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Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'O que deu na Imprensa':

A multipolaridade diplomática

Postado em 18 dEurope/London março dEurope/London 2008

Publicado originalmente em: Blog do Nassif, em 16/03/2008

Por Cida Medeiros

Multipolaridade. Mais contemporâneo impossível. E aí a gente vê pelas respostas algo não algo datado, nem partidário, mas uma consistência ligada à cultura profunda brasileira, nossa vocação para a mediação de conflitos por meios pacíficos inerente em nosso DNA cultural. Não tenho dúvida que estas questões vêm revelando a fortaleza do que somos e como podemos contribuir como povo, como agentes culturais no planeta. Aos poucos nossa baixa auto-estima vai cedendo para a autonomia e liberdade. Somente obtidas pelo exercício do diálogo. É por isto que respeito muito este espaço deste blog, assim como Azenha e muitos outros. Intelectualidade e seu exercício. Leia o resto do artigo »

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A lógica do Itamaraty

Postado em 18 dEurope/London março dEurope/London 2008

Publicado originalmente em: Blog do Nassif, em 16/03/2008

Entrevista de Fred Melo Paiva com o Ministro das Relações Exteriores Celso Amorim

Clique aqui para ler a entrevista

É curiosa essa mania de enfiar FARCs em tudo, em não se entender o papel da diplomacia, o tecido delicado que costura as relações internacionais.

A bola da vez, agora, são as FARCs, como se o país tivesse alguma responsabilidade a mais – que não a de atuar como grande mediador de conflitos.

A síndrome do Foro de São Paulo virou algo pavloviano, a critica do momento, que pega de pensadores de direita a cronistas do mundano. Os pensadores, menos, porque pensam. Mas os cronistas deitam e rolam em cima de qualquer lenda de Internet.

A entrevista envereda direto pelas lendas da Internet, pelas picuinhas, mas permite, também, bons momentos. Leia o resto do artigo »

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A blindagem do nano-capitalismo

Postado em 18 dEurope/London março dEurope/London 2008

Publicado originalmente em: Valor Online, em 14/03/2008

Por Maria Cristina Fernandes*

Seis em cada dez beneficiários já cruzaram a linha de pobreza. O consumo de suas famílias aumentou 28% e a expansão é majoritariamente nordestina. Não se trata de mais um balanço do Bolsa Família. Este programa não custa um centavo ao tesouro, advertência desnecessária agora que o FMI já liberou o resto do mundo do preconceito contra o gasto público. E ainda dá lucro.

O economista Marcelo Néri dedica-lhe um minucioso estudo na edição da revista “Conjuntura Econômica”, da Fundação Getúlio Vargas, que chega hoje às bancas, e o compara a uma nota de US$ 500 largada numa calçada: “É um achado”.

Atende pelo sugestivo nome de Crediamigo. Com abrigo no Banco do Nordeste do Brasil (BNB), o programa já responde por 65% de todo o microcrédito concedido no país. Com uma das mais baixas taxas de inadimplência do planeta – 0,9% – desmonta a associação automática entre a carência de garantias e o alto risco. Leia o resto do artigo »

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Chegou a vez das fábricas, finalmente

Postado em 18 dEurope/London março dEurope/London 2008

Fonte: Diário Comércio Indústria dia 14/03/08

Escrito por Antônio Delfim Netto

Não chega a ser uma novidade, mas desta vez não deu para disfarçar a tristeza dos analistas “plugados” aos mercados financeiros em seus comentários após a divulgação pelo IBGE dos números do crescimento da economia brasileira em 2007. Para quem passou metade do ano “cravando” 3.6% -e quando muito “concedendo” algo como 4.1% ou “no máximo” 4.3% na segunda metade-, o crescimento de 5.4% do PIB é algo “no mínimo” escandaloso…

O feito, portanto, precisava ser devidamente qualificado: “é, cresceu…, mas sem o aumento dos investimentos não vai se sustentar…” ou, “não é um crescimento sadio, porque sustentado pelo aumento do consumo interno (sic) à custa de um endividamento exagerado…” Leia o resto do artigo »

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Estímulo à exportação vai completar política industrial

Postado em 18 dEurope/London março dEurope/London 2008

Fonte: O Estado de S. Paulo

Escrito por Lu Aiko Otta dia 14/3/2008

Ministro Miguel Jorge entrega a Lula propostas de medidas adicionais para setor exportador

O governo prepara medidas para estimular as exportações que vão além da nova política industrial. “Entregaremos hoje ao presidente da República um conjunto de novas medidas para serem avaliadas”, disse ontem o ministro do Desenvolvimento, Miguel Jorge. A política industrial está praticamente pronta desde o fim do ano passado e poderá ser anunciada dentro de 10 a 15 dias, disse o ministro. Já as medidas adicionais para fortalecer os exportadores podem sair antes.

