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Blog do Desemprego Zero

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O marquetólogo, os juros e a área

Postado em 21 dEurope/London outubro dEurope/London 2007

  JOÃO SICSÚ
O marquetólogo pensa que fiscais da Receita ficam em escritórios refrigerados só analisando declarações de IR MARQUETÓLOGO é o estudioso das teorias de marketing. Mas também podemos atribuir ao termo outro significado: ideólogo a serviço dos ganhos exorbitantes do mercado financeiro. Os marquetólogos tiveram boa formação acadêmica. Mas marquetólogo é aquele que já abandonou critérios científicos de abordagem da realidade, é apenas um crente, é uma “caixa de som” portadora de idéias que nem sabe sequer a origem. O mercado financeiro não contrata apenas marquetólogos. Sérgio Werlang é um exemplo de um cientista a serviço de um grande banco.Os marquetólogos têm idéias muito simples: 1) superávits primários fiscais e juros devem ser altos porque garantem ganhos seguros e elevados para os seus patrões e clientes e 2) o nanico Estado brasileiro é considerado culpado por todos os males da economia. Eles não percebem que o Estado não gera bem-estar social porque, acima de tudo, não tem um quantitativo de funcionários capaz de atender aos milhões de brasileiros carentes de serviços, por exemplo, de educação e saúde de boa qualidade.

Um desses marquetólogos me criticou, em artigo publicado na Folha, por ter usado como proxi para mensurar o nanismo do Estado brasileiro a quantidade de fiscais por 1.000 km2 relativamente a Bélgica, Japão, Holanda e outros países. Quando apresentei os dados, já esperava que tal crítica fosse feita.

Mas, como a crítica demorou a aparecer, avaliei que tivesse subestimado a inteligência dos marquetólogos de plantão. Porém a crítica veio: não subestimei. Leia o resto do artigo »

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Luciano Huck versus Ferréz

Postado em 16 dEurope/London outubro dEurope/London 2007

para quem não acompanhou a contenda, vale a pena, só pela resposta do Ferréz. Leia o resto do artigo »

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Empresas triplicam remessa de lucros no governo Lula

Postado em 16 dEurope/London outubro dEurope/London 2007

16/10/2007 – 08h02 da Folha Online

A remessa de lucros e dividendos para as matrizes das multinacionais nos quatro primeiros anos do governo Lula foi o triplo da registrada entre 1999 e 2002, no segundo mandato de Fernando Henrique Cardoso, informam nesta terça-feira Ney Hayashi da Cruz e Fernando Nakagawa, em reportagem da Folha (exclusivo para assinantes).

Segundo a reportagem, entre 2003 e 2006, no primeiro mandato de Lula, a cada US$ 10 que entraram no Brasil, outros US$ 6 foram enviados ao exterior como ganho às sedes. Nos quatro últimos anos da gestão FHC foram remetidos US$ 2 para cada US$ 10 que entraram no país. No primeiro mandato de FHC — entre 1995 e 1998– foram remetidos US$ 2,5.

O ingresso de investimentos estrangeiros entre 2003 e 2006 somou US$ 62,1 bilhões, enquanto as remessas foram de US$ 37,8 bilhões, conforme os números do BC, informa a Folha. Leia o resto do artigo »

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Um estudo sobre a educação no Brasil

Postado em 5 dEurope/London outubro dEurope/London 2007

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Onde andam os grandes economistas?

Postado em 24 dEurope/London agosto dEurope/London 2007

Marco Antonio Rocha, jornalista,

em artigo publicado no jornal O Estado de S. Paulo, 2-04-2007 

“Já não se fazem mais economistas como antigamente! Esta é a impressão que se impõe ante a maioria dos tediosos e dispensáveis textos e entrevistas dos novos gurus dessa velha ciência”, escreve . 

Segundo ele, “o que temos hoje, na maioria dos artigos de economistas nos nosso jornais e revistas, e também, aliás, nos da imprensa mundial, é uma espécie de chuvisco miúdo. Palpites dirigidos a operadores e especuladores dos mercados futuros. O que terá acontecido com o ensino da Economia nas faculdades? Ainda se discute e se estuda macroeconomia? Ainda se fala de políticas econômicas? Ainda se analisam políticas públicas em geral? E de Economia Política, ainda se ouve falar?”  

E conclui:

“A vulgata mercantilista parece ter ocupado o lugar do pensamento econômico, inclusive, talvez, nas faculdades”. 

Eis o artigo. 

“Até uns 20 ou 30 anos atrás, a Economia era um assunto muitíssimo fascinante e desafiador para quem se interessasse pelo progresso e pelo futuro das sociedades humanas. Grandes nomes nacionais e internacionais desse complexo ramo do conhecimento freqüentavam então as páginas de jornais e revistas e nos estimulavam com análises e explicações econômicas que eram pedras lapidares na formação cultural de toda uma geração. Mais até do que economistas, eram pensadores, e não palpiteiros. 

Qualquer bom jornalista de Economia, com 40 a 50 anos de idade, há de se lembrar, com saudade e com reverência até, das magníficas lições ou esclarecimentos auridos em artigos do Leia o resto do artigo »

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A Economia Política da Integração Financeira e da Privatização na América Latina

Postado em 14 dEurope/London agosto dEurope/London 2007

Carlos Medeiros 

Segundo o Professor Carlos Medeiros, a desmontagem do Estado a favor dos mercados e a colocação das decisões privadas como mais benéficas à sociedade do que as decisões públicas foi vendida pelos economistas e mídia em geral como um corolário inevitável da democracia e da melhor distribuição de renda. Essa idéia foi a origem da longa crise que o neoliberalismo nos meteu a partir do final dos anos 80. Leia o resto do artigo »

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Precisamos de um câmbio competitivo para nos industrializarmos.

Postado em 14 dEurope/London agosto dEurope/London 2007

Por que não? 

Delfim Netto     Valor 14/08/07 

O economista Delfim Netto comete diversos equívocos, como defender o superávit zero. Mas acerta no ponto que mais insiste: o Brasil precisa se industrializar e não virar um exportador de matérias-primas baratas, e para isso é condição necessária ter um câmbio competitivo. Nesse ponto ao menos, o ex-ministro bate de frente com a doutrina do Banco Central e do setor financeiro.  Leia o resto do artigo »

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O maior economista brasileiro: por que Simonsen?

Postado em 13 dEurope/London agosto dEurope/London 2007

Blog do Nassif Coluna Econômica – 13/08/2007

Na sexta-feira passada, o jornal “O Valor Econômico” resolveu fazer uma eleição para o título de “mais importante economista do país”. Virou uma disputa ideológica.

 Nassif, levanta que haveria 2 critérios racionais para definir um economista como o melhor. Um deles seria suas contribuições inovadoras para ciência econômica.  A outra seria sua contribuição para a transformação da realidade. Sob ambos critérios, há economistas que se destacaram mais do que Simonsen. Por que então ele foi eleito? Leia o resto do artigo »

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