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Blog do Desemprego Zero

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SOBRE A ENTRADA DA VENEZUELA NO MERCOSUL

Postado em 4 dEurope/London novembro dEurope/London 2007

Senhoras e Senhores Senadores,

            Este Senado da República decidirá, em breve, sobre o pedido da Venezuela de ingressar no Mercosul. O Senador José Sarney, ancorado numa das mais honradas biografias políticas desta Casa, e reforçado pelo fato de ter sido, ele próprio, como Presidente da Republica, o grande articulador da criação do Mercosul – algo que o colocará na história entre os maiores estadistas latino-americanos -, tem manifestado ceticismo, eventualmente oposição mesmo, a que esta Casa acolha o pedido do governo venezuelano.
As razões do Senador Sarney são relevantes. Baseiam-se na honra do Senado brasileiro, a seu ver agredida pelo presidente Hugo Chávez, da Venezuela. É um episódio que, salvo engano, nesta altura, já desapareceu completamente da memória do povo e do próprio Senado. Não irei reavivá-la. O Senador José Sarney faz, também, justas restrições ao processo político interno que se desenrola na Venezuela, em especial quanto a possíveis restrições à liberdade de imprensa. São preocupações razoáveis e procedentes. Não falarei sobre elas.
Falarei, inicialmente, sobre a obra internacional mais importante do Presidente Sarney, a criação do Mercosul. Mas não falarei sobre o que ela foi e sobre o que ela é, mas sobre o que ela pode vir a ser. O Mercosul pode tornar-se, a curto prazo, o núcleo de um projeto de efetiva integração da América do Sul, passo essencial incontornável para a própria integração da América Latina. Países não têm amigos, têm interesses – disse um estadista. O projeto de integração da América do Sul é de interesse estratégico para o Brasil. Nosso destino enquanto nação está ligado a ele. Leia o resto do artigo »

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Delfim Netto – Energia e crescimento

Postado em 2 dEurope/London novembro dEurope/London 2007

delfim-netto.pdf

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Energia mais cara reduzirá ritmo de crescimento econômico

Postado em 31 dEurope/London outubro dEurope/London 2007

Do Tribuna da Imprensa de 31 de outubro de 2007

BRASÍLIA – A elevação no preço da energia elétrica entre 2006 e 2015 provocará um ritmo menor de crescimento econômico no Brasil e poderá comprometer o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do País. Esta é a conclusão de um estudo realizado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e apresentado ontem pelo professor Fernando Garcia, durante o seminário “Energia e Crescimento”, em Brasília.

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ASSUSTADOR!! Reviraram as entranhas do setor elétrico e descobriram que está tudo podre

Postado em 29 dEurope/London outubro dEurope/London 2007

  CORREIO DA CIDADANIA

Grandes Consumidores prevalecem no setor elétrico Escrito por Valéria Nader   25-Out-2007

  Em meados de 2005, o Correio elaborou uma edição especial sobre o setor elétrico brasileiro (agora veiculada em nossa Seção Especial, acessada pela página principal), resgatando as origens das mazelas no setor, desde a antiga promiscuidade entre interesses públicos e privados, as privatizações de FHC e o estrondoso racionamento de energia no período, até as propostas de mudança no modelo elétrico em avaliação no primeiro mandato do governo Lula.

  Desde então, ficaram claras a reversão de expectativas de técnicos e estudiosos quanto a uma mudança mais profunda no modelo, resgatando um papel central para a Eletrobras no planejamento, assim como a persistência da ótica do mercado na condução do setor, com privilégio para os grandes consumidores.

  Alguns recentes acontecimentos que afetam diretamente o setor elétrico – entre eles, a demissão do diretor de Gás e Energia da Petrobras, Ildo Sauer, pelo governo, primordialmente em função de discordâncias no que se referia à administração das termelétricas -, ao lado ainda da crescente importância que vêm adquirindo diferentes opções energéticas face à degringolada ambiental, motivou-nos à retomada de tema tão crucial ao desenvolvimento do país.

  Para fazê-lo, conversamos com o engenheiro, consultor no campo da energia e ex-assessor da presidência da Eletrobras na gestão de Luiz Pinguelli, Roberto D’Araújo. Crítica em relação às anomalias a que foi conduzido o setor, mas mantendo-se dentro de uma larga, responsável e acurada análise técnica, amplamente acessível aos leigos, essa primeira parte de sua explanação é um retrato cristalino da atual conjuntura elétrica do país.

  Na segunda parte da entrevista, que será também logo publicada por este Correio, serão avaliadas as opções de energia mais viáveis ao nosso país atualmente, os impactosdas hidrelétricas, as críticas dos ambientalistas e o risco de novo apagão.

