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Blog do Desemprego Zero

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Petróleo, o calcanhar de Aquiles chileno

Postado em 3 dEurope/London junho dEurope/London 2008

A economia chilena começa a sentir a alta dos preços do petróleo. Foi anunciado um pacote, cujo objetivo é subsidiar os preços dos combustíveis, pois se pretende segurar a inflação interna.

Portanto, segundo opiniões de estudiosos, os ganhos auferidos pela exportação de cobre (grande peso no PIB chileno) podem ser corroídos pela inflação interna e também a presidente do Chile, Michelle Bachelet, sofre críticas por não ter feito o pacote anteriormente. E infelizmente, o Chile não tem muitas alternativas para conter a alta dos preços. Ao contrário de seus vizinhos, não possui uma estatal forte como o Brasil e a Venezuela para subsidiar os preços dos combustíveis e ajudar a conter a inflação.

*Por Katia Alves

Publicado originalmente na Gazeta Mercantil

Por Rosana Hessel

A economia do Chile, uma das que mais cresce na América do Sul, começa a sentir fortemente o impacto da alta dos preços do petróleo, negociado próximo dos US$ 130 o barril, num país praticamente sem produção local.  O pacote de medidas anunciado ontem pela presidente Michelle Bachelet – que inclui a injeção de US$ 1 bilhão no fundo para subsidiar os preços dos combustíveis – chega em um momento crítico para o Chile que vê o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) desacelerar e a inflação atingir praticamente o triplo do índice registrado há 12 meses.   

“A alta cotação do petróleo tem pressionado a inflação chilena e esse pacote pode ajudar a conter a alta dos preços internos”, comenta Paulo Sandroni, o professor de Economia da Escola de Administração de Empresa de São Paulo (EAESP) da Fundação Getulio Vargas (FGV).

Para o economista, o Chile tem a vantagem de ser um importante exportador de cobre, o que tem ajudado a incrementar o PIB do país, mas os ganhos recentes com a forte alta dos preços das commodities podem não compensar o aumento do custo das importações de petróleo. “Se os preços do petróleo continuarem a subir, o pacote não será suficiente para conter a alta da inflação e isso poderá prejudicar a economia interna, uma vez que os fretes também irão subir”, acrescenta Sandroni. Leia o resto do artigo »

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Educação, crescimento e desigualdade

Postado em 3 dEurope/London junho dEurope/London 2008

No artigo escrito por José Márcio Camargo – professor do departamento de economia da PUC/Rio e sócio da Tendências Consultoria Integrada – afirma que é de extrema importância o Estado investir em educação principalmente no ensino fundamental e médio.

O autor observa que no Brasil se gasta mais com aposentadorias e pensões e gasta muito pouco com educação no ensino fundamental e médio. Ou seja, o Brasil gasta 13% do PIB com aposentadorias e pensões e apenas 3,5% do PIB com este ensino.

O baixo nível de gastos nessa área do ensino acaba originando uma baixa qualidade na educação pública. E isso acaba gerando um grande obstáculo para um pobre poder entrar numa universidade pública de qualidade.

*Por Katia Alves

Publicado originalmente na Isto é

Por José Márcio Camargo

Somente educação e progresso técnico são capazes de gerar crescimento no longo prazo. Por outro lado, os ganhos obtidos pela sociedade como um todo com um ano adicional de ensino nos níveis fundamental e médio são maiores do que os ganhos obtidos pelos indivíduos que adquirem este ano adicional de estudo (o oposto ocorre no nível universitário).

Exatamente por estas duas razões o investimento do Estado no ensino fundamental e médio é decisivo para gerar a oferta adequada de educação nestes níveis de ensino. Se as decisões de investir em educação fundamental e média forem deixadas para os indivíduos, eles tenderão a investir menos do que o socialmente ótimo. Ou seja, priorizar o investimento público em educação fundamental e média é uma condição necessária (ainda que não suficiente) para aumentar o bem-estar da população no longo prazo, reduzir a pobreza e a desigualdade da renda.

Apesar disto, a prioridade dada pela sociedade brasileira à educação é muito baixa. Vários são os indicadores desta baixa prioridade. Em primeiro lugar, cerca de 30% da população brasileira tem menos de 15 anos e os gastos públicos com educação fundamental e média atingem 3,5% do PIB. Por outro lado, o País tem 7% de sua população com mais de 65 anos e gasta 13% do PIB com aposentadorias e pensões. Ou seja, por beneficiário, o Brasil gasta 17 vezes mais com seus idosos do que com a educação de suas crianças e jovens. Leia o resto do artigo »

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Investment grade ou Brasil atrás das grades?

