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Blog do Desemprego Zero

Arquivado em 'O que deu na Imprensa':

Colômbia, Equador, Venezuela e a teoria da coincidência

Postado em 25 dEurope/London março dEurope/London 2008

Fonte: Valor online (exclusivo para assinantes)

Escrito por Wanderley Guilherme dos Santos *

Houve até quem não percebesse a crise Colômbia versus Equador. E a cenografia não foi modesta: a Colômbia violou o território equatoriano em manobra de busca e destruição de membros das Farc, o Equador ameaçou responder militarmente e a Venezuela, por via das dúvidas, segundo seu presidente, mobilizou tropas na região fronteiriça ao solo colombiano. Isso em menos de 24 horas e sem sinais anteriores do que poderia vir. Tensão no pedaço, alguns mortos, entre eles um alto comandante das Farc e, surpreendente notícia, universitários mexicanos. Pois em menos de uma semana, Brasil, Chile e Argentina promoveram reuniões pacificadoras, isolaram o presidente venezuelano, Hugo Chávez, e dispensaram a intermediação americana. Em um piscar de olhos, para nossa perplexidade, leitores comuns, estava tudo terminado com apertos de mão, sorrisos de boa vontade e abraços gerais em reunião hospedada pela República Dominicana. Quem tirou uma semana de férias no período não encontrará pista ou rastro do acontecido no noticiário dos jornais. Esquisito.

Naturalmente, a diplomacia brasileira e a intervenção do presidente Luiz Inácio foram aplaudidas pela rapidez, discrição e eficiência por uns, enquanto outros consideraram mofina a posição brasileira. Nas televisões e crônicas a invasão colombiana de território do Equador foi transformada em tibieza do Brasil na condenação das Farc. Compreensível e esperado. Leia o resto do artigo »

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Um freio de arrumação

Postado em 25 dEurope/London março dEurope/London 2008

Publicado originalmente Correio Braziliense, em 22/03/2008

Por Vicente Nunes

Com o objetivo de evitar que o forte crescimento do consumo interno leve a uma demanda superior à oferta de produtos, o que poderia provocar reajustes de preços, o governo trabalha em duas frentes: convencer grandes empresas a investirem na ampliação da capacidade de produção e reduzir a oferta de crédito, limitando o prazo dos financiamentos para no máximo 36 meses – hoje, há empréstimos de até 99 meses. Ao longo da próxima semana, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, se reunirá com bancos, siderúrgicas e indústrias para explicar o “freio de arrumação” proposto pelo governo. “Essa velocidade de crescimento da demanda não é saudável. Há hoje um descompasso entre produção e consumo. E o que queremos é equilibrar o jogo”, avisa o ministro.

Conjuntura

Preocupado com o crescimento da demanda acima da capacidade de produção, principalmente devido ao crédito fácil, Fazenda e BC querem reduzir prazos de financiamento e elevar os investimentos

O governo vai usar todos os instrumentos disponíveis para conter o consumo das famílias – hoje, a principal ameaça à inflação – para que o Banco Central não seja obrigado a aumentar a taxa básica de juros (Selic), que, desde setembro do ano passado, está em 11,25%. Os alvos preferenciais para o que o ministro da Fazenda, Guido Mantega, chama de “freio de arrumação” da economia serão o crédito e os investimentos. De um lado, a meta é reduzir, para no máximo 36 meses, os prazos de pagamento dos empréstimos e dos financiamentos, sobretudo os de automóveis, que chegam a até 99 meses. De outro, o objetivo é convencer as empresas a ampliarem os investimentos nos parques produtivos para que mais mercadorias sejam ofertadas aos consumidores.

