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Blog do Desemprego Zero

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Capitalismo bom, capitalismo ruim

Postado em 13 dEurope/London março dEurope/London 2008

Por William Baumol*

Carl Schramm**

Robert Litan***

Publicado originalmente em: Valor Online (restrito a assinantes), 13/03/2008

Muitas pessoas presumiram que quando o Muro de Berlim caiu, em 1989, o “capitalismo” havia vencido a Guerra Fria ideológica e que o “comunismo” havia perdido. Embora o “capitalismo”, definido como um sistema econômico construído sobre a titularidade privada da propriedade, claramente tenha prevalecido, existem muitas diferenças entre os quase 200 países que hoje o praticam de alguma maneira.

Consideramos prático dividir as economias capitalistas em quatro categorias amplas. Embora muitas economias assumam uma posição neutra em relação a elas, a maioria se enquadra essencialmente em uma delas. A tipologia adiante ajuda a explicar porque algumas economias crescem mais velozmente que outras. O capitalismo oligárquico ocorre nos lugares nos quais o poder e o dinheiro estão altamente concentrados na mão de poucos. Esta é a pior forma de capitalismo, não só devido à extrema disparidade de renda e riqueza tolerada por essas economias, mas também porque as elites não promovem o crescimento como meta central da política econômica. Em vez disso, a oligarquia estabelece as regras para maximizar sua própria renda e riqueza. Esses esquemas predominam em vastas regiões da América Latina, do Oriente Médio árabe e da África. Leia o resto do artigo »

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A confusão das idéias da ortodoxia

Postado em 13 dEurope/London março dEurope/London 2008

Por Giuliano Contento de Oliveira*

Publicado originalmente em: Valor Online (restrito a assinantes), 13/03/2008

Um aumento da taxa de juros no momento atual, contudo, ao concorrer no sentido de desestimular as decisões de investimento dos empresários e as decisões de gasto das famílias, constituiria um mecanismo de sinalização capaz de precipitar a reversão do ciclo de negócios e impedir a continuidade do crescimento econômico ao ritmo condizente com as necessidades de emprego e renda da sociedade brasileira. O aumento da taxa de juros significaria um “balde de água fria” nas intenções de inversão dos empresários, que a despeito de investirem hoje a partir de informações presentes e passadas, contam com o “devir”, ou seja, com um crescimento da demanda agregada ainda a ser concretizado.

A taxa de juros não pode ser utilizada enquanto ponte entre os investimentos correntes e a ampliação efetiva da capacidade produtiva, ante seus efeitos depreciativos sobre as expectativas dos empresários em relação ao comportamento futuro da demanda agregada. Ao deprimir as decisões de gasto dos agentes, esta iniciativa opera no sentido contrário àquele que realmente deve ser buscado pelo governo, a saber: aumentar a capacidade de produção das empresas de sorte a acomodar o crescimento do consumo. Leia o resto do artigo »

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Programação do curso do LEMA

Postado em 13 dEurope/London março dEurope/London 2008

Programação completa de 2008 do Curso Clássicos do Pensamento Social Brasileiro.
Trata-se de um curso aberto, ou seja, qualquer um pode assistir, mesmo que seja uma aula só…

Horário: terças, das 18h30 às 21h
Local: Auditório do CFCH/UFRJ (Av. Pasteur 250, Urca, Campus Praia Vermelha)

25 de Março/2008: Caio Prado Jr. - Carlos Nelson Coutinho
Evolução Política do Brasil na obra de Caio Prado Jr.

29 de Abril/2008: Caio Prado Jr. - Rubem Murilo Leão Rego
O sentido da colonização e o subdesenvolvimento brasileiro na obra de Caio
Prado Jr.

