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Blog do Desemprego Zero

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Estudo: Brasil é 2º maior investidor externo dos emergentes

Postado em 3 dEurope/London dezembro dEurope/London 2007

Fonte: Jornal O Dia de 3 de dezembro de 2007

Brasília – O Brasil foi o segundo maior investidor externo entre países em desenvolvimento em 2006, de acordo com estudo da Fundação Dom Cabral e da Universidade Columbia, nos Estados Unidos, divulgado nesta segunda-feira pela Folha de S.Paulo. Hong Kong ficou em primeiro lugar. Leia o resto do artigo »

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Balança comercial de novembro tem superávit de US$ 2,027 bilhões

Postado em 3 dEurope/London dezembro dEurope/London 2007

 Fonte: Jornal O Dia de 3 de dezembro de 2007.

 O saldo da balança comercial (exportações menos importações) fechou positivo na última semana de novembro, de 26 a 30, com US$ 459 milhões. As exportações chegaram a US$ 3,633 bilhões e as importações, a US$ 3,174 bilhões
Brasília – O saldo da balança comercial (exportações menos importações) fechou positivo na última semana de novembro, de 26 a 30, com US$ 459 milhões. As exportações chegaram a US$ 3,633 bilhões e as importações, a US$ 3,174 bilhões. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Leia o resto do artigo »

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Estratégia imperial dos EUA segue em expansão, diz Fiori

Postado em 3 dEurope/London dezembro dEurope/London 2007

  FOLHA DE SÃO PAULO  -  01.12.07

CLAUDIA ANTUNES editora de mundo da Folha de S. Paulo

Apesar do fracasso no Iraque e da perda de credibilidade, os EUA seguem em frente com uma “estratégia imperial” que é anterior à eleição de George W. Bush. Ela é reiterada nos programas de todos os candidatos à sucessão americana, diz o cientista político José Luís Fiori. Nesta entrevista, feita por e-mail, o professor da UFRJ fala dos temas do seu novo livro, “Poder Global” (editora Boitempo), quarto de uma série sobre o sistema mundial moderno.

*

FOLHA – O sr. refutou em vários artigos a idéia do fim da hegemonia americana tal como exposta pelos sociólogos Giovanni Arrighi e Immanuel Wallerstein. Mas o senhor também afirma que o mundo tem ou caminha para ter novos pólos de poder. No fundo, não haveria mais coincidências do que divergências entre a sua análise e a deles?

JOSÉ LUÍS FIORI – Minha divergência com Arrighi e Wallerstein não é conjuntural, é teórica, não está na caracterização que os dois fazem da conjuntura imediata, está na teoria em que os dois sustentam suas projeções de longo prazo: a hipótese de que o “sistema mundial moderno” requer a existência de “potências hegemônicas” sucessivas para manter a ordem política e o bom funcionamento da economia internacional.

Dentro desta teoria, o “líder” aparece na história como uma espécie de resposta funcional ao problema da ingovernabilidade de um sistema que é anárquico porque é formado por Estados nacionais soberanos. Em geral, essa teoria destaca as contribuições positivas do hegemon para a “governança global” do sistema.

Por isso, ela não consegue dar conta do movimento contínuo de competição e expansão dos Estados e economias nacionais que já conquistaram a condição de “grandes potências” e fazem parte do “núcleo central” de todo o sistema, mas seguem competindo entre si, mesmo nos períodos que aparentam uma alta “tranqüilidade sistêmica”.

Foi exatamente a crítica dessa teoria que me levou ao conceito de poder global do livro.

FOLHA – E o que ele significa? Leia o resto do artigo »

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Fracassa tentativa de acordo entre Mercosul e Israel

Postado em 30 dEurope/London novembro dEurope/London 2007

Fonte: Jornal Tribuna da Imprensa de 30 de novembro de 2007

GENEBRA (Suíça) – Fracassou a tentativa do Mercosul de fechar um acordo de livre comércio com Israel. Ontem, em Genebra, as delegações do bloco e do governo do Oriente Médio não conseguiram concluir o processo, como haviam previsto. Israel insistia em encerrar o acordo logo para evitar que tivesse de negociar com um Mercosul que contasse com a Venezuela. Nos últimos meses, Caracas tem atacado a política de Israel. Leia o resto do artigo »

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Deputados dos EUA querem fim do subsídio ao etanol do Brasil

