Postado em 11 dEurope/London agosto dEurope/London 2009
Boletim Semanal do Blog Desemprego Zero
n.49, ano 2 – 05/08/2009 a 11/08/2009
Economia
Política
Internacional
Postado em Boletim Semanal | Sem Comentários »
Postado em 4 dEurope/London agosto dEurope/London 2009
Boletim Semanal do Blog Desemprego Zero
n.48, ano 2 – 29/07/2009 a 04/08/2009
Economia
Política
Internacional
Postado em Boletim Semanal | Sem Comentários »
Postado em 31 dEurope/London julho dEurope/London 2009
Fonte: Revista Forum
Por Dennis de Oliveira
No domingo, dia 19 de julho, o jornal Folha de S. Paulo publicou uma boa reportagem sobre a dif
erença do preço da energia elétrica que favorece as regiões mais ricas e prejudica as mais pobres. Resultado: quem ganha menos paga mais e quem ganha mais paga menos. Mais ainda: as localidades mais carentes que necessitariam de mais investimentos pouco atraem as empresas operadoras de energia elétrica.
A explicação dos economistas e mesmo de representantes de empresas é clara: é mais caro para uma empresa a operação de distribuir energia elétrica em locais com menor consumo (portanto, lugares mais carentes) do que aqueles em que há um maior adensamento e potencial de aumento de consumo. Daí que regiões metropolitanas ricas, como a de São Paulo, contam com uma tarifa proporcionalmente menor que do Maranhão, por exemplo. Leia o resto do artigo »
Postado em Comentários sobre a Imprensa Brasileira, Energia, O que deu na Imprensa, Política Econômica | Sem Comentários »
Postado em 29 dEurope/London julho dEurope/London 2009
Postado em Desenvolvimento, Destaques da Semana, Energia | Sem Comentários »
Postado em 28 dEurope/London julho dEurope/London 2009
Boletim Semanal do Blog Desemprego Zero
n.47, ano 2 – 22/07/2009 a 28/07/2009
Economia
Política
Internacional
Postado em Boletim Semanal | Sem Comentários »
Postado em 23 dEurope/London julho dEurope/London 2009
Fonte: Folha de S. Paulo
Obra da usina, que ficou parada 23 anos, deve atrasar se tribunal exigir nova licitação
Plenário do TCU pode votar hoje proposta de acordo de valores da renovação de contrato de 1983 entre estatal e Andrade Gutierrez
Por MARTA SALOMON
Por divergências de preços entre a Construtora Andrade Gutierrez e o TCU (Tribunal de Contas da União), a retomada das obras da usina nuclear de Angra 3 poderá exigir uma nova licitação. Acórdão do tribunal identificou irregularidades graves no contrato, como o sobrepreço de R$ 227 milhões.
A construção da terceira usina nuclear brasileira está suspensa há cerca de 23 anos e, para recomeçar, depende agora de um pronunciamento final do tribunal sobre as condições do contrato, previsto para hoje.
O relator do processo, ministro José Jorge, disse à Folha que a possibilidade de uma nova licitação “existe”, embora não a considere “provável”.
Uma nova licitação para as obras civis é prevista em acórdão do TCU de setembro do ano passado, para o caso de as condições de renovação do contrato entre a estatal Eletronuclear e a Andrade Gutierrez não serem consideradas “satisfatórias” para a administração pública. Esse acórdão identificou o sobrepreço de R$ 227 milhões, sem considerar os bônus e custos indiretos da obra. Leia o resto do artigo »
Postado em Energia, Política Econômica | Sem Comentários »
Postado em 21 dEurope/London julho dEurope/London 2009
Boletim Semanal do Blog Desemprego Zero
n.46, ano 2 – 15/07/2009 a 21/07/2009
Economia
Política
Internacional
Postado em Boletim Semanal | Sem Comentários »
Postado em 20 dEurope/London julho dEurope/London 2009
Fonte: Folha de S. Paulo
Com a 2ª pior renda per capita do país, Maranhão tem o maior custo; em Brasília, que lidera em rendimentos, conta é mais barata
Aneel, que regula as tarifas, afirma que diferença não é “tolerável” e afeta até o poder de atração de novos investimentos nos Estados
Por PEDRO SOARES e HUMBERTO MEDINA
Um paradoxo rege o modelo brasileiro de tarifas de energia elétrica: enquanto as mais baixas taxas são cobradas em áreas mais ricas, as regiões mais pobres convivem com os maiores preços do serviço.
O Maranhão, por exemplo, tem a segunda menor renda per capita do Brasil, mas sua população paga a maior tarifa de energia dentre as 64 distribuidoras instaladas no país.
A tarifa da Cemar, distribuidora local, é 72% maior do que a da CEB em Brasília, que tem o maior PIB per capita do país e onde a energia é a mais barata (o preço só é menor no Amapá por razões atípicas, pois a Aneel não autoriza reajustes da distribuidora porque ela está inadimplente com geradoras).
Na comparação com os consumidores residenciais da Eletropaulo, maior distribuidora do país, a tarifa no Maranhão é 43% mais cara. Todas essas concessionárias figuram entre as com menores tarifas do país.
Os cálculos foram feitos com base em dados da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) e consideram a tarifa básica, ou seja, apenas o custo da energia. Não estão embutidos encargos (como a taxa de iluminação pública de alguns Estados) e o ICMS, diferenciado em cada Estado -que pode variar de 12% a 30%, dependendo do Estado e da faixa de consumo de energia. Em alguns Estados, a baixa renda é isenta do tributo. Leia o resto do artigo »
Postado em Energia, Política Econômica | Sem Comentários »