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Blog do Desemprego Zero

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Investimento puxa produção da indústria

Postado em 9 dEurope/London junho dEurope/London 2008

A categoria de bens de capital lidera a expansão da indústria e indica forte aumento do investimento no país, segundo dados do IBGE e do BNDES. Impulsionada pela forte confiança dos empresários e pelo avanço do crédito a empresas, a produção de bens de capital subiu 1,6% ante março.

O BNDES através de suas linhas de financiamento torna-se o principal sustentador de tal expansão, principalmente através de suas linhas de financiamento de projetos de longo prazo e de máquinas e equipamentos do país.

O crescimento abrange todos os setores: agricultura, indústria e infra-estrutura, este último concentra a maior parte dos financiamentos. Os empresários confiam que a demanda continuará aquecida e isso impulsiona os investimentos na indústria.

Por  Luciana Sergeiro – Editora

Publicado em: Folha de S Paulo

Por: PEDRO SOARES

Crédito do BNDES alavanca o setor de máquinas e equipamentos, que tem o melhor desempenho em quatro anos

Empréstimos do banco estatal ao segmento crescem 34,6% no primeiro quadrimestre; produção aumenta 30,1% em abril

Se a indústria, por um lado, dá sinais de arrefecimento neste ano, a categoria de bens de capital lidera a expansão e indica forte aumento do investimento no país, revelam dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) obtidos pela Folha.

Impulsionada pela forte confiança dos empresários e pelo avanço do crédito a empresas, a produção de bens de capital subiu 1,6% ante março e 30,1% ante abril de 2007. É o melhor desempenho desde agosto de 2004, segundo o IBGE.

Tal expansão é sustentada, em parte, pelo crédito do BNDES, principal financiador de projetos de longo prazo e de máquinas e equipamentos do país. De janeiro a abril, os empréstimos do banco estatal subiram 34,6% e totalizaram R$ 6,9 bilhões.

Dados preliminares do BNDES indicam ainda que os financiamentos de máquinas e equipamentos se aceleraram em maio, quando saltaram 47% ante o mesmo mês de 2007. Alcançaram R$ 2,5 bilhões no mês passado. Em abril, o total havia sido de R$ 1,7 bilhão. Leia o resto do artigo »

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Alimentação e desenvolvimento

Postado em 9 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Ricardo Abramovay – professor titular do Departamento de Economia da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da USP – faz uma seguinte interrogação: uma maior abertura comercial ajuda no combate à fome?

Os que contestam a essa associação direta entre liberalização comercial e combate à fome se apóiam em três argumentos importantes:

Com que recursos os mais pobres pagariam os alimentos importados. Importar exatamente aqueles bens que -na qualidade de habitantes do mundo rural- essas pessoas poderiam e deveriam produzir significa perpetuar sua dependência da ajuda internacional.

Elevar a produção em regiões ecologicamente frágeis é agronomicamente viável? O indiano M. S. Swaminathan – personalidade da ciência agronômica mundial – responde que sim, sendo necessário elevar superar as técnicas que marcaram a conhecida Revolução Verde

A luta contra a pobreza absoluta passa, antes de tudo, pelo acesso à terra, à educação, a novas tecnologias produtivas e, sobretudo, a instituições estáveis que permitam melhorar a participação dos mais pobres em mercados dinâmicos e promissores.

*Por Katia Alves

Por Ricardo Abramovay

Publicado originalmente na Folha on Line

Uma maior abertura comercial ajuda no combate à fome?

Não

 DESDE QUE Josué de Castro publicou a “Geografia da Fome”, já se sabe que a humanidade é capaz de produzir o necessário para banir do planeta o problema da subalimentação. Os progressos nos últimos 50 anos foram imensos: o consumo calórico nos países em desenvolvimento aumentou 30%.

Das sete nações com mais de 100 milhões de habitantes (China, Indonésia, Brasil, Índia, Paquistão, Nigéria e Bangladesh), só Bangladesh mantém nível de consumo per capita muito baixo.  Em 1990, a ingestão calórica aquém das necessidades individuais básicas atingia 32% dos habitantes da Terra. Hoje, os 850 milhões de pessoas que não conseguem preencher as necessidades alimentares correspondem a menos de 15% da população mundial. 

Apesar do avanço, dificilmente o horizonte estabelecido pela ONU de reduzir esse contingente pela metade até 2015 será alcançado. Por quê?  A resposta que domina a cena internacional é que a fome no mundo persiste por causa do protecionismo dos países ricos. Que essa resposta seja conveniente aos interesses do Brasil é compreensível. Mas isso não a torna mais consistente. 

