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Blog do Desemprego Zero

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As razões do sobe-e-desce do petróleo

Postado em 22 dEurope/London março dEurope/London 2008

Publicado originalmente em O Estado de São Paulo, em 05/03/2008

Por Beat Balzli e Frank Hornig *

Cushing é o tipo de lugar onde se espera ver um cowboy dobrar a esquina e amarrar seu cavalo diante do Bar Buckhorn. Essa cidadezinha de 8 mil habitantes em Oklahoma tem apenas uma rua principal que poderia ser o cenário de um filme de faroeste. Seus maiores atrativos incluem uma estação de trem abandonada e um cinema arruinado cujo ingresso custa US$ 1,50.

Robert Felts, um velho simpático que trabalha para a Cushing Industrial Authority, gosta de mostrar aos visitantes a histórica bomba de petróleo no meio da cidade. Ele conta como, em 1912, um campo de petróleo gigante foi descoberto nos arredores e colocou Cushing no mapa, rendendo-lhe mais de duas décadas de prosperidade. Até 50 milhões de barris de petróleo esguichavam do solo a cada ano naqueles tempos. “Nossas refinarias mal conseguiam dar conta”, diz Felts. Para resolver o problema, os barões do petróleo instalaram grandes tanques de armazenamento nas proximidades.

Não há muito mais para se falar além de petróleo nessa pequena cidade de Oklahoma. Mas relatos sobre a situação em Cushing põem em ação mercados globais às 10h 30 de cada quarta-feira. É quando funcionários do governo americano publicam uma cifra que reflete a quantidade de petróleo armazenada nas centenas de tanques que hoje se estendem por quilômetros da paisagem.

Localizada num entroncamento-chave do sistema americano de oleodutos, Cushing abriga a maior instalação de armazenamento de petróleo dos Estados Unidos. O petróleo negociado na Bolsa Mercantil de Nova York literalmente muda de dono em Cushing. Se os tanques estão cheios, os preços caem. Mas, se os níveis caem, os preços sobem. Uma regra prática para traders: a oferta e procura controlam o mercado.

Normalmente. Mas nos últimos meses a sabedoria convencional desandou. Em um ano, o preço do barril de petróleo bruto dobrou, de US$ 50 ao pico de US$ 100 na semana passada.

Nada parece impossível agora. Alguns analistas calculam uma alta dos preços para entre US$ 120 e US$ 150, o que traria conseqüências dramáticas para a economia mundial. Leia o resto do artigo »

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Consenso da OEA para resolução da crise entre Equador e Colômbia

Postado em 22 dEurope/London março dEurope/London 2008

OEA rechaça incursão colombiana e exige pedido de desculpas ao Equador

Fonte: Agência Brasil

Os ministros de Relações Exteriores membros da Organização dos Estados Americanos (OEA) – reunidos após o conflito estabelecido entre Equador e Colômbia – chegaram, na noite de segunda-feira (17), a uma resolução consensual que inclui o “rechaço” à incursão militar colombiana em território equatoriano no último dia 1º, além de um pedido de desculpas de Bogotá (capital da Colômbia) à Quito (capital do Equador). As informações são da agência Telam.
Os Estados Unidos – que haviam se manifestado a favor da ação militar promovida pelo presidente colombiano Álvaro Uribe – apenas apoiaram a decisão da OEA após o pedido expresso do governo da Colômbia.
O acordo reforça ainda o compromisso, por parte de todos os países membros, de combater “grupos irregulares ou organizações criminais”, incluindo as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc).
Após 15 horas de reunião na sede da OEA, em Washington, os participantes aprovaram a resolução por unanimidade e as principais partes envolvidas – Colômbia e Equador – afirmaram sair vitoriosas do encontro.
“É um êxito completo para a Colômbia”, avaliou o chanceler colombiano, Fernando Araújo. “É um triunfo para o Equador”, destacou a chanceler equatoriana, María Isabel Salvador.

OEA chega a consenso sobre crise entre Colômbia e Equador

Fonte: Folha online

A OEA (Organização dos Estados Americanos) conseguiu chegar a um consenso nesta terça-feira sobre a resolução com a qual pretende encerrar a crise entre Colômbia e Equador.

Os dois países entraram em crise no dia 1º de março, após a incursão colombiana no Equador em uma operação contra as Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), na qual morreu o número dois da guerrilha, Raúl Reyes, além de outras 24 pessoas.

Os Estados Unidos apoiaram a resolução, mas informaram que não apóiam o artigo quarto, referente à rejeição da incursão colombiana, porque considera que a Colômbia tem o direito de atuar em legítima defesa.

Ao término da reunião, a chanceler do Equador, María Isabel Salvador, qualificou de “claro triunfo” o texto da resolução aprovado pelos ministros das Relações Exteriores da América, e afirmou que seu país “avaliará” o restabelecimento das relações diplomáticas com a Colômbia quando considerar oportuno.