27 de Maio/2008: Florestan Fernandes - Gabriel Cohn
O marxismo de Florestan Fernandes

17 de Junho/2008: Florestan Fernandes - Plínio de Arruda Sampaio Jr.
Capitalismo dependente e autocracia burguesa no Brasil

29 de Julho/2008: Octavio Ianni - Marilda Iamamoto (a confirmar)
Os ciclos da revolução burguesa no Brasil

26 de Agosto/2008: Octavio Ianni - (nome a confirmar)
Estado e questão social na obra de Octavio Ianni

30 de Setembro/2008: Ruy Mauro Marini - Carlos Eduardo Martins
A teoria da dependência de Ruy Mauro Marini

21 de Outubro/2008: Ruy Mauro Marini - Theotonio dos Santos
Dependência e revolução socialista na pespectiva de Ruy Mauro Marini

11 de Novembro/2008: Balanço pensamento social BR no séc. XX - José Luís
Fiori e Luiz Werneck Vianna (a confirmar o debate de encerramento)

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Brasil é lanterninha na média dos países emergentes

Postado em 13 dEurope/London março dEurope/London 2008

Fonte: Agência Estado (13/03/2008).

O crescimento médio da economia brasileira nos últimos cinco anos do governo Lula, de 3,8%, coloca o Brasil em 35º lugar em um ranking com 39 países emergentes que tiveram o desempenho de sua economia medido. O ranking foi elaborado pela Austin Rating.

Nos últimos cinco anos, o crescimento médio do conjunto de países avaliados foi de 5,6% ao ano. No resultado final, foi constatado que o País supera apenas Guatemala, México, El Salvador e Haiti. A expansão neste período, porém, supera o crescimento médio verificado nos dois mandatos do presidente Fernando Henrique Cardoso, de 2,3%.

“A gente tem de considerar que o histórico brasileiro ainda é de baixo nível de investimento e elevada taxa de juros”, afirma o economista-chefe da Austin, Alex Agostini. No topo da lista, aparecem a China (crescimento médio de 10,6%), Argentina (8,6%), Índia (8,5%), Venezuela (7,8%) e Ucrânia (7,6%). Enquanto a taxa de investimentos do Brasil em 2007 foi de 17,6% do Produto Interno Bruto (PIB), a chinesa tem estado perto dos 40% nos últimos anos.

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RESUMO DO DIA – 12/03/2008

Postado em 13 dEurope/London março dEurope/London 2008

MANCHETES dos principais veículos de notícias do Brasil e do mundo

Política

Folha Online: Oposição ameaça obstruir votação do Orçamento em represália à MP da TV pública
JB Online: Em meio a debate, Garibaldi põe cargo à disposição
O Estado de São Paulo: Bolsa-Família dará acesso a conta simplificada e a crédito bancário
O Globo Online: CPI do Cartão Corporativo decide convidar ministros e não convocar
Último Segundo: Com atraso de 3 meses, Orçamento é aprovado no Congresso
Conversa Afiada: FHC cometeu crime eleitoral

Economia

Folha Online: Mercado interno puxa expansão da economia em 2007
JB Online: Economia cresce 5,4% e atinge R$ 2,6 tri em 2007
O Estado de São Paulo: Governo anuncia hoje primeiras medidas para conter queda do dólar
O Globo Online: Pacote cambial terá efeito limitado sobre cotação do dólar, dizem especialistas
Último Segundo: Apesar de otimista com resultado do PIB em 2007, Mantega prevê leve desaceleração para este ano

Internacional

Folha Online: Rice visita o Brasil e deve discutir América do Sul e Oriente Médio
JB Online: Governador de NY renuncia após escândalo com prostituta
Le Monde: Les banques centrales s’unissent pour apaiser les marchés
O Estado de São Paulo: Laço entre McCain e indústria de bebida causa preocupação
O Globo Online: Membro do comitê financeiro da campanha de Hillary renuncia após comentário sobre Obama
Último Segundo: OEA: há diferenças entre versões de Colômbia e Equador

Desenvolvimento

Folha Online: Exportador será fortalecido por novas medidas, diz Mantega
O Estado de São Paulo: Geração de energia solar recebe mais investimentos
Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES): BNDES e Ministério do Desenvolvimento Social assinam acordo de cooperação
Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior: Corrente de comércio entre Brasil e Paraguai é a maior em dez anos
Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD): RJ ganha centro de regeneração de CFC
Projeto Brasil: Petrobrás anuncia recorde histórico em processamento

Elizabeth Cardoso: editora.