A fome, hoje, concentra-se em países da África subsaariana (e, em menor proporção, na Índia e no Paquistão). A esmagadora maioria dos que não conseguem preencher suas necessidades básicas vivem em regiões rurais, e a escassa renda que obtêm deriva da agricultura. Leia o resto do artigo »

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A falácia do preço dos alimentos

Postado em 9 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Rubens Ricupero em seu artigo publicado na Folha on Line, fala que há um exagero sobre a alta dos preços dos alimentos. Ele afirma que realmente houve um aumento dos preços, mas nada tão assustador. O autor faz uma ligação do colapso dos preços das commodities nas décadas de 80 e 90.

Pois em um trabalho realizado por Ocampo e Maria Ângela Parra declara que houve uma explosão dos preços minerais, e não agrícolas. E só existe um preço do alimento que está acima da média, o trigo. E os outros produtos com preços elevados são: o óleo de palma, a banana e a borracha. E o Brasil não é grande exportador de nenhum.

E finaliza declarando que os preços agrícolas e a renda rural ainda não se recuperaram plenamente da longa fase de colapso, os produtos tropicais continuam deprimidos e a real explosão é a do petróleo e dos metais.

*Por Katia Alves

Por Rubens Ricupero

Publicado originalmente na Folha on line

É FALSO ou exagerado boa parte do que se alardeia sobre a alta do preço dos alimentos. Nos últimos dez meses, é fato que os preços subiram em termos nominais. Contudo, quando se comparam esses preços com a média histórica e se corrige o efeito da inflação, a realidade é bem diferente.

Levando em conta o colapso no preço das commodities nos anos 1980 e 1990, José Antonio Ocampo, ex-subsecretário econômico da ONU, hoje na Universidade de Columbia, e Maria Ângela Parra publicaram artigo provando que a explosão é de preços minerais, e não agrícolas. Tomaram como base o período 1945-1980, fase de 35 anos de preços até um pouco abaixo da tendência histórica. Aplicaram depois, como deflator, o índice da ONU/Banco Mundial conhecido como Unidade de Valor de Manufaturas.

Resultado: os números mostram explosão nos preços do petróleo e dos metais, sobretudo do cobre. Todos mais que dobraram, em termos reais, em relação à média de referência. O único ano em que os metais estiveram tão caros foi 1916, no meio da Primeira Guerra. Já os preços agrícolas apenas se recuperam do abismo em que se tinham precipitado nos anos 80, sem que ninguém vertesse lágrimas pelas perdas dos agricultores. A maioria dos produtos tropicais na verdade ainda se encontra longe de haver recomposto as perdas. Leia o resto do artigo »

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A falência das metas de inflação

Postado em 9 dEurope/London junho dEurope/London 2008

No artigo publicado no O Globo, Joseph E. Stiglitz, Prêmio Nobel de Economia faz uma interessante observação sobre o regime de metas de inflação e afirma que os bancos centrais seguem manias e modismos, como foi o caso dos anos 80 com o monetarismo.

 Stiglitz ressalta a importância dos países não implementarem esse  regime de metas de inflação – quando os preços aumentam acima de determinado patamar deve-se elevar os juros. Pois países em desenvolvimento enfrentam taxas mais altas de inflação, e não é por causa de problemas na política macroeconômica, mas porque os preços da energia e dos alimentos estão em alta. Afirma também que a inflação nesses países é, na maior parte, importada. 

 E ao finalizar o texto, Joseph E. Stiglitz diz que aumentar a taxa de juros pode diminuir a demanda e com isso frear a economia e amenizar a elevação dos preços, portanto se isso for feito de forma inadequada essas medidas não acabam com a inflação. Mas sim, tornará mais penoso o desafio de sobreviver nessas condições   

*Por Katia Alves

Publicado originalmente no O Globo  

 Por Joseph E. Stiglitz

 Os bancos centrais formam um fechado clube, dado a manias e modismos. No início dos anos 80 sucumbiram ao encanto do monetarismo, teoria econômica simplista de Milton Friedman. Depois que o monetarismo caiu em descrédito – com elevado custo para os países que o adotaram – começou a busca de um novo mantra.

