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Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'Energia':

Quem pode, define rumos

Postado em 7 dEurope/London dezembro dEurope/London 2007

(Publicado no Jornal do Brasil de 07/12/07)

Sergio Ferolla, brigadeiro, membro da Academia Nacional de Engenharia

Paulo Metri, conselheiro do Clube de Engenharia

A empresa de Eike Batista arrematou, sozinha ou em parceria, 21 blocos para exploração de petróleo, na 9ª rodada de leilões promovida pela Agência Nacional de Petróleo (ANP), tendo investido cerca de R$ 1,5 bilhão. Esse é um fato positivo, quando comparado com as rodadas anteriores, nas quais, em blocos no mar, alem da Petrobrás, só apareciam empresas estrangeiras, pois o lucro desse empresário, com maior probabilidade, será reinvestido no Brasil. Mas, persistem críticas em relação às rodadas da ANP.

Depois dos leilões, o referido empresário declarou que espera descobrir em cada bloco arrematado, baseado em estudos técnicos, uma média de 1,8 bilhão a 2 bilhões de barris. Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, Energia, Paulo Metri, Petróleo do Pré-Sal e o Futuro do Brasil, Política Brasileira, Sergio Ferolla | Sem Comentários »

Abaixo Assinado

Postado em 5 dEurope/London dezembro dEurope/London 2007

Excelentíssimo Senhor Presidente,

As forças sociais do povo brasileiro, organizados em suas mais diferentes formas, como movimentos sociais, sindicatos, centrais sindicais, partidos, pastorais, dirigentes, militantes, intelectuais, e cidadãos brasileiros, preocupados com a política do petróleo, vêm trazer ao conhecimento de V. Exa., questões relevantes em relação à situação das áreas exploratórias em petróleo e gás no Brasil:

A. nossa produção de petróleo hoje, por conta da atuação da Petrobrás, é voltada prioritariamente para o nosso consumo interno, garantindo nosso abastecimento, no País inteiro, desde a criação de Petrobrás até hoje;

B. pela lei do petróleo em vigor a partir de 1997, Lei 9478/97, o petróleo encontrado é propriedade da empresa que o produzir e esta empresa pode fazer com ele o que quiser, inclusive exportar 100% dele;

C. durante 44 anos anteriores à vigência da Lei 9478/97, de 1953 a 1997, a Petrobrás encontrou reservas de petróleo e gás, e tendo sido a Petrobrás proprietária de 100% delas, e produz o petróleo e gás que abastecem o Brasil hoje e garantem nossa auto-suficiência em petróleo e equilibra nossa necessidade de gás;

D. de 1998 a 2007, com os leilões das áreas promissoras em petróleo e gás, as multinacionais já controlam mais da metade das áreas promissoras em petróleo e gás Leia o resto do artigo »

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Fórum internacional de energia renovável

Postado em 29 dEurope/London novembro dEurope/London 2007

Texto de divulgação do evento

Quem tem consciência admite: a atual matriz energética, baseada principalmente no petróleo e em outros combustíveis fósseis, vai se tornando insustentável. Seja pelo esgotamento dos recursos. Seja pelos danos provocados aos ecossistemas. Os sinais são evidentes, no efeito estufa, no degelo polar, nas ondas de calor, nas inundações, nas secas. As conseqüências já atingem a humanidade. A luta por uma nova mentalidade na questão energética não é mais uma reivindicação de ativistas da questão ambiental: agora, é preciso que cada habitante do planeta esteja envolvido. Leia o resto do artigo »

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Deus é brasileiro

Postado em 23 dEurope/London novembro dEurope/London 2007

(Publicado no Jornal do Commercio de 22/11/07)

Sergio Ferolla, brigadeiro, membro da Academia Nacional de Engenharia

Paulo Metri, conselheiro do Clube de Engenharia

Para os crédulos, o recém descoberto campo Tupi, com jazidas de até oito bilhões de barris de petróleo, se deveu à interferência divina. Para eles, a prova irrefutável do favorecimento de Deus aos brasileiros prende-se à comprovação da existência desse campo gigante ter ocorrido dias antes do Brasil entregar, através da nona rodada de leilões da Agência Nacional do Petróleo (ANP), alguns blocos contíguos, com provavelmente outros bilhões de barris. Se a providência divina não tivesse se antecipado à predatória rotina da ANP, seus contratos de até 30 anos com empresas estrangeiras possibilitariam a exportação do valioso e estratégico produto e nos restaria lamentar a perda das preciosas reservas e a evasão de muitos bilhões de dólares, em detrimento da economia nacional.

A festejada descoberta, com ajuda divina ou não, mostra o admirável desempenho da equipe técnica e da alta administração da Petrobrás, com reconhecido mérito para o próprio governo, sempre apoiando as ações da empresa. O Brasil recebe os benefícios da duração do monopólio estatal durante mais de 40 anos, o qual, visando acima de tudo o interesse nacional, viabilizou a realização de dispendiosas pesquisas e a perfuração até 7.000 metros do subsolo marítimo, após superar 2.000 metros de uma camada de sal. Haveria competência, recursos e decisões de risco por parte de empresas privadas, especialmente estrangeiras, com visão de lucro imediato, para tão ousado desenvolvimento tecnológico e prospecção?

Sobre esse ponto, chega a ser cômico um testa-de-ferro Leia o resto do artigo »

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Um setor esquizofrênico

Postado em 22 dEurope/London novembro dEurope/London 2007

Roberto Pereira d’ Araújo* 22/11/07

Desculpem os leitores, mas, mais uma vez, volto a conceitos básicos sobre o setor elétrico brasileiro. Espero mostrar que todo o complicado modelo mercantil definido a partir das reformas da década de 90, constantemente reformado, mas sempre mantido, tem suas “fundações” erigidas sobre “areia movediça”. Toda vez que fui obrigado a explicar o sistema brasileiro para estrangeiros, vi muitos cenhos franzidos. Dentre os setores elétricos mundiais, somos um espécime esquisito.