A ação comandada por Mantega para manter o crescimento sustentado começará na segunda-feira. O ministro chamou representantes do Instituto Brasileiro de Siderurgia (IBS) para um encontro em Brasília. Ele quer saber por que os preços do aço subiram tanto, quais as previsões para a produção do setor e se há riscos de escassez do produto, consumido principalmente pela indústria automobilística, cujas vendas crescem acima de 30%, tornando-se um dos principais focos de inflação. Na quarta-feira, a conversa será com os presidentes dos principais bancos do país. Entre as instituições privadas, já confirmaram presença Márcio Cypriano, do Bradesco; Roberto Setúbal, do Itaú; e Fábio Barbosa, do Santander-Real e comandante da Febraban, a federação do setor. Entre os bancos públicos, estarão presentes Antônio Lima Neto, do Banco do Brasil, e Maria Fernanda Coelho, da Caixa Econômica Federal. Na sexta-feira, em São Paulo, Mantega falará com empresários ligados ao Instituto Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi). Leia o resto do artigo »

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O pensamento de Celso Furtado

Postado em 25 dEurope/London março dEurope/London 2008

Ciclo de conferências sobre O PENSAMENTO DE CELSO FURTADO

O Centro Internacional Celso Furtado de Políticas para o Desenvolvimento tem o prazer de convidar para o

Ciclo de conferências

O PENSAMENTO DE CELSO FURTADO

a realizar-se em sua sede, no Rio de Janeiro, de 1 de abril

Todas as conferências serão às terças-feiras, das 16h às 18h. a 27 de maio de 2008.

O ciclo é aberto a estudantes, pesquisadores e interessados em geral na obra e no pensamento de Celso Furtado, patrono do Centro.
Por questões de limitação de vagas, os interessados devem se inscrever obrigatoriamente pelo email centro@centrocelsofurtado.org.br até o dia 26 de março.

Será conferido um certificado de presença aos que o desejarem e assistirem ao ciclo completo.

PROGRAMAÇÃO:

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Riqueza concentrada e trabalho em excesso

Postado em 25 dEurope/London março dEurope/London 2008

Publicado Originalmente na Folha de S. Paulo, em 21.03.2008

Por Marcio Pochmann*

O enfoque do tempo de trabalho e da formação da mão-de-obra precisa ser reconsiderado no Brasil

Para cada R$ 1 de riqueza gerada no mundo a partir do esforço físico do trabalho do homem em 2006, havia R$ 9 de responsabilidade do trabalho de natureza imaterial. Isso é claro quando se considera a composição do PIB (Produto Interno Bruto) acrescido do conjunto de ativos financeiros em circulação no planeta, que permite associar o trabalho imaterial às atividades terciárias da estrutura de produção de riqueza.

Em 1950, por exemplo, a cada R$ 10 de riqueza gerados no mundo, somente R$ 4 provinham do trabalho imaterial. Em menos de três décadas, a riqueza associada ao trabalho imaterial cresceu quase 10%, em média, ao ano, enquanto a do trabalho material aumentou a metade disso.

Assim, destaca-se cada vez mais o papel da revolução e da circulação do capital a proporcionar a mutação transgressora do valor do trabalho na definição das novas formas de riqueza. Nesse sentido, o PIB dos países torna-se mais leve e com elevada produtividade, tendo o trabalho imaterial como principal força geradora de riqueza no mundo.

O que exige, em contrapartida, amplos e constantes investimentos em infra-estrutura, em ciência e em tecnologia aplicada. A economia do conhecimento responde, em síntese, pela potencialidade renovada de fantástica ampliação da riqueza a partir da base industrial consolidada pela estrutura produtiva existente. Leia o resto do artigo »

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Política industrial prevê R$ 251 bi para 24 setores

Postado em 25 dEurope/London março dEurope/London 2008

 Publicado originalmente no Blog Logística e Transporte

Trecho de matéria extraída do Valor Online:

A nova política industrial que o governo vai anunciar nos próximos dias, batizada de “Política de Desenvolvimento Produtivo”, prevê investimento de R$ 251,6 bilhões em 24 setores da economia entre 2008 e 2010.

Desse total, R$ 210,4 bilhões virão do BNDES e do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC). O governo também estuda medidas de desoneração tributária e de depreciação acelerada de investimentos.

A primeira meta, segundo documento obtido pelo Valor, é ampliar a taxa de investimento da economia, medida pela Formação Bruta de Capital Fixo, de 18,6% para 21% do PIB até 2010. Isto é, nesse ano a economia estará investindo cerca de R$ 604 bilhões – em 2006, foram R$ 390 bilhões.

