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Blog do Desemprego Zero

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A GRANDE FARSA

Postado em 7 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Carlos Chagas, na Tribuna de 31 de Janeiro de 2008


Presta-se a algumas conclusões o reconhecimento de que desmatamos a
Amazônia muito mais do que recomendaria o bom senso.

A primeira, de que, além de haver faltado com a verdade, o governo acaba de
fornecer munição para a cobiça internacional. Basta passar os olhos nos
principais jornais da Europa e dos Estados Unidos. Todos abrem espaço para
o que lhes parece a destruição do “pulmão do mundo”, não demorando o Leia o resto do artigo »

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A DECADÊNCIA DA FOX

Postado em 6 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

do blog do Idelber Avelar ” Biscoito Fino e Massa “

Há uma história nesta campanha eleitoral americana que eu ainda não vi discutida no Brasil — e que os fãs da revista Veja deveriam acompanhar com atenção. É o declínio paulatino da relevância e da audiência da Fox News, a outrora temida cadeia de televisão que redefiniu não só o jornalismo, mas a própria política norte-americana. A Fox conseguiu o que em 1996 parecia impossível: desbancar a CNN no negócio de notícias via TV a cabo, enquanto realizava a proeza de transformar o extremismo de ultra-direita em suposto centro do espectro político, com um slogan que era o troféu óleo de peroba do século: fair and balanced. Funcionou durante muito tempo e foi decisivo para o roubo de uma eleição presidencial americana (2000) e para o resultado da seguinte (2004). Parece não estar funcionando mais.

A partir de um chamado ao boicote liderado pelo site Fox Attacks e por vários blogueiros e ativistas progressistas, os candidatos democratas tomaram a difícil – mas, viu-se depois, acertada – decisão de ignorar o canal e não aceitar debater lá. Tratá-la como o que ela é, um canal de manipulação e doutrinação extremistas, não um veículo de notícias. Este ano, foi tudo morro abaixo para a Fox. O candidato queridinho da Fox, Rudy Nine-Eleven Giuliani, amargou uma humilhação atrás da outra nas primárias, perdendo até para o azarão Leia o resto do artigo »

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Carta IEDI n. 296 – Indicadores de Ciência,Tecnologia e Inovação

Postado em 6 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Carta IEDI n. 296 – Indicadores de Ciência,Tecnologia e Inovação

Arquivo em .doc, clique aqui para ler >>

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INDÚSTRIA: UM JOGO AINDA A SER JOGADO

Postado em 6 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

 IEDI – Janeiro/08

Arquivo em .pdf, clique aqui para ler >>

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Uma patifaria financeira

Postado em 6 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

DCI – www.dci.com.br

01/02/08 – 00:00 > OPINIÃO
Uma patifaria financeira

A crise do que se convencionou chamar de subprime, iniciada nos Estados Unidos e que está devastando o mundo das finanças no Hemisfério Norte, já demonstrou duas coisas: o tremendo fracasso dos sistemas de regulação dos mercados financeiros e o nível fantástico de imoralidade que se apossou dos operadores e administradores nos diversos escalões do sistema bancário. Leia o resto do artigo »

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”O problema não é só a elite”

Postado em 5 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

ISTO É – 01.02.08

Entrevista JOÃO FRAGOSO

Professor da UFRJ diz que escravos também foram responsáveis pela escravidão e que o marxismo prejudicou o estudo dos ricos

Por FRANCISCO ALVES FILHO

Apesar da personalidade tímida e do jeito afável, o historiador carioca João Fragoso, 49 anos, não tem medo de enfrentar grandes polêmicas. Professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro, ele tem causado controvérsia por classificar como superadas muitas das idéias de ninguém menos do que Karl Marx. Mesmo formado no marxismo, corrente majoritária no ensino de história na década de 70, ele entende que vários postulados do intelectual alemão se esgotaram. “Não há mais cabimento considerar que somos apenas robôs inseridos em grandes estruturas, como o capitalismo ou o feudalismo”, critica Fragoso. “Por trás dessa alegoria há pessoas com alma e vontade própria.” Sua posição lhe rende vários ataques, vindos principalmente de seus colegas da Universidade de São Paulo (USP), onde o marxismo é tido como parâmetro fundamental para entender a sociedade.

Outro vespeiro é seu tema preferencial de estudos: a elite brasileira no período colonial. “Descobri que havia muitas pesquisas sobre escravos e operários, mas quase nada sobre as elites”, explica. O historiador carioca escreveu sete livros e seu artigo Fidalgos e parentes de pretos está incluído no livro Conquistadores & negociantes, recém-lançado pela editora Civilização Brasileira. Sua linha de pesquisa leva a conclusões que dão combustível para discussões acaloradas. Ele contesta, por exemplo, que as elites brasileiras sejam o grande vilão das mazelas sociais do Brasil. “Nós e a elite somos cúmplices de nossa história”, corrige. Nessa linha de raciocínio, é capaz de afirmações explosivas, como uma das que soltou na entrevista à ISTOÉ: “O escravo também foi responsável pela escravidão.” Ele não liga para uma possível reação de acadêmicos. “O debate é saudável e a academia é o melhor lugar para isso.”

ISTOÉ – O marxismo deixou de ser um instrumento para entender a história? Leia o resto do artigo »

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MEIRELLES, PARE DE NOS ENGANAR! Até o FMI está dizendo que você está errado: ” Em defesa de um estímulo fiscal “

Postado em 5 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Folha de S. Paulo – 1/2/2008

Em defesa de um estímulo fiscal

DOMINIQUE STRAUSS-KAHN – diretor-gerente do FMI

Só cortar juros pode não ser suficiente; é preciso um estímulo fiscal para elevar a demanda

HÁ UMA desaceleração econômica mundial em curso: problemas no mercado de imóveis norte-americano, desgaste no sistema financeiro europeu e dos EUA, e já há um início de desaceleração do crescimento das demais regiões. É evidente que, da perspectiva do FMI, as considerações de médio prazo têm importância crucial. Mesmo assim, isso não impede o emprego de políticas efetivas que contrariem o ciclo econômico. Leia o resto do artigo »

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Efeitos da crise sobre o câmbio

Postado em 4 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

VALOR – 01/02/2008

Efeitos da crise sobre o câmbio

Claudia Safatle é diretora adjunta de Redação e escreve às sextas-feiras

Apesar das incertezas quanto à extensão e profundidade da crise externa, o governo trabalha com três cenários sobre seus possíveis impactos na taxa de câmbio: Leia o resto do artigo »

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