Postado em 4 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008
VALOR – 01/02/2008
Mônica Izaguirre
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva baixou ontem um decreto reduzindo os juros dos empréstimos concedidos pelos bancos públicos com recursos dos fundos constitucionais de financiamento. As novas taxas, que variam de 5% a 10% ao ano, são retroativas ao início de janeiro de 2008 e se aplicam inclusive à correção de dívidas referentes a contratos firmados antes dessa data. Pelo decreto anterior, editado em outubro de 2006 para vigorar em 2007, o custo ao tomador final, que varia conforme o porte e a atividade econômica exercida, ia de 5% a 11,5% ao ano. Leia o resto do artigo »
Postado em Desenvolvimento, O que deu na Imprensa, Transposição do São Francisco: redenção ou desastr | Sem Comentários »
Postado em 4 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008
do blog do Nassif
‘Entrevista de Márcio Pochman, do IPEA, a Lu Aiko Otta, do “Estadão” de domingo:
Pisar no freio ou no acelerador. Essas são as opções que se colocam para o País diante da crise que deve levar a economia mundial a crescer menos, segundo avalia o presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Marcio Pochmann. Ele acredita que há convergência, mas não consenso, no governo em torno da segunda opção. A voz destoante seria o Banco Central (BC). A crise do subprime também traz, segundo Pochmann, um desafio novo: como ampliar a regulação dos mercados para além das fronteiras nacionais. Não se trata somente de criar mecanismos de alerta para crises, como se discutiu na reunião do Fórum Econômico Mundial, em Davos, mas também de como regular os efeitos econômicos das grandes fusões entre empresas que ocorrem no mundo. A seguir, os principais trechos da entrevista ao Estado.
O diretor-gerente do FMI, Dominique Strauss-Kahn, recomendou aos países com boa situação fiscal que gastem mais. O que é isso? A crise está levando a uma revisão de posturas?
Declarações desse teor, no meu modo de ver, estão relacionadas a dois movimentos que estão convergindo neste momento. Leia o resto do artigo »
Postado em Desenvolvimento, O que deu na Imprensa, Política Econômica, Política Social | 1 Comentário »
Postado em 4 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008
País Ameaçado
Artigo publicado na Folha de S. Paulo, no dia 31/01/2008
Cristovam Buarque * Leia o resto do artigo »
Postado em O que deu na Imprensa, Política Brasileira | 1 Comentário »
Postado em 3 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008
Um retrato um tanto ou quanto laudatório de Barack Obama, mas mostrando
porquê esta figura enigmática cresceu tanto entre os eleitores jovens a
ponto de colocar em xeque a super-favorita Hillary Clinton…
Leia o resto do artigo »
Postado em ELEIÇÕES, projetos e estratégias: 2008 e 2010, Internacional, O que deu na Imprensa | Sem Comentários »
Postado em 1 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008
Há uma nova concepção do semi-árido, antagônica ao velho discurso das oligarquias, que traduz o confronto mortal entre dois modelos. A nova concepção do semi-árido – que chamamos de convivência com o semi-árido -começa de seu rico potencial.
Uma das dificuldades maiores no debate sobre a transposição do rio São Francisco é deparar com pessoas que ainda tem uma velha e obsoleta visão do que seja o semi-árido brasileiro. Normalmente essas pessoas repetem argumentos da velha indústria da seca e consideram o semi-árido como uma “região feia, seca, inviável, cujo problema central é a falta de água”. As pessoas repetem a esmo essas afirmações, sem se darem conta que estão apenas repetindo o velho discurso das oligarquias nordestinas, que sempre construíram seu poder a partir da sede e da fome do povo. Por isso, muitos artigos publicados em defesa da transposição não tinham sequer o conhecimento básico sobre o semi-árido para um diálogo construtivo. Leia o resto do artigo »
Postado em Assuntos, Desenvolvimento, O que deu na Imprensa, Transposição do São Francisco: redenção ou desastr | 2 Comentários »
Postado em 1 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008
Bruno Galvão
Para ficar claro a respeito do artigo a Farra da Tapioca, é claro que a corrupção deve ser punida. Uma discussão de corrupção de R$ 8,30 (ou seja, 0,000000001% do orçamento do governo) ter tanto destaque significa que ou o Estado brasileiro é muito mais honesto do que dizem ou esse moralismo deve estar servindo para encobrir fatos obscuros muito maiores. Na minha opinião, o que ocorre é os dois. A corrupção existe, mas não é tão generalizada quanto dizem as pessoas que querem desmantelar o Estado. Parece-me que esse moralismo estridente serve para encobrir a corrupção dos grandes lobbys junto à mídia. Porque ninguém investiga o Proer da mídia, que foi um financiamento que não havia qualquer justificativa? Porque não se investiga a relação entre os banqueiros e os políticos? O prejuízo com os juros altos é 20.000.000.000 vezes maior do que o preço da tal tapioca. Mas, podem dizer, não há indício de corrupção na manutenção dessa taxa de juros, a despeito de não haver qualquer justificativa técnica para ela. Não é estranho que os ministros e diretores do banco central que propiciaram esses lucros fabulosos estão ganhando centenas de milhões no mercado financeiro ou como “consultores” (ou será prêmio por serviços já prestados?) de bancos? Não é estranho que um dos mais destacados políticos do PSDB, o Paulo Renato, mande um artigo, que se ouvido favorecerá os bancos privados, para a aprovação do presidente do maior banco privado nacional? É, realmente, é melhor cuidarmos de nossas tapiocas.
Leia: Farra da Tapioca
Postado em Bruno Galvão, Comentários sobre a Imprensa Brasileira, O que deu na Imprensa, Política Brasileira | Sem Comentários »
Postado em 1 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008
Folha de S. Paulo - 31/1/2008
Paulo Nogueira Batista Jr.
Seria prudente continuar o trabalho de reforço de nossas defesas externas e dos demais indicadores do país
A SEMANA aqui no Fundo Monetário está bastante pesada. Peço desculpas, leitor, por escrever o artigo de hoje às pressas.
Na quinta-feira da semana passada, discuti a gravidade da crise nos Estados Unidos. Leia o resto do artigo »
Postado em Desenvolvimento, O que deu na Imprensa, Política Econômica | Sem Comentários »
Postado em 1 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008
O Globo - 30/1/2008
João Saboia
Desde que a CPMF foi eliminada, no final de 2007, três alternativas têm sido apresentadas para substituir os recursos perdidos da ordem de R$40 bilhões.
A mais óbvia é a criação de outros impostos, alternativa seguida pelo próprio governo ao propor o aumento de alíquotas do IOF em diversas operações, além da elevação da CSLL para o sistema bancário. O aumento dos impostos tem sido muito criticado pela oposição, na medida em que o governo teria prometido, ao final do ano passado, Leia o resto do artigo »
Postado em O que deu na Imprensa, Política Econômica | Sem Comentários »