Para explicar a confusão, é melhor partir do zero. Suponha o Brasil iniciando a construção do seu setor elétrico e imagine que existisse um “laissez-faire” total que permitisse agentes individuais privados construir suas usinas como quisessem. Um puro mercado, tão ao gosto desta seita. Descrevo abaixo uma historinha bem simplificada, mas com grande aderência ao caso brasileiro.

Para começar a história, um cidadão, Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, Energia, Haverá outro APAGÃO?, Roberto D'Araujo | 5 Comentários »

ZYLBERSZTAJN EXONEROU ENGENHEIRO QUE DISCORDAVA DA ANP

Postado em 19 dEurope/London novembro dEurope/London 2007

 19/11/2007 18:20h

O engenheiro mecânico Paulo Metri disse em entrevista a Paulo Henrique Amorim nesta segunda-feira, dia 19, que foi exonerado da ANP (Agência Nacional do Petróleo) em 2001 por escrever, em parceria com o senador Saturnino Braga, um artigo discordava da Agência (aguarde o áudio).

“Esse artigo repetia de certa forma algumas observações que eu já tinha feito desde 1998 até 2001 internamente dentro da ANP. Eu alertava que estava havendo um conjunto de artigos saindo no exterior em que mostrava que a produção mundial de petróleo ia passar por um pico”, disse Metri.

Depois de escrever o artigo e ser exonerado, ele voltou a trabalhar na Indústrias Nucleares do Brasil, onde está até hoje. Metri diz que recebeu a informação da exoneração do seu chefe imediato, Oswaldo Pedrosa. Mas era uma decisão do presidente da ANP, David Zylbersztajn.

“Ele (Oswaldo Pedrosa) falou claramente. A Decisão é do David porque o David não gostou do artigo que foi publicado hoje na Gazeta Mercantil e está aqui nesse clipping da empresa”, disse Metri.  Leia o resto do artigo »

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Água com gás

Postado em 7 dEurope/London novembro dEurope/London 2007

Roberto Pereira d’Araujo *4/11/07

Todo supermercado tem alguém que cuida do estoque. Responsável por uma reserva de produtos na prateleira, tem obrigatoriamente que olhar para o futuro, pois precisa de uma estimativa das vendas esperadas para encomendar os produtos com antecedência. Apesar de vantagem financeira, não pode arriscar a ter um estoque muito baixo, pois poderia deixar de vender. Também não pode manter um estoque alto, pois, além de empatar dinheiro em mercadorias que podem custar a ser vendidas, seu armazém tem limitações de espaço.

Para entender o burburinho sobre o gás, é preciso primeiro entender o drama do estoquista. Mas, não o do estoquista do gás, mas sim o da água armazenada nos imensos reservatórios das usinas elétricas. Esse gerente de estoque, o Operador Nacional do Sistema, lida com uma variável aleatória na saída, o consumo de energia e outra variável aleatória na entrada, as afluências dos rios. Seu “armazém” é o maior entre os sistemas similares no mundo. Os reservatórios brasileiros, quando cheios, são capazes de guardar mais ou menos a metade de todos os kWhs que são consumidos em um ano em todo o sistema interligado. A grosso modo, se os rios secassem, e fossemos irresponsáveis, ainda poderíamos ter luz por seis meses. É uma imensa vantagem brasileira.

Apesar de vir de graça, Leia o resto do artigo »

Postado em Energia, Haverá outro APAGÃO?, Roberto D'Araujo | 6 Comentários »

Crônica da escassez anunciada

Postado em 30 dEurope/London outubro dEurope/London 2007

 (Publicado no Jornal do Commercio de 30/10/07)

Sergio Ferolla, brigadeiro, membro da Academia Nacional de Engenharia

Paulo Metri, conselheiro do Clube de Engenharia

A grande mídia noticiou, como se fosse algo inesperado, o fato do barril de petróleo ter ultrapassado a marca dos US$ 90. Para a população, usualmente mal informada, pode parecer algo surpreendente, mas os especialistas e os grupos ligados ao mercado desse estratégico energético sabem tratar-se de um fato esperado e, propositalmente, dissimulado.

Mencionam esses manipuladores da opinião pública estarem as cotações do produto condicionadas a fatores adversos e pontuais, como um inverno mais frio no hemisfério norte, a possibilidade da Turquia invadir o Iraque, o acréscimo da demanda na China e na Índia, a tensão permanente no Oriente Médio, um furacão no golfo do México ou um acidente na maior refinaria americana, etc. Enfatizando tais causas, realmente capazes de propiciar turbulências ocasionais nas cotações, mascaram a ameaçadora realidade da crescente escalada nos preços, por estar a capacidade da oferta de petróleo perigosamente próxima da demanda no mercado internacional.

Se todos os fatores adversos viessem a se conjugar, mas, simultaneamente, a produção mundial pudesse ser acrescida, de forma a ainda satisfazer a demanda, neutralizando a perspectiva de escassez, o mercado, certamente, permaneceria calmo. Entretanto, o que os grupos de interesse não divulgam, através da grande mídia, é a catastrófica realidade de, praticamente, inexistir capacidade ociosa de produção de petróleo no mundo, estando a produção atual de cerca de 84 milhões de barris por dia bem próxima do pico máximo. Há mais de uma década renomados estudiosos vêm alertando para um iminente pico, a partir do qual a produção mundial de petróleo será declinante e o preço do barril crescerá em função da sua escassez. Leia o resto do artigo »

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