Postado em 30 dEurope/London novembro dEurope/London 2007

Fonte: Jornal Tribuna da Imprensa de 30 de novembro de 2007

 BRASÍLIA – Na contramão da Casa Branca, congressistas americanos defenderam ontem, na Câmara dos Deputados, a eliminação das barreiras tarifárias impostas pelos Estados Unidos sobre a importação de etanol do Brasil até 2009. A posição foi expressa por integrantes de uma delegação bipartidária do Congresso dos Estados Unidos, que visita o País nesta semana com a missão de promover o aprofundamento das relações. Leia o resto do artigo »

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Morales acusa opositores por distúrbios e mortes na Bolívia

Postado em 30 dEurope/London novembro dEurope/London 2007

 Morales acusa opositores por distúrbios e mortes na Bolívia

Após aprovação do “texto geral” da nova Constituição, onda de violência toma conta de Sucre, sede da Assembléia. Pelo menos três pessoas morreram. Presidente Evo Morales aponta ação de grupos opositores e pede investigação. Leia o resto do artigo »

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Aquecimento – Embrapa

Postado em 30 dEurope/London novembro dEurope/London 2007

GAZETA MERCANTIL

Eduardo Delgado Assad – Pesquisador da Embrapa

Entrevista concedida à repórter Ciça Ferraz

São Paulo, 26 de novembro de 2007 – Parece pouco, mas nos últimos anos a Terra ficou 0,7ºC mais quente. O aquecimento global virou assunto no mundo, afinal, ele vem alterando o clima em todo o planeta, causando derretimento de geleiras, elevação do nível do mar, furacões mais intensos, enchentes e secas cada vez mais fortes. Caso medidas drásticas não sejam tomadas para controlar esse fenômeno, o planeta enfrentará tempos muito difíceis. A temperatura irá aumentar mais de 2ºC e pode provocar riscos de extinção em massa, colapso dos ecossistemas, falta de alimentos, escassez de água e grandes prejuízos econômicos.

O assunto definitivamente é preocupante, como afirma Eduardo Delgado Assad, pesquisador da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), chefe-geral da Embrapa Informática Agropecuária, em Campinas (SP) e engenheiro agrícola com mestrado e doutorado em climatologia na França e pós-doutorado, na mesma área, pela Unicamp (Universidade de Campinas). O pesquisador é autor do estudo ‘Impacto das variações do ciclo hidrológico no zoneamento agroclimático brasileiro em função do aquecimento global’. Nesta entrevista exclusiva à agência Investnews, Assad fala dos principais problemas que o aquecimento global vem causando no Brasil, principalmente nas regiões Nordeste e Sul, e expõe técnicas e alternativas que os agricultores podem ter acesso para ajudar a reverter esse quadro.

Investnews – Acredita mesmo que o planeta está passando por grandes alterações climáticas? Leia o resto do artigo »

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LANÇAMENTO

Postado em 30 dEurope/London novembro dEurope/London 2007

A economia latino-americana – formação histórica e problemas contemporâneos

Celso FURTADO

Ed. Companhia das Letras

São Paulo, novembro de 2007

496 páginas

ISSN: 9788535910926

www.companhiadasletras.com.br

Prefácio de Luiz Felipe de Alencastro

Como já fizera em Formação econômica do Brasil (reeditado pela Companhia das Letras em fevereiro de 2007), neste livro Celso Furtado estuda a América Latina com o duplo enfoque histórico e econômico. As estruturas criadas pelos conquistadores, voltadas para os interesses da metrópole, as conseqüências da inserção no sistema internacional de trabalho como continente fornecedor de matérias-primas, a fase de industrialização, as reformas agrárias do México, Bolívia, Peru e Chile, a economia de Cuba, as dificuldades de formação de mercados comuns continentais – são apenas alguns dos temas estudados. A economia latino-americana, cuja primeira edição é de 1969, e que estava esgotado desde 1982, é também uma análise da contribuição dos economistas latino-americanos da CEPAL (Comissão Econômica para a América Latina) para a solução de problemas como a inflação, o planejamento e a superação do subdesenvolvimento.

Os temas tratados por Celso Furtado se apóiam em dados quantitativos que se estendem até o primeiro choque do petróleo, em meados dos anos 70. O autor preferiu não atualizar as estatísticas nas sucessivas reedições, por considerar que A economia latino-americana é, acima de tudo, uma introdução à história e à economia da sociedade da América Latina desde os tempos coloniais, e um estudo das tendências de longo prazo do desenvolvimento do continente.

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