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Blog do Desemprego Zero

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Desemprego cai e renda cresce em abril, segundo o IBGE

Postado em 21 dEurope/London maio dEurope/London 2008

O número de trabalhadores com carteira assinada, em abril, cresceu 9,9% em relação ao mesmo mês de 2007 e 1,5% na comparação com março deste ano, somando atualmente 9,5 milhões de pessoas. Desde 2002, o menor índice da taxa de desemprego registrado foi em abril de 2008, 8,5%da população economicamente ativa encontra-se desempregada.

Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Vermelho Online

A taxa de desemprego em abril foi de 8,5% da população economicamente ativa, menor percentual já registrado para o quarto mês do ano desde o início da série de cálculos, em 2002. O número é praticamente o mesmo de março último (8,6%), mas ficou abaixo dos 10,1% de abril do ano passado.

A menor taxa de todas foi de 7,4%, em dezembro de 2007. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (21) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

O número de trabalhadores com carteira assinada, em abril, cresceu 9,9% em relação ao mesmo mês de 2007 e 1,5% na comparação com março deste ano, somando atualmente 9,5 milhões de pessoas.

A pesquisa abrange seis regiões metropolitanas do país. Na comparação entre abril de 2008 e igual mês do ano passado, o IBGE registrou queda do desemprego em cinco localidades: Recife (redução de 2,8 pontos percentuais), São Paulo (de 2,2 pontos), Salvador (2,3 pontos) Porto Alegre (1,2 ponto) e Belo Horizonte (1,2 ponto). Em comparação com março, todas as regiões estudadas mantiveram praticamente estáveis os índices de desocupação. Leia o resto do artigo »

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Alimentos padecerão com reforço da exportação de commodities para cobrir rombo externo

Postado em 20 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Nos anos de 2003 a 2007 o Brasil apresentou superávit em transações correntes que foi beneficiado por um incentivo na super-exportação de produtos primários, mas atualmente há uma forte reversão do saldo da conta corrente que vem em ritmo preocupante, segundo Guilherme Delgado.

Por Katia Alves

Por Guilherme C. Delgado

Publicado originalmente no Correio da Cidadania  

O homem comum sente nesta conjuntura dos últimos doze meses uma forte pressão dos preços dos alimentos (cereais, grãos, carnes e proteínas animais em geral) no orçamento familiar, em geral congelado. Aumentos de 30, 50 e de até 100% de preços no varejo de produtos alimentícios básicos – arroz, trigo, carnes etc. – são um fato preocupante numa economia que havia estabilizado sua taxa de inflação no entorno de 3,5% ao ano.

Diante do fato, pululam as explicações oficialistas para o caráter externo e conjuntural do choque dos preços – impelido pelo choque do petróleo e pela exacerbação da demanda asiática (China e Índia) por “commodities”. Na explicação dos economistas de plantão da mídia, também se corrobora a dupla versão: choque externo e conjuntural.

Essa explicação é meio verdadeira – de fato há um choque mundial de “commodities” e para o resto do mundo a situação poderia ser caracterizada como conjuntural, ou seja, seria revertida nas próximas safras agrícolas mediante movimentos do próprio sistema de preços de mercado. Mas para o Brasil a situação é diferente. O ponto crucial da diferença específica é o formato que vem se estruturando, há vários anos, da inserção do setor agrícola brasileiro no chamado setor externo da economia. Vejamos qual é esta situação. Leia o resto do artigo »

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Não há iniciativa do governo para ajudar Emenda 29, diz Lula

Postado em 20 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Lula mandou um recado direto aos parlamentares: “A única coisa que eu acho é que se o Congresso Nacional quer regulamentar a Emenda 29, e aumentar o dinheiro para a saúde, é importante que os companheiros pensem como aumentar os recursos para a saúde, sem ter uma nova receita”

Por Katia Alves

Fausto Macedo

Publicado originalmente no Estadão

Em cerimônia do PAC, presidente afirma que para aumentar despesas com a saúde, é preciso aumentar receita

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta terça-feira, 20, em Santos, onde participou do lançamento de início de obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), no valor total de R$ 349,1 milhões, que “não partirá do governo e não haverá da parte do governo qualquer iniciativa para que o Congresso Nacional aprove qualquer imposto” para ajudar a Emenda 29, que prevê que se destine R$ 27 bilhões do Orçamento para a saúde. Para Lula, para aumentar despesa, “tem que aumentar receita”.

