Postado em 7 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Uma reportagem a meu respeito, publicada pela revista “Piauí”…
em sua primeira edição deste ano, constituiu-se no grande “must” desse início de 2008 na mídia e em boa parte do PT e dos meios políticos. Jornais e emissoras de rádio e de TV, durante quase uma semana, deram ampla repercussão ao assunto. Na verdade, mais do que uma entrevista minha, a matéria é um simples, bem feito e, no geral, correto relato do meu trabalho hoje, especialmente sobre o desenvolvido durante viagem que fiz à Espanha e a países da América Central, acompanhado por Daniela Pinheiro, jornalista da revista. Leia o resto do artigo »
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Postado em 7 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Divulguei “nota à imprensa” no dia 04 deste mês…
para esclarecer pontos pouco claros, imprecisos e até incorretos da reportagem a meu respeito publicada pela primeira edição deste ano da revista Piauí. Leia o resto do artigo »
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Postado em 7 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
REVISTA PIAUÍ 07/01/2008 15/19
http://www.revistapiaui.com.br/
Gente da Política Daniela Pinheiro Pág.: 32
José Dirceu, o homem forte do primeiro governo Lula e uma das principais lideranças do PT, em entrevista à revista Piauí traça um retrato extraordinário da sociologia que levou a sua própria metamorfose de revolucionário a consultor internacional. A sua nova vida, repleta de viagens e negócios: uma leitura elucidativa e, a rigor, imperdível . . . Para ler clique abaixo:
entrevista-jose-dirceu-revista-piaui.pdf
Notícias relacionadas, leia ainda:
Equívocos da Reportagem da Piauí Segundo José Dirceu
Nota à Imprensa: Dirceu tenta explicar
Entrevista José Dirceu à Revista Piauí
Entrevista de Ciro Gomes ao blog do Zé Dirceu
A QUEM INTERESSA ??
Incrível entrevista de FHC
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Postado em 2 dEurope/London janeiro dEurope/London 2008
Fonte: Jornal Tribuna da Imprensa de 2 de janeiro de 2008
SÃO PAULO – As primeiras previsões para 2008 indicam que o emprego estará em alta em vários setores produtivos no País. Uma sondagem da Fundação Getúlio Vargas (FGV), por exemplo, mostrou que dois terços das indústrias pretendem contratar funcionários até fevereiro. Leia o resto do artigo »
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Postado em 29 dEurope/London dezembro dEurope/London 2007
1. Vc. deve evitar ao máx. abrev., etc.
2. Desnecessário faz-se empregar estilo de escrita
demasiadamente rebuscado, segundo deve ser do
conhecimento inexorável dos copidesques. Tal prática
advém de esmero excessivo que beira o exibicionismo
narcisístico.
3. Anule aliterações altamente abusivas.
4. “não esqueça das maiúsculas”, como já dizia dona
loreta, minha professora lá no colégio alexandre de
gusmão, no ipiranga.
5. Evite lugares-comuns assim como o diabo foge da cruz.
6. O uso de parênteses (mesmo quando for relevante) é
desnecessário.
7. Estrangeirismos estão out; palavras de origem
portuguesa estão in.
8. Chute o balde no emprego de gíria, mesmo que sejam
maneiríssimas, tá ligado na fita, mano?
9. Palavras de baixo calão podem transformar sua porra de
texto numa merda.
10. Nunca generalize: generalizar, em todas as situações,
sempre é um erro.
11. Evite repetir a mesma palavra, pois essa palavra vai
ficar uma palavra repetitiva. A repetição da palavra vai
fazer com que a palavra repetida desqualifique o texto
onde a palavra se encontra repetida.
12. Não abuse das citações. Como costuma dizer meu
amigo: “Quem cita os outros não tem idéias próprias”.
13. Frases incompletas podem causar
14. Não seja redundante, não é preciso dizer a mesma
coisa de formas diferentes; isto é, basta mencionar cada
argumento uma só vez. Em outras palavras, não fique
repetindo a mesma idéia.
15. Seja mais ou menos específico.
16. Frases com apenas uma palavra? Jamais!
17. A voz passiva deve ser evitada.
18. Use a pontuação corretamente o ponto e a vírgula
especialmente será que ninguém sabe mais usar o sinal de
interrogação
19. Quem precisa de perguntas retóricas?
20. Conforme recomenda a A.G.O.P, nunca use siglas
desconhecidas.
21. Exagerar é cem bilhões de vezes pior do que a
moderação.
22. Evite mesóclises. Repita comigo: “mesóclises: evitá-
las-ei!”
23. Analogias na escrita são tão úteis quanto chifres
numa galinha.
24. Não abuse das exclamações! Nunca! Seu texto fica
horrível!
25. Evite frases exageradamente longas, pois estas
dificultam a compreensão da idéia contida nelas, e,
concomitantemente, por conterem mais de uma idéia
central, o que nem sempre torna o seu conteúdo acessível,
forçando, desta forma, o pobre leitor a separá-la em seus
componentes diversos, de forma a torná-las
compreensíveis, o que não deveria ser, afinal de contas,
parte do processo da leitura, hábito que devemos
estimular através do uso de frases mais curtas.
26. Cuidado com a hortografia, para não estrupar a língüa
portuguêza.
27. Seja incisivo e coerente, ou não.
28. Não fique escrevendo (nem falando) no gerúndio. Você vai estar
deixando seu texto pobre e estar causando ambigüidade, com certeza você
vai estar deixando o conteúdo esquisito, vai estar ficando com a sensação
de que as
coisas ainda estão acontecendo. E como você vai estar lendo este texto,
tenho certeza que você vai estar prestando atenção e vai estar
repassando aos seus amigos, que vão estar entendendo e vão estar pensando
em não estar falando desta maneira irritante.
29. Não permita que seu texto acabe por rimar, porque senão ninguém irá
agüentar já que é insuportável o mesmo final escutar, o tempo todo sem
parar.
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Postado em 28 dEurope/London dezembro dEurope/London 2007
Fonte: Jornal O Dia de 28 de dezembro de 2007 Brasília – O Banco Central espera que a relação entre dívida e o Produto Interno Bruto (PIB), soma de todas as riquezas produzidas no país, feche o ano em 43,5%. A projeção anterior do BC era fechar o ano com uma dívida de 44% do PIB. Leia o resto do artigo »
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Postado em 26 dEurope/London dezembro dEurope/London 2007
Durante o “milagre econômico”, nos anos 70, cerca de 60% da massa de lucro médio das empresas eram reinvestidos na formação bruta de capital fixo (máquinas, equipamentos e infra-estrutura). Em 2003, o rentismo fez esse percentual cair à metade, apesar de “os empresários estarem felizes e com lucros crescentes”. A comparação é do economista Miguel Bruno, da Escola Nacional de Ciências Estatísticas (Ence/IBGE). Leia o resto do artigo »
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Postado em 26 dEurope/London dezembro dEurope/London 2007
Semana passada o Banco Central recebeu a visita de técnicos cubanos que vieram ao Brasil com a missão de construir indicadores para monitorar a economia. “Em Cuba, temos nos preocupado com a geração de empregos, políticas sociais, desenvolvimento, mas é preciso fazer tudo isso sem gerar inflação”, disse-me um deles, que atua na sensível área de política monetária.
Respondi que o objetivo é legítimo, mas que não desejamos que Cuba caia na mesma armadilha que o Brasil, cujo Banco Central pensa somente em controlar a inflação.
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