Postado em 10 dEurope/London dezembro dEurope/London 2007
Fonte: Jornal Tribuna da Imprensa de 10 de dezembro de 2007
GENEBRA – O mercado financeiro deve continuar apostando nos papéis das economias emergentes em 2008. A avaliação é do Banco de Compensações Internacionais (BIS, o banco central dos bancos centrais), que publica hoje seu relatório trimestral na Suíça. Mas a instituição confirma que a turbulência nos mercados de crédito teve “duro impacto” sobre os mercados financeiros nos últimos meses, com estagnação de novas emissões. Leia o resto do artigo »
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Postado em 7 dEurope/London dezembro dEurope/London 2007
OCDE prevê desaceleração da economia em 2008 e recomenda que EUA e Japão mantenham as atuais taxas de juros
Fonte: Jornal Tribuna da Imprensa de 7 de dezembro de 2007.
LONDRES – A Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) estima que a economia global deve desacelerar em 2008 com o esfriamento nos mercados imobiliários e o aperto nas condições de crédito, mas que os EUA devem evitar uma recessão e avaliou que as perspectivas globais “não são tão ruins”. Para 2009, as estimativas do organismo apontam para retomada do crescimento. Leia o resto do artigo »
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Postado em 6 dEurope/London dezembro dEurope/London 2007
Fonte: Jornal Hoje em Dia de 6 de dezembro de 2007
RIO – A produção industrial superou as mais otimistas expectativas em outubro e registrou o melhor desempenho em quatro anos. Houve expansão de 2,8% ante setembro – variação só superada nessa base de comparação em setembro de 2003 – e crescimento de 10,3% na comparação com outubro do ano passado. De janeiro a outubro, a indústria acumula crescimento de 5,9%. Leia o resto do artigo »
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Postado em 6 dEurope/London dezembro dEurope/London 2007
Fonte: Jornal Tribuna da Imprensa de 6 de dezembro de 2007
BRASÍLIA e SÃO PAULO – O Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu ontem, por unanimidade, manter a taxa básica de juros em 11,25% ao ano, sem viés (tendência), pela segunda vez seguida. A novidade da reunião foi uma alteração no tradicional comunicado do Banco Central (BC), que retirou a frase “pausa no processo de flexibilização da política monetária” do texto. A mudança foi rapidamente interpretada pelos economistas como sinal de uma longa interrupção da queda da Selic. Leia o resto do artigo »
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Postado em 5 dEurope/London dezembro dEurope/London 2007
Fonte: jornal Tribuna da Imprensa de 5 de dezembro de 2007
GENEBRA – Levantamentos feitos pela Organização Mundial do Comércio (OMC) apontam que o real valorizado está impedindo que o Brasil consiga acompanhar o mesmo ritmo de crescimento em suas exportações que os países emergentes, como China e Índia. Nos nove primeiros meses do ano, o crescimento das vendas do País em termos nominais foi de 16%, pouco acima da média mundial de 15% no mesmo período. Leia o resto do artigo »
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Postado em 5 dEurope/London dezembro dEurope/London 2007
Fonte: jornal Tribuna da Imprensa de 5 de dezembro de 2007
SÃO PAULO – O ex-ministro das Comunicações Luís Carlos Mendonça de Barros afirmou que a criação do fundo soberano pelo governo é uma idéia inadequada na atualidade, pois seu desenho original pode gerar como efeito colateral a ampliação da dívida pública líquida – que está em 43,7% do PIB – devido à necessidade de esterilização dos dólares que ingressam no País. Leia o resto do artigo »
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Postado em 4 dEurope/London dezembro dEurope/London 2007
Léo Nunes – Ao Sul do Equador
São Paulo – Acabou agora pouco em Brasília a votação do segundo relatório de autoria do senador Jefferson Péres (PDT-AM) que pedia a cassação do senador Renan Calheiros (PMDB-AL). Por 48 votos a 29 (mais 3 abstenções) o senador alagoano foi absolvido. Leia o resto do artigo »
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Postado em 4 dEurope/London dezembro dEurope/London 2007
Disputas políticas a parte, seria simplesmente absurdo extinguir do dia para a noite uma contribuição que gera R$ 40 bilhões em receita à União. Como sabemos, um país periférico necessita do Estado como indutor de demanda efetiva, o que significa investimentos em áreas estratégicas, principalmente infra-estrutura. Para um país que investiu menos de 1% do seu PIB (um valor no mínimo ridículo) em infra-estrutura nos últimos anos abrir mão destes recursos pode significar a senha para mais uma barreira ao crescimento econômico. Leia o resto do artigo »
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