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Disfarçando o fiasco

Postado em 12 dEurope/London março dEurope/London 2008

Publicado originalmente em: O Estado de São Paulo (restrito a assinantes), 05/03/2008

Por Nelson Brasil de Oliveira*

O saldo da balança comercial brasileira tem sido decrescente, mês a mês, desde o segundo semestre de 2007, o que preocupa o governo e a sociedade. Defensores da atual política macroeconômica rapidamente se mobilizaram e alegaram, para justificar o mau resultado, que as importações crescem principalmente em matérias-primas e em máquinas destinadas a modernizar indústrias exportadoras. Tal interpretação veicula a promessa de que, num futuro próximo, a atual tendência se inverterá. Mas não é isso o que se apresenta no nosso horizonte. Como sempre acontece quando o poder quer escamotear suas falhas, os dados estatísticos são manipulados para nos apresentar um cenário falsamente promissor. Leia o resto do artigo »

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Campeões de juros, lanternas em competitividade

Postado em 12 dEurope/London março dEurope/London 2008

Real forte, indústria fraca

Enquanto o ministro da Fazenda, Guido Mantega, admitia no início da semana preocupação com o “derretimento” do dólar, o presidente Lula declarava, ter autorizado a equipe econômica a tomar medidas contra a deterioração das contas externas.

O economista Miguel Bruno, do Grupo de Conjuntura do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) pondera, porém, que, em vez de decisões em nível microeconômico, o governo poderia simplesmente baixar os juros. E, se necessário, impor algum controle sobre o fluxo de capitais, ainda que temporário. “Voltamos ao topo das taxas do juros do mundo. Juros altos inflam as reservas e contribuem para a queda do dólar. Claro que isso tem impacto na balança comercial. Outra medida, além de baixar os juros, seria restringir a liberalização financeira. Estamos pagando o preço pela desregulação. O detentor do capital vem atrás da lucratividade e da possibilidade de saída a qualquer momento. Então, dirá que não aceita controle.”

“Como bem destacou Keynes, nem tudo que é benéfico em nível microeconômico será bom no plano macro e quanto ao desenvolvimento. Daí a necessidade de atuação do Estado“. Bruno acrescenta que, embora o dólar possa se ajustar no médio prazo, isso pode demorar: “Até lá, quanto da economia será afetado de maneira irreversível?”

Reprimarização financeirizada

O presidente do Ipea, Marcio Pochmann, me disse hoje que o crescimento do PIB acima de 5% em 2007 teve como destaque o desempenho do setor agroexportador e que isto reforça a especialização produtiva em atividades primárias. “Se olharmos o crescimento de forma desagregada, veremos que o setor primário foi o que mais cresceu. Arroz café e milho tiveram variação negativa, enquanto culturas de exportação foram as de melhor desempenho. O crescimento do setor financeiro também indica que o processo de financeirização da economia continua”, avalia.

Pochmann, no entanto, lembra que, do ponto de vista da demanda, foi o investimento quem mais se expandiu. “Já são 41 meses que o investimento cresce o dobro do PIB, enquanto o PIB per capta se expandiu 4%, algo comparável ao período do ‘milagre econômico’, na década de 70.”

Para o presidente do Ipea, isso garante a continuidade da expansão, ao menos este ano. “Daí em diante, vamos continuar dependendo da posição do Banco Central e da situação internacional”, ressaltou, acrescentando que, em termos reais, a taxa de juros caiu muito pouco no país, que voltou ao topo da lista das mais altas do mundo.

 

Microexportadoras em queda livre

O Sebrae informou que, entre 2005 e 2006, o número de pequenas e micro empresas exportadoras caiu 4,4%, em 2006, sobre o ano anterior, de 13.538 para 12.998. Na outra ponta, o vice-presidente da Associação de Comercio Exterior do Brasil (AEB), José Augusto de Castro, me disse que, somente em janeiro deste ano, foram criadas 1.935 empresas importadoras, contra 4.339 abertas durante todo o ano de 2007.