A resolução rejeita a incursão das forças militares em território equatoriano, por considerar que constitui uma clara violação dos artigos 19 e 21 da Carta da OEA, e reitera o firme compromisso de todos os Estados-membros de combater as ameaças da segurança.
O documento “acolhe positivamente” a Declaração dos Presidentes do Grupo do Rio sobre a crise, e destaca sua contribuição à distensão da situação e à aproximação entre as partes, com base no princípio do direito internacional.
A resolução reitera a plena vigência dos princípios do direito internacional de respeito à soberania, abstenção do uso ou ameaça do uso da força e não ingerência nos assuntos de outros Estados, que consta no artigo 19 da Carta da OEA.
Além disso, o texto destaca a plena vigência do princípio de soberania territorial e rejeita a incursão de forças militares da Colômbia em território do Equador.
Os chanceleres “registraram” o pedido de desculpas da Colômbia e o compromisso de que o incidente “não se repetirá em qualquer circunstância”. Leia o resto do artigo »

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Ponto de ebulição

Postado em 22 dEurope/London março dEurope/London 2008

Publicado originalmente no Blog do Nassif, em 20/03/2008

Entenda o que está ocorrendo.

1. Há uma imensa massa de capital especulativo circulando no mundo. Através de recursos de alavancagem (endividamento), de derivativos (que permite apostar apenas no diferencial de cotação) e operações estruturadas, sua capacidade ampliou-se desmedidamente. A conseqüência foi uma redução das taxas de juros internacionais e um aumento exponencial dos preços dos ativos.

2. Quando o dólar começou a despencar, esse capital financeiro procurou portos seguros onde se abrigar. O real foi uma mamata, com a liberdade total de fluxo, taxas de juros altíssimas e ganhos em cima da apreciação da moeda. Outros portos seguros foram as commodities.

3. À medida que se ampliou a crise americana, com o “subprime”, o Federal Reserve aumentou fortemente a liquidez da economia para impedir a recessão. Mais dinheiro colocado à disposição dos investidores e menos oportunidades de investimento nos Estados Unidos, por conta da recessão.

4. Esse dinheiro saiu correndo para commodities provocando o fenômeno do “overshooting” (radicalização do movimento pendular). Mas sempre através da interligação de mercados e das chamadas operações estruturadas (misturando vários ativos visando minimizar o risco). Leia o resto do artigo »

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Programa do MEC deve levar médicos e professores a todas as cidades do Brasil

Postado em 22 dEurope/London março dEurope/London 2008

Publicado originalmente no site do Vaccarezza, em 20/3/2008

Atualmente, cerca de 1,2 mil cidades não contam com atendimento médico. Já no sistema público de ensino básico, o déficit é de 250 mil vagas. A intenção do MEC é suprir estas carências com profissionais formados com auxílio do Fies (Financiamento Estudantil). Para quitar os empréstimos feitos junto ao governo, eles trabalhariam no sistema público de saúde e educação.

Apenas novos candidatos ao Fies poderiam aderir a essa proposta. A adesão não é obrigatória. Atualmente, existem 14,3 mil alunos de Medicina no Fies. A inadimplência média do programa, para todos os cursos, é de 23%. Segundo publicou o jornal O Estado de S.Paulo nesta quinta-feira (20), a proposta é dada como aceita dentro do governo, já que conta com “extrema simpatia” do presidente Lula. Ainda falta encerrar as negociações com a equipe econômica. “São recursos que a União deixa de receber”, lembra o secretário de Ensino Superior do MEC, Ronaldo Mota. “Mas, neste momento, pode ser mais importante a troca por educação e saúde”. Leia o resto do artigo »

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RESUMO DO DIA – 21/03/2008

Postado em 22 dEurope/London março dEurope/London 2008

MANCHETES dos principais veículos de notícias do Brasil e do mundo

Política

JB Online: Arthur Virgílio: oposição não atrapalhou lançamento do PAC da saúde
O Globo Online: Gabeira ironiza declaração de Crivella: ‘Estou preocupado é com a relação entre homens e mosquitos’
O Estadão: Presidente decide congelar envio de MPs ao Congresso
Último Segundo: Álvaro Dias diz não temer investigações sobre contas de FHC; PT nega intimidação

Economia

O Estadão: Governadores de bancos centrais asiáticos se reúnem
O Globo Online: Medidas para conter expansão do crédito serão seletivas
Reuters Brasil: EUA reduzem valor mínimo para compra de papéis do governo
Último Segundo: Governo pode limitar a 36 meses financiamento de carro

Internacional

JB Online: Embaixador acusa Colômbia de ‘disfarçar’ equatorianos de rebeldes
O Estadão: EUA espionaram passaportes de Obama, Hillary e McCain
Reuters Brasil: Cartas para Granma são nova forma de expressão dos cubanos
Último Segundo: Bin Laden: Lutar no Iraque é a melhor ajuda a palestinos

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O discurso em que Barack Obama encarou os temas raciais da campanha

Postado em 21 dEurope/London março dEurope/London 2008

Publicado originalmente no Vi o Mundo, Blog do Azenha, em 21/03/2008

Discurso de Barack Obama sobre questões raciais nos Estados Unidos, tido como decisivo desde que a campanha dele foi envolvida pela controvérsia causada por declarações do pastor que o introduziu ao cristianismo:

Nós, o povo, com o objetivo de formar uma União mais perfeita.”