A resposta veio na forma do regime de metas de inflação, segundo o qual sempre que os preços sobem acima de determinado nível os juros devem ser elevados. A receita se baseia em rala teoria econômica ou evidência empírica; não há razão para esperar que, qualquer que seja a fonte de inflação, a melhor resposta seja elevar os juros. Espera-se que a maioria dos países tenha o bom senso de não implementar esse regime; minha simpatia vai para os infelizes cidadãos daqueles que já o fizeram. Entre eles Brasil, Israel, República Tcheca, Polônia, Chile, Colômbia, África do Sul, Tailândia, Coréia do Sul, México, Hungria, Peru, Filipinas, Eslováquia, Indonésia, Romênia, Nova Zelândia, Canadá, Reino Unido, Suécia, Austrália, Islândia e Noruega.

O regime de metas (inflation targeting) está sendo testado – e quase certamente falhará. Países em desenvolvimento enfrentam taxas mais altas de inflação, não devido a problemas na política macroeconômica, mas porque os preços da energia e dos alimentos estão em alta, e estes itens pesam muito mais no orçamento doméstico do que nos países ricos. Na China, a inflação se aproxima dos 8% ao ano. No Vietnã, deverá chegar a 18,2% este ano, e na Índia está em 5,8%. Em contraste, a inflação nos EUA se mantém em 3%. Isto quer dizer que esses países em desenvolvimento deveriam subir suas taxas de juro muito mais do que os EUA? Leia o resto do artigo »

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G8 e potências asiáticas pedem produção maior de petróleo

Postado em 9 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Os titulares da Energia do G8 (Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Grã-Bretanha, Itália, Japão e Rússia) realizaram uma reunião em Amori em que também participaram três potências econômicas asiáticas: China, Índia e Coréia do Sul. Esses onze países representam dois terços do consumo de energia do planeta.

Demonstraram na reunião sua preocupação pelo aumento do preço do petróleo e pediram um aumento da produção do ‘ouro negro’ diante do perigo de uma recessão mundial.

Os países consideram ainda “uma urgente necessidade de aumento dos investimentos no setor energético” para desenvolver a produção de petróleo e tentar frear a alta dos preços. Nesse sentido, pediram “aos outros países produtores de petróleo que aumentem os investimentos para manter uma boa provisão aos mercados”, apesar de reconheceram que a tensão atual no preço do produto se deve a fatores “estruturais” como o aumento da demanda.

Por: Luciana Sergeiro, Editora 

Publicado em: Portal vermelho

Os onze países que representam dois terços do consumo de energia do planeta reiteraram neste domingo, no Japão, sua preocupação pelo aumento do preço do petróleo e pediram um aumento da produção do ‘ouro negro’ diante do perigo de uma recessão mundial.

Os titulares da Energia do G8, os oito países mais industrializados do mundo – Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Grã-Bretanha, Itália, Japão e Rússia – realizaram uma reunião em Amori (norte do Japão) em que também participaram três potências econômicas asiáticas: China, Índia e Coréia do Sul.

“Compartilhamos uma grande preocupação pelo nível atual do preço do petróleo”, declararam os onze países em um comunicado conjunto.

Os países consideram ainda “uma urgente necessidade de aumento dos investimentos no setor energético” para desenvolver a produção de petróleo e tentar frear a alta dos preços. Leia o resto do artigo »

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Educação e Desenvolvimento

Postado em 9 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Por: Maria de Fátima de Oliveira*

Vivemos numa época de transformações sociais profundas. Valores novos substituem antigos paradigmas. Novas tecnologias traçam caminhos antes impensados. E até recursos considerados básicos para o progresso de povos e nações cedem lugar a outros, que na visão anterior eram deixados de lado, não apenas como secundários, mas até, em alguns casos, como dispensáveis.

Vejamos, por exemplo, o caso da educação no Brasil. Durante todo o período colonial, ela foi sistematicamente deixada de lado, porque não era um instrumento útil na extração de matérias-primas. E mais ainda, porque poderia tornar-se um fator de instabilidade social, gerando reivindicações inadequadas da mão-de-obra alfabetizada. A educação básica só veio a interessar o governo durante o segundo império, e essa defasagem de séculos gerou um desequilíbrio que ainda hoje emperra o desenvolvimento harmonioso do país, criando legiões de analfabetos reais ou funcionais, incapazes de desempenhar tarefas que exigem um grau mínimo de especialização. E tornando-se, em conseqüência, um dos fatores da enorme desigualdade social que, ainda hoje, condena uma legião de brasileiros a situações de pobreza extrema, sem condições dignas de alimentação, trabalho e moradia. E até pouco tempo atrás, era voz corrente que o Brasil, pela sua extensão territorial e a variedade de seus recursos naturais, poderia desenvolver-se rapidamente apenas com o aumento de recursos financeiros, fossem eles nacionais, ou de origem externa.