  Confira abaixo.

  CC: Em meados de 2005, o Correio elaborou um caderno especial sobre o setor elétrico, e especialistas por nós consultados (você entre eles) foram unânimes na avaliação, já naquele momento, de que o modelo do setor elétrico inicialmente projetado pelo governo Lula havia ido às calendas. O “Pool”, como uma entidade governamental que agregaria o Operador Nacional de Sistema (ONS), o planejamento e a Câmara de Comércio, e que centralizaria a compra e venda de energia, sem a necessidade de leilões, havia se transformado em um modelo caótico em que todas as distribuidoras compravam de todas as geradoras. Como evoluiu isso de lá pra cá? Leia o resto do artigo »

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Brasil é o emergente que mais exporta tecnologia

Postado em 28 dEurope/London outubro dEurope/London 2007

                                                                           Do Hoje em Dia em 28 de outubro de 2007 

Cássia Eponine
Repórter

O Brasil é o país com a pauta de exportações mais diversificada entre seus colegas emergentes. A participação dos setores intensivos em tecnologia também é maior por aqui (17%) do que em outros emergentes como Argentina (3,9%), Rússia (3,9%), Austrália (8,3%), Índia (8,5%) e África do Sul (11%), segundo o estudo “A especialização do Brasil no mapa das exportações mundiais”, do economista Fernando Puga, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). “Fora da América do Norte, Sudeste Asiático e Europa, o Brasil é a economia com maior volume de exportações desses bens”, constata Puga. O economista cita como exemplos o desenvolvimento do setor da aeronáutica – um forte exportador de produtos intensivos em tecnologia – o bom desempenho de máquinas e equipamentos e até mesmo dos produtos de informática, tradicionalmente dominado pelos asiáticos.

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Dívidas dos estados e municípios com precatórios chega a R$ 100 bilhões, calcula OAB

Postado em 28 dEurope/London outubro dEurope/London 2007

  Do Correioweb/Da Agência Brasil em 26 de outubro de 2007  

Até 2004, a dívida dos governos estaduais e municipais com precatórios – títulos de dívidas do governo decorrentes de decisões judiciais – era de R$ 64 bilhões, de acordo com o último levantamento do Supremo Tribunal Federal (STF). Atualmente, com a incidência de juros, correção monetária e novas dívidas, esse valor deve chegar a R$ 100 bilhões, 56,25% a mais, como avalia a Ordem dos Advogados do Brasil. O pagamento dos títulos deveria ser feito no prazo máximo de 18 meses, mas de acordo com presidente da Comissão de Precatórios da Seção Mineira da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-MG), José Alfredo Baracho Júnior, há muito o prazo foi ultrapassado.
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BC: câmbio leva a recorde no gasto com juros em setembro

Postado em 26 dEurope/London outubro dEurope/London 2007

             Fonte: Jornal Tribuna da Imprensa de 26 de outubro de 2007

BRASÍLIA – O chefe do Departamento Econômico (Depec) do Banco Central, Altamir Lopes, informou ontem que os gastos do setor público com juros em setembro foram os maiores da série histórica para meses de setembro. De acordo com o BC, a carga de juros do setor público no mês passado foi de R$ 15,473 bilhões,frente aos R$ 10,989 em setembro de 2006. Segundo Altamir, esse resultado reflete, sobretudo, a valorização de 6,3% na taxa de câmbio, que afeta negativamente os ativos brasileiros em dólar. Entre os destaques na conta de juros ficaram as operações de swap cambial reverso, que geraram uma perda de R$ 2,9 bilhões para os cofres públicos. Nessas operações, o BC é credor em dólar e devedor em juros. Essas perdas ocorreram mesmo em um mês em que a taxa Selic teve a menor variação para meses de setembro: 0,8%. “O impacto de 6,3% de apreciação cambial não é trivial”, disse Altamir. A pesada carga de juros fez com que as contas públicas tivessem o pior déficit nominal para meses de setembro: R$ 11,919 bilhões.

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Dívida pública interna sobe para R$ 1,2 tri

Postado em 24 dEurope/London outubro dEurope/London 2007

Do Tribuna da Imprensa

 BRASÍLIA – A dívida pública mobiliária federal interna subiu 0,99% em setembro ante agosto, atingindo R$ 1,2 trilhão. O resultado, de acordo com a nota do Tesouro divulgada ontem, ocorreu por conta de emissão líquida de títulos no valor de R$ 697 milhões e também pela apropriação de juros de R$ 11,049 bilhões. A parcela prefixada da dívida subiu de 36,43% em agosto para 36,84% em setembro. A participação da dívida atrelada a índices de preços subiu de 24,85% para 25,66%. Leia o resto do artigo »

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