Postado em 9 dEurope/London agosto dEurope/London 2007
Sergio Ferolla – membro da Academia Nacional de Engenharia
Paulo Metri – conselheiro do Clube de Engenharia
(Publicado no Jornal do Commercio de 08/08/07)
O diretor-geral da ANP, em palestra no Clube de Engenharia, no último dia 23/7, afirmou que o modelo do setor do petróleo implantado em 6/8/97, em substituição ao do monopólio estatal, permitiu um crescimento da participação deste setor no PIB, de menos de 3% em 1997 para cerca de 10% em 2006. Entretanto, tal aumento não foi devido ao modelo implantado, há dez anos, pois somente as descobertas de petróleo da época do monopólio estatal contribuíram para a expansão da produção no período de 1997 a 2006, assim como, no mesmo período, o aumento do preço do barril no mercado internacional e a política de preços dos derivados da Petrobrás acompanhando os preços internacionais, também, contribuíram para o aumento na referida participação.
O diretor continuou sua preleção dizendo que a ANP precisa promover rodadas de licitações para garantir um alto nível do índice “reserva dividida pela produção” do país para garantir a auto-suficiência. O petróleo descoberto e produzido por empresas estrangeiras aumenta esse índice, mas como será exportado, não contribuirá para o suprimento do país. Daí concluirmos que a Lei do petróleo, no 9.478/97, e os contratos de concessão da ANP não permitem a execução de uma política de abastecimento de médio e longo prazo do país, ao autorizarem, hoje, a exportação do petróleo que fará falta daqui a alguns anos, sabendo-se que as limitadas reservas brasileiras são do tamanho das necessidades do país para enfrentar, sem graves conseqüências, um período de transição, até que alternativas energéticas sejam introduzidas na nossa matriz. Leia o resto do artigo »
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Postado em 26 dEurope/London julho dEurope/London 2007
Leonardo Nunes
O debate acerca deste tema ganhou corpo novamente a partir de 2003, quando se verificou um processo quase contínuo de apreciação da moeda brasileira. Para uma parte dos economistas, esta valorização estaria simplesmente refletindo a melhora nos “fundamentos” da economia, como por exemplo, a passagem de déficit para superávit nas transações correntes, o que derivaria do formidável desempenho da balança comercial, além do desempenho de diversos indicadores de vulnerabilidade. Entretanto, para outra parte dos economistas (que incluem os de linha heterodoxa e alguns do mainstream – a corrente hegemônica do pensamento econômico), a “surpreendente” apreciação do Real teria, além do comportamento das variáveis “reais”, um componente especulativo substantivado principalmente nas operações de carry trade. Quem está com a razão?
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Postado em 26 dEurope/London julho dEurope/London 2007
Denise Gentil
Profa. da UFRJ demonstra que a crise da seguridade social é um “fato inventado” e que decorre da não computação das receitas previdenciárias previstas por lei. Fazendo a conta certa, o Sistema de Previdência Social e de Seguridade Social são superávitários.
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Postado em 24 dEurope/London julho dEurope/London 2007
Ricardo Summa e Alexandre Freitas
Banco Central desafia o bom senso e seus próprios princípios teóricos ao não considerar a substancial queda do risco-país. A taxa de juros deveria no mínimo acompanhar a redução do risco país. Por que o Banco Central não respeita os padrões internacionais, reduzindo a taxa na velocidade correta?

Gráficos do Artigo
(Artigo teórico)
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Postado em 24 dEurope/London julho dEurope/London 2007
Luiz Antonio de Oliveira Lima VALOR – 20/07/2007
A fixação recente da nova meta inflacionária em 4,5% e não em 4%, provocou uma série de críticas às autoridades monetárias, sendo que algumas dessas críticas se estenderam a todos aqueles que supõem que metas inflacionárias mais baixas, ao reduzirem a taxa de juro de curto prazo, contribuiriam para estimular o crescimento econômico. Uma dessas críticas “Meta Inflacionária e o Coelhinho da Páscoa”, publicada na Folha de S. Paulo, de 27/06, de A. Schwartzman, baseando-se nos trabalhos de Milton Friedman e Edmund Phelps, considera que todo argumento de que metas de inflação mais baixas levariam a um maior crescimento, pode ser comparado à idolatria de algumas “tribos primitivas” ao Coelhinho da Páscoa. Leia o resto do artigo »
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