A segunda meta é incentivar o aumento, de 0,51% para 0,65% do PIB, dos gastos do setor privado com pesquisa e desenvolvimento (P&D). Em 2005, as empresas investiram R$ 12,5 bilhões – em 2010 aplicariam cerca de R$ 18,2 bilhões. Leia o resto do artigo »

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Entrevista de Lula censurada pela mídia

Postado em 25 dEurope/London março dEurope/London 2008

Entrevista concedida a um grupo de jornalistas, reunidos pela revista The Economist *, em Brasília.

O Brasil é o único país do mundo no qual o Presidente da República dá uma entrevista, faz um discurso e a imprensa não publica. NADA!

Discurso e resposta a indagações de jornalistas que o presidente Lula formulou na semana passada – 12 de março – a um grupo que a revista Economist reuniu, em Brasília. 

O presidente falou…

“Esses dias eu recebi aqui o ex-presidente de Portugal, Mário Soares. Ele veio aqui, como jornalista, fazer uma entrevista para a TV Pública de Portugal. Ao se sentar, no meu gabinete, ele falou assim para mim: ‘Presidente, eu não estou entendendo. Eu leio a imprensa estrangeira e vejo que o Brasil está muito bem, eu converso com empresários estrangeiros e vejo que a economia brasileira está muito bem. Mas quando eu leio a imprensa brasileira eu penso que o Brasil acabou, parece que acabou o Brasil’.

Ele foi conversar com algumas pessoas de oposição. Ele falou: ‘Presidente, eu não acredito. O que as pessoas disseram para mim não é a realidade’. Até porque Portugal tem muitos investimentos no Brasil e ele conversa com os empresários portugueses. Quando chegou em Portugal ele escreveu um artigo muito importante, numa entrevista, vendo o que estava acontecendo no Brasil.” Leia o resto do artigo »

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BC quer mais munição

Postado em 25 dEurope/London março dEurope/London 2008

Correio Braziliense

Vicente Nunes

Sob o clima da crise financeira internacional, instituição pretende aumentar seu poder para enfrentar situações críticas e evitar quebradeira de bancos, como a vivida pelo Federal Reserve, dos Estados Unidos

O Banco Central tem pronto um projeto para ampliar seus poderes de intervenção no sistema financeiro em períodos de crise. A autoridade monetária quer recuperar o espaço perdido em 2000, com a promulgação da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Até então, o BC poderia socorrer bancos em dificuldades a qualquer momento, sem ter de prestar contas dos custos fiscais das operações. Hoje, pode, no máximo, emprestar recursos às instituições por até 60 dias, desde que receba como garantia títulos públicos, com risco quase zero. Mas é pouco para um Banco Central que precisa de todas as munições para lidar com uma eventual ameaça de quebradeira.

No BC, teme-se que a resistência ao projeto seja grande devido à imagem negativa criada pelo Programa de Reestruturação do Sistema Financeiro (Proer), editado em 1995 para socorrer os bancos que sucumbiram com o fim das receitas inflacionárias. O primeiro a utilizá-lo foi o Nacional, vendido ao Unibanco. O problema do Proer começou na sua concepção. Definido às pressas, numa madrugada, sem que nada fosse discutido com a sociedade que teve, à época, de arcar com mais de R$ 20 bilhões de ajuda aos bancos. Leia o resto do artigo »

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Crédito do BNDES poderá salvar leilão da Cesp marcado para quarta

Postado em 25 dEurope/London março dEurope/London 2008

Folhapress

São Paulo – No meio de um turbilhão de más notícias, uma nova medida
poderá salvar o leilão da Companhia Energética de São Paulo (Cesp),
marcado para quarta-feira, dia 26.

O incentivo virá do presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento
Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, que deverá anunciar
segunda-feira uma oferta de crédito para os vencedores da disputa.

O empréstimo deverá cobrir entre 30% e 50% o valor da companhia, cujo
preço mínimo está em R$ 6 bilhões. A concessão do financiamento foi
decidida na quinta-feira, durante reunião entre o governador José Serra
(PSDB), o ministro Guido Mantega e Luciano Coutinho.

Mas, caso a medida não surta o efeito desejado, que é atrair os
investidores, apesar de todas as incertezas em relação à renovação dos
contratos de concessão das hidrelétricas de Ilha Solteira e Jupiá, que
vencem em 2015, o governador já tem um plano B para a terceira maior
geradora do País.

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