Postado em 3 dEurope/London junho dEurope/London 2008

O Brasil agora tem baixo risco de inadimplência, segundo a avaliação feita pela Standard & Poors, umas das maiores agências internacionais de avaliação de crédito. Portanto, é interessante ressaltar que essas mesmas agências que atribuíram a mais alta nota a títulos derivados das hipotecas do mercado imobiliário dos EUA.

O artigo abaixo destaca que as agências de crédito destinam-se a servir os grandes bancos e fundos de investimento que comandam a finança mundial, beneficiários também das absurdas taxas de juros praticadas no Brasil. Aumenta a entrada de capital de curto prazo que auferem mais rendas de juros, contribuem para apreciar o câmbio entre outros ganhos.

E quando esse capital começar a diminuir sua entrada no Brasil, as saídas dos ganhos e o retorno de parte dos capitais causará déficits no movimento de capitais do balanço de pagamentos brasileiro, pressionando a dívida externa.

*Por Katia Alves

Por Adriano Benayon

Publicado originalmente no Correio da Cidadania

Os adeptos da dependência ao norte não cabem em si de alegria com o upgrade dado ao Brasil por uma das principais agências internacionais de avaliação de crédito, a Standard & Poors, para “investment grade”, ou seja, baixo risco de inadimplência.

Antes de discutir se a posição financeira do Brasil realmente melhorou, ou se está piorando, convém liberar-se da poluição cerebral dominante entre os associados e os satélites do capital estrangeiro. Ela os faz deslumbrar-se diante de avaliações e conselhos provindos de instituições financeiras, bancos, empresas e governos do “Primeiro Mundo”.

Para começar, qual é credibilidade das agências de crédito? Deveria ser nenhuma ou abaixo de zero. Que elas sejam reconhecidas e certificadas pelo governo dos EUA em nada altera os fatos: foram essas agências que atribuíram a mais alta nota (AAA) a títulos derivados das hipotecas do mercado imobiliário dos EUA, em valor nominal de dezenas de trilhões de dólares, os quais estão na raiz do colapso financeiro mundial e não passam hoje de junk bonds (lixo financeiro). Leia o resto do artigo »

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Grau de endividamento cai e estimula fusões e aquisições

Postado em 3 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Empresas menos endividadas, em um ambiente de crescimento econômico, devem sustentar uma nova onda de fusões e aquisições (F&A) no Brasil. A queda no grau de endividamento das empresas de capital aberto está ligada a dois fatores: o melhor desempenho que eleva o patrimônio, e a própria ida à bolsa. Além do menor endividamento, outros dois fatores estimulam as F&A e, sobretudo, podem mudar o padrão da aquisições feitas. O grau de investimento, concedido ao Brasil, é um fator adicional a este movimento.

*Por Luciana Sergeiro, Editora 

Publicado em: Gazeta Online

Por: Jiane Carvalho

Empresas menos endividadas, em um ambiente de crescimento econômico, devem sustentar uma nova onda de fusões e aquisições (F&A) no Brasil. O grau de investimento concedido ao País por duas agências, a Standard & Poor’s e a Fitch Ratings, também estimula a compra de participação em empresas, principalmente atraindo estrangeiros para o mercado local. Desde 2005, segundo dados da consultoria Economatica, o grau de endividamento das companhias de capital aberto vem caindo sistematicamente.

Levantamento da Economatica, feito apenas com empresas listadas em bolsa – menos bancos e as que estão atrasadas com o envio de balanços – mostra queda de quase dez pontos percentuais no grau de endividamento das 283 companhias avaliadas. A relação patrimônio líquido versus dívida bruta (PL/DB) caiu de 67,1%, em 2005, para 58,8% no ano passado. Executivos das principais consultorias acreditam que este deve ser um fator adicional de estímulo às fusões e aquisições.

A queda no grau de endividamento das empresas de capital aberto está ligada a dois fatores: o melhor desempenho que eleva o patrimônio, e a própria ida à bolsa. “Antes, não havia muita opção, mas agora as empresas fazem seus IPOs e, com isso, reduzem a necessidade de contrair dívida para, em um segundo momento, ir ao mercado”, avalia Luis Motta, sócio de finanças corporativas da consultoria KPMG. “Esta maior liquidez das empresas pode levar à compra de participações via mercado de ações, com as chamadas ofertas hostis, que aqui ainda não é comum”, diz o executivo. Leia o resto do artigo »

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Nova taxa de juros começa a ser discutida nesta terça-feira

Postado em 3 dEurope/London junho dEurope/London 2008

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central se reúne por dois dias, a partir desta terça-feira (3), para discutir como ficará a taxa básica de juros que remunera os títulos depositados no Serviço Especial de Liquidação e Custódia (Selic).