Duzentos e vinte e um anos atrás, em um salão que ainda existe do outro lado da rua, um grupo de homens se reuniu e, com estas palavras simples, lançaram a improvável experiência em democracia dos Estados Unidos. Agricultores e estudiosos; estadistas e patriotas que atravessaram um oceano para escapar da tirania e da perseguição religiosa finalmente leram sua real declaração de Independência numa convenção da Filadélfia que atravessou a primavera de 1878.

O documento que eles produziram eventualmente foi assinado, mas nunca concluído. Foi manchado pelo pecado original desta nação, a escravidão, uma questão que dividiu as colônias e levou a convenção a um impasse até que os fundadores decidiram permitir que o comércio de escravos continuasse por ao menos mais vinte anos, deixando qualquer resolução final para as futuras gerações.

Naturalmente, a resposta para a questão da escravidão já estava contemplada em nossa Constituição – uma Constituição que tinha em seu núcleo a igualdade dos cidadãos diante da lei; uma Constituição que prometeu ao povo liberdade, justiça e uma união que poderia e deveria ser aperfeiçoada com a passagem do tempo.

E ainda assim palavras em um pergaminho não foram suficientes para livrar os escravos da servidão, ou garantir a homens e mulheres de todas as cores e credos seus direitos e obrigações como cidadãos dos Estados Unidos. Seriam necessárias gerações sucessivas de americanos dispostos a fazer sua parte – através de protestos e lutas, nas ruas e nos tribunais, em uma guerra civil e com desobediência civil e sempre correndo grande risco – para reduzir a distância entre a promessa de nossos ideais e a realidade de seu tempo. Leia o resto do artigo »

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Conversa Afiada, Somos todos PHA – Paulo Henrique Amorim

Postado em 21 dEurope/London março dEurope/London 2008

O IG é uma empresa privada e tem direito de rescindir o contrato que quiser. Mas a forma grosseira com o que o fez, sem deixar na página nem um aviso aos internautas, sem permitir ao Amorim que transferisse, com tranquilidade, seus arquivos para o outro espaço, revela uma truculência que nos deixou, leitores e cidadãos, perplexos.

- por Miguel do Rosário, Blog Óleo do Diabo

Sabotaram o homem. Despejaram-no, sem aviso prévio, de seu endereço na web. Li por aí que apagaram seus arquivos antigos, o que me recuso a acreditar por enquanto, já que seria uma canalhice tão grande que deve constituir crime contra a propriedade intelectual.

A alegação de que o site do PHA não tinha visitação suficiente é ridícula. O Conversa Afiada era um dos sites mais conhecidos do país. Bem humorado, escrachado, franco, assertivo, original, foi um site que conseguiu conquistar um vasto segmento da opinião pública nacional. Através de sua linguagem direta e seu humor particularíssimo, Amorim agregava valor e graça aos grandes – e pequenos – debates políticos domésticos. Leia o resto do artigo »

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RESUMO DO DIA – 20/03/2008

Postado em 21 dEurope/London março dEurope/London 2008

MANCHETES dos principais veículos de notícias do Brasil e do mundo

Política

JB Online: Dilma Roussef nega que Lula edite mais MPS que presidentes passados
O Globo Online: Crivella: ‘Gabeira defende homem com homem e maconha’. Pesquisa mostra senador na frente da disputa para prefeito do Rio
O Estadão: Lula culpa oposição pelo não lançamento do PAC Saúde
Reuters Brasil: Lula vê crise “com cautela” e diz que país não depende dos EUA
Último Segundo: Para Lula, acusação de uso eleitoral do PAC é “cretinice verbal”

Economia

JB Online: Bovespa e dólar lideram perdas no ano
O Estadão: OCDE reduz previsão de crescimento dos EUA em 2008
O Globo Online: Lula nega que governo pense em aumentar a gasolina
Reuters Brasil: Bovespa resiste à queda de commodities e sobe 0,27%
Último Segundo: Receita arrecada R$ 48 bi em fevereiro, com alta de 10%

Internacional

JB Online: Exército colombiano apreende 715 minas terrestres das Farc
O Globo Online: Hillary ultrapassa Obama, diz pesquisa
Reuters Brasil: Texto sobre Conselho de Segurança da ONU inclui Brasil
Último Segundo: China recusa diálogo com Dalai Lama e insiste em acusações
Correio da Cidadania: Cinco anos de genocídio no Iraque

Desenvolvimento

O Estadão: Leilão da Cesp está mantido, diz secretário de SP
Projeto Brasil: Planeta não trata preservação das águas
Blog do Nassif: A indústria amplia a capacidade

 

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