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Blog do Desemprego Zero

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Lula diz que não vai permitir palpites sobre a Amazônia

Postado em 5 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Lula assinou o decreto para criação de três novas reservas na região amazônica e declarou que todo mundo pensa que pode se intrometer e ditar regras para dizer o que o país tem que fazer em relação a Amazônia.

Infelizmente depois de três anos consecutivos de queda na taxa de desmatamento agora ela volta a subir. o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) divulgou que a Amazônia perdeu 1.123 quilômetros quadrados de floresta em abril, área pouco menor que a cidade do Rio de Janeiro.  

O presidente defendeu também defendeu uma ajuda mais próxima aos países africanos que enfrentam dificuldades com a alta nos preços dos alimentos.  

*Por Katia Alves

Por Reuters

Publicado originalmente  Estadão

 Ao assinar o decreto de criação de três novas reservas na região amazônica para marcar o Dia Mundial do Meio Ambiente, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva rejeitou palpites externos na Amazônia. Ele voltou a defender a Soberania brasileira na floresta.    

“De vez em quando eu fico pensando que a Amazônia é que nem aquele vidro de água benta que tem na igreja. Todo mundo acha que pode meter o dedo”, comparou o presidente durante solenidade no Palácio do Planalto nesta quinta-feira, 5. ”Nós não podemos permitir que as pessoas tentem ditar as regras do que a gente tem que fazer na Amazônia”, completou.

O presidente também voltou a criticar “pessoas que não têm autoridade política” para opinar sobre a Amazônia. “Pessoas que desmataram o que tinham e o que não tinham. Pessoas que emitem CO2 como ninguém”, reclamou.

“É importante que as pessoas, quando vêm na casa da gente, que elas peçam licença para abrir nossa geladeira”, comparou.

A devastação da Amazônia tem preocupado as entidades ambientalistas. Depois de três anos consecutivos de redução do desmatamento, a taxa voltou a subir em 2007, e especialistas atribuem o avanço ao plantio de commodities, como a soja. Leia o resto do artigo »

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Após críticas, Obama muda discurso sobre divisão de Jerusalém

Postado em 5 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Barack Obama em discurso no qual declarava que Jerusalém deveria ser a capital indivisível de Israel, muda seu discurso após receber fortes críticas. Obama disse na conferência do Comitê Americano de Assuntos Públicos de Israel que “não há ameaça maior para Israel e para a paz e estabilidade da região do que o Irã”. “O perigo que vem do Irã é grave, é real, e meu objetivo é eliminar essa ameaça”, completou. 

 O ministério iraniano das Relações Exteriores classificou como “inaceitáveis” as declarações do candidato democrata à Presidência americana Barack Obama sobre o Irã.

*Por Katia Alves

Publicado Originalmente no Estadão

Por Reuters

Depois de dizer que cidade deveria ser capital indivisível de Israel, senador diz que questão deve ser negociada

Obama volta atrás em posição sobre Jerusalém

O candidato democrata à Presidência americana Barack Obama mudou seu discurso sobre Jerusalém nesta quinta-feira, 5, dizendo que palestinos e israelenses devem negociar o futuro da cidade. Na quarta, os líderes palestinos se irritaram com um discurso de Obama, no qual ele dizia que Jerusalém deveria ser a capital indivisível de Israel.  

“Bem, obviamente, ficará a cargo das partes negociar essas questões. E Jerusalém será parte das negociações”, disse o democrata à rede CNN. Quando perguntado se ele se opõe a alguma divisão de Jerusalém, Obama disse: “Isso será muito difícil de ser executado. Claro que é bom para nós que qualquer um tenha acesso aos extraordinários locais na antiga Jerusalém, mas Israel tem legitimidade para reivindicá-la” 

Na quarta-feira, Obama disse a um grupo pró-Israel em Washington que, se for eleito presidente em novembro, trabalhará para a paz com o Estado palestino ao lado de Israel. “Jerusalém continuará como a capital israelense, e deve ser indivisível”, declarou o democrata.  Leia o resto do artigo »

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Declaração da cúpula da ONU sobre alimentos é aprovada com objeções e críticas

Postado em 5 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Foi aprovada a proposta sobre segurança alimentar que a (ONU) Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) de eliminar a fome do mundo e de não utilizar os alimentos como um instrumento político e econômico. Portanto alguns países criticaram severamente a proposta como, Argentina, Venezuela e Cuba.