“Com esse câmbio, a pequena empresa exportadora é a primeira a sentir. E o número de importadoras poderia ser maior, mas nem todas as pretendentes conseguem autorização oficial para importar“, comentou, identificando uma “volúpia importadora” fomentada pela política cambial. “Na média, as importações já estão crescendo acima de 50%.”

A AEB, segundo seu vice-presidente, ainda mantém a projeção de saldo comercial na faixa dos US$ 30 bilhões, mas desde que os preços das commodities se mantenham elevados. Para 2009, aumentam as incertezas, de acordo com Castro, que não acredita em mudança na política cambial.

Juro inviabiliza política industrial

“A desvalorização do dólar é resultado da maior taxa de juros real do planeta aliada à liberdade de movimentação do capital. Sem mexer nisso, não há como fazer política industrial.” A crítica é da economista Sandra Quintela, do Instituto de Políticas Alternativas para o Cone Sul (Pacs) ao comentar a promessa do governo de lançar uma nova política industrial, em breve:
“Manter esse modelo torna inviável estimular o investimento produtivo, mesmo da parte das multinacionais que operam no país, sem transferência de tecnologia”, pondera.
“É importante voltar a taxar o capital especulativo. Permitir que os exportadores mantenham seus ganhos em dólares mais tempo no exterior não deve dar certo, pois nenhum exportador vai deixar de aproveitar o ganho simultâneo com juros absurdos e com a desvalorização do dólar.”
Sobre a possibilidade de o governo adotar alguma dessas medidas, como se comenta em Brasília, ela avalia que tudo dependerá do presidente do Banco Central (BC), Henrique Meirelles: “Ele é o dono da chave do cofre. Como é ligado ao sistema financeiro, é pouco provável que aceite taxar o capital especulativo”, resumiu.

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RESUMO DO DIA – 11/03/2008

Postado em 11 dEurope/London março dEurope/London 2008

MANCHETES dos principais veículos de notícias do Brasil e do mundo

Política

Folha Online: CPI dos Cartões começa a trabalhar e escolhe Marisa Serrano para presidir comissão
JB Online: Dilma defende votação do orçamento para país fazer obras necessárias
O Estado de São Paulo: Governadores do PMDB resistem à reforma e preocupam Mantega
O Globo Online: Irritado, Lula cobra aprovação do Orçamento em reunião do conselho político
Último Segundo: PMDB se reúne com Mantega e propõe mudanças na reforma tributária
Blog do Mello: Tucanos não querem apurar denúncia de Itamar contra FHC

Economia

Folha Online: BC dos EUA anuncia plano de ajuda emergencial para conter crise; Bovespa sobe 2%
JB Online: Imigrantes mandaram menos dinheiro ao Brasil em 2007, diz BID
O Estado de São Paulo: ‘Impacto da crise depende da China’
O Globo Online: Mantega: Dólar está derretendo e problema precisa ser enfrentado
The New York Times: Fed to Lend $200 Billion More to Ease Market Strain
Último Segundo: Governo pode agir para conter câmbio, admite Mantega
Conversa Afiada: Casagrande: como usar melhor as reservas

Internacional

Agência Carta Maior: Uribe e as guerras preventivas
Folha Online: Republicano, Estado de Mississippi vira foco de disputa democrata
JB Online: Apreensão toma conta de brasileiros com destino para a Espanha
Le Monde: Le déficit commercial américain s’est creusé en janvier
O Estado de São Paulo: América Latina está entre as prioridades do governo Zapatero
O Globo Online: Sob repressão na Colômbia, traficantes das Farc preferem cometer crimes no Brasil

Desenvolvimento

Folha Online: Só 5 companhias disputarão leilão da Cesp
O Estado de São Paulo: Montadoras anunciam investimento recorde de US$ 4,9 bi para este ano
O Globo Online: Portos e energia no Brasil são problemas para mineração
Último Segundo: Vendas da indústria nacional avançam 10,5% em janeiro no confronto com mesmo mês de 2007

Elizabeth Cardoso: editora

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