Postado em 24 dEurope/London março dEurope/London 2008
Fonte: Portal Vermelho
Escrito por Alberto Marques dia 18/03
Indicada por Álvaro Dias para presidente da CPI mista, a senadora tucana Marisa Serrano (MS) foi incisiva ao afirmar que a postura de Dias não se justifica porque os requerimentos de sigilo sequer foram votados.
“O senador Álvaro Dias (PSDB-PR) quer abortar a CPI. Quer terminar antes da hora porque ele sabe que, se essa CPI se mantiver, muitas contas do governo Fernando Henrique serão auditadas”, denuncia o deputado Paulo Teixeira (PT-SP), membro da CPI mista dos Cartões. O senador tucano disse, nesta terça-feira (18), que a CPI é uma farsa, principalmente se não quebrar sigilos dos cartões. O parlamentar direitista já prega o esvaziamento da Comissão.
“Não creio que a senadora Marisa Serrano nem o deputado Luiz Sérgio, estejam aqui presidindo e relatando uma farsa”, afirmou o deputado Paulo Teixeira, que criticou o congressista tucano.
Paulo Teixeira lamentou que o senador Álvaro Dias tivesse chegado três horas atrasado, perdendo a oportunidade de se somar, com os parlamentares que estão trabalhando seriamente, para a ampliação dos mecanismos de controle e transparência dos gastos públicos.
O congressista petista explica que o senador tucano insiste na tentativa de desqualificar a comissão para criar um clima que permitiria acabá-la antes da hora. “A continuidade da CPI resultará na auditoria do governo Fernando Henrique”.
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Postado em 24 dEurope/London março dEurope/London 2008
Fonte: Agencia carta maior
A economia desregulamentada, a crença cega em mecanismos financeiros de auto-regulação e o padrão monetário amparado no dólar como moeda universal sempre foram tratados como axiomas. Não será agora que serão apresentados como castelos de areia de um discurso falido.
Escrito por Gilson Caroni Filho*
No momento em que dados e análises sobre a economia estadunidense reforçam a percepção que aquele país caminha para a recessão, a grande imprensa que, com unhas e dentes, defendeu o ideário monetarista como expressão única da razão econômica, não só finge que seus cânones passam ao largo da crise como torce para que ela contamine a estabilidade econômica brasileira. Não há sequer esboço de autocrítica, mas a determinação dos que sempre combateram à sombra qualquer caminho alternativo.
Quem analisou o conteúdo da mídia nos cinco últimos anos observou uma postura que se manteve constante. Os elogios de articulistas econômicos conservadores e os editoriais de apoio de setores expressivos da grande imprensa nunca deixavam dúvida quanto à natureza da estratégia. Junto com a defesa intransigente dos que apostavam em uma continuação da política econômica neoliberal tucana assistimos, simultaneamente, em páginas nobres e minutos preciosos de telejornais, a ataques sistemáticos aos setores que se empenhavam em preservar as bandeiras que levaram o presidente Luiz Inácio Lula da Silva a duas vitórias eleitorais consecutivas. Leia o resto do artigo »
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Postado em 24 dEurope/London março dEurope/London 2008
Fonte: Folha de São Paulo
Escrito por Kennedy Alencar* dia 21/03/2008
O projeto presidencial de Dilma Rousseff não é apenas um testedrive para a sucessão de 2010. É bem mais do que isso. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva está disposto a investir pesado politicamente para bancar a candidatura da ministra da Casa Civil. Isso significa tentar persuadir aliados e o próprio PT de que Dilma é o caminho ideal a trilhar.
Um resumo das razões de Lula: Dilma seria a melhor candidata para ganhar ou para perder.
Na hipótese de vitória, Lula seria a âncora política de Dilma durante todo o governo dela. A ministra possui perfil administrativo, mas atua com pouca desenvoltura nas negociações partidárias devido à mistura de temperamento explosivo e inabilidade política. Lula, portanto, seria um tutor político da presidente Dilma.