Lula deu esta resposta quando questionado se ele deseja uma nova CPMF para o País, imposto que o governo perdeu em dezembro passado, quando o Senado votou contra sua prorrogação. “Isso é um problema do Congresso Nacional, o governo federal perdeu a CPMF, em dezembro, e estamos trabalhando sem CPMF”. Leia o resto do artigo »

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Reforma Tributária Parte II

Postado em 20 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Reforma Tributária: a necessária e a possível

Por: Lecio Morais

Publicado no CONTEE

Falar em reforma tributária é falar em mudar como se financia o Estado brasileiro. Por essa razão, todos são a favor de uma reforma, mas cada setor, grupo ou região tem a sua própria solução. São muitas as clivagens em que se divide a sociedade e as regiões. E uma proposta que pelo menos conforme uma maioria parlamentar parecer estar muito distante de acontecer.

O Partido, por resolução de seu Comitê Central, lançou-se também ao desafio de sustentar uma reforma do financiamento do Estado, colocando esse tema como um dos pontos prioritários de sua proposta de reformas democráticas.

Um pouco de história

Até a República Velha o Estado foi financiado principalmente por impostos sobre as importações, o que dava poder ao setor exportador que determinava a capacidade de importar. Com a construção de um mercado nacional a partir da Revolução de Trinta, paulatinamente esse financiamento foi sendo transferido para os impostos sobre a circulação e a produção de riqueza, permanecendo residuais as receitas decorrentes das importações e do patrimônio e renda. Leia o resto do artigo »

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Política industrial e câmbio

Postado em 20 dEurope/London maio dEurope/London 2008

No artigo a seguir, Bresser-Pereira comenta sobre a nova política industrial e comenta que a política é desenvolvimentista, mas destaca que alguns pontos poderão limitar a Política de Desenvolvimento Produtivo, um deles é a taxa de câmbio não-competitiva…

Por Katia Alves

Por Luiz Carlos Bresser-Pereira

Publicado originalmente na Folha

A política industrial anunciada merece apoio, mas não substitui uma taxa de câmbio não-competitiva

A política industrial que o governo anunciou na última semana merece apoio porque envolve um conjunto de medidas que estimularão o desenvolvimento tecnológico e a competitividade da indústria nacional. É uma política desenvolvimentista da melhor estirpe, semelhante às políticas que outros países adotam para promover sua indústria. Nenhum país rico deixa de apoiar suas empresas, não há razão para que não o façamos também. Entretanto, conforme observou o jornal “Valor” (13/5), “a segunda versão da política industrial do governo Lula é uma continuação ampliada da primeira, cujos resultados foram escassos”. E o jornal prevê que o mesmo destino está reservado a essa segunda versão.

Por que a Política de Desenvolvimento Produtivo deverá trazer poucos resultados? A limitação da nova política não está no fato de limitar os recursos que o governo investirá na infra-estrutura, como sugere o editorial, mas no valor limitado dos estímulos que são oferecidos. Leia o resto do artigo »

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Com usinas, Rondônia prevê novo fluxo migratório

Postado em 20 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Devido à construção de duas usinas hidrelétricas no rio Madeira (RO), haverá grande necessidade de um fluxo migratório para Rondônia, porque o Estado não tem mão-de-obra disponível para atender essa grande demanda por trabalho.

Por Katia Alves

Por Agnaldo Brito

Publicado originalmente na Folha

Os dois megaprojetos hidrelétricos (usinas de Santo Antônio e Jirau) que serão construídos no rio Madeira (RO) devem atrair mais de 20 mil pessoas para o Estado. O novo ciclo migratório será necessário devido à impossibilidade de a mão-de-obra disponível no Estado atender à nova demanda. Segundo a Secretaria de Planejamento de Rondônia, no auge da construção das duas usinas, mais de 13 mil trabalhadores serão necessários.