Na declaração, os países que integram a FAO se comprometeram a diminuir “à metade, até 2015″, o número de pessoas que passam fome no mundo. A reunião de cúpula da FAO conseguiu recolher mais de US$ 6,5 bilhões para lutar contra a fome no mundo e hoje 850 milhões de pessoas sofrem de desnutrição e a nova crise de preços dos alimentos arrastou outros 100 milhões para a indigência.

*Por Katia Alves

Publicado originalmente no Folha

A declaração final da cúpula sobre segurança alimentar que a (ONU) Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) propôs em Roma foi aprovada com os compromissos de eliminar a fome do mundo e de não utilizar os alimentos como um instrumento político e econômico.

O diretor-geral da FAO, Jacques Diouf, avaliou que os resultados obtidos após a cúpula sobre segurança alimentar estiveram “à altura das expectativas”.

Diouf se mostrou muito satisfeito por ter havido um consenso que permitiu a aprovação de uma declaração, apesar de o texto ter recebido críticas de países como Argentina, Cuba, Venezuela, Equador, Bolívia e Nicarágua, que condenaram a falta de medidas reais para a erradicação da fome no mundo.

Após a aprovação do texto, Equador, Nicarágua e Bolívia se uniram às críticas de Argentina, Venezuela e Cuba, mas o presidente do plenário impediu que as delegações se manifestassem.

A representante equatoriana disse que “são muitos os países que não estão de acordo” com a minuta da declaração, embora nenhum tenha bloqueado a aprovação do documento, com exceção da Argentina, que fez objeção ao texto inteiro. Leia o resto do artigo »

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O BC e a bolsa mercado

Postado em 5 dEurope/London junho dEurope/London 2008

No artigo a seguir, Luiz Nassif explica o mecanismo adotado pelo Banco Central, chamado de “swap reverso”, que consiste em uma operação em que o BC mistura operações de dólar e de DI. Explica todas as operações envolvidas com os contratos de Depósitos Interbancários (DI), como o BC ganha ou perde. A aposta, no fundo, é em relação ao resultado final, o valor do “cupom”, e haverá seis possibilidades possíveis: entre taxas DI e cambial estáveis, subindo ou descendo.

Por Luciana Sergeiro – Editora

Publicado em: Blog Nassif

Por: Luiz Nassif

Vamos avançar um pouco mais nas explicações sobre o “swap reverso”, a operação de derivativos empregada pelo Banco Central, que apenas de 2007 para cá deu mais de R$ 10 bilhões de prejuízos ao Tesouro.

Operações de “swap cambial” existem, por exemplo, na Bolsa Mercantil e de Futuros (BM&F). Nela, um investidor que acredita que o dólar irá cair “vende” um contrato futuro de câmbio para outro, que acredita que o dólar irá subir. Suponhamos que venda o dólar futuro a R$ 1,80. Se, no dia seguinte, a taxa futura cair para, digamos, R$ 1,78, o comprador do contrato é obrigado a depositar a diferença na conta do vendedor. Se o dólar subir, o vendedor é obrigado a depositar a diferença na conta do comprador.

***

O mesmo ocorre com os contratos de DI (Depósitos Interbancários), que é a taxa pela qual os bancos trocam reservas entre si (aqueles que têm sobras de caixa “emprestam” para os que necessitam de liquidez). Leia o resto do artigo »

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Desmatamento cresce, mas governo cede ao agronegócio

Postado em 5 dEurope/London junho dEurope/London 2008

O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), divulgou os números do desmatamento da Amazônia relativos a abril o que promete acirrar a disputa entre o Ministério do Meio Ambiente (MMA) e setores do agronegócio em torno das políticas governamentais de sanção econômica aos proprietários rurais provocadores da devastação. Mato Grosso é mais uma vez o campeão do desmatamento, com 794 quilômetros quadrados de floresta derrubada em abril, o equivalente a 70,8% do total detectado no período.Coincidência ou não, governador de Mato Grosso Blairo Maggi, pertence à família que mais planta soja no mundo e é hoje o maior líder político do agronegócio brasileiro,e  ferrenho opositor das medidas estipuladas pelo governo federal para conter o desmatamento em seu estado.O corte, determinado por uma resolução do Banco Central, às linhas de crédito e financiamento público para os proprietários rurais que promovem o desmatamento anunciada em março pelo MMA a medida atinge 67 municípios em Mato Grosso. Dessa maneira Blairo Maggi, alega que “Essa resolução vai acabar com a atividade econômica em muitas cidades mato-grossenses e provocar desemprego”.