Hoje, porém, verifica-se que países detentores de recursos naturais bem mais reduzidos, como é o caso da Finlândia, ou dos chamados tigres asiáticos, atingiram níveis espetaculares de desenvolvimento econômico e social por terem concentrado seu esforço nos investimentos em educação, com ênfase na educação básica. E o Brasil, felizmente, está acordando para essa realidade, embora num ritmo ainda lento. Leia o resto do artigo »

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FHC, o filho bastardo e a Rede Globo

Postado em 7 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Fonte: Tribuna da Internet

A edição deste mês da revista RG Vogue traz matéria sobre o filho bastardo do Fernando Henrique Cardoso com a Miriam Dutra, jornalista da Globo que foi despachada para Europa há 15 anos para abafar o caso.

O garoto tem hoje 15 anos, chama-se Tomáz Dutra Schmidt (ou seja, sem o sobre nome de FH) e tem como padrinho nada menos que Alberico de Souza Cruz, na época o ex-todo poderoso da Globo.

Dois trechos interessantes da reportagem: “(…) não precisa ser um grande analista político para observar que, diante de tal situação, o presidente da República se tornou refém do jornalismo global”.

“(…) gente maldosa garante que foi graças à existência do pequeno Tomáz que FHC foi tão bonzinho com as empresas de comunicação durante o seu governo, perdoando dívidas e liberando verbas do BNDES. Em contrapartida, os grandes jornais e revistas não tocaram no assunto do filho bastardo, com a desculpa de que isso era assunto particular do presidente”.

Em tempo: há mais ou menos dez anos, a Caros Amigos soltou como manchete a matéria do filho bastardo de FHC. Demorou todo esse tempo para outro veículo tocar no assunto.

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Governo passou por cima da Anac, diz ex-diretora da agência

Postado em 5 dEurope/London junho dEurope/London 2008

Em entrevista concedida à Folha, Denise Abreu, ex-diretora da Anac declara que a Casa Civil teve papel decisivo em pelo menos quatro episódios relacionados à Varig: definiu um plano de contingência para o fim da empresa, acusou os diretores de promover lobby a favor das concorrentes, pressionou contra a exigência de documentos que comprovassem a origem do capital dos empresários brasileiros que compraram a VarigLog e, por meio da secretária-executiva da Casa Civil, Erenice Guerra, teria promovido uma sabatina para questionar a sucessão de dívidas em caso de venda da Varig.

*Por Katia Alves

Publicado originalmente na Folha

Denise Abreu afirma que Casa Civil teve papel decisivo em pelo menos quatro episódios relacionados à Varig Ex-diretora vê pressão contra exigência de documentos que comprovassem origem do capital dos brasileiros que compraram a VarigLog

FOLHA – Por que a sra. resolveu revelar agora essa história? Como isso pode ajudar sua carreira?

DENISE ABREU – Após a renúncia, passei por um processo de recuperação emocional. Fui operada em dezembro para extrair a vesícula. Minha família sofreu. Resolvi dar essa entrevista para virar a página da minha vida e ter o equilíbrio necessário para desenvolver a minha vida profissional, que depende da minha honra. Pretendo trabalhar com consultoria.

FOLHA – Quando o governo decidiu que não deveria deixar a Varig falir? 

ABREU – Entre abril e o começo de junho de 2006, fomos chamados à Casa Civil e estranhamente fomos cobrados por estarmos elaborando um plano de contingência que iria favorecer o duopólio e que tinha sido determinado pela ministra Dilma Rousseff.

FOLHA – Qual foi a explicação da ministra para decidir apoiar a Varig? 

ABREU – Nenhuma. Disse que aquilo era um problema político, que o Congresso estava cobrando e a população também e que o nome Varig era uma grife importantíssima para o país [...] Ela mudou inteiramente o discurso e agregou uma pressão psicológica para os recém empossados. Nessa reunião, ela também me perguntou por que eu teria feito exigências em relação à VarigLog. Ela disse que isso era uma grande bobagem, em primeiro lugar porque Imposto de Renda neste país era uma coisa que não podia levar em consideração porque era muito comum as pessoas sonegarem. No que diz respeito a capital estrangeiro, poderia ter um contrato de mútuo ou de gaveta e não chegaríamos à conclusão nenhuma. Leia o resto do artigo »

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