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Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'TEMAS ESPECIAIS':

Boletim semanal do Blog do Desemprego Zero

Postado em 9 dEurope/London setembro dEurope/London 2008

n.22, ano 1 -02/09/2008 a 08/09/2008

Destaques da Semana no Blog

1.    Economia

O BACEN E A OBSESSÃO PELA TAXA DE JUROS

Independência da racionalidade

A vingança dos heterodoxos

Inflação menor isola Meirelles em conselho econômico

2.    Política

Piada do ano: Impeachment do Lula por uma “reportagem” da Veja

O medo à revolução

3.    Internacional

De Karl Popper a Karl Rove: ida y regreso

4.    Desenvolvimento

Desarrollo autofinanciado

O Brasil nunca foi um país industrializado e ainda está regredindo Leia o resto do artigo »

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Boletim semanal do Blog do Desemprego Zero

Postado em 2 dEurope/London setembro dEurope/London 2008

n.21, ano 1 -20/08/2008 a 01/09/2008

Destaques da Semana no Blog

Economia

Excesso de demanda

Flebilidade no mercado de câmbio

Por um mundo mais livre

Política

Onze contra um… por causa de um gol contra

Desenvolvimento

Um pré-sal desprezado no setor elétrico

O pré-sal e o desenvolvimento do Brasil

O pré-sal

Internacional

Os paraísos fiscais e a licença para fraudar

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Um pré-sal desprezado no setor elétrico.

Postado em 1 dEurope/London setembro dEurope/London 2008

Por Roberto Pereira d’Araujo*

Acirrou-se o debate sobre o destino do “tesouro submerso” do pré-sal, até agora desconhecido. Ótimo que o estado brasileiro pretenda contar com parte desses abundantes recursos para minorar o vergonhoso quadro de exclusão e de desigualdade do povo brasileiro. Afinal, somos a décima economia mundial com coeficiente de Gini comparável às piores economias subdesenvolvidas.

Mas, que coisa estranha! Como é que outras riquezas são desprezadas? Estou apenas fazendo uma provocativa comparação desse tesouro submerso com as rendas “oclusas” do setor elétrico brasileiro que, apesar de evidentes, foram sutilmente descartadas sob o complicado e adaptado modelo mercantil. Nesse caso, não é preciso perfurar nada. A fortuna está disponível acima do nível do mar.

Ora, segundo dados da FAO[1], o Brasil tem 18% dos recursos hídricos do planeta. Mesmo descontando-se os rios que não nascem no território nacional, tais como o Amazonas e o Madeira, o Brasil é o líder mundial nessa fortuna. Tendo rios de longa extensão, clima tropical e ainda contando com diversidade hidrológica, pode-se pelo menos conjeturar que há ai uma enorme vantagem que só depende de sua gestão.

Desconfiem de equações muito complicadas e deselegantes. Elas não descrevem a realidade. Geralmente, querem distorcê-la. Os cientistas estão cada vez mais convencidos de que beleza é fundamental. Matemáticos e físicos acreditam que sentenças elegantes como E = mc2 podem ser a diferença entre o certo e o errado. Pois, quem já se deparou com as equações[2] que regem o sistema mercantil brasileiro pode perceber como ficaram complicados e feios nossos elétrons[3].

Tudo porque, apesar de totalmente distinto, ainda insistimos em aplicar o (agora velho) modelo inglês ao nosso sistema. E o que é mais intrigante, é que a metodologia desenvolvida no período estatal entrou de gaiata na história e tem sofrido críticas de todos os lados. Também, pudera. O estigmatizado NEWAVE, um software monopolístico de operação, por incrível que pareça, passou a ser a peça chave do emaranhado modelo de mercado brasileiro. Um inacreditável mimetismo.

Se aplicada ao sistema brasileiro, a concorrência real por energia física resultaria num desastre. Por isso, nosso sistema “competitivo” é um mercado virtual. Por isso, um operador atua de forma monopolista independente da questão comercial. Entretanto, até essa independência está cada vez mais ameaçada porque é, simplesmente, uma hipótese frágil. Leia o resto do artigo »

Postado em Assuntos, Debates Nacionais, Desenvolvimento, Destaques da Semana, Energia, Roberto D'Araujo | 1 Comentário »

Por um mundo mais livre…

Postado em 26 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

*Heldo Siqueira

O liberalismo, como concebido por alguns economistas, é representado pelo livre mercado, com mobilidade dos fatores de produção e eficiência na alocação de recursos. O cerne dessa argumentação reside na potência que a atuação individual, em sua natural busca pelo lucro, tem de lidar com a escassez. Do outro lado, o consumidor individual é o soberano que é o único ente que possui o direito natural de entender suas necessidades subjetivas utilizando seus recursos para satisfazê-las.

