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Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'TEMAS ESPECIAIS':

Mais GENIAL texto de ciência política do século XX: OS ASPECTOS POLÍTICOS DO PLENO EMPREGO

Postado em 7 dEurope/London março dEurope/London 2008

KALECKI – 1944

A manutenção do pleno emprego por meio da despesa governamental financiada por empréstimos tem sido amplamente discutida nos anos recentes. Essa discussão, porém, concentra-se nos aspectos puramente econômicos do problema, sem dar a devida atenção às realidades políticas. É falsa a suposição de que um Governo manterá o pleno emprego numa economia capitalista se ele sabe como faze-Io. Com relação a isso é de crucial importância a desconfiança dos grandes empresários acerca da manutenção do pleno emprego por meio do gasto governamental. Leia o resto do artigo »

Postado em Artigos Teóricos, Autores Clássicos, Pleno Emprego | 6 Comentários »

NOVIDADE 1

Postado em 22 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Na coluna da esquerda colocamos duas revistas/cartilhas de divulgação da Campanha do Pleno Emprego: Momento Nacional 1 e Momento Nacional 2. (cliquem nas figuras)
Agradecemos os leitores que nos ajudarem a divulgar essas revistas/cartilhas para seus amigos:

Podem IMPRIMIR, estão muito bonitas e com excelente conteúdo!
Os links são esses:

http://www.desempregozero.org.br/editoriais/Momento_Nacional.pdf  

http://www.desempregozero.org.br/editoriais/MOMENTO_NACIONAL_2.pdf
Obrigado,
Abraços a todos,
Campanha Nacional do Pleno Emprego

Postado em Pleno Emprego | Sem Comentários »

Novidade 2

Postado em 22 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Caros Leitores,

Fizemos algumas mudanças no blog hoje. Colocamos uma seção de cultura! Quem tiver poesias, contos e comentários sobre cultura podem enviar.

abraços

Equipe Instituto do Desemprego Zero

Postado em Pleno Emprego | Sem Comentários »

Uma proposta para MEGA-RESERVAS de petróleo do PRÉ-SAL

Postado em 20 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Paulo MetriPaulo Metri *
Sergio Ferolla *

Jornal do Commercio, 19/02/08

A maior parte do lucro obtido pela exploração econômica dos recursos naturais de um país deve ser usufruída por sua sociedade. Tal conceito merece especial atenção em decorrência da descoberta de reserva na região do pré-sal, batizada de campo Tupi, com cinco a oito bilhões de barris de petróleo, representando riqueza imensa. Além disso, todo o pré-sal mostra-se extremamente promissor, podendo conter até 60 bilhões de barris. Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, Energia, Paulo Metri, Petróleo do Pré-Sal e o Futuro do Brasil, Sergio Ferolla | Sem Comentários »

MUITOS CRITÉRIOS, POUCAS CERTEZAS

Postado em 20 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Roberto Pereira d’Araujo *

A chuva desse verão meio “Al Gore” parece que afastou momentaneamente a ameaça de um novo racionamento de energia. Entretanto, o “momentaneamente” deve ser enfatizado, pois não se pode confundir alívio conjuntural com carência estrutural. Como já salientei em outros artigos, o desequilíbrio está evidente no PLANO ANUAL DA OPERAÇÃO ENERGÉTICA – PEN 2007 RELATÓRIO EXECUTIVO que pode ser obtido no site do ONS por qualquer interessado.

Lá, na página 21, os custos marginais médios anuais para o período 2008 – 2011 são respectivamente R$ 213,76/MWh – R$ 235,72/MWh – R$ 194,00/MWh – R$ 225,69/MWh. Para um cenário da economia um pouco mais aquecido, esses custos ainda sobem mais 20%. Esses valores são “médios” porque são calculados para uma grande quantidade de cenários hidrológicos, onde se encontram cenários bons e ruins. Assim se evita uma avaliação conjuntural dependente da meteorologia de momento.