A reunião começa sempre depois das 15 horas e, inicialmente, o colegiado do BC ouvirá exposições dos chefes de departamento do banco sobre as perspectivas nos diferentes segmentos da economia, no Brasil e no exterior.

O economista do Núcleo de Negócios Internacionais da Trevisan Consultoria afirma que “o aumento da Selic é fato, devido ao cenário de pressão nos preços. O conselheiro econômico da Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento também concorda, obviamente, com a elevação de 0,5 ponto percentual.

*Por Luciana Sergeiro, Editora

Publicado em: Portal VERMELHO

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central se reúne por dois dias, a partir desta terça-feira (3), para discutir como ficará a taxa básica de juros que remunera os títulos depositados no Serviço Especial de Liquidação e Custódia (Selic). Antes mesmo do anúncio oficial, os “analistas” de plantão já preparam o terreno para o segundo aumento consecutivo, “em nome do combate à inflação”.

A reunião começa sempre depois das 15 horas e, inicialmente, o colegiado do BC ouvirá exposições dos chefes de departamento do banco sobre as perspectivas nos diferentes segmentos da economia, no Brasil e no exterior, com enfoque especial para o acompanhamento de preços e possíveis pressões inflacionárias.

O economista do Núcleo de Negócios Internacionais da Trevisan Consultoria, Pedro Raffy Vartanian, é um dos analistas que antecipam o aumento dos juros. Ele afirma que “o aumento da Selic é fato, devido ao cenário de pressão nos preços. Resta saber qual o tamanho do aperto monetário”. Ele acredita que o aumento será de no mínimo 0,50 ponto percentual, mas admite que os diretores do BC podem discutir possibilidade maior de aperto, pois “o cenário inflacionário vem se deteriorando”. Leia o resto do artigo »

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Alencar reforça críticas a taxa de juros no país.

Postado em 3 dEurope/London junho dEurope/London 2008

O vice-presidente José Alencar, um dia antes de o Copom iniciar reunião que decidirá se eleva novamente a Selic, critica os juros adotados no país. Segundo Alencar a política de juros para combater a inflação no Brasil é inócua, pois não se trata de uma inflação de demanda e sim de custo das commodities e do petróleo.

A alta dos juros inibe o investimento, é necessário estimular o investimento e o consumo, segundo Alencar.

Alencar também falou sobre a criação da Contribuição Social da Saúde (CSS), que tramita no Congresso Nacional. Para ele, a saúde já possui orçamento mesmo sem o novo tributo. Mas Alencar defendeu que a área tenha mais dinheiro.

*Por Luciana Sergeiro, Editora

Publicado em: Portal VERMELHO

Um dia antes de o Comitê de Política Monetária (Copom) iniciar reunião em que decidirá se eleva novamente a taxa básica de juros (Selic), o presidente em exercício, José Alencar, voltou a criticar os juros adotados no país.

“A política de juros altos para combater a inflação no Brasil é inócua. Essa inflação não é de demanda, é de custo no campo das commodities e do petróleo. Não é com taxa de juros que vamos combatê-la”, disse.

Alencar destacou que a alta taxa de juros inibe o investimento. “O regime de juros no Brasil é um regime que não ajuda, não dá condições para o investimento. A taxa de juros alta é usada como instrumento de combate à inflação porque ela inibe o consumo e os investimentos. Precisamos estimular o investimento e o consumo porque o Brasil ainda é um país de subconsumo”, completou. Leia o resto do artigo »

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Unasul: a integração possível

Postado em 3 dEurope/London junho dEurope/London 2008

O processo de formação da Unasul apresenta duas novidades: a primeira é o nítido protagonismo do Brasil, que se transformou na locomotiva regional, que representa a metade do PIB e da população regional e que é, junto com Rússia, China e Índia, um dos principais emergentes do mundo. Mas, além disso, é o único em condições de liderar um processo que vai colocar a região como um dos cinco ou seis pólos de poder global.

A segunda é que a segurança regional substituiu a energia como mecanismo disparador da integração.

