prozac 40mg popliteal celexa 20mg cardiac concurrent clonidine 0.1mg test recovery buy exelon Healthy stories buyneurontinonlinehere.com buying abilify online school lipitor online no rx deoxyribonucleic

Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'O que deu na Imprensa':

A dívida externa acabou?

Postado em 16 dEurope/London março dEurope/London 2008

Por Guilherme Costa Delgado*

Publicado originalmente em: Correio da Cidadania, em 12/03/2008

Em tom de jactância, anunciou-se recentemente, de fonte oficial, que o Brasil havia praticamente eliminado sua dívida externa pública no mês de fevereiro, quando o nível de suas reservas em moeda estrangeira, atingindo o volume de 190 bilhões de dólares, ultrapassara o valor dessa dívida (dívida externa de responsabilidade de entidades públicas). Do anúncio à sua leitura pelo ‘marketing’ oficial ou oficioso vai um pulo, qual seja, o de se criar uma “corrente de otimismo”, na linha das deduções equívocas – vivemos uma nova era, a dívida externa é coisa do passado.

O astuto inimigo da verdade não opera com falsidades absolutas, até porque é muito fácil desmenti-lo. Trabalha com meias-verdades, que são mais intrincadas para demonstrar e desmontar. Enquanto isso, desfila com sua versão de equívocos, logo sucedida por outra e mais outra, usufruindo sempre o benefício da ambigüidade e da dúvida. É precisamente neste contexto que se situa o caso que estamos comentando. Vejamos onde se encontra o “pulo do gato”. Leia o resto do artigo »

Postado em O que deu na Imprensa, Política Econômica | Sem Comentários »

Quem vai pagar a conta?

Postado em 15 dEurope/London março dEurope/London 2008

Nouriel Roubini

O professor da New York University, economista-chefe do site RGE Monitor e colunista de CartaCapital Nouriel Roubini calcula os custos de um processo de saneamento do sistema financeiro dos Estados Unidos. Analisa ainda a incoerência entre o discurso de laissez-faire do mercado, quando os ventos estão a favor, e os pedidos recorrentes dos bancos para que o governo alivie as perdas originadas no estouro da bolha imobiliária americana. “Definitivamente, estamos diante do paradoxo de privatizar os ganhos e socializar as perdas”, afirma o colunista.

CartaCapital: O senhor tem discutido teses de uma intervenção maior do Estado no mercado, para sanar a crise financeira americana.

Nouriel Roubini: Os problemas do crédito subprime se espalharam por toda a cadeia econômica. Chegaram aos financiamentos de boa qualidade, há um efeito forte sobre o segmento de cartões de crédito, de bônus emitidos pelas corporações e uma retração de consumo dos cidadãos. Milhões de mutuários vêem os preços de suas casas caírem, mas a dívida permanece alta. Eles simplesmente estão abandonando os imóveis, o que potencialmente pode causar um prejuízo de 1 trilhão de dólares. E não há soluções fáceis para o problema. O governo poderia comprar as hipotecas por valor superior ao de mercado, para evitar a quebra de muitos bancos. Outra opção seria simplesmente estatizar os bancos por um tempo. Mas isso terá um custo alto, em torno de 2,7 trilhões de dólares para o país. Em ambos os casos, seria uma situação muito delicada para o sistema financeiro.

Leia mais em: Entrevista CartaCapital.

Postado em Internacional, O que deu na Imprensa | Sem Comentários »

Convergências entre PT e PSDB?

Postado em 15 dEurope/London março dEurope/London 2008

Nilton Monteiro diz que acordo entre petistas e tucanos em BH faz parte do esquema corrupto montado em Furnas, em 2002. 

Fonte: Novo Jornal, 14/03/2008.

Nome bastante temido por integrantes do PSDB e do DEM, que tentam desesperadamente desqualificá-lo, o consultor de empresas Nilton Monteiro agora parte para cima do PT.

Monteiro declarou que vai impedir a aliança entre PT e PSDB na sucessão municipal em Belo Horizonte.

“Mando um recado para o prefeito Fernando Pimentel e para o governador de Minas Gerais: em breve vou revelar fatos gravíssimos envolvendo nomes importantes que atualmente articulam esta vergonhosa aliança entre petistas e tucanos. Portanto, abandonem essa idéia. Essa parceria é o trunfo que eu tenho nas mãos. Ela começou no final de 2002, em Furnas. Isto é resultado do esquema sujo que funcionou em Furnas”, afirmou.

