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Blog do Desemprego Zero

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Os EUA estão doentes

Postado em 16 dEurope/London março dEurope/London 2010

Os EUA são o único país do mundo desenvolvido em que a saúde foi transformada em mercadoria e o seu provimento entregue ao mercado privado das seguradoras. Os resultados são assustadores. 49 milhões de cidadãos não têm seguro de saúde e 45 mil morrem por ano por falta dele. O artigo é de Boaventura de Sousa Santos. Clique aqui para ler mais.

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Desemprego ao estilo tucano

Postado em 16 dEurope/London março dEurope/London 2010

Ante a deterioração do mercado de trabalho nos anos 90, os ideólogos do PSDB culpavam os trabalhadores

Esqueçam o que eu fiz. Poderia ser essa a resposta de Fernando Henrique Cardoso sobre o tema geração de empregos. A vantagem de Lula nesse quesito é abissal.

Enquanto a economia no período de FHC criou 797 mil postos de trabalho com carteira assinada, sobretudo após a recuperação entre 2000 e 2002, quando a desvalorização do real impulsionou as exportações, na era Lula foram quase 9 milhões de empregos formais. A taxa de formalização pela primeira vez ultrapassou a marca de 50% da força de trabalho. O fenômeno recente derruba mais um dogma dos anos 90 alimentado pelos neoliberais: o de que a economia globalizada havia decretado a morte dos empregos com carteira assinada. Foi o tempo em que o ministro do Trabalho de FHC, Edward Amadeo, lançou o neologismo “inempregável”, como se a culpa da falta de vagas fosse de quem buscava uma colocação e não dos problemas da economia. Outro herói do período foi o economista José Pastore, da USP, sempre pronto a defender uma maior flexibilidade das leis trabalhistas ante a nova realidade. Clique aqui para ler mais.

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PF investiga suspeita de fraude cambial na Sadia

Postado em 16 dEurope/London março dEurope/London 2010

A Polícia Federal (PF) investiga a possibilidade da Sadia ter usado operações bancárias ligadas à exportação para fraudes cambiais, antes de se fundir à Perdigão. Clique aqui para ler mais.

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Da Crise à Recuperação: A Indústria Brasileira Segundo a Intensidade Tecnológica em 2009

Postado em 14 dEurope/London março dEurope/London 2010

Ao término de 2009, a indústria de transformação registrou queda de 7,3% no acumulado do ano. Em contraste, na comparação entre quartos trimestres e entre meses de dezembro, a recuperação é notável: 6% e 18,9%, respectivamente. Se é óbvio que o fato da própria base de comparação ter se tornado muito baixa (dezembro de 2008 teve queda violenta da produção), por outro, não há como negar o dinamismo em curso, ainda que sujeito a solavancos.

Procedendo-se a agregação de atividades da indústria de transformação por intensidade tecnológica, foi possível verificar pontos importantes:

As faixas que mais sofreram com o período de crise foram as de média-alta e média-baixa intensidade, com recuos em 2009 de 12,5% e 8,8%, respectivamente. Por outro lado, ambas também lograram as maiores taxas positivas em dezembro: 42,2% e 19,4%, pela mesma ordem.

O segmento composto por indústrias de alto conteúdo tecnológico presenciou declínio de 4,0% em 2009, terminando o ano com aumento na produção de 13,4% em dezembro e de 1,4% na comparação entre outubro-dezembro de 2009 e o mesmo período de 2008.

A faixa de atividades de baixo conteúdo tecnológico, por sua vez, foi a que menos sentiu os reveses de fins de 2008 e começo do ano passado. Em 2009, sofreu queda de 2,5%. E logrou taxas de variação mais contundentes que o conjunto de atividades de alta intensidade, ao crescer 5,0% no contraponto entre meses de dezembro e 3,3% no quarto trimestre frente ao período equivalente do ano anterior.  Clique aqui para ler mais.

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A tendência das pesquisas

Postado em 14 dEurope/London março dEurope/London 2010

POR MARCOS COIMBRA

Dentro das pesquisas

Para as oposições, o grave é que aqueles que não sabem (que Dilma é a candidata de Lula) são diferentes dos que já estão informados. São mais pobres, menos educados, residem em regiões menos desenvolvidas. Por isso, recebem em maior proporção o Bolsa-Família e outros programas sociais

Quem, como muitas pessoas na oposição, se assustou com os resultados da recente pesquisa do Datafolha cometeu, provavelmente, dois equívocos. De um lado, pode ter superestimado a gravidade da situação que descrevia para Serra naquele momento. De outro, no entanto, pode ter subestimado os problemas que ele deve enfrentar nos próximos meses. Clique aqui para ler mais.

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Universo deselegante

Postado em 13 dEurope/London março dEurope/London 2010

Livro do cientista Marcelo Gleiser diz que a física foi iludida pela estética da simetria e tomou o caminho errado

A tentativa da física de explicar toda a natureza com um único conjunto de regras é a encarnação científica do monoteísmo. Essa é a tese que o físico Marcelo Gleiser -professor do Dartmouth College, de New Hampshire (EUA), e colunista da Folha de SP- defende agora.

Em seu novo livro, “A Criação Imperfeita” (Ed. Record), ele explica por que acredita que fenômenos físicos em desequilíbrio revelam mais coisas sobre a origem do Universo do que as leis simétricas que sábios constroem para descrever o mundo desde a Grécia Antiga. Invertendo a máxima do poeta Vinicius de Moraes, Gleiser diz que “beleza não é fundamental” e que a elegante matemática que vem sendo usada para unificar a física não consegue ser mais do que metafísica. Clique aqui para ler mais.

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Oferta, demanda e desemprego

Postado em 11 dEurope/London março dEurope/London 2010

Por Paul Krugman

Fonte: Estadão

Chegaram a mim boatos de que o Wall Street Journal teria publicado algo mais ou menos no seguinte sentido: “Krugman diz que os benefícios contra o desemprego não levam a um aumento no desemprego, mas em seu livro ele diz o contrário, nhé nhé nhé.” Será que eles são mesmo tão estúpidos assim? Provavelmente não – mas parecem pensar que você, leitor, é.

De todo modo, talvez agora seja um bom momento para explicar a diferença entre os fatores determinantes para a NAIRU – a taxa mínima de desemprego condizente com uma inflação estável – e os fatores determinantes para o desemprego num outro momento qualquer. Leia o resto do artigo »

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Incubadoras aliam descobertas à indústria

Postado em 11 dEurope/London março dEurope/London 2010

Spin-offs nascem para fazer a intermediação entre estudos acadêmicos e as empresas

As empresas farmacêuticas brasileiras já se encontram em estágio de desenvolvimento suficiente para a fabricação de produtos farmacêuticos. E a pesquisa acadêmica na área é considerada igualmente avançada. Mas as duas não se entendem muito bem.

Pelo menos é o que afirmam especialistas, chamando a atenção para a cadeia intermediária do processo de descoberta de fármacos, que só agora começa a se desenvolver no país. Clique aqui para ler mais.

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