A questão complica-se se tentamos analisar esse ponto de vista em termos mais apurados. Afinal, se houver uma natureza imutável para cada ser humano, e ele responder da mesma forma sempre que lhe for dado o mesmo estímulo, o ser humano deixar de ter livre arbítrio. Se esse fosse o caso, seria tão inútil quanto desprezível fazer ciência, já que as decisões a serem tomadas corresponderiam à natureza humana, sem que o aprendizado pudesse modificá-la. Ou seja, para adotarmos o livre arbítrio como pressuposto (que é o caso dos liberais) é preciso que não haja natureza humana imutável (como uma mentalidade maximizadora utilitarista, por exemplo). Leia o resto do artigo »

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Boletim Semanal do Blog do Desemprego Zero

Postado em 12 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

n.20, ano 1 – 05/08/2008 a 11/082008

Destaques da Semana no Blog

•1.    Economia

Aumento da taxa Selic causa efeito contraditório

Delfim e Bresser unidos em duras críticas à ação do BC

•2.    Internacional

O novo impasse transatlântico

Combate à inflação divide os países do Sudeste Asiático

•3.    Desenvolvimento

A geopolítica e o pensamento econômico

Aprovada cota para alunos da rede pública

•4.    Política

A participação das mulheres na eleição municipal

PT não é página virada de folhetim

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Boletim Semanal do Blog do Desemprego Zero

Postado em 5 dEurope/London agosto dEurope/London 2008

n.19, ano 1 – 30/07/2008 a 05/082008

Destaques da Semana no Blog

1. Economia

Semana Reveladora

Alguém duvida da desindustrialização brasileira

Com esse câmbio não há acordo que nos salve

2. Política

Dossiê Daniel Dantas

O que Gil deixará

Sob o domínio do mal

3. Internacional

Avanço do PIB dos EUA é menor que o esperado no 2º trimestre

Chomsky analisa o escândalo da guerra do Iraque

O novo comércio mundial

4. Desenvolvimento

Juros altos e concentração do desenvolvimento

Imposto sobre riqueza permitiria reduzir ICMS, PIS, COFINS

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BOLETIM SEMANAL DO BLOG DO DESEMPREGO ZERO

Postado em 29 dEurope/London julho dEurope/London 2008

n.18, ano 1 – 23/07/2008 a 29/07/2008

Destaques da Semana no Blog

1.    Economia

Economia deve desacelerar

A qualidade das expectativas inflacionárias

Juros altos. Falsa desculpa

2.    Política

Um pecado de 61 milhões de reais: desfalque de Rosinha e Garotinho

O petróleo no mar sem dono

Os já conhecidos caminhos da “roça”

3.    Internacional

SARKOZY PASSA REFORMA CONSTITUCIONAL POR DOIS VOTOS: UM DELES, DO PS, ABRE NOVA CRISE NA OPOSIÇÃO FRANCESA

DIAGNOSTICANDO A CRISE AMERICANA

Raul Castro alerta cubanos para “tempos difíceis”

4.    Desenvolvimento

Ubirajara: o mendigo que superou a situação de pobreza

Novo guindaste chega a Itajaí neste domingo (27/7/2008)

Interior cria mais empregos formais do que grandes centros

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A qualidade das expectativas inflacionárias

Postado em 24 dEurope/London julho dEurope/London 2008

Por Heldo Siqueira

Os modelos macroeconométricos, os principais instrumentos na formulação das expectativas sobre inflação e expansão do PIB utilizados por analistas de mercado, apesar de utilizarem rebuscado ferramental probabilítico, provavelmente tenham muito pouco a explicar sobre a economia real. Na verdade, baseiam-se em uma simplificação drástica da realidade que os permite dar resultados tão precisos (na casa dos centésimos) quanto equivocados. Segundo o bom e velho John Keynes, tratam-se de economistas que preferem estar precisamente errados, a aproximadamente certos. No caso brasileiro, a cada novo boletim Focus, as previsões mudam completamente, sem que os modelos sequer revistos, quanto mais abandonados.

A antiga controvérsia de Cambridge, segundo a qual, a substitubilidade de capital por trabalho não acontece ao longo de toda a distribuição de taxa de juros parece trazer conseqüências mais profundas para os novos modelos macroeconômicos do que pode-se imaginar. O problema surge quando tentamos somar quantidades heterogênias de capital e é denominado reversão de técnicas. Como ilustração, poderíamos recorrer ao questionamento de Joan Robinson sobre as funções de produção, pois, enquanto o trabalho é medido em quantidade de homens hora, não existe unidade de medida para capital. Leia o resto do artigo »

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