O consultor de empresas disse que vai expor parte da gigantesca gama de informações e documentos que acumulou nos últimos anos da prática de atos ilícitos ocorridos a partir do final de 2002, em Furnas, a fim de provar que a inusitada aliança eleitoral na capital está ligada com a corrupção na estatal. Leia o resto do artigo »

Postado em O que deu na Imprensa, Política Brasileira | Sem Comentários »

Quem sabe faz a hora, não espera acontecer

Postado em 15 dEurope/London março dEurope/London 2008

Extraído do Clipping do Ministério do Planejamento

Publicado originalmente em: Jornal do Brasil, 14/03/2008

Por Antonio Carlos Lemgruber

A China fez a maior besteira do mundo. Aceitou apreciar a moeda para agradar aos americanos. Como a taxa de juros lá é mais ou menos parecida com a dos EUA, está havendo uma onda de hot money – o famoso carry-trade, sobretudo para quem toma dinheiro em ienes ou francos suíços.

A taxa de câmbio estava fixa. Ia tudo bem.

No Brasil, fala-se muito em controle de capitais para segurar o câmbio. Nada disso. Basta uma penada. A velha taxa fixa de câmbio. Parece até que o sistema acabou, mas basta olhar dentro do sistema do euro para ver que as taxas européias são fixas.

A melhor maneira de arrumar a casa – com essa montanha de reservas – é fixar o câmbio (claro que com uma pequena desvalorização de pelo menos 15%) e, a partir daí, defender a moeda e ponto final. Leia o resto do artigo »

Postado em O que deu na Imprensa, Política Econômica | Sem Comentários »

Do Bolsa Família à inclusão social

Postado em 15 dEurope/London março dEurope/London 2008

Extraído do Clipping do Ministério do Planejamento

Publicado originalmente em: O Globo (restrito a assinantes), em 13/03/2008

Por Ignacy Sachs*

O  semanário britânico “The Economist”, de 9 de fevereiro, publicou um artigo altamente elogioso do Bolsa Família, apresentado como o maior programa no mundo de luta contra a pobreza, através da transferência da renda a onze milhões de famílias carentes, condicionada pela presença regular dos filhos na escola e pela participação nas campanhas de vacinação. Segundo uma funcionária do Banco Mundial trabalhando no Brasil, vários países se preparam para reproduzir esse esquema. Tanto mais que os recursos comprometidos são de ordem de apenas meio por cento do PIB.

Um estudo recente do Centro Internacional de Pobreza (uma parceria entre o Pnud e o Ipea) mostrou que o Bolsa Família contribuiu para uma queda no Brasil de três pontos no Índice de Gini – o indicador mais usado de disparidade de renda. Esse ritmo de queda é igual ou maior ao ritmo registrado em países como a Inglaterra e a França, quando esses países estavam instalando políticas de proteção social. Leia o resto do artigo »

Postado em O que deu na Imprensa, Política Social | Sem Comentários »

Copom só gerou incertezas com a ameaça de subir juro, diz Delfim

Postado em 15 dEurope/London março dEurope/London 2008

Extraído do Clipping do Ministério do Planejamento

Publicado originalmente em: Folha de São Paulo (restrito a assinantes), em 14/03/2008

A informação que consta na ata do Copom de que os diretores do Banco Central chegaram a discutir a possibilidade de um aumento dos juros foi interpretada pela grande maioria do mercado como um sinal de que a taxa poderá vir a subir na próxima reunião. O Copom deixou clara a preocupação com o aquecimento da economia sobre a inflação. Para Delfim Netto, não há nenhum fundamento nessa tese do Banco Central de que o aquecimento da economia representa uma ameaça à inflação.

Ao ter registrado na ata essa preocupação, Delfim afirma que o Banco Central apenas introduziu uma incerteza inútil ao mercado e que acabou provocando uma elevação da taxa de juros de longo prazo.

“Já que o juro vai subir mesmo, o juro sobe antes”, diz Delfim. “Na economia, a expectativa faz o fato.” Leia o resto do artigo »

Postado em O que deu na Imprensa, Política Econômica | Sem Comentários »

Entrevista com Antônio Delfim Netto

Postado em 15 dEurope/London março dEurope/London 2008

Publicada originalmente na Revista Desafios do Desenvolvimento, na Edição 39, janeiro/2008

Por Jorge Luiz de Souza

Governo faz discurso, quem faz o desenvolvimento é o empresário, o espírito animal do empresário. Foi isso que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva acordou. Estava dormindo. O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) teve esse mérito. O PAC na verdade pôs na mesa de volta o problema do crescimento.”