A pressão de Maggi teve dois efeitos imediatos. O primeiro foi fazer com que dez mil grandes proprietários rurais de Mato Grosso simplesmente ignorassem o recadastramento promovido pelo Incra com o objetivo de determinar quem está atuando legalmente do ponto de vista ambiental. O segundo efeito da pressão recuo anunciado durante uma reunião do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com os governadores dos estados da Amazônia Legal, o governo federal resolveu “adaptar” a resolução do Banco Central, tornando passíveis de sanções econômicas apenas as propriedades localizadas dentro do bioma amazônico, e não mais aquelas localizadas no Pantanal ou no Cerrado.

O ministro anunciou também que o poder de determinar quais propriedades rurais ficarão impedidas de aceder aos financiamentos públicos caberá a cada governo estadual da Amazônia Legal.A descentralização já era prevista há algum tempo pelo governo federal porém pode haver fraude , pois o sistema encontra fragilidades. Para terminar o IBAMA, fará o controle do trabalho de regularização implementado pelos governos estaduais, mas ele se dará por amostragem, de acordo com as possibilidades atuais do instituto.

Por Luciana Sergeiro – Editora

Publicado em: Agência Carta Maior

Por: Maurício Thuswohl

Dados relativos a abril mostram que pelo menos 1.123 quilômetros quadrados de floresta foram destruídos. Mais uma vez, Mato Grosso é o campeão, mas o governador Blairo Maggi lidera a resistência às medidas do governo federal para reverter o desmatamento.

Divulgados na segunda-feira (2) pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), os números do desmatamento da Amazônia relativos a abril prometem endurecer a disputa entre o Ministério do Meio Ambiente (MMA) e setores do agronegócio em torno das políticas governamentais de sanção econômica aos proprietários rurais provocadores da devastação. Segundo o Sistema de Detecção do Desmatamento em Tempo Real (Deter), baseado em informações passadas por satélites, foram desmatados em abril pelo menos 1.123 quilômetros quadrados de floresta, número assustadoramente maior do que o registrado em março (145 quilômetros quadrados) e que comprova a aceleração do ritmo da destruição que vinha sendo reduzido nos últimos três anos.

A devastação na Amazônia é provavelmente ainda maior do que o detectado pelos satélites do Inpe, já que 53% da área de floresta permaneceu encoberta por nuvens durante o mês de abril. O que se sabe com certeza é que o estado do Mato Grosso é mais uma vez o campeão do desmatamento, com 794 quilômetros quadrados de floresta derrubada em abril, o equivalente a 70,8% do total detectado no período. O governador de Mato Grosso, Blairo Maggi, pertence à família que mais planta soja no mundo e é hoje o maior líder político do agronegócio brasileiro. Como tal, Maggi é ferrenho opositor das medidas estipuladas pelo governo federal para conter o desmatamento em seu estado, tendo promovido embates políticos públicos com a ex-ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, e com o atual ministro, Carlos Minc. Leia o resto do artigo »

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Inflação da baixa renda tem nova alta em maio por alimentos

Postado em 5 dEurope/London junho dEurope/London 2008

A alta dos preços dos alimentos tem impactado o poder de compras das famílias de baixa renda, a inflação aumenta a distância entre as classes sociais.

No ano, a inflação dos mais pobres soma 4,62 por cento e em 12 meses, 8,24 por cento. O IPC-Brasil acumula 3,05 por cento e 5,59 por cento, respectivamentede. Os alimentos pesam no orçamento dos mais pobres 40 por cento enquanto que no IPC-Brasil 28 por cento.

O Brasil tem vivido os custos da inflação mundial de alimentos, mas o câmbio é um atenuante. O preocupante é que dificilmente a taxa de câmbio vai cair mais a ponto de continuar ajudando.

Por Luciana Sergeiro – Editora

Publicado em: O Estadão

Por: Rodrigo Viga Gaier

A inflação dos mais pobres se manteve am maio acima da variação de preços das demais classes de renda e a distância entre as camadas se ampliou nos últimos meses, segundo pesquisa da FGV.

A Fundação Getúlio Vargas afirmou que essa tendência deve continuar no curto prazo em razão da pressão dos alimentos impactando o poder de compra das famílias de baixa renda.