Ora, basta dar uma olhada nos resultados dos últimos leilões realizados para construção de novas usinas para perceber que, a grosso modo, o preço de nova energia é aproximadamente R$ 130/MWh. Portanto, se, na ocorrência de diversos cenários hidrológicos, o custo marginal de operação supera em muito o custo de expansão, o sistema “pede” uma nova usina. Afinal esse custo marginal não é o que traduz a necessidade de se ligar usinas térmicas preservando a reserva de água? Não é esse número que, através de uma complicadíssima fórmula se determina a energia “assegurada” das usinas? Não é esse número que determina o PLD (Preço de Liquidação de Diferenças) no mercado atacadista? Em suma, se esse número é alto o custo de consumo em combustíveis não é maior? Parece que não há como contestar esse fato e, deste modo, o sistema está em desequilíbrio estrutural.

Mas, estamos no Brasil e, aqui, a lógica não é “Aristotélica”. Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, Energia, Haverá outro APAGÃO?, Roberto D'Araujo | Sem Comentários »

Flexibilização do caráter

Postado em 19 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Monitor Mercantil de 18/02/08

Paulo Metri *

A flexibilização da linguagem caminhou junto com a flexibilização da moral e do caráter. Quando alguém quer fazer algo errado e amoral, nesse pouquíssimo admirável mundo novo, utiliza a flexibilização semântica para transfigurar o seu ato danoso. Por exemplo, neoliberais queriam acabar o monopólio estatal do petróleo, mas não podiam dizer isso abertamente, pois se tinha medo que a fala honesta trouxesse rejeições, em virtude do povo gostar do monopólio. Assim, a emenda constitucional no 9 e o projeto de lei do petróleo (hoje, lei 9478) foram aprovados, dizendo-se que flexibilizariam o monopólio, quando, na verdade, o acabavam.

Como não existe mulher meio grávida e não existe mais purgatório, só céu e inferno, não existe monopólio flexibilizado. Mas, o ministro Eros Grau, utilizando o “juridiquês” que o permite justificar qualquer coisa para os comuns, criou um raciocínio gongórico para dizer, salvo engano, até porque o “juridiquês” era muito violento, que existe um monopólio de atividades e outro dos produtos e, no caso do petróleo, a União detém o primeiro, podendo exercê-lo utilizando a contratação de empresas, mas o segundo não seria detido pela União. Mas, os professores de economia, que não têm a mesma flexibilidade, precisam explicar como, no Brasil, as atividades do setor do petróleo compõem um monopólio da União e, hoje, a Shell e a Petrobrás produzem e vedem petróleo brasileiro e, brevemente, teremos outras empresas fazendo o mesmo. Leia o resto do artigo »

Postado em A POLÍTICA AMBIENTAL externa está equivocada?, Desenvolvimento, Energia, Paulo Metri | 2 Comentários »

BRASIL: Firme e cego RUMO À INSIGNIFICÂNCIA ECONÔMICA

Postado em 12 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Bruno Galvão *

As recomendações econômicas para o Brasil são as mesmas há mais de 20 anos: “responsabilidade” fiscal, banco central exclusivamente preocupado com inflação, reformas liberalizantes, abertura comercial e financeira, privatização e diminuição do tamanho do Estado. Desde os fins dos anos 80, a equipe econômica acredita e executa esse tipo de política. Desde 1990, o Banco Central com a desculpa de estar preocupado exclusivamente com a inflação mantém as taxas de juros reais mais altas do mundo. O Brasil praticou uma radical e unilateral abertura comercial e financeira. Diversas reformas foram realizadas. Em quase todos os anos entre 1990 e 2007 o Brasil manteve substanciais superávits primários. O resultado é conhecido: aumento do desemprego, perda da competitividade brasileira, deterioração da infra-estrutura e crescimento muito abaixo da média dos outros emergentes. Em 1980, o Brasil tinha quase 11% do PIB do mundo subdesenvolvido. Em 2008, esse valor deve ser inferior a 5,5%. Essa mudança ocorreu basicamente após 1990, quando essa sugestão de políticas fiscais e monetárias restritivas, reformas e políticas de modernização da economia foram implementadas.