Para horror de Washington, e das direitas vernáculas, a região contará, de agora em diante, com quatro poderosas instâncias de integração: a UNASUL, o Conselho de Defesa e, segundo o anúncio de Lula, “um banco central e uma moeda única”.

*Por Luciana Sergeiro, Editora 

Publicado em: Agência Carta Maior

Por: Raúl Zibechi

O processo de formação da União de Nações Sul-Americanas tem duas novidades em relação aos anteriores. Uma delas é o nítido protagonismo do Brasil, que se transformou na locomotiva regional depois de estabelecer uma aliança estratégica com a Argentina. A outra é que a segurança regional substituiu a energia como mecanismo disparador da integração. A análise é do jornalista uruguaio Raúl Zibechi.

Não é a ALBA, nem o MERCOSUL ampliado, nem a integração energética que a Venezuela vinha trabalhando. A UNASUL, promovida pelo Brasil, tem vantagens e desvantagens: entre as primeiras, potencializa a autonomia regional com respeito aos Estados Unidos; mas é um tipo de integração feita sob medida para as grandes empresas brasileiras.

No dia 23 de maio, em Brasília, onze presidentes e um vice-presidente, representando os doze países da América do Sul, assinaram o Tratado Constitutivo da União de Nações Sul-Americanas (UNASUL). O tempo dirá, mas tudo indica que se trata de um fato que fará história no longo e complexo processo de integração dos países da região e, muito especialmente, da afirmação de um projeto próprio que necessariamente toma distância de Washington.

O processo em curso apresenta duas novidades com respeito aos anteriores.

Uma delas é o nítido protagonismo do Brasil, que se transformou na locomotiva regional depois de estabelecer uma aliança estratégica com a Argentina. O resto dos países podem escolher seguir a corrente do país que representa a metade do PIB e da população regional e que é, junto com Rússia, China e Índia, um dos principais emergentes do mundo. Mas, além disso, é o único em condições de liderar um processo que vai colocar a região como um dos cinco ou seis pólos de poder global. Leia o resto do artigo »

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Hora de mudar a direção do Banco Central

Postado em 3 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Indo totalmente na contramão da história desde abril subordinando-se ao mercado financeiro, o Copom do Banco Central vem elevando os juros, favorecendo a quem investe em títulos remunerados pela Taxa Selic e aumentando a dívida pública.

Entretanto é necessário garantir e ampliar o crescimento até agora conseguido, principalmente pela elevação dos investimentos públicos e privados, buscando viabilizar a geração de empregos e uma melhor distribuição da renda no país. E isso não se faz com o chamado capital volátil.

O aumento da Selic é uma ducha de água fria neste processo, pois desestimula os investimentos produtivos privados e eleva a dívida pública, reduzindo ainda mais a possibilidade dos investimentos públicos.

Assim, uma política econômica voltada para o crescimento com distribuição de renda e valorização do trabalho, exigiria, para ser conseqüente, uma nova e mais ousada atitude do governo Lula, visando superar a lógica hegemônica do mercado financeiro.

*Por Luciana Sergeiro, Editora

Publicado em: Portal VERMELHO

Por Luis Carlos Paes de Castro

A compreensão do momento que o país vive exige a demolição de alguns mitos relativos à sua política macroeconômica. Devemos entender o papel e a serventia da elevação da taxa básica de juros (Selic) e como o aumento da carga tributária corresponde perfeitamente às necessidades do Estado para arcar com o custo financeiro da dívida pública. Devemos, ainda, trocar a diretoria e a missão do Banco Central.

A posição da diretoria do BC (Banco Central do Brasil), a exemplo do que ocorre na grande maioria dos seus congêneres no mundo, não é uma posição neutra, pura e estritamente científica que paira, de forma olímpica e divina, sobre o conjunto dos pecadores e mortais da sociedade humana. Na realidade, ela corresponde às posições, opiniões e interesses econômicos, políticos e ideológicos, dos que detêm o poder de fato na sociedade. E, nos dias atuais é inegável que o chamado “mercado financeiro” (grandes bancos e grandes investidores/especuladores, incluindo-se aqui os fundos de pensão) exerce claramente este poder.

Este poder de fato (o “mercado financeiro”) encontrou até uma fórmula de qualificar e manter o sua força real, mesmo diante de eventuais governos adversos, eleitos democraticamente, mediante a blindagem dos bancos centrais. É a chamada “independência” ou, numa forma mais palatável, menos agressiva e mais conveniente, a “autonomia” do Banco Central. Leia o resto do artigo »

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