“O Grupo Odebrecht e o governo do Estado tentam formar o maior número possível de trabalhadores para Santo Antônio, mas sabemos que não será possível atender a toda a demanda sem a vinda de gente de outras regiões do país”, explica João Carlos Ribeiro, secretário de planejamento. Neste momento, 6.000 pessoas estão em programas intensivos de formação para trabalhar na construção da usina de Santo Antônio, sob a responsabilidade do Grupo Odebrecht. Leia o resto do artigo »

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Lula assina liberação de R$ 1,5 bilhão para metrô de SP nesta terça

Postado em 20 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Publicado originalmente no Blog Logística e Transporte

Por José Augusto Valente*

Os presidentes da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, assinarão por volta do meio-dia desta terça-feira (20) em São Paulo o contrato de liberação de R$ 1,579 bilhão para a ampliação da linha 2 (verde).

De acordo com as assessorias do Planalto e do BNDES, o evento será realizado na favela de Heliópolis, na Zona Sul da capital, e deverá contar com as presenças do prefeito Gilberto Kassab e do governador José Serra.

No início da tarde desta segunda (19), durante a apresentação do Plano de Mobilidade Urbana para a Copa de 2014 em São Paulo, Marta Suplicy, ministra do Turismo, havia afirmado que o total liberado seria de R$ 1,5 bilhão.

Para a capital paulista está previsto o investimento total de R$ 15 bilhões, cerca de 39% dos R$ 38,5 bilhões do orçamento previsto no plano, que abrange outras 11 cidades.

A proposta é que o dinheiro seja investido no metrô e em corredores de ônibus. O investimento seria dividido entre os governos federal, estadual e municipal, além da iniciativa privada.

Leia mais no G1

O presidente Lula mostra que o interesse público está acima dos interesses político-eleitorais, já que esses recursos beneficiarão a Prefeitura e o Governo do Estado de São Paulo.

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Novo pacote do governo mantém intacta ortodoxia estagnacionista e dependente

Postado em 19 dEurope/London maio dEurope/London 2008

O Correio da Cidadania entrevistou Guilherme Delgado, economista do IPEA e membro da Comissão Brasileira de Justiça e Paz, e conversou com ele sobre os principais assuntos econômicos que estão circulando no momento.

‘Investment Grade’ na visão de Delgado, os capitais que entram no país têm uma tradição de ir e vir na hora que quiserem, levando bons rendimentos. Em relação ao Fundo Soberano, diz que é parte de uma briga interna do Ministério da Fazenda com o Banco Central e a Política de Desenvolvimento Produtivo em sua opinião apresenta medidas positivas.     

Por Katia Alves

Escrito por Valéria Nader   

Publicado originalmente no Correio da Cidadania

Primeiro foi o ‘Investment Grade’, gloriosamente anunciado pelos noticiários econômicos, em meio ainda às incertezas que cercam a economia internacional desde a explosão do mercado de hipotecas nos EUA. Uma pessoa qualquer que tivesse nesse dia chegado ao país e assistido aos jornais das grandes redes, muito provavelmente imaginaria ter desembarcado direto no paraíso.  

Mal passados alguns dias, lança-se em grande estilo a Política de Desenvolvimento Produtivo, a partir da desoneração fiscal de vários setores e suporte financeiro do BNDES. Anuncia-se ainda a criação de um Fundo Soberano, para investimentos e apoio a empresas brasileiras no exterior, a ser financiado com o aumento do superávit primário (receitas menos despesas, exceto juros).  

Recauchutagem de programas anteriores que rastejam ou ficaram esquecidos, ausência de especificações de critérios concretos de desempenho de setores que irão receber subsídios fiscais, todas essas são questões que, por óbvias, vêm sendo marteladas pelos colunistas da grande mídia. Leia o resto do artigo »

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