Outro ponto que conta a favor dela aos olhos de Lula: o presidente costuma dizer que Dilma não tem projeto coletivo. Traduzindo: não é ligada a nenhuma corrente interna do PT, não tem facção política. A corrente de Dilma se chama Luiz Inácio Lula da Silva. O presidente tem extrema confiança em Dilma. Ela, por sua vez, dedica fidelidade canina ao chefe. Para algumas pessoas que já a ouviram falar de Lula na intimidade, ela coloca o presidente numa espécie de pedestal.
Por isso, no caso de Lula desejar ser candidato novamente ao Palácio do Planalto, Dilma seria a pessoa mais confiável para um acordo político nesse sentido. Leia o resto do artigo »
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Postado em 24 dEurope/London março dEurope/London 2008
Publicado originalmente no JB Online, em 23/03/2008Por Ludmilla Totinick
Entrevista
Marcio Pochmann
Uma das maiores vilãs do crescimento brasileiro atende pelo nome de financeirização, acredita Marcio Pochmann. O presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) alerta para a necessidade de as aplicações em títulos e no mercado de capitais que somam 40% do PIB se tornarem investimentos produtivos. Por causa disso, queixa-se, o Brasil ainda precisa de tudo. Apesar de estar melhor preparado, o país deverá ser afetado pela crise americana, avisa.
O senhor acredita que o Brasil está se comportando bem diante da crise?
Por se encontrar menos vulnerável ao exterior, o Brasil tem tido uma postura bastante favorável ao evitar uma contaminação mais significativa pela crise tanto no âmbito financeiro quanto na economia real. No entanto, ainda não temos uma avaliação completa da capacidade âmbito do governo americano debelar a crise.
Se essa crise atingir proporções ainda maiores, há um plano B para o Brasil?
Certamente o governo brasileiro está acompanhando o desenlance da situação atual e vem considerando justamente para cada situação que ocorre, medidas apropriadas. Não tivemos a necessidade de uma atuação mais efetiva porque o Brasil até esse momento não foi impactado. Mas, certamente, está se considerando essa situação. Em momentos de grave crise como aquela que ocorreu em 1929, soubemos nos posicionar relativamente bem. À época, o Brasil abandonou uma situação de uma economia exportadora para se constituir numa nação mais voltada para o mercado interno. Na década de 70, desencadeamos um segundo plano nacional de desenvolvimento, importante para completar parte da industrialização e permitir que o Brasil reagisse relativamente bem num quadro internacional desfavorável. Hoje, temos condições de tomar as medidas adequadas que permitam ao Brasil se voltar para o mercado interno e evitar situação extremamente grave no país. Crise é uma chance de tomar decisões que levem à mudança. Leia o resto do artigo »
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Postado em 24 dEurope/London março dEurope/London 2008
Convite
1968…40 anos depois…2008
O Núcleo Rio Para Todos convida a você quarenta anos passados, para comemorar mais um aniversário dos movimentos democráticos de 1968.
Dia: 28 de março de 2008 (sexta-feira)
17:00h – Filme “Hércules 56″, de Silvio Da-Rin, no RECINE/2007 premiado como melhor longa-metragem e melhor longa-metragem pelo júri popular.
18:30h – Palestra com Carlos Alberto Muniz, José Dirceu, Maria Augusta Carneiro Ribeiro (Guta) e Vladimir Palmeira.
Local: Associação Scholem Aleichem de Cultura - ASA
Rua São Clemente, 155, Fundos – Botafogo
(em frente a Casa Rui Barbosa)
Contato:
claudialecocq@uol.com.br e rioparatodos@grupos.com.br
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Postado em 23 dEurope/London março dEurope/London 2008
Publicado originalmente no Projeto Brasil, em 20/03/2008
Por Lílian Milena
Não é novidade que as ações do homem vêm colocando em risco os reservatórios de água potável do planeta. De tempos em tempos os meios de comunicação divulgam dados alarmantes a respeito da possível falta da fonte nas próximas décadas.
