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Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'TEMAS ESPECIAIS':

Boletim Semanal: Taxa de Câmbio, Pré-sal, Bolsa Família, CPI da Aneel, FHC

Postado em 11 dEurope/London agosto dEurope/London 2009

Boletim Semanal do Blog Desemprego Zero
n.49, ano 2 – 05/08/2009 a 11/08/2009   

Economia

Política econômica e democracia política no Brasil

Por que taxa real de câmbio importa?

Imprecisões do pré-sal

Bolsa Família tem portas de saída 

Política

CPI da Aneel ouve economista e contador do BNDES

Os dez estragos de FHC na Petrobras

Por que o câmbio é importante?

Internacional

Averting the Worst

O caminho da economia global

A bolha que ainda não estourou

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Boletim semanal: BNDES, Privatização, Lula x PBF, Sarney, Política Industrial, Obama

Postado em 4 dEurope/London agosto dEurope/London 2009

Boletim Semanal do Blog Desemprego Zero
n.48, ano 2 – 29/07/2009 a 04/08/2009  

Economia

“O BNDES além da crise”

Folha esconde que privatização prejudicou os mais pobres

Política

Para Lula, reajuste do Bolsa Família impulsionará a economia

50 CONSELHOS PARA OS POLÍTICOS!

Quem quer liquidar Sarney?

Muitas políticas industriais = nenhuma 

Internacional

As opções muito limitadas de Obama

A lição do juiz Falcone

Imigração e nacionalismo

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Folha esconde que privatização prejudicou os mais pobres

Postado em 31 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Fonte: Revista Forum

Por Dennis de Oliveira 

No domingo, dia 19 de julho, o jornal Folha de S. Paulo publicou uma boa reportagem sobre a diferença do preço da energia elétrica que favorece as regiões mais ricas e prejudica as mais pobres. Resultado: quem ganha menos paga mais e quem ganha mais paga menos. Mais ainda: as localidades mais carentes que necessitariam de mais investimentos pouco atraem as empresas operadoras de energia elétrica. 

A explicação dos economistas e mesmo de representantes de empresas é clara: é mais caro para uma empresa a operação de distribuir energia elétrica em locais com menor consumo (portanto, lugares mais carentes) do que aqueles em que há um maior adensamento e potencial de aumento de consumo. Daí que regiões metropolitanas ricas, como a de São Paulo, contam com uma tarifa proporcionalmente menor que do Maranhão, por exemplo. Leia o resto do artigo »

Postado em Comentários sobre a Imprensa Brasileira, Energia, O que deu na Imprensa, Política Econômica | Sem Comentários »

Modelo do setor elétrico brasileiro

Postado em 29 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Por Rubens Ghilardi

Clique aqui para ver a apresentação

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Boletim Semanal: Juros, Celso Furtado, Sarney

Postado em 28 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Boletim Semanal do Blog Desemprego Zero
n.47, ano 2 – 22/07/2009 a 28/07/2009    

Economia

A hora do planejamento

Governo reduz em R$ 3 bilhões a previsão de arrecadação deste ano

Juros da dívida consomem R$ 1tri 

Política

Democracia e crescimento

Se correr, ele pega; se ficar, ele come; mas se mobilizar, é ele que se ferra

Celso Furtado não merecia isso

Sobre o caso Sarney

Internacional

O combate à lavagem de dinheiro

Um Bric “no topo do mundo”

Desdobramento de uma crise inacabada 

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TCU aponta sobrepreço de R$ 227 milhões em Angra 3

Postado em 23 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Fonte: Folha de S. Paulo

Obra da usina, que ficou parada 23 anos, deve atrasar se tribunal exigir nova licitação 

Plenário do TCU pode votar hoje proposta de acordo de valores da renovação de contrato de 1983 entre estatal e Andrade Gutierrez 

Por MARTA SALOMON

Por divergências de preços entre a Construtora Andrade Gutierrez e o TCU (Tribunal de Contas da União), a retomada das obras da usina nuclear de Angra 3 poderá exigir uma nova licitação. Acórdão do tribunal identificou irregularidades graves no contrato, como o sobrepreço de R$ 227 milhões.
A construção da terceira usina nuclear brasileira está suspensa há cerca de 23 anos e, para recomeçar, depende agora de um pronunciamento final do tribunal sobre as condições do contrato, previsto para hoje.
O relator do processo, ministro José Jorge, disse à Folha que a possibilidade de uma nova licitação “existe”, embora não a considere “provável”.
Uma nova licitação para as obras civis é prevista em acórdão do TCU de setembro do ano passado, para o caso de as condições de renovação do contrato entre a estatal Eletronuclear e a Andrade Gutierrez não serem consideradas “satisfatórias” para a administração pública. Esse acórdão identificou o sobrepreço de R$ 227 milhões, sem considerar os bônus e custos indiretos da obra. Leia o resto do artigo »

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Boletim Semanal: Bresser-Pereira, Dantas, Kichner

Postado em 21 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Boletim Semanal do Blog Desemprego Zero
n.46, ano 2 – 15/07/2009 a 21/07/2009    

Economia

A volta da velha cantilena neoliberal

Juros, miséria e democracia

Regulamentação a favor dos bancos

Política

Entrevista com Bresser-Pereira: Arauto do Estado republicano

O “accountibility” de conveniência

Crise e trabalho no Brasil

Quem é a Norma que ia travar a investigação sobre Dantas? O que faz a CVM? 

Internacional

The Joy of Sach

El patrimonio de los Kirchner creció un 158 % en solamente un año

Giovanni Arrighi

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Regiões ricas pagam tarifa menor de energia

Postado em 20 dEurope/London julho dEurope/London 2009

Fonte: Folha de S. Paulo

Com a 2ª pior renda per capita do país, Maranhão tem o maior custo; em Brasília, que lidera em rendimentos, conta é mais barata

Aneel, que regula as tarifas, afirma que diferença não é “tolerável” e afeta até o poder de atração de novos investimentos nos Estados

Por PEDRO SOARES e HUMBERTO MEDINA


Um paradoxo rege o modelo brasileiro de tarifas de energia elétrica: enquanto as mais baixas taxas são cobradas em áreas mais ricas, as regiões mais pobres convivem com os maiores preços do serviço.
O Maranhão, por exemplo, tem a segunda menor renda per capita do Brasil, mas sua população paga a maior tarifa de energia dentre as 64 distribuidoras instaladas no país.
A tarifa da Cemar, distribuidora local, é 72% maior do que a da CEB em Brasília, que tem o maior PIB per capita do país e onde a energia é a mais barata (o preço só é menor no Amapá por razões atípicas, pois a Aneel não autoriza reajustes da distribuidora porque ela está inadimplente com geradoras).
Na comparação com os consumidores residenciais da Eletropaulo, maior distribuidora do país, a tarifa no Maranhão é 43% mais cara. Todas essas concessionárias figuram entre as com menores tarifas do país.
Os cálculos foram feitos com base em dados da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) e consideram a tarifa básica, ou seja, apenas o custo da energia. Não estão embutidos encargos (como a taxa de iluminação pública de alguns Estados) e o ICMS, diferenciado em cada Estado -que pode variar de 12% a 30%, dependendo do Estado e da faixa de consumo de energia. Em alguns Estados, a baixa renda é isenta do tributo. Leia o resto do artigo »

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