Jorge negou-se a antecipar qualquer detalhe, alegando que as sugestões ainda não haviam sido apresentadas ao presidente. Mas o governo já começou a agir para fortalecer o setor exportador. Duas das medidas do mini pacote cambial anunciado anteontem vão nessa direção. É o caso da eliminação da alíquota de 0,38% do Imposto de Operações Financeiras (IOF) sobre exportações e do fim da cobertura cambial. Leia o resto do artigo »

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RESUMO DO DIA – 17/03/2008

Postado em 17 dEurope/London março dEurope/London 2008

MANCHETES dos principais veículos de notícias do Brasil e do mundo

Política

Folha Online: Aliança PT-PMDB prevê vice na chapa de Marta e apoio a Quércia para o Senado em 2010
JB Online: Lula eleva tom das críticas e prepara terreno para sucessor
O Globo Online: Com pauta trancada por MPs e obstrução, dias de pouco trabalho e discussão no Congresso
Reuters Brasil: O estilo sem papas na língua do presidente Lula
Último Segundo: Para oposição, “CPI que não quebra sigilo se desmoraliza”

Economia

Folha Online: Sob efeito de crise nos EUA, Bovespa fecha com queda de 3,19%
JB Online: Mercados da Ásia têm pior queda desde agosto de 2007
O Globo Online: Balança comercial teve superávit de US$ 527 milhões na segunda semana do mês
Reuters Brasil: Dow Jones sobe, S&P e Nasdaq caem após compra do Bear Stearns
Último Segundo: Segundo o Dieese, 96% conseguiram repor inflação nos salários

Internacional

Folha Online: Após fim de prazo, China diz que irá lutar por direito territorial
JB Online: Equador diz que só reata relações se Bogotá retirar acusações
Reuters Brasil: Opositor lidera pesquisa eleitoral no Paraguai
Último Segundo: Equador diz que homem em foto com “Reyes” é líder comunista argentino
El País: Strauss-Khan: “La crisis en los mercados provoca riesgos cada vez más serios”

Desenvolvimento

Folha Online: BNDES financia R$ 48,5 milhões para modernização da Petroquímica União
JB Online: Setor industrial descarta risco de pressão inflacionária
Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD): No 10º ano, Ethos premia sustentabilidade
Reuters Brasil: Vale, Xstrata e Glencore revisam proposta de aquisição–fonte
Último Segundo: Petrobrás é a maior poluidora de águas do Brasil, diz ONG

Elizabeth Cardoso: editora

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Pochmann propõe nova agenda civilizatória

Postado em 17 dEurope/London março dEurope/London 2008

Em breve, apenas 500 grandes empresas controlarão toda a produção mundial e delas apenas cinco delas são brasileiras, mesmo assim ligadas à produção de commodities.

A advertência foi feita pelo presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Marcio Pochmann, em palestra na UFRJ. “A China quer controlar 150 dessas empresas. E nós?”, indagou, frisando que o Brasil vive um momento de construir uma nova agenda civilizatória, visando à inserção competitiva na globalização e “não pode ficar preocupado apenas com o curto prazo e com o controle da inflação”.

O presidente do Ipea salientou que a financeirização da economia mundial empurra o planeta para uma crise de governança: “Hoje há deslocamento entre a riqueza real e a virtual. Enquanto o produto interno bruto (PIB) mundial é de US$ 48 trilhões, o total de ativos financeiros (capital fictício) já supera os US$ 150 trilhões”, contabiliza Pochmann.

“Diante da fraqueza dos governos e das instituições multilaterais criadas no pós-Guerra, como FMI, ONU, etc. quem vai governar o mundo?”, indagou, acrescentando que “pensar o desenvolvimento” significa refletir sobre o fato que o país possui apenas cinco empresas entre as maiores do mundo, nenhuma ligada à economia do conhecimento. “O Ipea tem a responsabilidade ímpar de pensar o país. Sua atividade é aplicada ao processo decisório do governo e desde sua fundação, em 1964, tem o compromisso de subsidiar as políticas públicas de médio e longo prazo”, afirmou, lembrando que o planejamento, na época, contava com menos recursos que hoje, pois praticamente não havia pós-graduação no país. Leia o resto do artigo »

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Política industrial também vai mirar importações

Postado em 17 dEurope/London março dEurope/London 2008

Publicado originalmente em: Valor Online, em 14/03/2008

Por Sérgio Leo e Paulo de Tarso Lyra

Miguel Jorge, ministro do Desenvolvimento: “Precisamos dar mais condições para as exportações brasileiras”

Antes mesmo de divulgar a nova política industrial, o governo já negocia com duas empresas multinacionais a instalação de duas fábricas de equipamentos médicos, como aparelhos de hemodiálise, para substituir importações com os incentivos que deverão ser anunciados em até 15 dias. “A política industrial dará condições para que investimentos estrangeiros produtivos se dêem com mais rapidez e substituam importações”, avalia um dos principais responsáveis pela política industrial, o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Miguel Jorge.

“Há pelo menos dois grandes projetos em andamento para fazer com que equipamentos comprados em grande quantidade, até pelo Ministério da Saúde, clínicas e hospitais, sejam produzidos no país.” Miguel Jorge afirmou, no entanto, que não há a intenção do governo brasileiro de repetir o modelo dos anos 70, de substituição de importações como regra geral. Leia o resto do artigo »

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