Mas há quem conteste o fato de alguns especialistas dizerem que pode faltar água no mundo. E um deles é o geógrafo Pedro Jacobi. De acordo com o cientista, o que deve ser levado em conta é o gerenciamento do recurso natural, e não o desaparecimento. “A quantidade de água na Terra é invariável há centenas de milhares de anos. O que muda é a sua distribuição e estado”, explicou.
A justificativa da afirmação de Jacobi é feita por meio da explicação do Ciclo Hidrológico – a água disposta nos mares e continentes evapora, na atmosfera transforma-se em nuvens e volta a se precipitar para a terra na forma de chuva, neve ou neblina.
“Depois escorre para rios, lagos ou para o subsolo, formando os importantes aqüíferos subterrâneos e, aos poucos correm de novo para o mar mantendo o equilíbrio no sistema hidrológico do planeta”, afirmou.
Portanto, a única coisa que poderia acontecer, segundo o especialista, é a água se tornar imprópria para o consumo por causa da poluição dos reservatórios. Por outro lado, algumas regiões podem sofrer com o assoreamento de rios e lagos, já que a partir do acúmulo de terra nas calhas acontece a diminuição da capacidade destes reservatórios naturais. Leia o resto do artigo »
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Postado em 22 dEurope/London março dEurope/London 2008
Publicado originalmente em: EFE/Uol, em 21/03/2008
No ataque colombiano ao acampamento das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) no Equador, em 1º de março, foram utilizadas dez bombas de alta tecnologia, segundo uma investigação da Força Aérea equatoriana, publicada hoje pelo jornal local “El Comercio”.
Em 6 de março, especialistas em armas da Força Aérea equatoriana iniciaram uma perícia sobre o bombardeio em Angostura, onde estava o acampamento das Farc e onde morreu o porta-voz internacional da organização, “Raúl Reyes”, e mais de 20 guerrilheiros.
De acordo com o relatório dos peritos, foram utilizadas 10 bombas GBU 12 Paveway II de 227 kg, que deixaram crateras de 2,40 metros de diâmetro por 1,80 metro de profundidade, publicou o jornal equatoriano.
O jornal ainda afirmou que, segundo as especificações do fabricante da bomba GBU 12, a Texas Instruments, o explosivo pode ser guiado por laser, GPS ou tecnologia intersensorial.
O relatório da FAE diz também que foram encontradas cápsulas de projéteis de calibre 0,50 no setor sul do acampamento, disparadas por metralhadoras de helicópteros que, segundo a Força Aérea equatoriana, fizeram a segurança dos soldados que realizaram a infiltração. Leia o resto do artigo »
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Postado em 22 dEurope/London março dEurope/London 2008
Publicado originalmente em: AFP/Uol, em 21/03/2008
Até agora relativamente restrita aos empréstimos mais arriscados, chamados “subprime”, a crise imobiliária americana se estende progressivamente para outras categorias de empréstimo, ameaçando o mercado financeiro.
“O nível elevado da falta de pagamento e de embargos imobiliários não é limitado aos ‘subprime’”, afirmou o presidente do Federal Reserve dos Estados Unidos (Fed), Ben Bernanke, na semana passada.
A agência de classificação Standard and Poor’s indicou na quinta-feira que a taxa de inadimplência dos empréstimos considerados “Alt-A” – categoria situada entre a subprime (arriscada) e a prime (pouco arriscada) – estava em forte alta em fevereiro.
A atribuição dos empréstimos “Alt-A” é essencialmente baseada no histórico de pagamentos. Para isso, o exame não deve revelar incidentes em pagamentos prévios, condição não requerida pelos “subprime”.
Segundo a Standard and Poor’s, a taxa de inadimplência nos empréstimos “Alt-A” emitidos em 2007 alcançou 10% em fevereiro, um aumento de 14% em relação a janeiro. Leia o resto do artigo »
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