Desafios – O que o aproxima do atual governo?

Delfim – Eu admiro a política do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O Lula teve uma intuição correta quando deu ênfase para melhorar a igualdade de oportunidade no Brasil.Para o mercado funcionar, ele tem que ter um mínimo de moralidade. E a moralidade no mercado vem da igualdade de oportunidade. É como uma corrida, e para que as coisas funcionem é preciso que todo mundo parta mais ou menos do mesmo ponto.Talvez seja o papel fundamental do Estado: igualizar as oportunidades. O governo Lula é a intuição do Lula. Só isso. Na verdade, é o único sujeito no Brasil que quando fala em pobre está falando seriamente. Todos nós somos cínicos…

Desafios – O senhor faz críticas à política econômica?

Delfim – A economia é uma ciência moral e está longe de ser uma ciência exata. Ser constituída de escolas já mostra que existem múltiplas visões no mundo. Uns crêem que o mercado seja capaz de produzir por si mesmo o equilíbrio, e outras, como é o meu caso – nem sei o que eu sou, certamente eu diria que talvez seja um keynesiano de pé quebrado. O certo é que o funcionamento da economia depende de um Estado. O mercado exige algumas coisas importantes, a primeira delas é a propriedade privada. Ora, quem garante a propriedade privada? É o Estado. Quando eu vejo um sujeito dizer que “nunca houve uma interferência do Estado nos programas de industrialização bem-sucedidos do mundo”, acho isto uma tolice monumental, de uma ignorância histórica gigantesca. Nunca houve nenhum processo de desenvolvimento no mundo em que o Estado não estivesse atrás, até hoje. Só que de vez em quando está bem escondido. Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, O que deu na Imprensa, Política Brasileira, Política Econômica, Política Social | 5 Comentários »

RESUMO DO DIA – 14/03/2008

Postado em 15 dEurope/London março dEurope/London 2008

MANCHETES dos principais veículos de notícias do Brasil e do mundo

Política

Folha Online: Um a cada cinco senadores mantém gastos de verba indenizatória em sigilo
JB Online: Lula: dinheiro na mão de pobre é investimento
O Estadão: No RS, Dilma diz que PAC pode provocar impacto eleitoral
O Globo Online: Lula incentiva alianças eleitorais entre PT e PSDB em capitais
Reuters Brasil: “Não vale a pena desistir”, diz Lula a universitários negros
Último Segundo: Lula elogia Marta, mas diz desconhecer decisão de petista
Agência Carta Maior: O desespero da oposição pautada

Economia

Folha Online: Problemas do mercado financeiro dos EUA fazem Bovespa cair 0,46%
JB Online: Vendas crescem 9,8% no setor de móveis
O Estadão: Receita recebe 2,147 milhões de declarações de IR em doze dias
O Globo Online: Produtividade em alta alivia pressão sobre preços
Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD): Só trabalho não freia pobreza em metrópole
Reuters Brasil: Fed organiza socorro ao Bear Stearns, ações despencam
Último Segundo: Miguel Jorge: houve exagero do BC na ata do Copom

Internacional

BBC Brasil: Colômbia vai pagar recompensa a guerrilheiro
Folha Online: Presidente do Equador desafia Bush e o manda calar a boca
JB Online: Colômbia identifica feridos na Venezuela como membros das Farc
O Estadão: Chávez chama Uribe para selar a paz após crise diplomática
O Globo Online: Pelé ironiza crise com a Espanha e chama a situação de ‘ridícula’
Reuters Brasil: Manifestantes queimam carros no Tibet; China culpa Dalai Lama
Último Segundo: Comissão da OEA conclui relatório sobre conflito entre Colômbia e Equador

Desenvolvimento

BBC Brasil: UE ameaça com protecionismo se acordo pós-Kyoto fracassar
Folha Online: Governo aumenta mistura do biodiesel no diesel
Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC): MDIC discutirá plano de gestão do CBA
O Estadão: ONS: nível dos reservatórios sobe a 70% no Sudeste
Reuters Brasil: Siderúrgicas investem para se expandir e exportar minério
Conversa Afiada: Carta Capital: cinco medidas para desengarrafar São Paulo
Luís Nassif Online, Blog do Nassif: Um novo papel da Agricultura

Elizabeth Cardoso: editora

Postado em O que deu na Imprensa, RESUMOS DO DIA | Sem Comentários »