Postado em 9 dEurope/London outubro dEurope/London 2007
Rubens Teixeira*
As políticas de governo implementadas visam a atender os interesses sociais. Como há interesses difusos e conflitantes na sociedade, há um padrão demarcado na Constituição da República que não pode ser deixado de lado sob quaisquer argumentos, tendo em vista que a democracia impõe o respeito às normas. No topo dessas normas está a Constituição, como bem definiu Hans Kelsen. Leia o resto do artigo »
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Postado em 2 dEurope/London outubro dEurope/London 2007
Publicado no Jornal do Commercio de 09/07
Roberto Saturnino Braga ex-senador do RJ e presidente do Instituto
Solidariedade Brasil (ISB) e Paulo Metri diretor-geral do IS
Depois do término da ex-União Soviética, alguns precipitados defensores do
capitalismo como a melhor forma de organização econômica das sociedades,
falaram de forma desejosa que o sonho socialista tinha acabado, a História
a partir desse instante seria uma mesmice, o capitalismo tinha provado a
sua superioridade etc. Felizmente, esse surto passou rápido, mas restou um
vazio.
Hoje, sabe-se muito bem que o capitalismo, a menos que sejam colocadas
salvaguardas, é um sistema concentrador de renda e gerador de excluídos. Em
algumas sociedades, como os países do norte da Europa, com forte controle
do Estado pela sociedade, o Estado ainda consegue colocar rédeas no
capitalismo e transformá-lo em um sistema socialmente comprometido. Mas,
para países em desenvolvimento, em geral, ele tem demonstrado acirrar a
desigualdade de renda, permitindo inclusive a usurpação por parte do
capital externo de lucros e riquezas no país, em detrimento da sociedade. Leia o resto do artigo »
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Postado em 23 dEurope/London setembro dEurope/London 2007
(Publicado no Monitor Mercantil de 19/09/07)
Sergio Ferolla, brigadeiro, membro da Academia Nacional de Engenharia
Paulo Metri, conselheiro do Clube de Engenharia
O ex-presidente FHC, em entrevista à revista Piauí de agosto de 2007, fez
uma série de declarações estarrecedoras, mostrando a que ponto são
pervertidas, as mentes de homens que dirigiram os destinos do nosso país.
Sem meias palavras, afirmou que: “Em restaurantes em Buenos Aires sou
aplaudido quando entro. É que eu traí os interesses da pátria, então eles
me adoram”. Condenou, também, o mercado como “único organizador do Brasil”,
assim como o conceito de Estado mínimo e a privatização na sua essência, só
tendo privatizado porque “estávamos falidos”. Circulando fagueiro e sempre
muito festejado, pelas terras daqueles aos quais prestou relevantes
serviços, chegou a ponto de achincalhar o desfile de sete de setembro,
definindo-o como “uma palhaçada”.
Sem qualquer intenção de julgamento, devemos considerar suas palavras como
altamente esclarecedoras e a merecer análise criteriosa, em razão de ter
partido do principal executor dos princípios neoliberais e que, agora,
confessa seus malefícios publicamente. A pretensa mudança de discurso de
FHC nos leva a pensar no que, realmente, aconteceu em nosso país, desde a
década de 90, e como a sociedade foi prejudicada, para que possamos
planejar, de forma correta, nosso futuro, como nação soberana. Leia o resto do artigo »
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Postado em 24 dEurope/London agosto dEurope/London 2007
Sergio Ferolla, brigadeiro, membro da Academia Nacional de Engenharia
Paulo Metri, conselheiro do Clube de Engenharia
(Publicado no Jornal do Commercio de 23/08/07)
Muitas empresas estrangeiras operam no Brasil, há muitos anos, e sempre tiveram garantido direito de propriedade, possibilidade de retorno para os investimentos, remessa de lucros, repatriação do capital etc. Nos anos 80, começou-se a ouvir que as empresas requeriam, para se estabelecerem no país, a expansão de garantias. O que motivou essa mudança de postura?
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Postado em 15 dEurope/London agosto dEurope/London 2007
Helio Pires da Silveira Vice- Presidente da AFBNDES
Relembrando Gonzaguinha:
“Um homem se humilha se castram seus sonhos. Seu sonho é sua vida, e vida é trabalho. E sem o seu trabalho, um homem não tem honra. E sem a sua honra, se morre, se mata .”
Somos das Associações de Funcionários do Sistema BNDES: AFBNDES, AFBNDESPAR e AFFINAME estamos engajados na Campanha do Pleno Emprego e explicamos porquê! De 1930 a 1980, nosso país crescia 7% a.a. surpreendíamos o mundo. A partir deste período, rastejamos num crescimento de 2,4% a.a., ou repetindo o economista César Benjamin:“Assim, a economia mais dinâmica do mundo, que dobrou seu produto cinco vezes seguidas em cinqüenta anos, caminha para experimentar a terceira década rastejante”.
O que aconteceu? Leia o resto do artigo »
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Postado em 14 dEurope/London agosto dEurope/London 2007
Paloma Oliveto do Correio Braziliense 14/8/2007
Nova edição da Olimpíada de Matemática terá a participação de 17 milhões de estudantes da escola pública, a maior competição de conhecimento de lógica do mundo. Governo quer premiar talentos Leia o resto do artigo »
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Postado em 14 dEurope/London agosto dEurope/London 2007
Marcelo Tokarski Correio Braziliense 14/8/2007
Novo presidente toma posse hoje com objetivo de mudar o perfil do instituto. O órgão vai elaborar estudos de médio e longo prazos Leia o resto do artigo »
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Postado em 13 dEurope/London agosto dEurope/London 2007
Escrito por Frei Betto Correio da Cidadania 10-Ago-2007
Antes de ingressar na faculdade, em 1964, estudei oito anos em escola pública. Como ocorre agora com as universidades, em geral elas superavam em qualidade os colégios particulares. Além da inigualável vantagem de serem gratuitas.
Hoje, nossas escolas públicas de ensino básico estão sucateadas. Foram deterioradas pela má administração pública, a corrupção, o descaso para com alunos e professores. Há, no Brasil, 55 mil escolas públicas. Segundo a OCDE, apenas 0,2%, ou seja, 160 alcançam um índice de desempenho considerado médio.
Adotam-se no Brasil, para classificar nossas escolas de ensino básico, o Saeb (Sistema de Avaliação da Educação Básica), feito por amostragem, e o Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), que dá nota de 0 a 10 às instituições de ensino, tendo por critério o desempenho dos alunos na Prova Brasil, exame aplicado a todos os alunos de 4ª. e 8ª. séries.
Em todo o país, apenas 160 escolas mereceram nota 6 ou acima. Nas séries iniciais do ensino fundamental nossa nota é 3,8. Os cursos de 5a a 8a séries ganharam nota 3,5. No ensino médio, 3,4. A meta do MEC, estimulado pela campanha “Compromisso Todos pela Educação”, é que a maioria de nossas escolas atinja a nota 6 em 2021. O Ideb atual da Holanda é 7; do Reino Unido, 6,5. Leia o resto do artigo »
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