E, de novo, continuamos ouvindo o mesmo discurso. Hoje, o Blog do Nassif apresenta uma sugestão do FT para o Brasil. Continuam a mesma: gastos mais sábios do governo, estímulos ao setor privado, aumento da produtividade, reforma fiscal e trabalhista. Eu espero que todas as empresas buscam aumentar sua produtividade e não acredito que esse tipo de conselho possa vir a mudar a atitude das empresas. O que seria estímulo ao setor privado? Redução ainda maior do setor público? É um engano acreditar que Estado forte atrapalha o desenvolvimento de empresas desenvolvidas. Ao contrário, as principais empresas do mundo estão em países com Estado forte, como os dos EUA, França, Coréia, China e Japão. Estados fracos são os da África e da América Central. Aliás, república de banana significa isso: qualquer empresa multinacional derruba ou manipula os governos. Mas, ouvimos todos os dias na imprensa que Estado forte é sinônimo de subdesenvolvimento…. Será? Leia o resto do artigo »

Postado em A POLÍTICA AMBIENTAL externa está equivocada?, Bruno Galvão, Desenvolvimento, ELEIÇÕES, projetos e estratégias: 2008 e 2010, Internacional, Pleno Emprego, Política Brasileira, Política Econômica, Propostas de Mudanças para o Banco Central | 5 Comentários »

PELA VOLTA DO “ANTIQUADO”

Postado em 7 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Bruno Galvão

Infelizmente, no Brasil hoje, é “antiquado” defender que políticas fiscais e monetárias expansionistas resultam em crescimento acelerado. A moda no Brasil é defender superávit público e políticas monetárias e fiscais “responsáveis”. Políticas que em outros tempos eram chamadas de recessivas ou restritivas. A dicotomia  expansionista X restritiva  é considerada hoje fora de moda. A dicotomia moderna é: “irresponsável” X “responsável”.

É triste ver que a crítica econômica hoje se concentra em regulação financeira. O debate econômico praticamente se restringe à preocupação de impedir crises financeiras. Mas, deve-se perguntar: a quem isso interessa? Eu, particularmente, não estou preocupado se os bancos americanos estão tendo prejuízo ou não. Como 99,9999% dos brasileiros, não tenho ações de banco americano ou europeu. Com quase US$ 200 bilhões de reservas, essa crise dos bancos americanos só vão afetar os brasileiros porque o Meirelles sempre está procurando justificativas para o aumento da taxa de juros. E até surgir essa crise estava difícil de achar motivos para o BC não abaixar os juros. Por favor, pelo menos nós progressistas, não vamos ter medo de sermos “antiquados”, ou seja, precisamos voltar a discutir política monetária e fiscal usando o úteis conceitos: expansionista e restritivo.

Pelo menos nisso, poderíamos imitar os EUA. Lá não há dúvidas, se a economia está em risco de entrar em crise, democratas e republicanos são unânimes: os juros têm que baixar e os gastos do governo subir. No Brasil é o contrário!! Logo que aparece uma crise já vem o BC e a imprensa pedir corte de gasto e aumento dos juros.

Não superestimemos a questão da regulação financeira. A taxa de câmbio mostra que no atual cenário apostar em fugas de capital é uma loucura. Eventualmente, se a diretriz da política econômica mudar, poderá haver alguma necessidade de regulação financeira.

Porém, a questão principal agora é ganhar o debate sobre a funcionalidade da políticas monetárias e fiscais. A despeito dessas considerações, o Nassif traz um bom texto sobre regulação financeira hoje (clique aqui). Apesar da crise americana trazer problemas, eu prefiro muito mais estar na situação dos EUA. Leia o resto do artigo »

Postado em Bruno Galvão, Desenvolvimento, Pleno Emprego, Política Brasileira, Política Econômica, Política Social | 2 Comentários »