.”
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Postado em 14 dEurope/London julho dEurope/London 2009
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Postado em 8 dEurope/London julho dEurope/London 2009
Dica de Leitura:
Fica disponível na página da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (Unctad), em versão em inglês, o texto Bancos Centrais, Instituições Financeiras e Criação de Crédito nos Países em Desenvolvimento (Janeiro de 2009), de Sebastian Dullien. O autor argumenta que os países em desenvolvimento não precisam de capital para as importações, nem ter menor consumo de seus cidadãos para ter recursos disponíveis para atingir um elevado investimento em relação ao PIB. Para ele, se algumas condições forem satisfeitas, um país em desenvolvimento pode utilizar o seu sistema financeiro e o seu Banco Central para usar crédito e aumentar o investimento Dullien diz que, dado determinadas condições prévias, o Banco Central pode permitir uma expansão de crédito que financia novo investimento e cria a poupança necessária para equilibrar as contas nacionais. “O mais importante parece ser evitar qualquer tipo de dolarização”, conclui. O paper possui gráficos comparatidos do PIB real per capita da Alemanha e China em relação aos EUA. Pode ser acessado em: http://www.unctad.org/en/docs/osgdp20091_en.pdf.
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Postado em 7 dEurope/London julho dEurope/London 2009
Fonte: Correio da Cidadania
Por Marc Dourojeanni
No rápido processo de ocupação da Amazônia peruana, caracterizado durante as últimas décadas por infra-estrutura viária, exploração petrolífera e aurífera, ademais da rápida expansão das atividades agropecuárias e florestais, tem surgido outro elemento determinante.?Trata-se da exploração de seu potencial hidrelétrico. Os presidentes Alan García, do Peru, e Luiz Inácio Lula da Silva, do Brasil, lançaram formalmente, em 28 de abril de 2009, a proposta que deve culminar com a operação de um número indeterminado de grandes represas nos rios da Amazônia alta peruana que, segundo informado, deve principalmente abastecer a demanda energética do Brasil.
O memorando de intenções assinado pelos presidentes permite que o Brasil estude, financie, construa e opere até seis grandes hidrelétricas em território peruano para abastecer suas necessidades de energia, comprando do Peru grande parte da energia produzida.?As hidrelétricas escolhidas pelo Brasil são Inambari (2.000 MW), Sumabeni (1.074 MW), Paquitzapango (2.000 MW), Uru-bamba (940 MW), Vizcatan (750 MW) e Chuquipampa (800 MW), incluindo ainda as linhas de transmissão correspondentes que seriam integradas ao sistema brasileiro. Leia o resto do artigo »
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Postado em 7 dEurope/London julho dEurope/London 2009
Boletim Semanal do Blog Desemprego Zero
n.44, ano 2 – 01/07/2009 a 07/07/2009
Economia
Política
Produção industrial em maio de 2009: recuperação gradual
Internacional
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Postado em 30 dEurope/London junho dEurope/London 2009
Fonte: Correio da Cidadania
Por Rodolfo Salm*
Há poucas semanas eu protestava contra o absurdo de o governo federal ter marcado já para setembro ou outubro a licitação para a construção da hidrelétrica de Belo Monte, uma vez que o componente antropológico do estudo de impacto ambiental ainda não está sequer concluído. O componente antropológico é a parte que trata do impacto da barragem sobre os povos que vivem na região, como os indígenas, e é um dos aspectos mais sensíveis da questão. Apesar disso, ao contrário da maior parte do Brasil, onde só havia motivos para se lamentar no Dia Mundial do Meio Ambiente, aqui no Xingu, o dia 5 de junho teve manifestações em clima de festa por conta da ordem da Justiça de Altamira (PA) que, atendendo ao pedido do procurador Rodrigo T. da Costa e Silva, mandou suspender o licenciamento da obra até que este trabalho seja concluído, como manda a lei.
Mais recentemente, outra boa notícia: o funcionário do Ibama que aceitou indevidamente os estudos de Belo Monte foi indiciado por improbidade administrativa pelo Ministério Público Federal no Pará. As vitórias foram comemoradas com queima de fogos em vários pontos da cidade, mas ninguém aqui se ilude. Apesar dos vivas ao Ministério Público do Pará, sabemos que se trata apenas de um breve alívio para o Xingu. Como ser mais otimista se o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, já disse que derrubaria esta liminar em poucos dias e que a usina hidrelétrica vai receber o licenciamento ambiental a tempo de participar do leilão de energia, previsto para setembro? Leia o resto do artigo »
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Postado em 30 dEurope/London junho dEurope/London 2009
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Palestra do economista e professor José Carlos de Assis no Levy Institute, NY
Postado em 29 dEurope/London junho dEurope/London 2009
Palestra do economista e professor José Carlos de Assis, presidente do Instituto Desemprego Zero – IDZ proferida em Nova York (EUA) no Seminário organizado pelo PNUD, órgão da ONU, para avaliar a repercussão e a importância do Programa de Emprego Garantido, implantado na Índia, África do Sul e Argentina, como alternativa para a crise econômica mundial. José Carlos de Assis foi o único brasileiro convidado a falar no evento.
Prof. Dr. José Carlos de Assis*
Entendo que numa democracia o direito ao trabalho dignamente remunerado está no mesmo nível de prerrogativas básicas de cidadania que o direito à propriedade privada. Ambos nasceram como esteios da democracia, e ambos constituem pilares também do sistema capitalista. A diferença é que a estabilidade de uma democracia, sobretudo o que chamo de democracia de cidadania ampliada, não resiste por muito tempo a taxas muito elevadas de desemprego, enquanto, para o capitalismo liberal, o desemprego tem-se constituído como elemento funcional na obtenção de lucro.
O caminho da estabilidade social duradoura pressupõe uma economia com baixo nível de desemprego, só possível, numa democracia que se ancora na propriedade privada, com o capitalismo regulado. Para isso, a intervenção do Estado é fundamental. Não há contrapartida de dever privado para o direito ao trabalho remunerado do cidadão, como bem conceituou Amartya Sen, pelo que é a sociedade, através do Estado, que deve promover as condições básicas do pleno emprego. Sabemos disso desde os anos 30, com o New Deal. E mais ainda, com o sucesso da Social Democracia européia e do Japão no pós-guerra. Leia o resto do artigo »
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