O Índice de Preços ao Consumidor da baixa renda (IPC-C1) subiu 1,38 por cento em maio, ante alta de 0,97 por cento em abril, enquanto que o IPC-Brasil variou, respectivamente, 0,87 por cento e 0,72 por cento.

No ano, a inflação dos mais pobres soma 4,62 por cento e em 12 meses, 8,24 por cento. O IPC-Brasil acumula 3,05 por cento e 5,59 por cento, respectivamentede. Leia o resto do artigo »

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Ipea: fim da Confins tiraria 6,4 milhões de cidadãos da miséria

Postado em 5 dEurope/London junho dEurope/London 2008

O Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) apresenta nesta quinta-feira (5) ao Senado, durante audiência que discute tributação, um levantamento que aponta que a eliminação da Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social) resultaria em um ganho de renda para as camadas mais pobres da população.

Segundo o economista Márcio Pochmann.”O combate a desigualdade passa pela Justiça tributária.O fim da Cofins, que está embutida principalmente em bens de consumo, iria representar uma queda de 32,5% dos brasileiros que se encontram abaixo da linha da pobreza para  29%, o que resultaria em 6,4 milhões de brasileiros.

A diferença entre o peso dos impostos está na forma de cobrança. A base da arrecadação no Brasil é mais forte na chamada tributação indireta, ou seja, embutida em alimentos ou bens de consumo. Como o brasileiro mais pobre gasta a maior parte de sua renda nesses itens, paga mais impostos proporcionalmente. Portanto, a extinção da Cofins tornaria o consumo mais barato e retiraria uma boa parcela dessa população abaixo da linha da pobreza.

Por Luciana Sergeiro – Editora

Publicado em: Portal Vermelho

O Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) apresenta nesta quinta-feira (5) ao Senado, durante audiência que discute tributação, um levantamento que aponta que a eliminação da Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social) resultaria em um ganho de renda para as camadas mais pobres da população. Com isso, ao menos 6,4 milhões de brasileiros deixariam a linha de pobreza.

O levantamento mostra que uma transferência dos tributos chamados indiretos – embutidos nos bens de consumo, como o ICMS – para a cobrança direta -como o Imposto de Renda – reduziria a pobreza.

“O combate a desigualdade passa pela Justiça tributária. É uma experiência internacional. Todos os países que reduziram a pobreza ajustaram sua tributação”, afirma o economista Márcio Pochmann, presidente do Ipea.

De acordo com o estudo, 32,5% dos brasileiros estão abaixo da linha da pobreza e têm renda de até meio salário mínimo per capita por mês – R$ 207,50. Leia o resto do artigo »

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Codesp fecha 2007 com R$ 84,5 milhões de lucro

Postado em 5 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Publicado originalmente no Blog Logística e Transporte

Por José Augusto Valente*

A CODESP – Companhia Docas de São Paulo, da qual faz parte o Porto de Santos, encerrou o exercício de 2007 com lucro líquido de R$ 84,5 milhões, revertendo o prejuízo verificado em 2006 de R$ 120,8 milhões, consolidando o equilíbrio financeiro da empresa que honrou rigorosamente dentro dos vencimentos seus compromissos junto a pessoal, fornecedores, prestadores de serviços, impostos, taxas, contribuições e contas de qualquer natureza a pagar.

Em decorrência desse cenário, a Companhia obteve todos certificados e certidões de regularidade discal junto à Secretaria da Receita Federal, Procuradoria Geral da Fazenda Nacional, INSS, FGTS e outros, além de ter possibilitado a amortização de parte do passivo existente.

Os investimentos em infra-estrutura chegaram a R$ 20,5 milhões, 72,3% acima do ano anterior.

Desse total, R$ 15,4 milhões foram aporte do Tesouro Nacional, dos quais R$ 14,4 milhões destinados para o Programa de Aceleração do Crescimento – PAC e R$ 1,0 milhão para outras ações, além de R$ 5,1 milhões em recursos próprios da CODESP.

(Clique em cima da tabela para vê-la inteira)

Leia mais no site da CODESP

Mais uma vez, estamos tentando demonstrar que os fatos objetivos, os números e a confiança depositada (pelos clientes) no porto de Santos, desmentem o discurso oposicionista de que os portos públicos são ineficientes, que estão levando a um “apagão logístico” e bobagens do gênero.

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