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Blog do Desemprego Zero

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Desenvolvimento e a nova propriedade

Postado em 12 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Marcio Pochmann
Folha de S. Paulo
7/2/2008

Antes da existência da propriedade social, o trabalho comprometia dois terços do tempo de vida de cada cidadão
O BRASIL que emergiu da Revolução de 30 caminhou no sentido da modificação importante do conceito tradicional da propriedade. Em vez do clássico entendimento que separa o proprietário do não-proprietário imobiliário (posse da terra) e de demais detentores das fontes de geração de renda e riqueza, Leia o resto do artigo »

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Novela da carne

Postado em 12 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Benjamin Steinbruch
Folha de S. Paulo
5/2/2008

Os europeus não têm como competir com a carne brasileira. Por isso, adotam medidas protecionistas
QUANTO CUSTA um quilo de filé mignon? Depende. Em um luxuoso açougue de Londres, esse corte bovino nobre era vendido na semana passada por 22,95 libras se a origem fosse escocesa e por 21,60 libras se fosse inglesa. Com a libra a R$ 3,52, o londrino pagava o equivalente a R$ 80 para levar para casa um quilo de filé. Leia o resto do artigo »

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O jogo do racionamento

Postado em 12 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Rogério L. Furquim Werneck
O Estado de S. Paulo
8/2/2008

No artigo de 25/1 externei preocupações com a forma com que o governo vem lidando com a crise energética. O que preocupa não é só que o presidente se disponha a entregar ao PMDB o Ministério de Minas e Energia. É também preocupante que a alternativa à entrega do setor ao PMDB seja deixar a gestão da crise nas mãos da mesma equipe que, liderada pela ministra Dilma Rousseff, engendrou o precário quadro de oferta de energia que hoje se tem no País. Este segundo aspecto merece argumentação mais detalhada. Leia o resto do artigo »

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‘Queremos pisar no acelerador, o problema é o BC’

Postado em 12 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

O Estado de S. Paulo

3/2/2008

Lu Aiko Otta

 

Para o economista, existe convergência no governo sobre investimentos para o País crescer, mas Banco Central tem outra visão

Pisar no freio ou no acelerador. Essas são as opções que se colocam para o País diante da crise que deve levar a economia mundial a crescer menos, segundo avalia o presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Marcio Pochmann. Leia o resto do artigo »

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A África está bombando. E o Brasil vai lucrar bilhões

Postado em 12 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

Dinheiro – Economia 08/02/2008

O continente cresce acima da média dos emergentes, atrai investimentos e muitas empresas brasileiras estão atentas ao despertar desse grande mercado
LANA PINHEIRO

PORTO EM DJIBUTI: brasileiros e africanos aproveitam a identificacão cultural e linguística para viabilizar megaprojetos de infra-estrutura na África

A região não costuma estar no radar de grandes bancos de investimentos nem pertence ao BRIC, bloco criado pela Goldman Sachs para indicar os países emergentes mais promissores – entre eles, o Brasil. Muitas vezes, é lembrada apenas por epidemias, guerras civis ou massacres étnicos. Só que essa é a velha África, historicamente marginalizada pelo Ocidente. Há uma outra que se desenvolve num ritmo alucinante, sendo liderada por Angola, que cresceu 25% em 2007. Na média, o PIB da África vem avançando cerca de 5% ao ano, desde 2004. As exportações, puxadas por minérios e petróleo, têm crescido 28% ao ano e vários países, com fartos superávits comerciais, estão colocando em marcha grandes programas de investimento na área de infra-estrutura. As empresas brasileiras, naturalmente, estão atentas ao despertar da África. Na semana passada, executivos da Camargo Corrêa estavam em Moçambique finalizando o contrato para a construção de uma das maiores usinas hidrelétricas da região, a Mphanda Nkuwa, um projeto orçado em US$ 3,2 bilhões. Leia o resto do artigo »

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Terceirização impõe “padrão de emprego asiático”

Postado em 12 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

A subcontratação de trabalhadores por empresas com sede em outros países, a chamada terceirização transnacional, impõe o “padrão de emprego asiático”, marcado pela alta rotatividade, baixa remuneração e longa jornada de trabalho. A análise consta da pesquisa A Transnacionalização da Terceirização na Contratação do Trabalho, apresentada pelo presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Marcio Pochmann.

O fenômeno da terceirização transnacional vem se expandindo e tende a aumentar, principalmente no setor de prestação de serviços, segundo o estudo. A pesquisa cita organizações como a Nike, fabricante de artigos esportivos. Dos 600 mil trabalhadores da empresa em 51 países, apenas 24 mil são diretamente contratados – quase 95% de terceirização.

A estimativa, segundo o estudo de Pochmann, é que 6,7 milhões de novas ocupações anuais sejam criadas pela terceirização transnacional nos próximos dez anos. No entanto, uma tendência da terceirização transnacional que está se consolidando é a redução dos custos trabalhistas, que resulta na informalidade e na falta de cobertura previdenciária dos empregados.

Na avaliação de Pochmann, a subcontratação internacional influencia significativamente o padrão de remuneração da mão-de-obra, pressiona os custos de contratação e de proteção dos riscos do exercício do trabalho. “Esse tipo de terceirização da mão-de-obra não se apresenta como imperativo de modernização das condições gerais da produção no início do século 21. Pelo contrário, pode assemelhar-se, guardadas as proporções, ao retrocesso das conquistas alcançadas até o momento”, aponta.

O estudo sugere o fortalecimento da regulação pública nas questões trabalhistas não apenas dentro de cada país, mas em nível internacional. “O sindicalismo opera como se as economias mantivessem a atuação quase exclusiva no espaço nacional e termina por fragilizar ainda mais a função da barganha coletiva junto aos empregadores patronais”, avalia Pochmann.

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Estatais deixam R$ 13,3 bi no caixa e travam investimentos

Postado em 12 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

www.dci.com.br

08/02/08 – 00:00 > POLÍTICA ECONÔMICA

As estatais brasileiras investiram menos do que o previsto em 2007, apesar das necessidades de aportes para o crescimento da economia. De acordo com execução orçamentária elaborada pelo Ministério do Planejamento e publicada no Diário Oficial , 72 empresas ligadas ao governo federal foram autorizadas pela Lei Orçamentária a investir R$ 53,2 bilhões em 435 projetos e 261 atividades ligadas Leia o resto do artigo »

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Epidemia de febre amarela: “UM VERDADEIRO CRIME CONTRA A SAÚDE PÚBLICA”

Postado em 12 dEurope/London fevereiro dEurope/London 2008

morte_antecipada01.jpgwww.viomundo.com.br

Atualizado em 06 de fevereiro de 2008 às 21:31 | Publicado em 05 de fevereiro de 2008 às 21:04

O texto abaixo nasceu de uma troca de mensagens que tive com a jornalista Conceição Lemes. Tanto quanto eu, ela ficou alarmada com o tratamento irresponsável que a mídia brasileira deu à epidemia de febre amarela, tão real quanto as armas de destruição em massa que até hoje são procuradas no Iraque. Dessa troca de mensagens nasceu a idéia de produzir um texto com o objetivo de fazer o que muitos não fizeram: bem informar o público. Por isso, convoco todos os leitores a disseminá-lo. E todos os blogueiros a reproduzí-lo. Quem quiser, imprima o texto. Leia o resto do artigo »

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